dezembro 04, 2020

A UNITEL vai realizar nos dias 3 e 4 de Dezembro, o Ciclo de Conferências Online sobre Internet das Coisas ( Internet of Things – IOT).

O certame visa consciencializar a sociedade, relativamente aos benefícios da IOT para o desenvolvimento socioeconómico de Angola e dar um primeiro passo na perspectiva da criação de um plano nacional, nesta matéria.

Atenta aos desafios do mundo actual, a UNITEL pretende juntar nesta conferência, empresários, profissionais de IT e Telecomunicações, entidades públicas, académicos (docentes e discentes), investigadores, empreendedores e interessados, para que no debate de questões possam eleger soluções inovadoras para o ecossistema digital angolano.

Em abordagem vão estar em destaque os temas: O panorama actual da IOT a nível mundial; Benefícios económicos da IOT para África e Angola; Caminhos para a criação de uma Estratégia Nacional de IOT; IOT na prática; Principais desafios na implementação de projectos; Ameaças e Cenários de Segurança em projectos de IOT e O papel das Startups na dinamização de soluções de IOT.

No âmbito da 4ª revolução industrial ou indústria 4.0, países como Angola devem identificar sectores chaves, onde a IOT pode servir como instrumento de aceleração do desenvolvimento socioeconómico, por meio do aumento da produtividade e competitividade da economia, fortalecimento das cadeias produtivas nacionais, proporcionado desta forma uma melhoria na qualidade de vida da população.

A conferência será realizada com o suporte da TECH21 ÁFRICA, instituição nacional que tem como missão impulsionar a inserção de Angola na 4ª revolução Industrial, actuando como um catalisador na criação de sinergias entre a sociedade civil, sector público, sector privado e académico.

O evento ocorrerá no formato virtual, pela plataforma Zoom, sendo que para participar deve-se efectuar confirmação através do link de inscrição aqui .

 

Executivos das duas operadoras móveis angolanas defenderam na passada quinta-feira(29), no programa "Manhã Informativa” da RNA, espaço "Angola em Directo”, a salvaguarda dos investimentos das operadoras de telefonia móveis.

De acordo com o presidente do Conselho de Administração da Movicel, Aristides Safeca, a Província de Luanda precisa de ter, pelo menos, 1.500 a 2.500 estações ou sites, com custos avaliados em 79,6 milhões de kwanzas cada, para a cobertura total dos serviços de telecomunicações.

Numa discussão sobre "Preços e qualidade dos serviços de Telecomunicações em Angola", o responsável apelou ao Governo e órgãos de regulação a dar um suporte, não monetário, mas criando políticas para que o investidor consiga ter retorno do seu investimento num horizonte de três a cinco anos.

"Imagine, com os preços praticados, quantos bilhões de kwanzas serão necessários para o operador investir?”, questionou o PCA da operadora, acrescentando que constam igualmente dos planos da Movicel, investir em zonas consideradas de baixo rendimento como Cunene, Bié, Huambo e Cuando Cubango.

Aristides Safeca informou ainda que, antes de 15 de Setembro, os preços praticados pela Movicel eram 90 por cento abaixo da tarifa base, mas considera legítima as preocupações dos clientes de baixa renda, mas a empresa tem um volume de negócios abaixo da linha de sustentabilidade do mercado.

"Quanto ao acesso a dados, a Movicel tem estado a investir. Só para dizer que a primeira tecnologia 4G foi introduzida por nós e já temos a nova célula 5G, ainda não comercial, mas já está em adaptação para a introdução no mercado”, informou.

Por sua vez, o director de Operação e Supervisão da Unitel, José Mavungo informou que a qualidade dos serviços de comunicação por telemóvel é equiparado a de países mais ricos, como EUA, Reino Unido e Japão, fruto do nível de investimento em infraestruturas das duas operadoras que actuam no mercado.

De acordo com o responsável, desde a sua génese, a ideia da empresa foi sempre levar os serviços de telefonia a toda população, na medida em que a Unitel está implantada nas 18 províncias.

"O nosso objectivo é garantir qualidade e quantidade na conectividade dos nossos clientes”, afirmou.

