setembro 27, 2021

O governo da China, anunciou no passado final de semana, a expansão dos testes da sua criptomoeda –yuan digital para as cidades da Região Metropolitana de Jingjinji, norte do país, e planeia a circulação da mesma para os Jogos Olímpicos de Inverno de 2022.

O anúncio foi realizado no fim de semana pelos governadores das cidades. O prefeito de Pequim, Chen Jining, afirmou que a capital "acelerará a construção de zonas de demonstração inovadoras para fintechs e serviços profissionais em 2021 e promoverá a aplicação-piloto da moeda digital", informa o jornal Global Times. Uma promessa semelhante foi feita pelo prefeito de Xangai, Gong Zheng.

De acordo com o Sputnik Brasil, o governo da China está a expandir os testes do yuan digital (DCEP, na sigla em inglês), que passa agora a ser usado na capital Pequim, em Xangai, a cidade mais populosa do país, e no principal centro de tecnologia da China, Shenzhen.

Shenzhen, apelidada de Vale do Silício da China, começou a terceira rodada de testes em 20 de janeiro, emitindo 20 milhões de yuans digitais para residentes no distrito de Longhua.

"O teste-piloto é apenas o primeiro passo de uma 'longa marcha'. Uma vez lançado, o yuan digital remodelará a indústria financeira da China e desencadeará um promissor sector de serviços financeiros digitais no valor de bilhões de yuans", afirmou um veterano da indústria de Shenzhen à mídia.
Em 2020, a operação de teste do DCEP se expandiu de teste de circuito fechado em pequena escala para teste aberto em grande escala, em cidades da

Região Metropolitana de Jingjinji. Pequim já havia revelado planos de preparar o yuan digital a tempo para os Jogos Olímpicos de Inverno de 2022.

O projecto da nova moeda digital começou em 2014, com Pequim reprimindo o uso de todas as criptomoedas, como o bitcoin. O comércio de criptomoedas foi interrompido no país desde 2017, em conformidade com a regulamentação sobre fraude e lavagem de dinheiro.

O BAI – Banco Angolano de Investimentos S.A, deu a conhecer hoje (11), que no ano de 2020 foram transaccionados via moeda electrónica é-Kwanza, o valor total de 4.013.938.373 (Quatro mil, treze milhões, novecentos e trinta e oito mil e trezentos e setenta e três) Kwanzas, com um total de 112.380 (cento e doze mil trezentos e oitenta) clientes registados.

De acordo com uma nota enviada ao Portal de T.I, este crescimento resulta do aumento considerável de utilizadores no último semestre de 2020, e tem impulsionado o aumento do número de comerciantes que subscreve o contrato de aceitação de pagamentos efectuados por via da moeda electrónica é-Kwanza.

“A nossa estimativa é de que até ao fim deste ano (2021), a rede de aceitação, pagamentos e levantamentos exceda os 15.000 (quinze mil) comerciantes, 6.000 (seis mil) já no primeiro semestre, em todo o território nacional, tornando-o a solução ideal para pagamentos e transferências sem contactos físicos”, refere a nota.

Exemplo disso, são os mais de 2.100 colaboradores do BAI, nas 18 províncias, que receberam o incentivo de quadra festiva na sua conta é-Kwanza e realizaram as suas transacções financeiras com o suporte deste serviço.
Adicionalmente, o BAI informa que, começou hoje(11) uma campanha nacional de captação de clientes, onde prevê angariar 54.000 (cinquenta e quatro mil) novas contas particulares.

Este valor demonstra que o serviço é-Kwanza, para além de beneficiar pessoas não bancarizadas, sobretudo do mercado informal, suporta igualmente a movimentação de grandes quantias monetárias e serve também pessoas e empresas bancarizadas que pretendam transaccionar de forma segura e rápida.
O BAI revelou por outro lado que o serviço é-Kwanza pretende continuar a assegurar inclusão financeira para os cidadãos não bancarizados, dando-lhes a oportunidade de efectuarem transacções financeiras de forma rápida e segura sem necessidade de terem uma conta bancária, bem como contribuir para a inovação e flexibilização na forma de efectuar operações bancárias, garantindo altos níveis de satisfação nos nossos clientes.

