setembro 27, 2021

A informação foi avançada, nesta Sexta-feira (24), no município do Soyo, província do Zaire, pelo Comissário de Migração, Simão Milagre, enquanto falava à Televisão Pública de Angola.

Decorreu, naquela província, um encontro que juntou responsáveis do serviço de Migração e Estrangeiro, das províncias do Norte e Leste do país, onde foi também levantada questões relacionadas com a não emissão de passaportes, tendo como principais causas razões de natureza logística.

“A Direcção Nacional de Migração e Estrangeiro está engajada para que, dentro dos próximos dias, volte à normalidade”, disse o Comissário.

Não foi avançada a data para o início da emissão dos passaportes electrónicos, mas, recorda-se que, a emissão do novo passaporte foi aprovada em unanimidade, no parlamento angolano, em Dezembro de 2020, no despacho presidencial 176/20, sendo uma obrigação que deve ser cumprida por todos os países membros da Organização Internacional da Aviação Civil.

Segundo noticiou o Novo Jornal, em Dezembro do ano passado, o passaporte Electrónico Angolano estaria a custar 130 milhões de euros ao Estado e será produzido por uma empresa húngara.

Lê-se em matéria publicada, “o Presidente da República aprovou a despesa e formalizou a abertura do procedimento de contratação simplificada em função do critério material, no valor de 130 milhões de Euros, referente ao contrato de desenvolvimento, produção e fornecimento do Passaporte Electrónico Angolano e do respectivo sistema com a empresa húngara ANY Biztonsági Nyomda Nyrt”.

Quanto às configurações, o passaporte electrónico integra uma nova geração de dispositivos, que vão do reconhecimento facial, à integração de um chip, com ou sem contacto. Ademais, inclui um dispositivo electrónico no qual se pode encontrar armazenada a informação biográfica e biométrica do titular.

 

 

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Por: Celso Malavoloneke

 

Durante as minhas férias em Agosto passado visitei uma grande fazenda no Kuvangu. Foi – passe a publicidade – a Fazenda Agrikuvangu do meu conterrâneo e amigo Rui Kaposse a quem daqui desejo todos os êxitos pelas razões que aduzirei adiante.

O meu amigo Kaposse, deixou-me literalmente “caído de c…” como se diz em bom mwangolé: está a dizer que, só este ano e só de milho vai colher 500.000 toneladas de milho. Isso é muito milho!!! Suficiente para alimentar duas ou três províncias do nosso país. Comentando num grupo do WhatsApp onde partilhei isso, alguns amigos especialistas em agricultura puseram sérias dúvidas em relação aos números que acharam altamente exagerados.

Eu não sou especialista em agricultura apesar dessa ser a minha formação média no Instituto médio-agrário do Tchivinguiro de 1984 a 1988. Por isso pelo que vi, não me pareceu um objectivo tão exagerado assim como os meus amigos – cujo conhecimento técnico afirmo e sou testemunha – estavam a defender.

É que para além da fazenda ser enorme – 500.000 hectares – tem uma tecnologia que me fez sentir bem arcaico em relação à tecnologia que então considerávamos de ponta. Vimos pivôs gigantes como se vêem nas fotos com capacidade de regar cada um 50 hectares a partir do rio Cubango. Um pivô é um longo tubos de conduta de água com cerca de 2.5 kms de cumprimento assente em torres triangulares equipadas com pneus de mais ou menos 10 metros. Equipado com chuveiros rotativos espaçados 15 a 20 metros, faz um movimento rotativo impulsionado por energia hidráulica. Os chuveiros instalados no tubo produzem praticamente uma “chuva artificial” de água que pode ser misturada com fertilizantes, insecticidas e fungicidas. Ou seja, não depende das chuvas para fazer as suas culturas. Se a isso acrescentarmos o uso de sementes de ciclo curto (três meses), eu vejo possibilidades sim senhor de recolher as 3 colheitas programadas para este ano agrícola. Aliás, nesta altura que os camponeses normais estão apenas a preparar a terra para lançar as sementes, a Agrikuvangu já faz a primeira colheita. Visitamos os silos cheios de grão pronto para ser ensacado e comercializado.

Nesse tipo de agricultura o Engenheiro Agrónomo age como um gestor de sistema: passa uma espécie de receita onde diz qual a velocidade do movimento de rotação, a percentagem (força) da “chuva” (a que pode acrescentar os fertilizantes, insecticidas e fungicidas a misturar na água) o tempo de regadio e entrega isso aos técnicos das máquinas. Esses executam as instruções e esperam pelos resultados. Saí dali completamente convencido que não faz sentido algum que em Angola tenhamos défice alimentar. É só incentivar e apoiar mais 50 ou 100 Rui Kaposses a fazerem o mesmo número de Agrikuvangus. O nosso país tem todas as condições de solo, água, clima e capital humano para isso. Parecem estar a faltar apenas os recursos financeiros.

Espantado e curioso – e um pouco envergonhado também pelo meu atraso tecnológico na paixão profissional da juventude – fui atrás do “prejuízo” e vi que a tecnologia que vimos no Kuvangu está longe de ser a mais moderna. A Huawei, essa “nossa” mesma que nos abonou o aplicativo do “mobile money”, desenvolveu com os agricultores da Noruega um outro aplicativo que está a fazer furor nos meios agrícolas: A agricultura inteligente.

