março 02, 2021

O Grupo de desenvolvedores do Google (GDG Cabinda) e a TchiowaHub realizarão no próximo sábado (27), no auditório do Instituto Superior Politécnico Lusíada de Cabinda, a segunda ediçao do Hackhaton GDG Cabinda.

Nesta segunda ediçao, que será de modalidade livre, serão apresentadas soluçoes para problemas reais da sociedade usando a tecnologia. A primeira ediçao do Hackathon, em 2020, teve como tema Covid-19.

O evento será realizado de 25 a 27 de Fevereiro de 2021, sendo que nos dias 25 e 26, os projectos mais promissores serão chamados para um treinamento intensivo onde poderão receber mentoria para o melhoramento dos seus projectos bem como técnicas para fazer apresentação (pitch).

E no dia 27 decorrerá a actividade presencial onde os concorrentes irão espelhar os seus projectos, no horário das 09:00 até 15:30, a mesma contará com uma transmissão online nas páginas do Facebook da TchiowaHub e da GDG Cabinda, sendo que o número de presentes será limitado.

Sobre o Hackaton

O Hackhaton foi criado com o intuito de poder ajudar a juventude cabindense a associarem a rede de programação, envolvendo todos os profissionais e não só, que possuem relações com a tecnologia, inovação e desenvolvimento de novas soluções. Neste evento, encontrarão programadores, designers, profissionais de marketing e TI.

Esta iniciativa visa a criação de projectos tecnológicos para solucionar problemas encontrados no mercado local e não só, usando nada mais do que a criatividade e habilidades em programação, um debate que envolve pessoas interessadas em solucionar problemas encontrados no mercado.

Visão

A GDG Cabinda pretende facilitar um encontro entre as entidades ligadas às tecnologias e não só, afim de terem o conhecimento do talento local em Tecnologias de Informação e Comunição, com o crescimento do acesso a internet que mesmo com as dificuldades existentes têm encontrado formas criativas de aprenderem novas habilidades.

O Hackhaton é uma competição de tecnologia que envolve pessoas interessadas em solucionar problemas e desenvolver soluções inovadoras.

Gigantes americanas de tecnologia evitam pagar impostos no estrangeiro, mas países africanos estudam formas de evitar a evasão sem retaliações. Perdas provocadas por três empresas chegam a 2,3 mil milhões de euros.

Apesar da crise global, gigantes americanas como a Amazon e a Microsoft estão a fazer grandes vendas, inclusive nos países em desenvolvimento. As gigantes da tecnologia sediadas no estrangeiro quase não pagam impostos nos países que utilizam os seus serviços digitais.

Um relatório da organização não-governamental britânica ActionAid International sobre a evasão fiscal por parte de empresas de tecnologia americanas calcula um enorme prejuízo. De acordo com o relatório, 20 países, incluindo 12 estados da África subsaariana, estariam a perder até 2,3 mil milhões de euros em receitas fiscais do Facebook, Microsoft e Alphabet, empresa-mãe do Google.

David Archer, porta-voz da ActionAid, cita também regras fiscais internacionais desatualizadas como motivos, o que permite às grandes empresas transferirem os lucros para paraísos fiscais. Archer destaca a falta de um tratado global que exija que todos os países sejam transparentes em matéria de impostos.

Obstáculo inesperado

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) tem estado a trabalhar num plano fiscal internacional, mas as negociações estão a estagnar. Archer considera a OCDE é o maior obstáculo. "É um clube de nações ricas que não se preocupam tanto com as necessidades dos países em desenvolvimento", diz Archer, acrescentando que "as propostas e os processos na organização são atrasados".

Mustapha Ndajiwo, fundador do Centro Africano de Impostos e Governação (ACTG) na Nigéria, não acha que certas abordagens da OCDE sejam inadequadas, mas diz também que os "países africanos tomaram as suas próprias medidas para reduzir as fugas fiscais". Por exemplo, eles tributam transações e transferências eletrónicas.

A Nigéria está a tentar combater a evasão fiscal por parte das empresas tecnológicas em duas frentes. Primeiro, conforme Ndajiwo, um imposto indireto sobre o valor acrescentado dos serviços digitais consta na Lei das Finanças desde 2019.

