abril 11, 2021

O empresário Max Hodak, sócio do bilionário Elon Musk, afirmou nesta semana em seu perfil no Twitter que poderia "criar novas espécies exóticas" de dinossauros em apenas 15 anos e provavelmente ainda "construir uma espécie de Jurassic Park".

"A biodiversidade é definitivamente valiosa; a conservação é importante e faz sentido. Mas por que paramos aí? Por que não tentamos mais intencionalmente gerar uma diversidade nova?", escreveu, sem entrar em detalhes sobre como o projecto se daria na prática.

Ao lado de Musk, Hodak fundou a empresa de neurotecnologia Neuralink, conhecida por colocar um chip de computador no cérebro de um porco.

Em um webcast, Musk mostrou o animal, chamado "Gertrude", com o implante neural do tamanho de uma moeda, cuja intenção da empresa é no futuro implantar em humanos.

A Neuralink está actualmente a trabalhar em uma tecnologia que visa permitir que as pessoas conectem seus cérebros a um computador e se tornem uma espécie de ciborgue. De acordo com Musk, ajudará os humanos a evitar serem ultrapassados no futuro pela inteligência artificial (IA).

Investigadores do Facebook estão a desenvolver uma pulseira "mágica" que permite uma ligação directa entre humanos e sistemas de computação sem intermediários como ratos, teclados ou ecrãs táteis.

A marca fez o anúncio num evento público no dia 18 de Março, explicando que o objecto vai captar impulsos do cérebro e poderá se chamar "clique inteligente", só não tem por enquanto uma data de lançamento. Apenas sabe-se que será lançado "no futuro". Porém, este pode estar mais perto do que esperamos, alerta a empresa.

O dispositivo irá controlar o futuro óculos de realidade aumentada da empresa. Ainda em fase de testes, o material poderá detectar sinais nervosos para interpretar gestos e movimentos complexos das mãos.

Mas ainda há um longo caminho para serem uma realidade. A expectativa da empresa é que levem até dez anos para que óculos e pulseiras com esta tecnologia façam parte do dia-a-dia das pessoas.

"Decidimos compartilhar abertamente essa pesquisa porque queremos ser transparentes para que as pessoas possam falar quais são as suas preocupações com essas tecnologias", disse Sean Keller, director de pesquisa em ciências do Facebook.

O seu "click" poderá ser reconhecido pelo acessório e o utilizador conseguirá navegar na internet apenas com comando feitos pelas mãos. Com o uso em conjunto com óculos de realidade aumentada, e tudo será visualizado instantaneamente, sem a necessidade de outras telas, como computadores ou smartphones.

Em relação aos smartphones, o Facebook destaca que a pulseira tem a vantagem de estar sempre disponível, sem precisar de carrega-lo no bolso, e assim evitar o contacto directo com algum tipo de superfície.

O Campeonato Mundial de Empreendedorismo ou Entrepreneurship World Cup (EWC), maior ecossistema global do segmento, recebe inscrições de 08 a 26 de Março de 2021. A iniciativa que combina uma competição de pitch com acesso a uma plataforma global com recursos de treinamento virtual, mentoria, conexões valiosas, possibilidade de investimento e uma série de oportunidade de prémios que mudam vidas, é gratuita e está aberta para todas as pessoas que possuem uma equipa e um projeto de inovação, seja ele em estágio de ideação ou de crescimento.

O programa visa estimular qualquer pessoa, em qualquer lugar, a dar início ou expandir um negócio, e promover uma colaboração transfronteiriça entre empresários, investidores, pesquisadores, formuladores de políticas e organizações de apoio ao empreendedor.

Possibilitará ainda aos candidatos apresentarem as suas ideias para o mundo, e aos vencedores globais, lhes serão oferecidos US $ 75 milhões em prémios divididos em várias premiações, desde treinamentos, recursos, conexões, orientações, oportunidades de investimento, aceleração e um total de US $ 1 milhão em dinheiro para os vencedores do campeonato e das diferentes categorias.