Com esse sistema, a Agrikuvangu apenas precisaria de inserir os dados num centro de comando informático – operação que não levaria mais de meia hora para pôr todo esse processo a funcionar. Mais, O sistema faz previsões do tempo, de formas que ajusta automaticamente a sua acção. Por exemplo, se estiver a trabalhar e começar a chover, o regadio pára. Actualmente, na Agrikuvangu esse acto tem que ser feito por humanos.

Esse centro de comando pode também dar ordem aos tractores e máquinas agrícolas para saírem das garagens e irem fazer a sacha, colheita, debulha. E com um mínimo de pessoas, cultivar enormes extensões de terras para alimentar o nosso povo. Precisamos é de dar o salto; precisamos é de ser ousados e tirar partido das vantagens que a tecnologia de ponta, especialmente a 5G nos oferece. Ser visionários e atrevidos no bom sentido.

Não seria má ideia quem de direito ver com essa gigante de telecomunicações que até já está entre nós se pode trazer esse sistema para aqui e experimentar em empresas como a “nossa” Agrikuvangu… nesse quesito precisamos não ter medo de ousar!

 

 

 

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O governo egípcio, informou ontem(20), por meio do Ministro das Comunicações e Tecnologia da Informação, Dr. Amr Talaat, que esta em curso, o plano que levará internet de alta velocidade para mais de 60 milhões de pessoas que vivem em áreas rurais, como parte de uma campanha ambiciosa para criar novas oportunidades de desenvolvimento económico.

O Ministro do Estado da Economia Digital e Emprego, He Talaat, que falava durante o Workshop ICF-Egipt, disse que o projecto é parte de um esforço nacional para fortalecer a economia digital do Egipto e estimular a criação de empregos no Cairo.

De acordo com o Tech Gist Africa, para os 60 milhões de egípcios que vivem em 4.500 comunidades, o governo pretende aumentar a conectividade actualizando a infra-estrutura de banda larga, para garantir que os jovens tenham acesso à internet e ao conhecimento, treinamento e perspectivas de emprego oferecidas pelo mundo digital.

O vice-presidente da Google no Egipto referiu que o empoderamento dos jovens, o empreendedorismo e a inovação digital são três das questões mais urgentes que a sociedade enfrenta hoje, e que o futuro de África depende da implementação de um sistema para ajudar os jovens.

O Workshop híbrido de dois dias, que tem como finalidade abordar as oportunidades das infra-estruturas de telecomunicações, foi patrocinado pelo presidente do Egipto, Abdel Fattah El-Sisi e visa reunir a comunidade de desenvolvimento global e afirmar seu compromisso colectivo com o desenvolvimento sustentável como um estímulo para a recuperação económica pós-pandemia.

 

 

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A gigante tecnológica de mecanismos de busca, Google, assinou um contrato de parceria com o estúdio canadense de blockchain Flow, para ajudar no desenvolvimento de novos produtos e serviços da Web, incluindo o marketplace de token não fungível (NFT).

Segundo o site oficial da Dapper Labs, o Flow é um novo blockchain criado para a próxima geração de aplicativos, jogos e activos digitais, projectado desde o início como uma base para protocolos e aplicativos em escala de Internet que também exigem uma experiência excepcional do usuário.

De acordo com a Forbes, a Google Cloud servirá como operadora de rede para a blockchain Flow da Dapper Labs, a infra-estrutura escalável que alimenta todo um ecossistema de NFTs, jogos e aplicativos, Janet Kennedy, vice-presidente da Google Cloud North America, disse que a parceria de vários anos ajudará a Dapper a expandir suas operações por meio de uma “infraestrutura escalável e segura” fornecida pela Google.

A Google facilitou a integração dos desenvolvedores da Flow com seu software, o que lhes dá um maior incentivo adicional por escolherem a Google Cloud em vez de concorrentes como a Amazon Web Services.

A blockchain Flow da Dapper suporta algumas das colecções NFT mais populares do mercado, incluindo NBA Top Shot e CryptoKitties. Só em Fevereiro deste ano, o NBA Top Shot gerou cerca de 230 milhões de dólares norte-americano em vendas. Esse número quase triplicou neste momento.

De referir que, recentemente, as lendas da NBA, Michael Jordan e Kevin Durant, juntaram-se a outros investidores para apoiar a rodada de levantamento de capital de 305 milhões de dólares da Dapper no início deste ano. Na época, a empresa tinha uma avaliação de 2,6 mil milhões de dólares.

 

 

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O novo CEO da Amazon, Andy Jassy, ​​referiu nesta Terça-feira(14), em uma entrevista concedida ao CNBC, que a voz, para o manuseio de dispositivos electrónicos é o futuro e que muito brevemente já não será necessário tocar em dispositivos electrónicos para aceder os aplicativos.

Andy Jassy, ​​prevê que os clientes eventualmente farão suas compras em seu novo Fire TV Omni ou Fire TV 4-Series fabricados pela Amazon e manuseados por voz, a semelhança da assistente virtual Alexa. 

"Essas inovações é parte do esforço da empresa. Focar em dispositivos e aplicativos que podem ser activados por voz, de modo a deixar para atrás a componente de toque aos aplicativos. Quando se experimenta óptimos aplicativos com recurso a voz, tem-se a sensação de tocar em um aplicativo no ano de 2005”, disse ele na entrevista. 

A empresa disponibilizou as TVs para pré-venda em Setembro, juntando-se desta forma ao império Alexa - dispositivo doméstico activado por voz.

De acordo com o novo CEO da Amazon, a empresa espera remodelar a forma como os consumidores interagem com a internet.

 

 

 

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