Quando um nigeriano paga pela sua encomenda na Amazon, o IVA vai para os bolsos do governo, diz Ndajiwo. Conforme a segunda abordagem, as empresas estrangeiras não sediadas na Nigéria teriam de pagar impostos sobre os lucros que obtiveram com os serviços digitais no país.

Ndajiwo descreve esta tributação dos lucros como "o principal problema". Segundo o fundador da ACTG, este regulamento bastante complexo, que foi introduzido há um ano, não é fácil de implementar. E isto, diz ele, ainda não resolveu o problema da transferência de lucros para paraísos fiscais.

Mesmo com o simples pagamento de impostos indiretos para serviços digitais ainda resta um problema: "As empresas podem passar imediatamente os impostos para o consumidor", diz Ndajiwo. Isso aconteceu no Reino Unido em 2020, quando foi introduzido um imposto digital. E poderia acontecer também no Quénia, diz o perito.

Imposto no "momento errado”

O Quénia decretou um imposto de 1,5% sobre todos os serviços digitais a partir de 2021, independentemente do local onde uma empresa esteja sediada.

Isto destina-se a cobrir players globais, tais como a Uber, empresa de táxi, e a Netflix. De acordo com relatórios dos meios de comunicação locais, o Quénia espera recolher cerca de 5 mil milhões de xelins quenianos (o equivalente a 37,8 milhões de euros) já na primeira metade de 2021.

"Este imposto vem no momento errado", diz Nimmo Elmi numa entrevista à DW. Tal como a sua colega Ndajiwo, ela trabalha na ACTG - mas com um enfoque no Quénia. "Muitas empresas já estão a sofrer muito com a recessão causada pela Covid-19 e espera-se agora que paguem impostos adicionais". Elmi apela a uma distinção na tributação entre empresas estrangeiras e quenianas.

Está a ser oferecida ajuda na introdução de um imposto digital pelo Fórum Africano de Administração Fiscal (ATAF) com sede na África do Sul, que já conta com 38 membros de todas as regiões africanas, aos quais presta assistência técnica em questões fiscais. A ATAF também trabalha sobre isso com a União Africana.

"A partir de discussões com os nossos membros, sabemos que outros países africanos estão a considerar introduzir um imposto sobre serviços digitais", diz o diretor-executivo da ATAF, Logan Wort.

Para além do Quénia, o Zimbabué já introduziu uma taxa deste tipo. "No entanto, alguns membros têm preocupações sobre uma possível retaliação dos EUA", diz Logan em entrevista à DW. "Isso poderia levar à imposição de tarifas sobre as exportações desses países para os EUA".

Europa também busca soluções

A preocupação é inteiramente justificada. Em 2019, os EUA anunciaram tarifas punitivas contra a França, quando o país europeu pretendia introduzir um imposto digital. No entanto, a nova administração dos EUA sob a direção de Joe Biden concordou recentemente que as empresas tecnológicas deveriam pagar uma maior parte das suas receitas nos países onde operam.

Os EUA também sinalizaram que também discutem um imposto mínimo sobre as empresa. A França já reagiu positivamente à decisão, segundo o ministro das Finanças Bruno Le Maire - que espera um acordo internacional antes do final do primeiro semestre de 2021.

Em África, o ceticismo ainda prevalece. "Enquanto os nossos países estiverem à espera de uma solução global, baseada no consenso, devem agir como um bloco e resistir a possíveis tarifas de retaliação dos EUA", acredita Logan Wort.

Já o perito nigeriano Mustapha Ndajiwo também defende que os países trabalhem melhor em conjunto.

 

Fonte: DW

O Gmail do Google foi hackeado na segunda-feira (14), o que levou o soar do alerta aos usuários sobre a violação massiva de dados, depois que os serviços do Google caíram para milhões de pessoas em todo mundo.

A confirmação do ataque, veio do Will Geddes, especialista em segurança e CEO da International Corporate Protection Group, que alertou sobre uma possível sabotagem do Gmail por parte dos hackers.

"O céu é o limite para qualquer um que conseguir hackear o serviço, podendo roubar dados ou mesmo baixar servidores de contas de Gmail, incluindo credenciais para fazer login desses emails" disse Geddes.