O Banco Nacional de Angola (BNA) realiza no dia 3 de Dezembro, quinta-feira, o Demo Day, evento que visa apresentar os resultados do desenvolvimento e da materialização de projectos embrionários de tecnologia financeira, bem como da capacitação de startups angolanas, de forma gratuita, por via de formação com mentores especializados e suporte técnico, de modo a fomentar a inclusão financeira e social, no âmbito do Laboratório de Inovação do Sistema de Pagamento de Angola (LISPA).

A primeira Incubadora Fintech do País, enquadrada no LISPA, realizada em parceria com o Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI), teve início em Dezembro de 2019, tendo sido seleccionadas 10 startups que constituíram a primeira turma do programa. Cumpridas as diferentes fases do programa, é chegado o momento do “Demo Day”,  evento de celebração em que se exibe a história do programa, a evolução de cada uma das startups, os resultados, bem como os seus respectivos planos para o futuro.

Neste sentido, as startups realizarão em 3 (três) minutos, uma apresentação (pitch) dos seus negócios para potenciais investidores e parceiros de negócios. As startups finalistas foram escolhidas por um processo de avaliação em decorrência da sua participação no programa. 

Participaram do referido programa as seguintes startups :

  • Usekamba – “plataforma de pagamento integrada com um hub de serviços financeiros e digitais”;
  • Arotec – “leitor de cartão de débito ou crédito (multicaixa) destinado aos pequenos negócios do mercado informal”;
  • YouBank – “plataforma digital que permite efetuar pagamentos e transferências de forma instantânea a partir do telemóvel, sem necessidade de ter uma conta bancária”;
  • Kubinga Pay – “solução para transformar o ecossistema de pagamento de serviço em cashless”;
  • Digipay – “plataforma de gestão de cobranças que integra as empresas que prestam serviços recorrentes ao Sistema de Débitos Directos de Angola (SDD)”;
  • Team AKI – “pagar de forma fácil, simples e segura, tudo através de um telemóvel”;
  • PAGA3 – “plataforma de pagamentos de bens e serviço de forma parcelada”;
  • Nojoje – “tendo ou precisando de livros académicos usados e de conteúdo diverso, a E-Kuta é o lugar onde pode vender, comprar ou alugar livros”; 
  • Credit Score – “responde a questões para auxiliar na tomada de decisão sobre crédito”.

 

Fonte: BNA

Não deixe de acompanhar esta grande entrevista concedida pelo Responsável pela transformação digital do BAI, Nuno Veiga, que falou de Mobile Money. Nesta entrevista vai poder acompanhar toda descrição do é-kwanza, um serviço inovador que se propõe efectivar a inclusão financeira do país.

Clique aqui para assistir a entrevista completa.

A Comissão do Mercado de Capitais (CMC) participou, de 2 a 6 de Novembro do corrente ano, via videoconferência, na II Edição da Nigeria Fintech Week (NFW) 2020, subordinado ao tema "Evolução da Disrupção Económica: Fintech Como Solução".

A NFW 2020 tem como objectivo descobrir, lançar e centrar as atenções para as novas soluções das fintechs que podem ser alavancadas em sectores importantes, porém, negligenciados, como são os da Saúde, Agricultura, Educação, Comércio Electrónico, Logística, entre outros.

Esta II Edição da NFW 2020 e do Ciclo de Conferências Nacionais de Fintech na Nigéria, está voltada para a promoção de uma mudança de paradigma, assente na aposta da inovação e de tendências de disrupção digital e financeira, para além de soluções concretas que concorram para o resgate das economias de países em desenvolvimento.

 

Fonte: CMC

Pág. 1 de 3
© 2021 Portal de T.I Todos Direitos Reservados | Telefone: +244930747817 | E-mail: info@portaldeti.com