julho 30, 2021

Depois do êxito das edições passadas, a empresa ANS Alberto vai lançar nos dias 26 de Julho até 16 de Agosto de 2021, uma nova etapa do programa de Cyber Security 2021-2022, para capacitar de forma gratuita profissionais em segurança cibernética.

O projecto conta com quatro fases, cujo objectivo é estimular e capacitar alunos a especializarem-se em módulos como Networking Academy (Netcom) ou Fundamentos de Cibersegurança, e a sua finalização é pré-requisito para os melhores alunos concorrerem às 1.500 bolsas gratuitas para cursos profissionais oferecidas pela ANS Alberto Consultoria Lda e parceiros.

Com conteúdo prático e abrangente em mais de 2 horas de sessões ao vivo para aqueles que estão fora da cidade de luanda - Angola.

O projecto tem como público-alvo:

✔️ Estudantes da área de tecnologia
✔️ Interessados em actuar no mercado de tecnologia
✔️ Profissionais de cyber security
✔️ Profissionais de computação

A ANS Alberto, é uma empresa vocacionada em prestação de serviços em consultoria em Cyber Segurança, Cyber Defesa e Cyber Criminalidade assim como no desenvolvimento de sistemas Informáticos e Plataforma webs.

Para inscrições e outras informações, contacte: +244931225479

Whatsapp: +244 939424752.

A Microsoft anunciou nesta Segunda-feira(13) a aquisição da startup de segurança cibernética RiskIQ para ajudar as empresas a se protegerem melhor das ameaças cibernéticas.

Diante dos frequentes ataques cibernéticos, a Microsoft afirmou que a aquisição ajudará seus clientes a enfrentarem as ameaças específicas representadas pelo trabalho remoto e pela computação em nuvem.

O software da RiskIQ permite que as empresas monitorem toda a sua rede, incluindo operações em vários provedores de nuvem, e sua pesquisa de inteligência de ameaças auxilia as empresas na identificação e mitigação de ameaças potenciais.

De acordo com a Bloomberg, a Microsoft pagou mais de 500 milhões de dólares norte-americano para comprar o RiskIQ, sem no entanto adiantar os termos financeiros da aquisição.

Eric Doerr, vice-presidente de segurança em nuvem da Microsoft, referiu que a RiskIQ ajuda os clientes a manterem sua superfície de ataque segura. E que os mais de 10 anos de experiência da companhia, ajuda as organizações a identificarem e corrigirem vulnerabilidades antes que um criminoso possa atingi-las.
 
“Não poderíamos estar mais satisfeitos em unir forças para capacitar a comunidade mundial a se proteger contra a crescente enxurrada de ataques cibernéticos", referiu Elias Manousos, fundador e CEO do RiskIQ.

O anúncio chega em um momento em que muitos líderes corporativos estão preocupados com a segurança cibernética.

A SISTEC está a promover, em parceria com a Hiperdist, um webinar sobre segurança Cisco e Meraki.

Esta formação 100% gratuita, vai oferecer aos seus participantes duas oportunidades de ganharem prémios num valor de 300 USD por cada jogo, totalizando um acumulado de 600 USD.

Para se habilitarem a ganhar, todos os interessados terão que responder às perguntas do jogo e inscrever-se clicando aqui.

Os prémios atribuídos serão entregues em vouchers e convertidos em produtos nas lojas SISTEC.

O evento irá acontecer no próximo dia 29 de Junho, terça-feira às 10h.

Inscreva-se já.

Todos os dias registam-se, cerca de cinco queixas de acesso indevido de dados bancários e partilha de informações clínicas de pacientes, de acordo com as denúncias feitas nos balcões da Agência de Protecção de Dados (APD) e no seu website.

Dos micro aos macrodados, cita-se o recente ataque cibernético à plataforma tecnológica de apoio as actividades do Ministério das Finanças (MINFIN), e o caso já foi reportado à Agência de Protecção de dados, que garante estar a decorrer neste momento um processo de inspecção para procurar possíveis lesados do ataque.

"O nosso pessoal da administração continua a trabalhar com o MINFIN, para em tempo oportuno aferir em que medida os dados dos funcionários e dos utentes deste serviço foram afectados", disse à Televisão Pública de Angola o director do gabinete jurídico da APD, Njunjulo António, defendendo que os ficheiros das empresas contendo dados pessoais são objectos de legalização, e as instituições que se furtarem deste processo vão pagar pesadas multas.

"Ainda constata-se que há uma insistência por parte de determinadas entidades, quer públicas ou privadas (telecomunicações, seguros e banca), a tratarem dados pessoais de forma ilegal sem notificarem a APD e em alguns casos sem o consentimento de suas entidades.

Face a isto, a Direcção Nacional para as políticas de Acção, Segurança e Serviços Digitais, garante que o governo vai criar o centro de resposta de incidentes informáticos, com vista a acompanhar os crimes na internet.