Lembrar que o acidente mundial dos serviços, deu-se quando serviços do Google, incluindo YouTube, Google Meeting, Hangouts, Google Maps, Google Docs, Google Drive e Google agenda ficaram offline em uma grande interrupção que dorou cerca de 40 minutos.

Actualmente a empresa, já encontra-se recuperada do acidente e garante que vai reunir esforços de modo a evitar casos semelhantes futuramente.

 

Fonte: Express

A empresa Google, lançou recentemente a sua mais nova versão 88 do Google Chrome em beta.

A versão beta do Chrome 88 possui uma nova API chamada Digital Goods, que promete facilitar a gestão e compra de bens digitais em aplicativos web. O novo sistema funciona em conjunto com a ferramenta de pagamento do Android, que é utilizada para realizar transacções.

Esta nova ferramenta de pagamento do Android, é necessária para que aplicativos web consigam realizar vendas por meio da Play Store, já que, assim como na loja da Apple, meios de pagamentos externos são proibidos na plataforma. "Sem isso, os websites que vendem bens digitais não podem ser instalados pela Play Store", explica a Google.

A versão 88 do Chrome, também traz consigo a melhoria do modo escuro. Agora a interface amiga dos olhos também pode ser aplicada em mais partes da página, como na barra de rolagem e controlos. A versão conta também com o aprimoramento para efeitos de realidade aumentada.

A versão em beta também continua os planos da Google para encerrar o suporte para FTP. Após iniciar a remoção de suporte com o Chrome 72, a nova edição de testes começa o processo para desactivação completa do padrão no navegador. "No Chrome 88, todo o suporte a FTP está desactivado", explica a companhia.

Actualmente, já se encontra disponível a versão 88 do Chrome para efeitos de downloads, tanto para Android bem como para PC.

 

Fonte: Chromium

O Google lançou ontem (04) o Document AI (DocAI), uma plataforma que faz o processamento de documentos hospedados no Google Cloud. O Document AI utiliza inteligência artificial (IA) para fazer a leitura de documentos digitais, transformando o conteúdo dos arquivos em uma rede de dados que pode ser usada posteriormente.

De acordo com o gerente de produto do Google, Lewis Liu, e o gerente de marketing de produto, Yang Liang, a plataforma deve beneficiar as companhias que precisam extrair manualmente dados de documentos complexos em grande escala, uma vez que a proposta do DocAI é otimizar e agilizar esse processo de extração de dados.

“Acreditamos que qualquer empresa que precise extrair manualmente dados de documentos complexos em grande escala possa se beneficiar muito com a inteligência artificial do Google Cloud”, afirmam Lewis Liu, gerente de produto, e Yang Liang, gerente de marketing de produto, ambos em um comunicado oficial escrito para o blog do Google. A ideia é que dados estruturados oriundos de documentos arquivos possam ser empregados para tomadas de decisões com base em insights estatísticos.

Uma amostra testada do sistema disponibilizado pelo Google, foi feita através de um documento para que a inteligência artificial analisasse. A eficácia do algoritmo é assombrosa: a solução foi capaz de identificar e listar campos como valor a ser pago, linha digitável, moeda, vencimento da fatura e outros detalhes em pouquíssimos segundos.

Aplicado em um ambiente profissional, tal poder computacional pode transformar uma colecção de documentos esquecidos em inteligência corporativa.Segundo estimativas feitas por um instituto norte-americano, as empresas estadunidenses gastam cerca de 20 dólares para armazenar um único documento em papel; em contrapartida, apenas 18% delas se consideram “paperless” (ou seja, a trabalhar apenas de forma digital).

O Document AI é uma plataforma na nuvem, fornecida através do Google Cloud, que pode ser usada gratuitamente por companhias de quaisquer portes para construir aplicativos internos de acordo com sua finalidade. Dotada de inteligência artificial, a solução é capaz de “ler” e “entender” o conteúdo de documentos digitais (nativos ou digitalizados), transformando seu conteúdo em vastos campos de dados que posteriormente podem ser encontrados com maior agilidade.

 

 

Fonte: Google Cloud

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