setembro 27, 2021

O Ministério dos transportes, apresentou nesta segunda feira (17), o novo Sistema  Integrado de Bilhética  à Governadora de Luanda,  Ana Paula de Carvalho, desde a sua finalidade ao monitoramento em tempo real dos transportes.

O Sistema Integrado de Bilhética, que já está em funcionamento desde Junho deste ano, é um serviço electrónico, que através do sistema de videovigilância, permite o controlo dos transportes públicos de Luanda, a visualização e monitoramento em tempo real de todos os autocarros em circulação.

O Sistema tem como finalidade controlar a operação dos serviços realizados — frota em operação por empresa, viagens e quilómetros realizados por linhas do sistema de transporte público da província —, controlar a arrecadação de receitas no transporte urbano, validar as informações para planeamento de subsídio e definição das políticas tarifárias, implementar e controlar o passe social e outros bilhetes aplicados ao sistema de transporte público colectivo de passageiros, obter indicadores para melhor tomada de decisão das políticas de transportes rodoviários e conferir maior transparência das informações operacionais do transporte público colectivo urbano.

Um dos benefícios para o cidadão tem que ver com a facilidade nos pagamentos das tarifas, sem problemas de trocos, e maior uso do transporte público com integração de tarifas dos modais.

Para o Governo, um dos benefícios é a facilidade no planeamento da política de transportes, dos investimentos, planeamento e controlo da subvenção ao sistema, controlo da arrecadação de receitas do sistema de transporte e modernização tecnológica do sector.

A Huawei divulgou nesta Sexta-feira (6), os resultados comerciais do primeiro semestre de 2021. O desempenho geral foi conforme o previsto.

No primeiro semestre, a Huawei gerou 320,4 bilhões de yuans em receita, com margem de lucro líquido alcançando 9,8%[1].

• Receita de negócios da operadora: 136,9 bilhões de yuans;

• Receita de negócios corporativos: 42,9 bilhões de yuans;

• Receita de negócios para consumidor: 135,7 bilhões de yuans.

"Definimos nossas metas estratégicas para os próximos cinco anos", afirmou Eric Xu, Presidente Rotativo da Huawei. "Nosso objectivo é sobreviver e fazer isso de modo sustentável. Faremos isso criando valor prático para os nossos clientes e parceiros. Apesar da diminuição na receita dos nossos negócios para consumidor causada por factores externos, estamos confiantes de que nossos negócios com operadoras e empresas continuarão a crescer de modo constante", disse ele.

E concluiu afirmando: "Esses têm sido tempos desafiadores e todos os nossos funcionários estão trabalhando com extraordinária determinação e força. Quero agradecer a cada membro da equipa da Huawei por seu esforço incrível. Daqui para frente, continuaremos a acreditar profundamente no poder da tecnologia digital para fornecer novas soluções para os problemas que o mundo está enfrentando agora. Continuaremos inovando para ajudar a construir um mundo inteligente com baixa emissão de carbono".

[1] Os dados financeiros aqui divulgados são números não auditados compilados em conformidade com as Normas Internacionais de Informação Financeira; taxa de câmbio do final de junho de 2021: 1 dólar = 6,4576 yuans (fonte: agências externas).

Na sequência das várias reclamações, que os clientes do Banco de Poupança e Crédito (BPC) vinham apresentando, o director de marketing daquela instituição bancária, José Matoso, explicou ontem(03), durante o Jornal da Zimbo, os motivos que causaram a suspensão de algumas operações.

José Matoso referiu que o fecho de contas e um maior volume de operações por causa do período de pagamentos de salários, fez gerar um erro no processamento dos dados, que fez colapsar todo o sistema do banco.

"É um problema que tem se verificado nos últimos anos, devido a existência de alguns equipamentos tecnológicos obsoletos", afirmou José Matoso.

José Matoso garantiu que ontem, os técnicos da instituição conseguiram dar solução ao problema, e que a situação volta ao normal ainda hoje.

