junho 19, 2021

Tal como havia sido avançado em entrevista, a ITA – Internet Technologies Angola em parceria com a AAI (Associação Angolana de Internet) activaram recentemente a cache do Facebook no Data Center da ITA. Mais um importante passo, adicionalmente à recente activação da cache Google feita pela ITA, no mesmo Data Center.

Em conformidade com o plano estratégico da parceria entre ITA e AAI, firmado com a activação do segundo nó de interligação dos provedores e servidores, designado Angola IXP instalado no Data Center da ITA, foram activados em fevereiro último a cache da Google e agora em Abril a cache do FacebooK.

De acordo com uma nota enviada ao Portal deT.I, este importante investimento, tem como objectivo, contribuir para a melhoria do ecossistema de internet em Angola e reduzir os custos de internet dos operadores, principalmente os associados da AAI. “Atrair para Angola as caches como as da Google e do Facebook, foi um processo em construção que iniciámos no ano passado com o Angola IXP, e que não termina por aqui". Confirmou Túlio Jacinto, Director Executivo de Operações da ITA. "Ao alojar estas caches num Data Center como o nosso, que oferece especificações internacionais e excelentes condições de alojamento, segurança e conectividade, é um passo importante para a transformação e melhoria no ambiente de negócios digitais e da qualidade dos serviços de internet em Angola", acrescentou.

Engenheiro Sílvio Almada, Presidente da AAI, reforça ao dizer que “estas caches agora activadas e em funcionamento no Data Center da ITA, trarão melhorias à qualidade de internet e melhor experiência para os utilizadores que usufruem dos serviços da Google e Facebook”.

O facto de ter estes serviços e conteúdos internacionais alojados no país, traz benefícios técnicos e económicos para a comunidade de telecomunicações em Angola. Estes passos são fundamentais para criar o dinamismo na conectividade, uma das premissas importantes para a transformação de Angola em HUB de Dados em Africa, reforçou Túlio Jacinto da ITA.

Este e outros contactos têm sido feitos pelos parceiros, com grandes produtores e agregadores de conteúdos a nível mundial, com vista a melhorar o ambiente tecnológico em Angola no que toca a distribuição de conteúdos digitais e permitindo que os operadores e fornecedores de conteúdos e serviços digitais beneficiem de uma rede de serviços de telecomunicações em Angola que poderá em breve beneficiar a região em África.

A nota refere ainda que O ponto mais importante e diferenciador desta abordagem é o facto de que a ITA e parceiros, estão a dar passos em conjunto, procurando alcançar os objectivos de todos, com benefícios finais para toda a comunidade de internet no País.

O Facebook está neste momento a desenvolver a sua própria versão da aplicação de conversas de áudio em directo, e rumores apontam que vem fazer frente ao Clubhouse, cujo sucesso não passa despercebido às grandes plataformas digitais.

Em apresentação pública nesta quinta-feira (8) as 11h00 (AO), o Facebook baptizou a plataforma de "Hotline", com uma funcionalidade desenvolvida pela rede social e que, aparentemente, conta com algumas novidades. Além de conversas de áudio, permitirá aos responsáveis por estas conversas activarem vídeos e até receberem questões em directo dos espectadores.

Nesta plataforma, os anfitriões poderão filtrar questões e até expulsar espectadores das sessões. A apresentação referiu que as sessões criadas com a "Hotline" poderão ficar gravadas, o que tornará a funcionalidade uma boa alternativa para todos os que tenham podcasts.

Ainda não tem uma data para o seu lançamento oficial, mas o conhecido investidor imobiliário, Nick Huber, foi o primeiro a testar publicamente o produto com uma transmissão ao vivo para uma possível parceria a convite do Facebook.

O Facebook viu vazado no último Sábado(03), 533 milhões de dados pessoais de usuários de sua plataforma.

O infortúnio aconteceu quando um usuário publicou gratuitamente, em um fórum de hackers de baixo nível, os números de telefone e dados pessoais de centenas de milhões de usuários.

