novembro 24, 2020

O Director das Telecomunicações e Tecnologia de Informação da Polícia Nacional de Angola(PNA), Comissário José Agostinho Paulo, manteve, segunda-feira (16), um encontro de concertação com a Direção da Faculdade de Engenharia da Universidade Agostinho Neto, no âmbito do seu programa de parceria com as instituições públicas e privadas do ramo.

No encontro, ficou patente a intenção dos dois órgãos firmarem um protocolo de cooperação com a PNA no domínio das Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC), bem como para elaboração de projectos de interesse para PNA.

Na ocasião, a Decana da Faculdade de Engenharia da UAN e professora Catedrática, Alice Seita e Almeida, enalteceu a iniciativa da PNA, ressaltando a importância das duas instituições públicas formalizarem um memorando de protocolo de cooperação na vertente formativa científica e prática, bem como no desenvolvimento de novos projectos no domínio das TIC’s.

Saliente-se que a comitiva da PNA, composta por membros do Conselho Consultivo da Direcção de Telecomunicações e Tecnologia de Informação, realizou ainda uma visita guiada aos laboratórios da faculdade, onde estiveram igualmente presentes membros do Conselho Consultivo da Faculdade de Engenharia.

 

 

Fonte: PNA

O Banco Africano de Desenvolvimento assinou um acordo de subvenção com o Ministério das TICs e Inovação do Ruanda para apoiar a Rwanda Coding Academy.

O acordo foi criado para desenvolver talentos em tecnologia de ponta para impulsionar uma economia digital em expansão e impulsionada pela inovação na nação da África Oriental. A Academia seleciona alunos de alto desempenho e os treina em programação avançada de software e habilidades de segurança cibernética para facilitar sua emergência como programadores de classe mundial.

De acordo com portal ruandês, Tarrífa, o subsídio de 150.000 dólares, do Rockefeller Trust Fund administrado pelo Banco, será direcionado à implementação de actividades, incluindo a aquisição de computadores e equipamentos de mobiliário para um centro de inovação ultramoderno de excelência, conectividade com a Internet, treinamento de professores e organização de eventos de orientação profissional.

A abordagem de aprendizagem da Academia visa fortalecer a transição da escola para o trabalho, concentrando-se na aprendizagem baseada em competências e fornecendo habilidades técnicas, bem como habilidades sociais, como aprendizagem ágil, pensamento crítico e autoliderança.
A Ministra das TICs e Inovação do Ruanda, Paula Ingabire, disse que o seu governo acolheu com agrado a parceria com o Banco Africano de desenvolvimento.

“A Rwanda Coding Academy é parte da nossa visão mais ampla de fazer crescer um grupo local de força de trabalho pan-africana altamente talentosa em ciência, tecnologia e inovação”, disse a ministra, acrescentando que o modelo de aprendizagem da Academia requer uma infraestrutura digital robusta e uma abordagem de ensino dinâmica de os instrutores.

“Esta colaboração entre o Banco e o Governo de Ruanda visa demonstrar que capacitar os jovens africanos com habilidades orientadas pela demanda e oferecer-lhes oportunidades de fazer parte do ecossistema de TIC o mais cedo possível, permitirá que eles reivindiquem seu espaço no mundo digital setor e ser impulsionadores iguais de ideias inovadoras que estão moldando o presente e o futuro da África e do globo ”, disse

Nnenna Nwabufo, Diretora Geral Interina da Região Leste do Banco Africano de Desenvolvimento.

A Rwanda Coding Academy foi criada como uma escola modelo de prova de conceito para o desenvolvimento de TIC e outras habilidades do século 21 para alunos de nível médio que desejam seguir uma carreira em codificação e ciência da computação.

Decorreu, nesta Quarta-feira (18), uma conferência sobre transformação digital, realizada pela revista Economia e Mercado, com o objectivo de se avaliar o Impacto da Pandemia da Covid-19 na Aceleração Digital, na perspectiva dos serviços financeiros e comércio.

A conferência teve lugar na sala de convenções do Hotel Epic Sana, em Luanda e reuniu para debate que teve dois formatos (virtual e presencial), especialistas como José Nunes, administrador da Asseco PST; Helder João, Director de Tecnologias da CETIM; Jorge Cipriano, Coordenador do Comité de Projectos e Investimentos Futuros da MSTelecom; João Ceita, Director de Desenvolvimento de Novos Negócios do BAI; Doutora Sílvia Nazaré Pires, Directora de Desenvolvimento de Negócios da EMIS; Daniela Martins, Directora Comercial da DHL Express, Bernardo Corte Real, Responsável pelo Marketing da NCR Angola.

No decorrer da conferência, que esteve dividida em dois painéis, foi oportuno perceber os desafios trazidos pela pandemia e sem se ignorar ainda, os constrangimentos trazidos pela mesma doença que, aproximou as pessoas ao ambiente digital, de um modo muito exponencial; e no segundo painel, serviu para se perceber sobre a realidade do comércio eletrónico e os meios de pagamentos.