Para evitar que estas situações voltem a acontecer com frequência, José Matoso referiu que o BPC tem em curso um plano de recapitalização e requalificação na qual, uma das prioridades é a total substituição da infraestrutura tecnológica, tendo garantido que até ao final deste mês, parte desta infraestrutura será substituida e a restante será também até ao final do próximo ano.

"Não é um processo simples devido a sua complexidade e sensibilidade, daí a substituição faseada. Depois destas substituições, teremos uma infraestrutura com maior capacidade de processamento e armazenamento de dados", disse.

De referir que nos últimos dias, os clientes do referido banco ficaram privados de efectuarem operações na plataforma Multicaixa Express e até mesmo efectuar consultas de saldo e movimentos nos balcões das agências bancárias.

Os serviços de emissão do bilhete de identidade (BI) da Loja de Registo do Cuanhama, na província do Cunene, encontram-se paralisados há um mês, devido a uma avaria no sistema de recolha de dados, afectando 3.178 utentes que ficaram impedidos de receber os seus documentos, porque é necessário colher a impressão digital.

O chefe do Departamento de Identificação Civil e Criminal em exercício naquela província, Carlos Lipoleni, prestou declarações nesta sexta-feira (28), alegando que a situação está a criar vários constrangimentos junto dos cidadãos que pretendem emitir o principal cartão nacional de identificação civil.

O gestor público ainda fez saber que o posto de Delegação Provincial da Justiça na cidade capital, Ondjiva, é insuficiente para atender a demanda, sendo que a Loja de Registo emitia 115 bilhetes por dia.

Com a paralisação da emissão, sublinhou Carlos Lipoleni, registam-se longas filas nas primeiras horas no único posto em funcionamento. Mas para a resolução do mesmo, o gestor público confirmou que aguarda a resposta do órgão central que garantiu a qualquer momento enviar uma equipa técnica.

Fonte: Angop

Os dados constam do relatório Wordwide Mobile Data Pricing 2021, apresentados pela Cable, uma entidade que apresenta todos os anos, no final do primeiro trimestre, a classificação de custos de dados móveis em 230 países do mundo.

Como barômetro, a Cable baseia-se nos custos de 1GB e os planos existentes em cada país.

No universo dos 230 países, Angola ocupa a posição 89, com cerca de 20 planos analisados, onde em média, um plano de 1GB custa 1,61 dólares norte-americanos (1.053 AOA). De acordo com o relatório, 2.000 AOA é o valor mais alto para um plano de 1GB.

Se comparado com o relatório do ano passado, verifica-se uma clara melhoria, não só em termos de posicionamento, como também na baixa do valor médio para um plano de 1GB que no ano passado rondava os 7,95 dólares. Vale referir que, aquando da publicação deste relatório no ano passado, o Portal de T.I recebeu uma explicação de uma das operadoras móveis, que referiu na altura que os dados analisados pela entidade eram desactualizados e que nos próximos relatórios viriam dados actuais, o que acabou por se comprovar, uma vez que Angola sai da posição 180 para a 89.

A grande novidade deste relatório, é a presença de um país africano na lista dos cinco países com o custo médio de 1 GB de dados móveis mais baratos.
Confirma a lista:

1. Israel (0,05 dólares);
2. Quirguistão (0,15 dólares);
3. Fiji (0,19 dólares);
4. Itália (0,27 dólares);
5. Sudão (0,27 dólares).

O relatório refere que todos estes países contêm uma excelente infraestrutura de banda larga de fibra ou, no caso do Quirguistão, Fiji e Sudão, dependem fortemente de dados móveis como o principal meio de manter sua população conectada ao resto do mundo.

Enquanto que, os cinco países com o custo médio de 1GB de dados móveis mais caro são: Guiné Equatorial (49,67 dólares), Ilhas Malvinas (44,56 dólares), Santa Helena (39,87 dólares), São Tomé e Príncipe (30,97 dólares) e Malawi (25,46 dólares).

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