janeiro 24, 2021

Depois dos rumores de um suposto desaparecimento desde o passado mês de Outubro, Jack Ma foi visto pela primeira vez este ano, num vídeo que circula no site do jornal chinês Tianmu News, onde aparece na sua terra natal (Zhejiang), a cumprimentar uma centena de professores rurais seleccionados para um prémio.

Sem mencionar o motivo do seu desaparecimento, o fundador da gigante electrónica Alibaba, explicou que nos últimos seis meses, tem participado activamente no processo de selecção de professores para o prémio que apresenta, completando com o periódo sem aparições públicas.

"Quando terminar a pandemia, voltaremos a nos encontrar", afirma Jack Ma, diante do evento que provavelmente seja a sua mais recente ocupação, desde que deixou a presidência da Alibaba de 2019 para 2020, não exercendo quaisquer cargos executivos, embora seja accionista maioritário.

De lembrar que o bilionário não aparecia em público desde os finais de Outubro de 2020, chamando atenção à imprensa internacional que especulou sobre o seu paradeiro, chegando ao ponto de utilizar o termo "desapareceu" após o choque com o Governo chinês, que forçou a suspensão, em Novembro, da Oferta Pública Inicial da sua empresa Ant Group.

Considerado por muitos como o grupo que seria objecto da maior oferta pública de aquisição da história. O projecto foi abaixo porque jack Ma tinha feito um discurso altamente crítico da estratégia de Pequim em minimizar os riscos no sistema financeiro e dos bancos tradicionais, que, segundo o empresário, ainda são geridos como "lojas de penhores".

Novembro do ano passado foi o mês que os rumores do seu desaparecimento cresceram, assim que não voltou a participar como juiz no programa televisivo "Heróis de Negócios em África", fundado por si, e naquele momento foi substituído por outro executivo da sua empresa.

Nas últimas semanas de Janeiro, fontes familiarizadas com o processo disseram à agência espanhola de notícias, Efe, que o bilionário estava a tentar manter um "baixo perfil", mas estava "bem", enquanto chamavam "infundados" os rumores de que tinha sido preso ou que as autoridades o tinham proibido de sair da China.

Devido à intensa competitividade no mercado das redes de telefonia móvel em Moçambique, algumas operadoras nacionais tiveram que pautar por disponibilizar alguns serviços, tal como do WhatsApp à custo zero.

O actual mercado moçambicano, que beneficia de diversas empresas no sector de telefonia móvel, tem sido de muita competitividade, o que faz com que os próprios utilizadores criem estratégias para o aproveitamento das promoções geradas pelas mesmas.

"Hoje em dia, ser cliente de uma só operadora é não saber aproveitar. Porque as operadoras agora trazem vantagens em serviços diferenciados. Por exemplo, uma oferece a melhor opção para serviços de mobile money, outras mostram-se muito vantajosas para serviços de chamada de voz e recentemente surgiu uma nova que tem sido a opção de muitos que buscam internet rápida e de baixo custo", disse um dos utilizadores ao Portal de T.I.

Assim sendo, o público moçambicano tenta ao máximo tirar vantagem de todas as operadoras, o que faz com que na actualidade um cidadão use pelo menos duas.

O serviço de WhatsApp grátis disponibilizado por algumas operadoras não é o único bónus que a população tem. Agora existem pacotes acessíveis para quem pretende utilizar o YouTube, fazer chamadas nacionais de longa duração e utilizar redes sociais como o WhatsApp, Facebook e Twitter, o que fez surgir o famoso pacote WFT.

Actualmente, as redes de telefonia móvel não têm poupado esforços para atrair e reter muitos clientes, o que se nota pela publicidade em massa, feita através de canais digitais, televisivos, outdoors e outros.

O fundador da empresa de e-commerce Alibaba, Jack Ma, é apontado como desaparecido há dois meses pelos médias, que apontam como factor do homem mais rico da China ter criticado o regime do seu país.

O bilionário chinês era esparado para participar como júri num concurso de televisão destinado a empresários denominado por Africa’s Business Heroes, que não aceitou revelar o motivo da ausência do empresário, que desde Outubro de 2020 não é visto em público, altura em que proferiu um discurso no dia 24 de daquele mês, onde pediu para não “usar a regulamentação de ontem para administrar o futuro”, referindo-se às regulamentações do mercado e criticando indiretamente o executivo de Xi Jinping ao afirmar que a China precisava de “menos burocracia”.