O administrador da Asseco, Doutor José Nunes, admitiu que, no decorrer da pandemia, o sector financeiro não teve “vida fácil”, pelo que trouxe um retrocesso às formas tradicionais de prestação de serviço, porém, admitiu que a componente digital trouxe vantagens para a banca, destacando a importância do desenvolvimento de uma economia local e global mais forte e inclusiva.

Na sua intervenção, o Engenheiro Helder João falou sobre os riscos da aceleração digital, apontando Angola como campo fértil para o crime cibernético, devido a fragilidade das empresas em não adoptarem sistemas de segurança nos seus dados. “Os crimes cibernéticos na banca acontecem todos os dias e as empresas não revelam por uma questão de exposição das suas fragilidades”, disse.

Ainda no sistema de digitalização bancária, reforçou o Engenheiro Helder João que, há que se levar a literacia digital às pessoas antes de as colocar perante as transformações que a revolução industrial traz. O Engenheiro Pinto Leite, que teve participação virtual à conferência, acrescentou que a aposta na digitalização passa pela aposta do capital humano.

O Engenheiro Jorge Cipriano fez saber que, o mundo tecnológico inclusivo comporta alguns elementos como: Digitalização (que está cabimentada em um processo); Decepção (que está cabimentada em resistência por parte de quem recebe); Disrupção (que está cabimentada no processo de desconstrução); Desmonetização (que está cabimentado ao processo de acesso a circulação); Desmaterialização (consubstanciado no processo de digitalização) e por fim a democratização (que está ligada à inclusão).

O fórum também serviu para se fazer análise das políticas de inclusão e a necessidade de reinvenção das empresas para o sector tecnológico.

Há 20 anos no mercado angolano, a revista de Economia & Mercado tem uma periodicidade mensal e está orientada para informação económica, empresarial e financeira. Engajada no desenvolvimento e crescimento económico, social e político do país, a revista está agora em formato digital e bilingue (português e francês).

De acordo com o samMobile, a companhia sul-coreana está a desenvolver o aplicativo Private Share que pode utilizar blockchain para realizar transferências entre dispositivos com o app instalado.

Existem várias formas de partilhar arquivos entre dispositivos móveis, porém é importante velar pela segurança do que se partilha.

O private share tende a ser uma opção mais segura de trocas de ficheiros, para iniciar a partilha o remetente e o destinatário precisarão ter o app instalado, segundo o site especializado, além do blockchain, o usuário poderá estipular um prazo de validade aos arquivos para que sejam removidos do dispositivos do destinatário automaticamente, também não será permitido repassá-los a outras pessoas e fazer capturas de tela.

O processo será semelhante ao quickshare, estreado no Galaxy S20 disponível em tablets e telefones da marca Samsung Galaxy, o permitindo que os proprietários dos dispositivos realizem transferências de arquivos semelhante ao procedimento do AirDrop da apple disponível em iPhones, iPads e Macs

Até o momento não há previsão da data do lançamento do Private Share, tão pouco se sabe em quais dispositivos o novo aplicativo estará disponível, acredita-se que a novidade chegará junto á linha Samsung Galaxy S21 prevista para ser apresentada ao público em Janeiro de 2021.

 

Pesquisadores da Universidade Técnica de Delft, nos Países Baixos, acabam de firmar uma parceria com a Guarda Costeira e a Marinha Real da Holanda para o desenvolvimento de um drone movido a hidrogênio que é capaz de voar durante horas como uma aeronave normal, e pousar no convés de um navio.

Embora já existam drones que utilizam hidrogênio como combustível, esses aparelhos voam muito lentamente ou não conseguem pousar verticalmente. O protótipo utilizado pelos pesquisadores da TU Delft provou ser capaz de decolagem e pouso verticais em um navio no mar, além de autonomia de voo de várias horas.

Os procedimentos de decolagem e aterrissagem verticais são os que consomem mais energia nos drones tradicionais. A demanda de potência significa que drones elétricos têm dificuldade para decolar e pousar porque essas acções têm impacto negativo na autonomia da bateria.

A alternativa seria a utilização de combustíveis fósseis, que são poluentes. Por isso, o drone utilizado pela equipe de Delft utiliza uma combinação de hidrogênio e baterias como fonte de energia. A potência do hidrogênio e o design de asa fixa permitem que o aparelho voe horizontalmente por longas distâncias.

A sustentabilidade é o grande diferencial do drone. Dentro dele, existe um cilindro de hidrogênio com 6,8 litros carbono de 300 bar. O cilindro alimenta hidrogênio em baixa pressão para a célula de combustível de 800 W que se converte em eletricidade. O único tipo de emissão são oxigênio e vapor d'água.

Em complemento à célula de combustível, existe também um conjunto de baterias que fornecem energia extra aos motores durante a decolagem e o pouso verticais. Com isso, o drone pode permanecer no ar por mais de três horas e meia, tempo considerado suficiente pelas autoridades marítimas para tarefas de reconhecimento e inspeção.

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