Questionado sobre a falta de cobertura dos serviços da Unitel na Centralidade Zango 8000, o representante disse que tudo depende da aprovação das autoridades para a colocação de antenas, pelo que apela a uma maior flexibilidade dos órgãos reguladores.

"Infelizmente, a Unitel ainda não negociou para conseguir espaço, a fim de colocar as antenas nestes locais. Nós tivemos a mesma dificuldade a­quando da abertura do Kilamba e penso que é também de interesse do povo que o processo seja mais célere”, disse.

A operadora de telefonia Movicel colocou ontem (01) à disposição dos seus clientes, o novo Plano denominado "FLEX”, possibilitando o subscritor criar o seu próprio plano, de acordo com as suas necessidades.

Segundo uma nota a que o Jornal de Angola teve acesso, os Planos FLEX foram estruturados com preços base a partir de 500 kwanzas, para minutos e mensagens dentro da rede Movicel e como aditivos opcionais, chamadas e mensagens para outras redes e pacotes de dados internet.

Como justificação a Movicel argumenta que a dinâmica do mundo com a pandemia da Covid-19 alterou de forma radical os hábitos e modo de vida das pessoas. Daí a necessidade da Movicel de introduzir no mercado angolano um conceito mais flexível e adaptável, que permite ao cliente a liberdade de efectuar as suas próprias escolhas aos melhores preços, obtendo o melhor serviço ajustado às suas prioridades.

No que toca a saldo de voz, o plano FLEX tem disponível desde 500 kwanzas (25 mim+30 SMS), a 5.000 kwanzas (350min+200 SMS), todos num prazo de 30 dias.

Quanto ao plano de dados, a Movicel terá disponíveis planos diários de 100 a 700 kwanzas que vão igualmente de 100MB a 400 MB, respectivamente.

Os clientes da operadora terão também acesso a planos de dados de 7 a 30 dias de validade, no qual o plano mais alto será de 8.000 kwanzas para 10 GB.

 

 

Fonte: Jornal de Angola

O Instituto Angolano das Comunicações (INACOM), lançou este mês, a sua primeira edição do estudo de qualidade dos serviços de voz e de dados das operadoras Unitel e Movicel, em Luanda, tendo avançado que estes serviços respondem em mais de 90 por cento aos níveis de consumo dos utilizadores.

De acordo com a publicação do Jornal de Angola, a primeira edição deste estudo que analisou a qualidade dos serviços das duas operadoras na baixa de Luanda, Centralidade do Kilamba, Município de Viana e Talatona, apurou que os sinais de voz e de dados satisfazem os utilizadores.

Na baixa de Luanda, por exemplo, as duas redes móveis usam a tecnologia 2G para o serviço de voz e fazem-no com qualidade de cobertura estimada em 99,6 por cento para a Unitel e 97,1 para a Movicel. Para o serviço de dados "FTP Downlink Throughput", ainda na baixa de Luanda, a tabela de velocidade divulgada no estudo do INACOM mostra uma cobertura lenta, quer de uma quer da outra, fixada nos 90,3 e 92,8 por cento, respectivamente.

Na Centralidade do kilamba por sua vez, o estudo estimou em 98,6 por cento a qualidade do serviço 2G de voz disponibilizado pela Unitel. A Movicel, por sua vez, foi apurada com uma cobertura de 99,4 por cento. Os números muito próximos do absoluto indicam que no Kilamba existem poucas zonas com dificuldade de cobertura. Relativamente a cobertura do serviço de dados (Internet), a Centralidade do Kilamba, servida com tecnologia 3G, regista uma cobertura de 96,4 por cento para a Unitel e 100 por cento para a Movicel, de acordo com os dados obtidos da monitorização do serviço.

O estudo revelou portanto, que na Centralidade do Kilamba, os serviços de dados da tecnologia "FTP Downlink Throughput", para as redes Unitel (82,2 por cento) e Movicel (66,7 por cento), o que é considerado lento.