Em Angola, é organizado pela primeira vez pela Acelera Angola, instituição que tem como missão contribuir para o crescimento económico e tecnológico do ecossistema de empreendedorismo, apoiando e investindo no desenvolvimento de pequenos negócios que estejam em fase inicial e não só, com potencial para o crescimento e diversificação da Economia, ajudando-os a obter investimento ou a atingir o seu ponto de equilíbrio, para que se possam lançar no mercado e se auto sustentar, visando inspirar e empoderar os empreendedores e promover o talento angolano. Segundo a equipa de Organização do evento, a importância de participar de um evento dessa dimensão: “Vai permitir destacar o espírito de resiliência na apresentação de ideias inovadoras e transformadoras que terão acesso a uma rede global de contactos e oportunidades, que poderão permitir alcançar a escala de outro tipo de recursos e possivelmente colocar Angola no mapa mundial com alguns vencedores através de iniciativas de inovação e empreendedorismo
com impacto. Será a primeira edição e queremos desafiar a todos para inscrição e acompanhar o concurso.”

O Campeonato Mundial de Empreendedorismo não seria possível sem a liderança do Misk Global Forum em conjunto com a Global Entrepreneurship Network (GEN) e o apoio de parceiros globais como a Global Educational and Leadership Foundation (tGELF) e um grupo de outros parceiros regionais e nacionais. A inscrição para o campeonato pode ser feito acessando o seguinte website: https://entrepreneurshipworldcup.com/

Xangai, China 2021 - A tecnologia traz benefícios significativos para a humanidade e a tecnologia digital pode ser uma ferramenta essencial para ajudar as Nações Unidas a alcançar os seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs). Esta foi a opinião da vice-presidente sénior e membro do conselho da Huawei, Catherine Chen, no seu discurso de abertura, no recente Fórum Conectado para a Prosperidade Compartilhada em Xangai, China. 

Chen afirmou que a tecnologia pode ser um motor para o progresso humano e exortou os indivíduos e as empresas a "pensar grande e agir pequeno", enquanto reitera o seu apoio aos ODSs e constrói um mundo verde, inovador e inclusivo. 

A vice-presidente da Huawei mencionou que é essencial que as pessoas cheguem a um acordo quanto a tecnologia, que possui um potencial significativo para atingir as metas de desenvolvimento. “Grandes mudanças sociais tendem a acontecer em sincronia com os avanços na ciência e tecnologia. Mas hoje, os avanços tecnológicos são promovidos e politizados - como às vezes tem sido o caso com o 5G.” 

A responsável salientou que o 5G era na verdade uma tecnologia padronizada, definida pela sua alta amplitude de banda, baixa latência e ampla conectividade, o que poderia transformar as indústrias tradicionais e beneficiar todos. “Todos os dias, os consumidores se beneficiam das experiências com o 5G, enquanto o uso industrial em portos, minas e no sector de transportes aumenta a eficiência operacional. Isso é algo mau? Não me parece”. 

Chen confessou que embora sempre houvesse o perigo de que uma nova tecnologia pudesse ser abusada, regras poderiam ser estabelecidas para gerenciar os riscos tecnológicos.“Muitas pessoas já estão a trabalhar arduamente na criação de regras de governança para a segurança cibernética, protecção de privacidade e IA confiável, que nos manterão seguros. Para o resto de nós, é hora de estarmos confiantes e abertos ao desenvolvimento tecnológico”. 

Para ela, a tecnologia é mais eficaz quando cria valor para todos, e que o consenso pode ser construído gradualmente para que o avanço tecnológico possa prosseguir. “Ao concentrarmo-nos no entendimento comum limitado que temos agora e, nos recursos que estão realmente disponíveis, podemos impulsionar o progresso passo a passo ”, garantiu. 

A vice-presidente acrescenta que “a Huawei sempre apoiou o avanço tecnológico. Acreditamos que a tecnologia digital beneficia a humanidade e pode ajudar a ONU a alcançar os seus ODS.” 

Chen descreveu como a Huawei já estava a implantar soluções digitais para capacitar as pessoas e atender às metas de desenvolvimento da ONU - especialmente as metas de inovação, redução da desigualdade e educação de qualidade. 

A humanidade concorda quanto aos benefícios da tecnologia e então deve usá-la para elevar uns aos outros e assim alcançar os nossos objectivos de desenvolvimento, afirma a vice-presidente da Huawei, Catherine Chen.

