setembro 27, 2021

Um Aplicativo, denominado SendOff Funeral App, foi desenvolvido, na província de Gauteng, na África do Sul, para ajudar pessoas enlutadas a superarem-se das perdas de seus entes queridos, e para servir essencialmente de plataforma de planeamento de funeral.

Segundo o seu criador, Zolani Matebese, explicou que SendOff é um aplicativo funerário que digitaliza todo o processo mortuário. “Ele abrange desde cuidar de uma pessoa falecida recentemente, até seleccionar serviços e um pacote de funeral, incluindo a escolha do caixão ou uma urna; o enterro e também o acompanhamento de familiares do falecido, que têm dificuldades em lidar com a situação”. Acrescentou que, “aborda também questões de sucessão de herança e testamentos”.

Os criadores do SendOff também queriam dar um papel educacional sobre o aplicativo segundo acrescentou a Co-Criadora do Aplicativo. “Na África do Sul, a morte é um assunto muito sensível, especialmente na cultura negra. Não falamos sobre morte. Então, o aspecto muito importante que eu e o meu parceiro queríamos destacar, diz respeito à educação”. Acrescentou que, as pessoas podem falar de morte e não há problemas em planear, sendo que, se as pessoas não podem ter o controlo de quando irão morrer, mas, através do aplicativo, podem controlar como serão os seus funerais.

O aplicativo estará disponível em Outubro de 2021, em toda a África do Sul, e está habilitado para download em sistema Android e IOS.

 

 

Já assistiu aos nossos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal clicando aqui !!!

O governo egípcio, informou ontem(20), por meio do Ministro das Comunicações e Tecnologia da Informação, Dr. Amr Talaat, que esta em curso, o plano que levará internet de alta velocidade para mais de 60 milhões de pessoas que vivem em áreas rurais, como parte de uma campanha ambiciosa para criar novas oportunidades de desenvolvimento económico.

O Ministro do Estado da Economia Digital e Emprego, He Talaat, que falava durante o Workshop ICF-Egipt, disse que o projecto é parte de um esforço nacional para fortalecer a economia digital do Egipto e estimular a criação de empregos no Cairo.

De acordo com o Tech Gist Africa, para os 60 milhões de egípcios que vivem em 4.500 comunidades, o governo pretende aumentar a conectividade actualizando a infra-estrutura de banda larga, para garantir que os jovens tenham acesso à internet e ao conhecimento, treinamento e perspectivas de emprego oferecidas pelo mundo digital.

O vice-presidente da Google no Egipto referiu que o empoderamento dos jovens, o empreendedorismo e a inovação digital são três das questões mais urgentes que a sociedade enfrenta hoje, e que o futuro de África depende da implementação de um sistema para ajudar os jovens.

O Workshop híbrido de dois dias, que tem como finalidade abordar as oportunidades das infra-estruturas de telecomunicações, foi patrocinado pelo presidente do Egipto, Abdel Fattah El-Sisi e visa reunir a comunidade de desenvolvimento global e afirmar seu compromisso colectivo com o desenvolvimento sustentável como um estímulo para a recuperação económica pós-pandemia.

 

 

Já assistiu aos nossos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal clicando aqui !!! 

A Africell informou na terça-feira que estava a encerrar as suas operações no Uganda, onde enfrentou forte concorrência por parte das unidades locais das empresas de telecomunicações MTN MTNJ.J e Bharti Airtel BRTI.NS.

A operar na República Democrática do Congo, Gâmbia e Serra Leoa, a Africell entrou no mercado do Uganda em 2014, após adquirir as operações locais da francesa Orange.

Mas tem lutado para se expandir contra a MTN da África do Sul, que tem o maior número de assinantes no país da África Oriental, com mais de dez milhões, e a Bharti Airtel da Índia.

"Africell ... encerrará as operações no Uganda a 7 de Outubro de 2021 ", afirmou a empresa em comunicado, acrescentando que a sua decisão foi" baseada numa avaliação cuidadosa das perspectivas comerciais a longo prazo para o negócio "e como o Uganda se encaixava na sua estratégia para impulsionar a transformação digital.

Africell tinha 2,3 milhões de assinantes no Uganda, de acordo com o site da empresa.

Em todo o continente esta possui 12 milhões de assinantes e planeia lançar operações em Angola até ao final do ano em curso, disse Sam Williams, o director de comunicações da empresa à Reuters.

A notícia deve beneficiar a MTN, que se prepara para um IPO no qual pretende vender 20% das suas acções ao público.

O governo, no ano passado, determinou que todas as empresas de telecomunicações do país listassem pelo menos 20% das suas acções, como uma forma de permitir que os seus cidadãos compartilhassem uma fatia dos lucros.

A desaceleração do crescimento nos últimos anos, exacerbada pelos efeitos da COVID-19, reduziu as perspectivas económicas do país da África Oriental e levou a um êxodo permanente de empresas estrangeiras, incluindo redes de supermercados da África do Sul e do vizinho Quénia.

 

 

Já assistiu aos nossos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal clicando aqui !!!

O operador de telecomunicações ITA – Internet Technologies Angola, S.A., multinacional parte do Grupo Paratus, anunciou no passado dia 31 de Agosto do corrente ano, o lançamento da sua ligação de fibra óptica de alta velocidade que liga Angola à República Democrática do Congo através do Nóqui (Angola) até Matadi (RDC).

