março 05, 2021

A UNITEL, lançou no passado dia 26 de Fevereiro, para os amantes da Cultura/Arte, a Aplicação de streaming -UNITEL Net Shows.

Em nota enviada à imprensa, a Unitel informa que, a Aplicação que pode ser baixada a partir do Google Play ou App Store, é aberta e contém conteúdos de qualidade nacionais como: filmes, curtas-metragens, eventos em directo, shows, passatempos, documentários, agendas culturais e muito mais.

Com essa Aplicação a UNITEL prevê impulsionar o aparecimento e a criação de uma indústria de produtores de conteúdos de vídeo e valorizar o conteúdo nacional desde o teatro ao cinema.

Mais uma vez a UNITEL reconhece a importância da Cultura/Arte para o desenvolvimento da sociedade angolana, sendo um dos pilares da sua actuação a nível da responsabilidade corporativa.

Depois do lançamento da sua plataforma de música - Kisom, até ao momento única entre as operadoras nacional, com essa iniciativa, a Unitel torna-se assim, a primeira operadora nacional a criar plataforma de streaming.

Depois da publicação feita pelo Portal de T.I, com base a um estudo efectuado pela União Africana e a OCDE, onde Angola aparece na 3ª posição dos países com a internet mais cara da África Austral, a Unitel enviou uma nota de imprensa ao Portal de T.I, no sentido de esclarecer e actualizar as informações, uma vez que, segundo a Unitel, os dados apresentados no referido relatório, constam as informações de 2018, enquanto que, no portal da RIA actualizada no mês de Junho de 2020, Angola melhorou 26 posições, passando da posição 49 para 22 num universo de 51 países.

Segue a nota na íntegra:

Como importante actor do sector das Telecomunicações em Angola, a UNITEL tem desenvolvido as suas acções no sentido de assegurar e promover o acesso aos serviços de comunicação. No quadro deste pressuposto, um dos seus compromissos é reduzir barreiras, tanto o preço de acessibilidade como a disponibilidade do serviço (cobertura), fazendo com que todos os angolanos possam estar ligados entre si e ao mundo.

Recentemente, a OCDE e a União Africana publicaram um relatório sobre o desenvolvimento da dinâmica do desenvolvimento de Africa, com data de 2021. O relatório traçou como objectivo que o preço de um pacote de 1GB de 30 dias de internet se mantivesse abaixo de 5% da renda mensal de um habitante médio nos 51 países monitorizados.

Não obstante Angola ter apresentado uma posição bastante desfavorável, considerando o preço de um pacote de dados de 1GB, é importante realçar que o relatório de 2021 reporta a informação de 2018 fornecido pela RIA (Research ICT Africa) . Por isso, ao observarmos a actual posição do preço do mesmo 1GB no portal da RIA actualizada a Junho de 2020 podemos constatar que Angola melhorou 26 posições, passando do ranking #49 para #22. Entretanto, a RIA informou oficialmente à UNITEL que Angola ainda melhorou mais 5 posições no ranking e irá aparecer em breve na posição #18 assim que o 3ª trimestre de 2020 fique disponível no portal.

De salientar que existiram dois factores que reduziram o preço por 1GB de 30 dias, a depreciação da moeda local ao mesmo tempo que o preço em moeda local desceu devido a baixas de preços. Posto tudo isto em contexto, e usando a monotorização da RIA o GB caiu de USD 17.39 para USD 2.97 no final de Junho de 2020, o que significa uma descida de 82% muito superior à depreciação isolada da moeda nacional.

Outro relevante facto que está para lá da monitorização da RIA, desde o aparecimento da COVID19 é que a UNITEL providenciou aos angolanos até final de 2020, de forma totalmente gratuita, mais de 750 milhões de minutos, 319 milhões de mensagens escritas, e 2.5 mil milhões de GB. Esta oferta foi resultado do acordo estabelecido entre os operadores de Telecomunicações e o MTTICS para aliviar os impactos da pandemia global.

A UNITEL acredita que acessibilidade à Internet irá continuar e que irá observar-se
o objectivo traçado pela OCDE e União Africana, de que o preço de 1GB venha a custar menos de 5% da renda mensal da maioria da população angolana.

O Director-geral da Unitel, Miguel Geraldes, revelou durante uma entrevista concedida ao jornal Valor Econômico que, a empresa que dirige registou uma baixa nas suas receitas, tendo avançado que a operadora não foi capaz de lucrar mil milhões de dólares, uma vez que as receitas do ano 2014 foram estimadas na ordem dos 2,6 mil milhões de dólares.

“2020 foi um ano altamente desafiante, em que a imprevisibilidade acabou por aparecer. Mas no meio disso tudo posso concluir que foi um ano em que conseguimos atingir os grandes objectivos”, disse.

Apesar dos desafios e perdas registadas no ano passado, o Director-geral da Unitel disse que ainda assim, a operadora que dirige está entre as mais desenvolvidas de África a nível de conhecimento tecnológico e infraestrutura.

