setembro 27, 2021

AKI é uma plataforma de pagamentos disponível para telemóveis Android e iOS. Como novidade, apresenta o acesso via USSD pelo número curto *424#.

O acesso via USSD permite que utilizadores de telemóveis básico e sem acesso à internet consigam obter os serviços disponíveis no sistema AKI.

Para o mês de Setembro, disponibilizam um serviço novo e inovador: serviço de venda e constituição de seguros de viagem e de automóvel de responsabilidade civil e obrigatório, resultante da consolidação da parceria existente entre as empresas 5Linhas – Investimentos e Telecomunicações S.A., detentora do Sistema de pagamentos AKI e a Sociedade Transnacional Angolana de Seguros (STAS).

A Seguradora STAS surge no intuito de melhorar a oferta de seguros em Angola, ocupando desde já uma posição de referência no sector de seguro angolano. Com isso, passa a estar disponível os pagamentos das apólices da STAS no AKI, que podem ser adquiridos em poucos passos e com possibilidade de receber tudo no seu e-mail.

  • Seguros de Viagem
  • Seguros Automóvel
  • Seguro de Motociclos

Como Funciona o AKI?

Basta fazer o dowload do AKI ou marcar *424#, fazer o seu registo simplificado e carregar a sua conta, fazendo pagamento por referência ou através da rede de agentes AKI. O valor carregado vai aparecer na sua conta AKI imediatamente, para serem usados em pagamentos de bens e serviços, transferências, levantamento ou envio de dinheiro.

Presente no mercado desde 2019, actualmente o AKI possui 27.758 clientes particulares e uma rede de 2.980 agentes espalhados pelas diversas províncias de Angola, permitindo desta forma, o acesso que milhares de pessoas realizem transacções de compra e/ou venda de recargas telefónicas, subscrições de TV, Internet, bem como pagar prestadores de serviços, comerciantes e receber pagamentos.

 

 

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A Kwattel apresentou nesta Quinta-feira(18) em conferência de imprensa, em Luanda, a sua plataforma de pagamentos móveis denominado "Akipaga".

A referida plataforma encontra-se neste preciso momento em fase de teste, ainda sem acesso ao público em geral, devendo estar disponível até ao final do mês de Agosto e prevê cobrir todo o País.

De acordo com os promotores, o serviço, que tem como alvo a população desbancarizada e sem acesso a serviços financeiros, vai permitir a realização de depósitos, levantamentos, enviar dinheiro e efectuar pagamentos de serviços públicos.

Para o devido funcionamento, os utilizadores precisam apenas efectuar um auto-registo por telefone (via tecnologia USSD) ou nos agentes oficiais.

Falando em conferência de imprensa, Plácida Savo, porta-voz e directora de marketing, garantiu que objectivo é levar os serviços financeiros até às zonas mais recônditas e potenciar os pequenos negócios, com facilidade, sem filas de espera e outros entraves.

Em termos de segurança operacional, a empresa afirma ter investido em "dois centros independentes de gestão de dados", o chamado data center.

Os promotores da iniciativa garantem também a encriptação do sistema, ou seja, quem não está registado fica impedido de aceder às informações dos utilizadores e de utilizar a plataforma.

De referir que, trata-se de uma das poucas iniciativas existentes no país, que as suas operações não dependem directamente de um Banco, o que poderá ser uma solução transversal para o objectivo que se impõe, que é o de atingir as populações não bancarizadas.

O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, referiu recentemente em uma entrevista concedida ao The Verge, que o Facebook está focada em construir um conjunto maximalista e interconectado de experiências directas da ficção científica - um mundo conhecido como metaverso.

As equipas de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) das gigantes tecnológicas estão focadas em desenvolver mecanismos cada vez mais sofisticados. E o metaverso é o mecanismo capaz de transportar o usuário (por meio de recursos tecnológicos) para o universo digital em experiências totalmente imersivas, interativas e com alto grau de realismo.

Zuckerberg referiu que as divisões da empresa focadas em produtos para comunidades, criadores, comércio e realidade virtual trabalhariam cada vez mais para concretizar essa visão futurista, capaz de criar uma convergência de realidades física, aumentada e virtual em um espaço online partilhado. 

Especialistas contactados pelo The Verge, referem que, a materialização deste projecto ambicioso de Zuckerberg deverá conter uma economia de pleno direito; e oferecerem interoperabilidade sem precedentes.

Zuckerberg disse que o metaverso trará enormes oportunidades para criadores e artistas individuais onde nenhuma empresa administrará o metaverso, fazendo com que funcione como uma “internet incorporada”, operada por muitos participantes diferentes de forma descentralizada".