A ligação de 600 quilómetros entre Luanda e Nóqui, com capacidade até 200 gigabits por segundo, irá também fornecer serviços de Internet à municípios ao longo da rota, incluindo Nzeto, Tomboco e Mbanza Congo, na província do Zaire.

Na sequência de um substancial investimento da ITA e do Grupo Paratus, esta ligação entre Angola e a RDC assinala a primeira de muitas a serem lançadas na região da SADC pelo grupo. A fibra que parte do Nóqui, para além de beneficiar as cidades do lado angolano, beneficiará também a RDC ao fornecer serviços de Internet em Kinshasa, que tem cerca de 17 milhões de habitantes. A implantação de fibra faz parte da estratégia ITA / Paratus para conectar Angola com a região e concretizar a visão estratégica do grupo para estabelecer Angola como um centro de tráfego dentro da SADC.

“Para as empresas na região da SADC, a conectividade de fibra óptica é essencial”, afirma o Diretor Geral da ITA, Francisco Pinto Leite. “Para além de oferecer alta velocidade e latência reduzida por meio de uma conexão de qualidade para a comunidade empresarial, as ligações em fibra têm melhor custo-benefício quando comparadas a uma conexão de satélite, pois oferecem grande capacidade de transmissão de dados com uma economia de cerca de 70%.” comentou Francisco Pinto Leite sobre os benefícios desta ligação.

Para a economia angolana as ligações internacionais em fibra óptica representam inúmeros benefícios uma vez que permitirão transformar Angola num “hub” dentro da SADC, o que viabilizará o fomento do enorme potencial comercial da região. Conforme explica o CTO do Grupo Paratus e CEO da ITA, Rolf Mendelsohn: “O nosso investimento em Angola e na região da SADC tem ajudado a gerar oportunidades de negócio reais. A nossa estratégia de fornecer uma rede de qualidade em África, está a ser realizada por meio dos nossos investimentos em infra-estruturas. O lançamento desta ligação de fibra entre Angola e a RDC demostra como estamos a pensar em grande e permitir que os nossos clientes empresariais, multinacionais e internacionais usufruam de ligações mais rápidas, fiáveis e mais acessíveis.”

Sobre ITA

A ITA - Internet Technologies Angola, fundada em 2005, conta actualmente com mais de 180 colaboradores, profissionais altamente qualificados, e investe fortemente na formação de quadros nacionais, permitindo uma oferta de serviço de excelência, contínuo e permanente. Dispõe de equipas técnicas especializadas na implementação de redes de dados e de telecomunicações. Ao longo dos últimos 16 anos a ITA cresceu exponencialmente e é hoje o maior operador privado do sector, um prestador de soluções integradas e altamente fiáveis de telecomunicações que envolvem Internet, VPN MPLS, Data Center, Cloud Services e Voz. É membro fundador do Grupo PARATUS África.

Sobre Paratus

Paratus é a rede de qualidade de África. De olho no futuro, o grupo está a investir em infra-estruturas e a estabelecer-se como um actor-chave na entrega de serviços de telecomunicações integrados em toda a África. O Grupo Paratus é gerido por uma equipa operacional apaixonada e profissional em seis países africanos - Angola, Botswana, Moçambique, Namíbia, África do Sul, e Zâmbia. A rede alargada da empresa fornece um serviço centrado na conectividade por satélite em 28 países africanos e a milhares de ligações de clientes remotos em África, ligando empresas em todo o continente africano e fornecendo um serviço de excelência de ponta-a-ponta. A actuação do grupo estende-se para além de África, até aos PoPs internacionais (pontos de presença) na Europa e nos EUA.

 

 

Já assistiu aos nossos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal clicando aqui !!!

A Africa Data Centres, empresa subsidiária da Liquid Intelligent Technologies (anteriormente Liquid Telecom Kenya), revelou o seu plano de construir grandes centros de dados em hiperescala em dez países africanos, em investimentos global de 500 milhões de dólares norte-americano.

De acordo com o Portal Tech Gist Africa, o projecto que será concluído nos próximos dois anos, contará com créditos de instituições financeiras de desenvolvimento proeminentes e organizações internacionais. A Africa Data Centres, já opera em nove centros de dados em toda a África.

Stephane Dupro, CEO da Africa Data Centres, afirmou que a empresa adquiriu espaços em alguns países como forma de preparação para a construção das instalações a serem interconectadas.

“Examinar a trajectória do crescimento de África, permitiu comprometermo-nos com a expansão de Data Centers, resultando no maior investimento desse tipo na história”, disse ele. 

Olhando para o crescimento das infra-estruturas e do fenómeno da empregabilidade, Stephane referiu que o impacto de um Data Center é duradouro, com a criação imediata de empregos decorrentes da construção física e do crescimento económico, uma vez operacional.

O projecto pretende fornecer instalações de dados de alta velocidade, para atrair empresas multinacionais que procuram entrar no mercado africano.

Recentemente, um relatório apurou que o continente africano contribui apenas com 1% dos Data Centers existentes a nível do mundo, o que para a empresa Africa Data Centres é número que precisa ser melhorado com a devida urgência, devido ao crescimento galopante que o continente tem registado relativamente à inclusão digital.

 

 

Já assistiu aos nossos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal clicando aqui !!!

Pág. 1 de 15
© 2021 Portal de T.I Todos Direitos Reservados | Telefone: +244930747817 | E-mail: info@portaldeti.com