"Estamos à trabalhar na elaboração de uma política de segurança da informação para que as instituições consigam proteger as suas infraestruturas, e com isto, vem a institucionalização para resposta aos incidentes informáticos.

A segurança dos dados pessoais é de lei, com o quadro legal de 2011, que vigora a protecção dos sistemas informáticos e o direito a reservas da vida privada, prevista na constituição da República.

A Huawei realizou na passada terça-feira (19) um webinar com um painel de especialistas para discutir as lições aprendidas sobre protecção de dados em 2020 e as tendências a serem observadas em 2021. No evento foram apresentadas as implicações jurídicas, técnicas e comerciais das mudanças crescentes e da aplicação mais rígida das leis de protecção de dados para empresas do setor de telecomunicações.

Durante o webinar, os interlocutores citaram os perigos do aumento de litígios, tendo sido destacado a cooperação como foco da tecnologia e transparência que ajudariam as empresas a se prepararem para os desafios futuros. Entre os palestrantes estavam Felix Wittern, sócio de um escritório de advocacia multinacional, Fieldfisher; Ramses Gallego, Director Internacional de Tecnologia, Segurança Cibernética na empresa global de software e TI, Micro Focus e Joerg Thomas, que lidera o Escritório de Proteção de Dados da Huawei.

Areias movediças em 2020 e o significado para 2021

Para os especialistas, o ano de 2020 foi desafiador para a protecção de dados - rastreamento de contacto digital da COVID-19 e vigilância geral de saúde adicionado a um cenário já complexo de direitos humanos e leis de privacidade. O julgamento Schrems II e um Brexit iminente colocaram em jogo algumas mudanças importantes que serão totalmente desvendadas em 2021. Somadas a isso foram as estratégias de soberania de dados dos governos, a aplicação mais rigorosa do Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR), para não mencionar o impacto de novas tecnologias, como 5G e inteligência artificial (AI).

Elaborando sobre os desafios, Felix Wittern, parceiro, Fieldfisher disse: "Nunca há um dia enfadonho na privacidade! Veja, por exemplo, a decisão Schrems II anunciada em julho do ano passado - ela representa um dos maiores desafios em relação às transferências internacionais de dados, fora Espaço Econômico Europeu (EEE). À medida que os próprios reguladores entendem a evolução da situação, as multinacionais que não agem com cautela serão responsáveis por pesadas multas. Na verdade, embora o COVID-19 tenha realmente desacelerado as fiscalizações, daqui para a frente prevejo muitos litígios neste espaço. As empresas farão bem em cooperar com os reguladores quando um terreno comum for alcançado, em vez de assumir uma posição de confronto".

Segundo ele (Wittern), se os dados não saem da UE, o desafio de empresas que lidam com suas subsidiárias em outros países, ainda merecerá atenção. Sobre o assunto do Brexit, ele mencionou como a solução final ainda estava a pelo menos seis meses de distância, já que a ponte para os requisitos de adequação foram colocados em teste.

Aumentando os desafios e fornecendo as soluções

Ramses Gallego, Diretor Internacional de Tecnologia e Cibersegurança da Micro Focus, forneceu uma boa visão de tecnologia. Ele explicou como a protecção de dados não é apenas unidimensional, mas abrange três arenas - quem (identidade), o quê (dados), como e quando o acesso é concedido (aplicativo).

De acordo com o especialista, a própria tecnologia ajudaria a criar os círculos de confiança - além dos quais os dados não deveriam ser visíveis, nem activos. Ele falou sobre criptografia e a tokenização como estratégias eficazes de mitigação de risco que as empresas podem adotar e que podem ser levadas a tribunal no infeliz incidente de violação de dados.

Na sua opinião, à medida que avançamos de 2020 para 2021, as organizações precisarão fazer a transição da segurança cibernética para a resiliência cibernética, onde desenvolverão a capacidade de antecipar ameaças, suportar e resistir a ataques, se recuperar rapidamente e evoluir para o próximo estágio.

Conselhos práticos para empresas

Resumindo uma lista de tarefas pendentes para empreendimentos, Joerg Thomas, Diretor do escritório de Proteção de Dados da Huawei acrescentou: “Podemos testemunhar um aumento em acções judiciais do tipo acção colectiva no espaço de dados pessoais em 2021-22, já que as partes agravadas veem o recurso judicial como uma maneira potencialmente mais rápida de obter reparação quando seus direitos de dados são violados”.

A Huawei é fornecedora líder global de infraestrutura e dispositivos inteligentes de tecnologia da informação e comunicação (ICT). Com soluções integradas em quatro domínios principais - redes de telecomunicações, TI, dispositivos inteligentes e serviços em nuvem - tem o compromisso de levar o digital para cada pessoa, casa e organização para um mundo totalmente conectado e inteligente.

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