Quanto a qualidade dos serviços de telefonia móvel, em Talatona, Distrito Urbano do município de Belas, na província de Luanda, a cobertura de voz e dados, nas tecnologias 2G e 3G, ficam com uma taxas de 97,3 e 99,3 por cento, para a Unitel, e 95,1 e 91,4 por cento, para a Movicel, registando uma velocidade lenta de acesso de dados por via do serviço "FTP Downlink Throughput", reservando-se a taxas de 58 por cento para a Unitel e 68,5 por cento, para a Movicel.

O último ponto avaliado foi o município de Viana. Neste, a conclusão foi de que a operadora Unitel, nos serviços de voz (2G) e dados (FTP Downlink Throughput) cobre com qualidade a taxas de 97,6 e 89,3 por cento, sendo que a segunda representa a taxa de lentidão com que o serviço é disponibilizado, enquanto que a Movicel em Viana, opera no serviço 2G de voz com uma taxa de 90,4 por cento. A rede de dados "FTP Downlink Throughput", considerada lenta, reserva uma taxa de 89,9 por cento, segundo o levantamento na maior parte da rota monitorizada.

Com o estudo, que deverá ter publicações regulares, o Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, que tutela o Instituto Angolano das Comunicações (INACOM), pretende colocar à disposição do mercado e investidores nestes e outros segmentos de informação actualizada, fundamental para a tomada de decisão.



Fonte: Jornal de Angola

O Banco Nacional de Angola (BNA), atribuiu na passada sexta-feira(16), à operadora de telecomunicações móveis UNITEL uma licença de Prestador de Serviços de Pagamentos à Unitel Serviços Financeiros Móveis (SU), S.A.

De acordo com a informação veiculada no site oficial do BNA, o despacho exarado pelo Governador do Banco Nacional de Angola, José de Lima Massano, a atribuição desta licença vai ao encontro de uma das acções prioritárias do Plano Nacional de Inclusão Financeira, que passa por garantir à população, um maior acesso à rede de serviços financeiros.

Com a atribuição de uma licença de Prestador de Serviços de Pagamentos à UNITEL Serviços Financeiros Móveis (SU), S.A., pretende o Banco Nacional de Angola massificar a inclusão financeira, através das transferências móveis e instantâneas, vulgarmente conhecidas como pagamentos móveis ou mobile Money.

Com a atribuição da referida licença, a UNITEL passará fornecer aos seus clientes, a possibilidade de efectuarem pagamentos de serviços online, com maior abertura ao Mobile Money.

O BNA relata ainda que a inclusão financeira é uma condição fundamental para o desenvolvimento económico sustentável, por isso tem participado em acções conducentes à criação de um ecossistema de pagamentos moderno e inclusivo.

A nova lei do sistema de pagamentos, cujo conteúdo propiciará a entrada de novos tipos de instituições financeiras (fintechs) assim como o Laboratório de Inovação do Sistema de Pagamentos (www.lispa.ao) são algumas dessas acções.

Na sequência da orientação do Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), a UNITEL procedeu a partir de hoje(01), a alteração da oferta da campanha COVID-19.

Com esta mudança, o Cliente tem agora um plano mensal de 15 minutos de voz (30 segundos/dia), 30 SMS (1 SMS/dia) e 100 MB por mês.
Segundo uma nota enviada ao Portal de T.I, a alteração compreende os pacotes pré e pós pagos, somente para os Clientes activos na base de dados da UNITEL até ao dia 26 de Março de 2020.

A medida enquadrada no apoio do sector aos esforços de mitigação do impacto da COVID-19, surge em função do momento actual do mercado em decorrência da pandemia.

A campanha COVID-19 foi lançada em Abril, como forma de garantir a comunicação da população durante o período de isolamento social. Para activar o serviço, o Cliente deve enviar SMS com a palavra COVID-19 para o n.º 19211.

A UNITEL refere que vai continuar a apoiar os esforços que estão a ser desenvolvidos a nível governamental para mitigar o impacto da Covid-19 na sociedade, quer por via de serviços bonificados como através da disseminação de informação para a consciencialização das medidas de prevenção tendo em conta o bem estar colectivo.

UNITEL é uma empresa prestadora de serviços na área de telecomunicações móveis, com cerca de 11.6 milhões de clientes em Angola.

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