O ano passado também ficou marcado com o acordo que as operadoras tiveram com o governo, no sentido de disponibilizarem um pacote gratuito. Miguel Geraldes disse que esse pacote ofereceu 350 milhões de minutos para todos e de forma gratuita, e com isso, a Unitel deixou de ganhar, embora ter sido uma decisão correcta, segundo ele.

Falando sobre a problemática da falta de divisa no país, que se regista já há algum tempo, Miguel Geraldes explicou que o acesso às divisas no país não é apenas um desafio das operadoras de telecomunicações, mas de todas as entidades angolanas e especialmente as que têm de comprar equipamentos fora e como tal, têm de ter acesso a essas divisas. “Obviamente há o desafio de um dólar, em 2014 valer 100 Kwanzas e hoje estar para cima dos 600 Kwanzas. O grande desafio que temos é o facto de cobrarmos as receitas em Kwanzas, o que tem um impacto nas nossas contas, já que a aquisição é muito grande”, concluiu.

Questionado sobre como avalia o sector das telecomunicações em Angola, uma vez que vem com uma larga experiência do sector em África, Miguel Geraldes disse que a infraestrutura cá está muito mais desenvolvida que a maior parte dos países por onde passou, tendo avançado que a Unitel, a nível de conhecimento tecnológico, é talvez das mais desenvolvidas.

Relativamente à partilha de infraestruturas, Miguel Geraldes disse fazer parte da concessão da Unitel, e que a grande questão discutível é o preço da partilha, uma vez que a Unitel investiu 5 mil milhões de dólares na infraestrutura que tem.
“Iremos lutar para que o acesso a terceiras partes sobre a nossa infraestrutura seja um custo justo e que ajude também a recompensa do investimento que a Unitel fez”, destacou.

O Director-geral da operadora garantiu existirem perspectivas positivas para este ano, como a entrada da empresa na área de mobile money que segundo ele, é um complemento e não uma competição na área bancária. E apontou também como perspectiva o lançamento da rede 5G.

A UNITEL irá realizar na sexta-feira (15), a conferência online Investor’s Club, dirigida a empreendedores, potenciais investidores e Startups em Angola.

De acordo com uma nota enviada ao Portal de T.I, trata-se de um fórum para discussão de temas ligados ao investimento em Startups, empreendedorismo, tendências internacionais e indústrias emergentes.

Neste dia, serão debatidos os temas: Tendências Internacionais e Indústrias Emergentes/Trending, Factores de Decision Making, Legislação de Startups, Veículos de Investimento em Startups e Investidores aos Olhos de uma Startup.

A nota revela ainda que, para o contexto actual, o negócio digital tem conquistado cada vez mais espaço e contribuído para o desenvolvimento da economia principalmente de países emergentes como Angola. O congregar de sinergias que conduzam a soluções inovadoras, é a tendência do mundo moderno.

Com a realização deste evento, a UNITEL pretende quebrar tabus, incentivar o investimento em Startups e reiterar o apoio ao empreendedorismo e ecossistema digital angolano.

O evento ocorrerá no formato virtual, na plataforma Zoom. E os interessados deverão inscrever-se através do link de inscrição.

A UNITEL é uma empresa angolana, prestadora de serviços na área de telecomunicações móveis, que recentemente, recebeu por parte do BNA, uma licença de Prestador de Serviços de Pagamentos.

A UNITEL vai realizar nos dias 3 e 4 de Dezembro, o Ciclo de Conferências Online sobre Internet das Coisas ( Internet of Things – IOT).

O certame visa consciencializar a sociedade, relativamente aos benefícios da IOT para o desenvolvimento socioeconómico de Angola e dar um primeiro passo na perspectiva da criação de um plano nacional, nesta matéria.

Atenta aos desafios do mundo actual, a UNITEL pretende juntar nesta conferência, empresários, profissionais de IT e Telecomunicações, entidades públicas, académicos (docentes e discentes), investigadores, empreendedores e interessados, para que no debate de questões possam eleger soluções inovadoras para o ecossistema digital angolano.

Em abordagem vão estar em destaque os temas: O panorama actual da IOT a nível mundial; Benefícios económicos da IOT para África e Angola; Caminhos para a criação de uma Estratégia Nacional de IOT; IOT na prática; Principais desafios na implementação de projectos; Ameaças e Cenários de Segurança em projectos de IOT e O papel das Startups na dinamização de soluções de IOT.

No âmbito da 4ª revolução industrial ou indústria 4.0, países como Angola devem identificar sectores chaves, onde a IOT pode servir como instrumento de aceleração do desenvolvimento socioeconómico, por meio do aumento da produtividade e competitividade da economia, fortalecimento das cadeias produtivas nacionais, proporcionado desta forma uma melhoria na qualidade de vida da população.

A conferência será realizada com o suporte da TECH21 ÁFRICA, instituição nacional que tem como missão impulsionar a inserção de Angola na 4ª revolução Industrial, actuando como um catalisador na criação de sinergias entre a sociedade civil, sector público, sector privado e académico.

O evento ocorrerá no formato virtual, pela plataforma Zoom, sendo que para participar deve-se efectuar confirmação através do link de inscrição aqui .

 

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