outubro 28, 2021

A Africell, vencedora do concurso público para atribuição do 4º título global unificado para a prestação de serviço público de comunicações electrónicas inaugurou em Luanda, segundo consta no seu site oficial, o seu primeiro Data Center, visando a abertura das operações marcadas para Dezembro próximo.

Na informação veiculada no seu site oficial, a Africell afirma que, a instalação do Data Center é o resultado de um investimento financeiro muito significativo e que será a pedra angular da rede da Africell em Angola, fornecendo uma plataforma para um ecossistema digital para os utilizadores da rede móvel, empreendedores e inovadores.

Christopher Lundh, CEO da Africell Angola, afirma que, a abertura do Data Center é um marco significativo. “Queremos liderar a transformação digital. A Africell está a investir em tecnologia que proporcionará à Angola uma conectividade digital mais rápida, acessível e fiável do que antes. O novo Data Center da Africell possui particularidades tecnológicas únicas, tendo sido projectado em colaboração com parceiros de tecnologia mundialmente renomados e construído com os mais altos padrões de eficiência, desempenho e resiliência”.

A Africell revela por outro lado que o Data Center inaugurado é totalmente baseado em cloud e utiliza tecnologia de última geração para atingir níveis excepcionais de resiliência, confiabilidade e interoperabilidade.

A infraestrutura conta com equipamentos de marcas internacionais como a HP, Nokia, Dell e Oracle, além de parceiros locais como a CPC Africa, a Jembas e a Prosecurity que estiveram envolvidos na elaboração, construção e implementação do projecto.

Além de suportar a rede móvel da Africell Angola, o Data Center localizado estrategicamente na sede da Africell Angola em Luanda, no edifício Kings Tower, irá beneficiar empreendedores e inovadores angolanos ao fornecer um ambiente aberto no qual podem hospedar, integrar e executar os seus aplicativos a um custo baixo, removendo assim um dos principais obstáculos para um empreendimento de sucesso: o acesso limitado aos principais recursos digitais.

Tal como acontece com outras actividades da Africell em Angola, o Data Center irá criar inúmeros empregos para técnicos altamente qualificados nas áreas de informática, engenharia e telecomunicações. As funções incluirão serviços de TI , monitorização e manutenção da infraestrutura, e análise permanente de segurança e performance energética.

“Estou muito satisfeito com o progresso da nossa operação aqui em Angola”, disse Ziad Dalloul, presidente e CEO do Africell Group. “As bases sólidas que estamos a lançar hoje, os termos de recrutamento, investimento e planeamento, irão beneficiar os nossos clientes assim que lançarmos oficialmente os serviços de rede móvel”.

A Africell está a concluir a primeira fase de implementação de uma rede móvel capacitada para 5G de alta velocidade. A Africell firmou uma série de parcerias tecnológicas com empresas internacionais e locais (incluindo Nokia, Oracle, Aviat, Angola Cables, MS Telcom, Angola Telecom, TPA e Infrasat) encontrando-se outras em fase final de concretização.

 

 

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O desenvolvimento social e económico de um país, há muito que ficou também dependente das infra-estruturas tecnológicas existentes. Apostar neste tipo de infra-estrutura, é a melhor saída para o crescimento sustentável das pessoas. A abertura do concurso público (que escolheu a Africell) por parte do governo angolano, com vista a elevar o número de operadoras de telefonia no país, não será (penso eu), para nós clientes ou usuários, um mero sentido de cumprimento de números.

Os dados mostram que o crescimento acelerado da inclusão digital e do ecossistema da internet em África é suportada maioritariamente por operadoras móveis de telecomunicações. Em Angola a realidade não é diferente. A Unitel, a Movicel e num futuro breve a Africell, terão de "lutar" pela aceitação permanente dos cerca de quinze milhões de assinantes de telefonia móvel e sete milhões de utilizadores de Internet.

Julgo que não tem sido uma tarefa fácil para as duas operadoras móveis actuais e nem será quando a terceira (móvel) iniciar as operações, julgando pela maturidade do consumidor angolano, principalmente dos serviços de telecomunicações.

De acordo com os dados do INACOM, que aponta para sete milhões de usuários de internet em Angola, no universo de quinze milhões de assinantes dos serviços de telefonia móvel, será um factor a ter em conta (por parte das operadoras) nesta "batalha" de elevar a fasquia do número de usuários de internet em Angola, propondo planos atractivos para os que já têm acesso e criar políticas de redução de preços dos dispositivos que facilitam o acesso à internet, com vista a incluir os cerca de oito milhões de usuários de telefonia móvel sem acesso à internet - serviço com mais procura no sector de telecomunicações nos últimos tempos.

