junho 19, 2021

O Fórum Económico Mundial, nomeiou recentemente um grupo de startups a nível do mundo, dos quais constam seis do continente africano, considerados pioneiras em tecnologia, por agregarem zelo, empreendedorismo, ciência e engenharia para enfrentar problemas globais.

Susan Nesbitt, Chefe da Comunidade de Inovadores Globais do Fórum, referiu que o grupo de startups inclui muitos fabricantes com futuro promissor.

Aqui estão as seis startups africanas nomeadas:

Cambridge Industries, Etiópia: inovação em infraestrutura urbana de próxima geração por meio de parques urbanos sustentáveis;

FlexFinTx, Zimbábue: Construindo a próxima geração de gerenciamento de identidade;

Kuda Technologies, Nigéria : Fornecendo aos africanos acesso a crédito e serviços bancários gratuitos;

Moringa School, Quênia: uma plataforma de desenvolvimento de força de trabalho que atende estudantes africanos;

MPharma, Gana: Construindo uma boa saúde na África por meio de cuidados de saúde baseados em tecnologia

Sokowatch, Quênia: oferece entrega no mesmo dia e capital de giro para varejistas africanos.

De acordo com o Fórum Económico Mundial, os inovadores sociais são os mais escolhidos porque são startups de ponta, com enorme potencial não apenas para movimentar a indústria, mas também fornecer soluções reais para os desafios globais.

Após a selecção como pioneiras em tecnologia, as empresas deste ano se juntarão a uma lista de ex-alunos que inclui Airbnb, Google, Kickstarter, Mozilla, Palantir Technologies, Spotify, TransferWise, Twitter, Wikimedia, entre outros.

Os gigantes da tecnologia dos EUA, mostraram-se favoráveis neste sábado(05), à decisão tomada pelo grupo dos sete países mais rico do mundo, que criou uma quota tributária global mínima de 15%.

De acordo com a Reuters, a decisão tomada na sábado último em Londres, foi projectado para reduzir os incentivos das empresas para transferir os lucros para paraísos offshore de baixa tributação e pode trazer centenas de bilhões de dólares para os cofres do governo.

O Departamento do Tesouro dos EUA, já se pronunciou a propósito, tendo divulgado uma declaração onde propõe a discussão da remoção de todos os impostos sobre serviços digitais e outras medidas semelhantes relevantes para todas as empresas.

Gigantes como o Facebook e a Google foram unânimes e prontamente elogiaram o acordo.

"Apoiamos fortemente o trabalho que está ser feito para actualizar as regras fiscais internacionais. Esperamos que os países continuem juntos para garantir um acordo equilibrado e durável", disse um porta-voz do Facebook.

A Reuters revelou ainda que indústria tecnológica quer os que impostos como o de 3% da França sobre certas receitas online sejam removidos. 

Os impostos se tornaram uma forma cada vez mais popular para os países equilibrarem seus orçamentos.

Os cidadãos poderão ter, no decorrer deste ano, o primeiro modelo de passaporte biométrico, que consiste num elemento electrónico de identidade pessoal com design e tecnologia de segurança inovadora e vai substituir o passaporte tradicional, segundo revelações de uma fonte do Serviço de Migração e Estrangeiro (SME) à Angop.

Destinado a autenticar a cidadania dos viajantes, as informações pessoais dos portadores deste tipo de passaporte são armazenadas num minúsculo chip de identificação de radiofrequência (RFID), com os dados e a foto que constam na folha de identidade principal, bem como as impressões digitais colectadas no momento solicitado pelo órgão emissor.

Ao entrar em vigor no país, a intenção é evitar a fraude ou falsificação, tornando o uso do passaporte biométrico praticamente impossível por terceiros, e esta tecnologia já está implementada em vários países do mundo.

"Neste momento estamos a acertar os últimos pormenores tecnológicos para avançar. Pretendemos fazer o lançamento deste passaporte no último trimestre de 2021", assegurou a fonte do órgão regulado pelo Ministério do Interior.

Angola vai dispor de uma Fundação Nacional para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico, em breve, para captação e gestão de financiamento, apoiar a ciência e estar alinhada aos padrões internacionais.

A novidade é fruto da aprovação do Projecto de Decreto Presidencial que cria a Fundação Nacional para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Este documento e o seu Estatuto Orgânico foram aprovados esta terça-feira, 25 de Maio, na quinta sessão ordinária do Conselho de Ministros, orientada pelo Presidente da República, João Lourenço.

Com a Fundação, o Executivo quer que o investimento na ciência seja, pelo menos, de um por cento do Produto Interno Bruto (PIB), tal como a Unesco recomenda.

A ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Maria do Rosário Sambo, disse que a Fundação Nacional para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico, será designada “FUNDECIT”, de forma abreviada, e terá a categoria de instituto público com a missão de implementar as políticas de ciência, tecnologia e inovação, com meios financeiros do Orçamento Geral do Estado e outros provenientes de doações destinados à investigação científica e desenvolvimento.

A instituição vai igualmente proceder à avaliação e acreditação das instituições que se dedicam à investigação científica e desenvolvimento do país, de forma a aumentar a eficácia no aproveitamento dos recursos financeiros disponíveis e o apoio à produção científica nacional.

“É uma aprovação que é conseguida no Dia de África, relevante para nós, porque a investigação científica é sem dúvida nenhuma, a base do desenvolvimento. Esperamos que com esta medida o nosso Governo consiga de facto contribuir para melhorar a produção científica nacional”, assinala.

Maria do Rosário Sambo destacou também os projectos de investigação científica levados a cabo pelo Executivo, no âmbito do projecto de Desenvolvimento da Ciência e Tecnologia, financiados pelo Banco Africano de Desenvolvimento.

A Fundação Nacional para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico, criada por Decreto Presidencial, é tutela do Ministério do Ensino Superior, Ciência e Tecnologia e Inovação, enquanto órgão de superintendência, a quem cabe criar as condições para o seu funcionamento, com base nas prioridades definidas na Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, que define a forma de organização da investigação científica no país.

Fonta: JA

Olusola Ayoola, é um engenheiro nigeriano de robótica que revelou recentemente ter inventado um Drone Rastreador de Emissão de Carbono (CET), para a vigilância aérea capaz de farejar esconderijos de criminosos em cavernas e áreas florestais através da Robotic and Artificial Intelligence Nigeria (RAIN), empresa fundada por si de inteligência artificial nativa.

Em entrevista ao site de tecnologias, Tech Digest, o jovem explicou que o drone utiliza tecnologia de inteligência geoespacial, capaz de scanear uma extensão territorial de floresta, reservas de caça e outros espaços isolados, tornando quase impossível que a emissão de carbono não seja detectada.

Também a exercer funções de palestrante e com diploma de primeira classe em Engenharia Elétrica e Eletrônica, com Mestrado e Doutoramemnto em Robótica para o Meio Ambiente Extremo pela Universidade de Manchester, no Reino Unido, Olusola Ayoola entende que "na luta contra a insegurança, o governo não é onipresente". Mas acredita que "onde quer que o governo não possa estar fisicamente presente, a inteligência artificial do governo deve estar sempre".

O engenheiro trabalha pra transformar a sua empresa no lar de jovens inovadores talentosos que dedicam tempo e esforço em busca de soluções baseadas em tecnologia digital para os problemas sociais e económicos prevalecentes.

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