Porém, as palavras do empresário levaram-no em choque com as autoridades chinesas, resultando na suspensão de uma operação financeira avaliada em 37 mil milhões de dólares provenientes da empresa Ant Group, para a prestadora de serviços financeiros da Alibaba, o que originou uma onda de comentários nas redes sociais sobre uma eventual teoria da conspiração.

Mas o que circula nas manchetes por todo o mundo, é da China investigar alguns negócios da Alibaba que encontra-se sob acusação de monopólio ou seja, a empresa de e-commerce, business-to-business e pagamentos online é acusada de obrigar empresas a assinarem acordos de exclusividade e expandir participação em rede de lojas Intime Retail sem permissão.

Já o presidente da consultora tecnológica BDA China, Duncan Clark, numa entrevista feita à Reuters, comentou que notificaram Jack Ma a manter-se discreto, uma situação bastante única, mais ligada à escala da Ant Group e à sensibilidade da regulação financeira.

A Netflix Inc. anunciou recentemente a adição de um zimbabuano ao seu Conselho de Administração, com vista a materializar os seus planos de expansão que estão em andamento em mercados africanos e em todo o mundo.

De acordo com a informação avançada pela Netflix, trata-se do bilionário das telecomunicações, Strive Masiyiwa, fundador e presidente executivo do Econet Group, com investimentos e operações de negócios bem-sucedidos em 23 mercados africanos, Ásia, Europa e América Latina, com foco na conexão digital de clientes na África Subsariana.

O recém nomeado, também actua como membro do Conselho em várias multinacionais, incluindo, Unilever Plc, National Geographic Society, Asia Society e os conselhos consultivos globais do Bank of America, o Conselho de Relações Exteriores (nos
EUA), a Universidade de Stanford e o Príncipe de Wales Trust for Africa, entre muitos outros.

Reed Hastings, cofundador, presidente e co-CEO da Netflix, disse: “Estamos muito satisfeitos em receber Strive no conselho da Netflix. Seu empreendedorismo e visão na construção de negócios em toda África e além, trarão percepções e experiências valiosas para nosso conselho enquanto trabalhamos para melhorar e servir a mais membros em todo o mundo”.

Em um continente com mais de 1 bilhão de pessoas, o serviço Netflix tem cerca de 1,4 milhão de assinantes. O número se compara com os cerca de 20 milhões de clientes da empresa africana de TV paga MultiChoice Group.

Controlo parental

dezembro 29, 2020

Para todo o mundo e sobretudo para quem tem filhos ou dependentes menores a seu cuidado a gestão do acesso das crianças ao universo world wide web é um enorme desafio.

Diria até lidar com meninos e meninas do «grupo de risco», entenda-se os pré-adolescentes seja um challenge ainda maior.

Essa é a fase das descobertas, da curiosidade e do conflito geracional ao estilo de «Tom & Jerry», ou seja, «Pais vs filhos».

Na era do digital os velhos métodos de controlo já não são eficientes.

A geração de «miúdos» actual, os «nativos digitas» têm uma literacia tecnológica acima da média, muitas vezes superior aos adultos a quem «reportam funcionalmente».

Todos os dias surgem apps novas de comunicação e os conteúdos menos apropriados já não estão disponíveis apenas em sítios online, eles podem ser trocados, partilhados e consumidos em plataformas de comunicação perfeitamente legítimas de envio/recepção de dados.

Uma espécie de money laundering, mas de conteúdos!

Assim, aplicações de controlo parental para bloqueio de acessos, solicitação de permissão para determinados conteúdos, apenas mitigam, já não estancam a curiosidade. Para cada bloqueio existe um tutorial disponível online para contornar essa restrição.

Uma espécie de espionagem e contra-espionagem!

O paradigma mudou: Os pré-adolescentes do mundo de hoje já não estão mais na nossa zona de controlo, estão apenas na nossa zona de influência. Estamos condenados a orientar, aconselhar e a instruir mais vezes do que a proibir.

Proibir é um desafio, e todo o desafio é aliciante para quem pretende afirmar a sua personalidade.

Devemos, todavia, nos focar nos mais idosos. Uma geração que manuseia telemóveis com acesso à internet sem ter passado pela escola 4.0. Por serem adultos, por vezes negligenciamos a necessidade de controlo, mas este grupo de risco muitas vezes vive em isolamento social, mas está digitalmente ligado online o tempo todo. Assim, terá menor lucidez para contrariar ataques ou burlas cibernéticas.

A internet não trouxe apenas informação, também trouxe (des)informação, (sub)informação e (sobre)informação. Tudo isso confunde valores, paradigmas, conceitos e cria «novos normais» por vezes (dis)funcionais. Tenho dito!

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