Os dados expostos incluem informações pessoais de usuários do Facebook de 106 países, incluindo mais de 32 milhões de registos de usuários nos Estados Unidos, 11 milhões de usuários no Reino Unido e 6 milhões de usuários na Índia. Angola faz parte da lista com 50.889 usuários. Os dados incluem números de telefone, IDs do Facebook, nomes completos, locais, datas de nascimento, biografias e, em alguns casos, endereços de e-mail.

Em uma análise feita pelo Business Insider, apurou-se que os números de telefone dos usuários do Facebook conhecidos com os IDs listados no conjunto de dados, estão em conformidade com os dados vazados. Porém, um porta-voz do Facebook disse que os dados foram danificados devido a uma vulnerabilidade que a empresa corrigiu em 2019.

Alon Gal, CTO da Hudson Rock, a primeira empresa de cibersegurança que descobriu o vazamento, referiu que, apesar dos dados terem já alguns anos desde que foram danificados, ainda assim podem fornecer informações valiosas para os cibercriminosos que usam as informações das pessoas para se passar por elas ou enganá-las para entregar credenciais de login.

Investigadores do Facebook estão a desenvolver uma pulseira "mágica" que permite uma ligação directa entre humanos e sistemas de computação sem intermediários como ratos, teclados ou ecrãs táteis.

A marca fez o anúncio num evento público no dia 18 de Março, explicando que o objecto vai captar impulsos do cérebro e poderá se chamar "clique inteligente", só não tem por enquanto uma data de lançamento. Apenas sabe-se que será lançado "no futuro". Porém, este pode estar mais perto do que esperamos, alerta a empresa.

O dispositivo irá controlar o futuro óculos de realidade aumentada da empresa. Ainda em fase de testes, o material poderá detectar sinais nervosos para interpretar gestos e movimentos complexos das mãos.

Mas ainda há um longo caminho para serem uma realidade. A expectativa da empresa é que levem até dez anos para que óculos e pulseiras com esta tecnologia façam parte do dia-a-dia das pessoas.

"Decidimos compartilhar abertamente essa pesquisa porque queremos ser transparentes para que as pessoas possam falar quais são as suas preocupações com essas tecnologias", disse Sean Keller, director de pesquisa em ciências do Facebook.

O seu "click" poderá ser reconhecido pelo acessório e o utilizador conseguirá navegar na internet apenas com comando feitos pelas mãos. Com o uso em conjunto com óculos de realidade aumentada, e tudo será visualizado instantaneamente, sem a necessidade de outras telas, como computadores ou smartphones.

Em relação aos smartphones, o Facebook destaca que a pulseira tem a vantagem de estar sempre disponível, sem precisar de carrega-lo no bolso, e assim evitar o contacto directo com algum tipo de superfície.

O CEO do Facebook - Mark Zuckerberg, mostrou-se favorável ao uso do aplicativo desenvolvido pela Apple, que prima pela transparência e privacidade de dados.

A ferramenta que há tempos era visto como o forte constrangimento ao Facebook, tendo o seu CEO acusado a Apple de querer prejudicar os pequenos programadores e negócios, o Tracking Transparency é visto agora como um reforço, uma vez que os utilizadores poderão negar às aplicações a colheita das suas informações e cruzamento de dados.

Facebook afirmou inicialmente que a maioria dos utilizadores escolheria não ser seguido pelas apps de terceiros. Algo que viria comprometer a viabilidade económica de pequenas empresas.

O responsável máximo do Facebook, falando em uma sala no Clubhouse, referiu que a predominância e popularidade das suas plataformas é tamanha, que os consumidores não sairão desta esfera.

A nova função / etiquetas de privacidade da Apple chega aos utilizadores com o iOS 14.5 no decurso dos próximos meses.

A App Tracking Transparency é uma nova política da Apple, e, a partir de sua estreia, os aplicativos serão obrigados a emitir um pop-up alertando o usuário sobre a coleta de seus dados pessoais para fins de publicidade direcionada.

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