 

Na África do Sul, por exemplo, a Huawei, a organização sem fins lucrativos Click Foundation e o provedor de rede Rain uniram-se para conectar mais de 100 escolas primárias urbanas e rurais à Internet. O objectivo é aumentar as habilidades de compreensão de leitura e fechar a lacuna digital por meio da tecnologia. 

No Quénia, a Huawei fez parceria para construir Digitrucks, salas de aula móveis, que funcionam à base de energia solar, que levam habilidades digitais a comunidades remotas e carentes. Equipadas com 20 laptops, 20 auriculares VR e Wi-Fi integrado, cada DigiTruck é uma escola digital temporária que oferece aulas, recursos e materiais gratuitos. 

Chen descreveu ainda como a solução Huawei Smart PV usada em mais de 60 países já estava a ajudar a atingir os ODSs e reduziu as emissões de carbono em 148 milhões de toneladas. “Isto equivale a plantar mais de 200 milhões de árvores. Só na Etiópia, apoiámos os nossos clientes a implantar mais de 400 estações de energia solar, reduzindo as emissões de carbono em 2.850 toneladas. Na China, também ajudámos a construir as maiores estações solares do mundo, dedicadas à agricultura e pesca nas províncias de Ningxia e Shandong”, sustentou. 

A Huawei e a UNESCO também fizeram parceria para lançar o programa Open Schools para ajudar escolas no Egipto, Etiópia e Gana a melhorar as suas habilidades digitais por meio da educação online. 

“Em todos estes exemplos, cada conexão, cada grama de emissões reduzidas, cada watt de eletricidade economizado, não poderia ter sido alcançado sem os pequenos avanços na tecnologia. Este é o valor que a tecnologia traz para o mundo”, assegurou Chen.

O Presidente da República, João Lourenço, manifestou o desejo de ver o mais breve possível as condições criadas para o uso de veículos eléctricos no país e para o efeito, ordenou a criação de uma comissão multissectorial, coordenada pelo ministro dos Transportes, que irá tratar de toda a regulamentação legal e administrativa.

De acordo com a publicação do Novo Jornal,  o documento que já se encontra em decreto presidencial, "advém da necessidade de colocar o país em alinhamento com as boas práticas internacionais, relativamente à adopção de novos modelos para a mobilidade, que sejam capazes de reflectir a sustentabilidade ambiental", lê-se no decreto presidencial, que tem o objectivo de explorar a relação com a rede eléctrica e maximizar as vantagens da energia produzida a partir de fontes renováveis, dando segmento ao desenvolvimento da sociedade.

Na perspectiva de João Lourenço, "a constituição vai colocar Angola na vereda do crescimento e desenvolvimento tecnológico" e fazer parte de um leque de países que usam as TICs para preservar um meio ambiente menos poluído.

Apresentar estratégias para a electro-mobilidade, propor o enquadramento legal adequado para a execução dessa estratégia, definir o modelo de serviço de negócio e de implementação da rede piloto e suas componentes industriais, gestão e coordenação da execução e formas de financiamento, são as atribuições que a comissão tem para trabalhar e dar credibilidade a pontenciais investidores no ramo, processado a um prazo de 180 dias, para apresentar ao Titular do Poder Executivo o relatório final.

"A adopção da electro-mobilidade permite a atracção de novos investimentos tecnológicos no sector energético, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida nos centros urbanos, aliado ao Plano de Desenvolvimento Nacional 2018-2022, o Acordo de Paris, bem como a Agenda África 2063, no que toca à promoção da mobilidade urbana e a sustentabilidade ambiental", acrescenta o Presidente da República em decreto.

Os Ministérios das Finanças, Administração do Território, Energia e Águas, Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Cultura, Turismo e Ambiente, Recursos Minerais, Petróleo e Gás, e da Indústria e Comércio, estarão no auxílio a Ricardo d'Abreu, responsável da pasta que orienta e regula o transporte nacional, que já trabalha na criação de soluções técnicas necessárias para a implementação de uma rede de pontos e sistema de gestão de carregamento de veículos eléctricos.

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