O criador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou ontem(14) na sua página oficial, que a sua empresa está focada na criação de melhores plataformas para que milhares de criadores de conteúdos possam ganhar a vida nas redes sociais do grupo Facebook.

Numa altura em que certos criadores de conteúdos digitais clamam por gratificação directa dos seus esforços, o CEO do Facebook garante que não é um assunto novo, ao contrário, tem merecido estudos profundos para colocar em prática esse projecto.

"Queremos criar as melhores plataformas para os criadores de conteúdos ganharem a vida", disse Zuckerberg.

Na mesma publicação, Mark Zuckerberg garantiu que para este programa, será injectado mil milhões de dólares norte-americano, que serão usados para recompensar os criadores de conteúdos do Facebook e Instagram até 2023.

"Investir em conteúdos, não é assunto novo para nós, mas estamos ansiosos para expandir este trabalho. Mais detalhes em breve", finalizou Zuckerberg.

Uma startup de jovens angolanos criou um identificador de Fake News baseado em Inteligência Artificial denominado "Nuxo", capaz de resolver um dos problemas que mais aflige a sociedade por via do avanço da internet e redes sociais.

Com este feito, o "Nuxo" torna-se na primeira solução baseada em inteligência artificial, desenvolvida em Angola e por angolanos e utiliza um algoritmo que permite identificar fake news com rapidez e precisão.

Residentes em Luanda, os jovens trabalham no projecto desde 2017, a olhar para um problema reconhecido e combatido por organizações internacionais, como é o caso das Nações Unidas, que tem programas de combate activo contra os impactos negativos, a nível global, causados por aquilo que se chama a "epidemia da desinformação" ou "Infodemia".

Representados pelo grupo Manifexto, uma das características mais surpreendentes do Nuxo é a sua grande capacidade de analisar notícias virtualmente em qualquer língua.

Disponibilidade por enquanto no Facebook

A solução pode ser utilizada por qualquer pessoa no mundo. Mas o Nuxo não oferece apenas inclusão linguística. Vai mais longe e garante inclusão digital, uma vez que está disponível no Facebook e pode ser utilizado sem gastar saldo de dados, com recurso ao Facebook Zero, uma iniciativa lançada pela rede social, em colaboração com fornecedores de internet móvel.

"Por causa do trabalho que temos vindo a desenvolver com o Manifexto, na luta contra as fake news, recebemos diariamente várias solicitações para identificar e informar se notícias específicas são ou não verdadeiras. O processo 'fact-checking' é muito demorado e consome muitos recursos humanos para pesquisar e investigar cada uma das solicitações. Por isso, e sabendo que muitas entidades passam pelas mesmas dificuldades, decidimos utilizar a tecnologia para facilitar o processo e consequentemente 'empoderar' a população", explica em nota de imprensa Zedilson de Almeida, director geral da Simpluz Tecnologias, empresa detentora do Manifexto.

"O Nuxo não vai resolver o problema das fake news. O combate tem de ser individual. As pessoas têm de ser informadas sobre os perigos das notícias falsas e aprender o que fazer e não fazer para que possam activamente contribuir para a redução da proliferação das fake news, sendo o Nuxo apenas uma ferramenta que ajudará no processo de identificação", acrescentou.

A equipa de jovens está a trabalhar para lançar o Nuxo noutras plataformas como WhatsApp, Telegram e Signal. Para quem utilize um computador, estão também ser desenvolvidas extensões para o Google Chrome e o Microsoft Edge.

Origem do nome da marca

Nuxo é o diminutivo de Manucho, um "nome de casa" bastante comum em Angola, geralmente dado ao filho mais velho, aquele que por natureza é o mais responsável, fiável, conciliador, protector e sempre disponível para os seus irmãos, em qualquer situação.
O Nuxo representa os mesmos valores, apresentando-se como o elemento em quem pode-se confiar e com o qual pode-se contar, para que, a qualquer momento, confirme se uma notícia é verdadeira ou falsa.

A tecnologia, por detrás do Nuxo, possibilita uma solução para qualquer pessoa, disponível 24 horas por dia, todos os dias do ano, em qualquer parte do mundo.

"O Nuxo foi inicialmente treinado com uma base de dados de mais 10 mil notícias, todas elas identificadas como verdadeiras ou falsas. Após analisar todas elas, o algoritmo consegue identificar um padrão, algo que o ser humano não consegue fazer", explica Zedilson de Almeida.

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