Enquanto estudante na Índia - o segundo maior mercado de telefonia móvel do mundo, conheci duas (entre as nove) operadoras que disputam freneticamente a concorrência daquele país: a Airtel e a Vodafone Índia. Pela minha necessidade, que era essencialmente do uso de internet, escolhi a Airtel, não por ser a maior operadora do país, mas sim por atender o que precisava, por um custo mais baixo do que as demais. Para se ter uma ideia, a Airtel tem um plano de 3 GB de dados por dia, durante três meses, com direito a chamadas gratuitas e ilimitadas para clientes da sua rede por um valor equivalente a 2.700,00 Kz. Quem ganha com isso, com certeza é o cliente.

Quando não há concorrentes a altura, quem sofre é o consumidor que se vê na obrigação de consumir o que lhe é imposto na ausência de outras alternativas. Porém, não se pode pensar que o número de operadoras por si só, fará com que haja maior satisfação das necessidades dos consumidores. A capacidade de entregar produtos e serviços de qualidade e a menor custo, definirá a aceitação dos consumidores em qual das três operadoras aderir.

 

As falhas apresentadas nos serviços da Unitel, neste final de semana, entre as 17 e 20 horas, não foram identificadas.

Neste fim-de-semana, cidadãos se depararam com uma falha técnica, apresentada no sistema de voz e mensagem, o que preocupou e impossibilitou a realização de algumas tarefas.

A Unitel avançou, em um comunicado oficial, que já houve a restauração do sistema e que os serviços já se encontram restabelecidos mas que, não se sabe ao certo o que estaria na base deste problema.

Ainda assim, usuários queixam-se pela lentidão da rede, em algumas zonas na cidade de Luanda, como Sapu, Zango e, até, segundo um comentário de um usuário da rede, para chamadas internacionais.

Em comunicado, a Unitel lamenta o sucedido e pede desculpas aos cidadãos, pelos transtornos causados.

A Unitel é a maior rede de telefonia móvel do país que fornece os serviços de voz, SMS e NET aos usuários.

 

 

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Decorreu hoje(20), em Luanda, a apresentação do mais novo serviço da aperadora de telecomunicações denominado Unitel Money, que estará em funcionamento de forma gratuita a partir de Segunda-feira(23), para todos os clientes Unitel.

Durante a apresentação virtual, foi avançado que a Unitel, como operadora de telecomunicações, irá suportar todas as questões técnicas e operacionais da Unitel Serviço de Pagamentos Móveis ou Unitel SPM, a nova célula do grupo Unitel S.A, detentora do serviço Unitel Money, que conta com o número de registo 417 no Banco Nacional de Angola.

A Unitel irá contar com a vasta rede de agentes oficiais existentes em seu ecossistema, bem como os seus revendedores de serviços e produtos, que servirão de lojas para depósitos e levantamentos dos serviços de pagamentos Unitel Money. Até ao momento, a Unitel conta com 1000 pontos e poderá crescer gradualmente a medida que o serviços se irá desenvolver.

Relativamente à dualidade de cartão SIM por parte de vários utentes, o Administrador Miguel Geraldo respondeu ao Portal de T.I dizendo que o serviço Unitel Money só irá aceitar registo de um número de entre os vários pertencentes ao mesmo utente.

Para aderir, os utentes deverão ser clientes Unitel, detentores de um telemóvel (Feature Phone ou Smartphone) que poderão usar via USSD po comando *449# ou via App respectivamente ou ainda ligando para o número de apoio a cliente 923 180 449.

Os operadores nacionais de telecomunicações já têm disponível uma plataforma de gestão e segurança das chamadas internacionais. Trata-se do Gateway Internacional Angola (GIA), uma infraestrutura visitada hoje, 24, pelo Ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social( MINTTICS), Manuel Homem.

A infraestrutura localizada no bairro dos CTT, Km 7, em Luanda, serve para garantir controlo e gestão do tráfego internacional das comunicações, evitando fraudes nas chamadas telefónicas.

O Gateway Internacional Angola (GIA) já funciona há mais de um ano e vai agora avançar para a assinatura de contratos com os operadores nacionais.

O Gateway Internacional Angola é uma plataforma onde as operadoras locais vão ficar ligados para os serviços de voz internacionais.

O Gateway vai consolidar a ligação por voz dos operadores de telecomunicações para o exterior e fazer o controlo tributário nas ligações internacionais.

O Ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, engenheiro Manuel Homem, disse tratar-se de uma aposta do governo para promover maior qualidade nas comunicações e maior tráfego.

“Tínhamos comunicações internacionais sem imigração, daí a criação do Gateway para assegurar as anti-fraudes no nosso mercado. É uma plataforma que traz benefícios para a segurança das comunicações em Angola”, disse Manuel Homem.

O parceiro tecnológico internacional do projecto, Martin Keller, Director Geral da MGI - empresa suíça, disse que traz experiência, oportunidade de financiamento e de emprego para jovens angolanos.

O GIA tem tecnologia de ponta e vai oferecer qualidade nas comunicações telefônicas internacionais para os operadores nacionais.

A Angola Telecom e a MSTelcom são as primeiras operadoras a rubricarem contrato com o GIA.

Trata-se de um investimento global de 50 milhões de dólares americanos, sendo o governo angolano o que mais desembolsou.

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