junho 19, 2021

A Daymak, uma startup que desenvolve veículos eléctricos e processos de mobilidade rodoviária, apresentou um protótipo que poderá revolucionar e dar solução às questões que se têm levantado sobre a quantidade de emissões de carbono que o processo de mineração de criptomoedas tem causado.

De acordo com uma nota da Daymik, esta solução vem com o seu mais recente veículo eléctrico denominado Spiritus, que é capaz de minerar criptomoedas enquanto esta encontra-se parada na garagem.

“Enquanto a maioria dos veículos estão se depreciando quando estão parados na sua garagem, o Nebula Miner (processo de mineração do Spiritus) fará com que os proprietários ganhem dinheiro quando seu Spiritus estiver estacionado", disse Aldo Baiocchi, presidente da Daymak.

O veículo que ainda aguarda por aprovação da sua patente, poderá criar novas criptomoedas e efectuar validação de transações (método conhecido como mineração). Para isso, ele tem o que a Daymak chama de Nebula Miner e os criptoativos minerados são guardados na carteira digital chamada Nebula Wallet.

De lembrar que, recentemente, várias pesquisas apontavam para o aumento de emissões de carbono por conta do processo de mineração de criptomoedas, facto que fez com que Elon Musk, um dos maiores entusiastas, tomasse a decisão de suspender as vendas da Tesla com pagamentos em bitcoin, tendo mesmo avançado que só voltaria a apoiar a mineração de criptomoedas caso estas fossem mineradoras por meio de energia limpa.

O Spiritus tem previsão de chegar ao mercado americano em 2023 e a startup promete que ele será livre de emissões de carbono. O veículo já está em pré-venda por valores que vão de 20.000 a 150.000 dólares norte-americanos.

As declarações foram feitas na passada sexta-feira(04), pelo CEO da Paxful, Ray Youssef, onde afirmou que todos os olhos devem estar voltados para a África agora.

“Todos deveriam estar de olho na África agora”, disse Ray Youssef, CEO da plataforma de empréstimos ponto a ponto Paxful durante o programa First Mover da CoinDesk TV".

Youssef disse que o número de transacções no Paxful em África, combinado com as pesquisas do Google principalmente na Nigéria, reflecte o “tremendo impulso” em torno da adoção da criptomoeda.
 
Youssef referiu que este processo é apenas o prenúncio do que está por vir. "Estamos apenas a começar a ver do que a África é capaz".

Youssef acrescentou que, além de mercados líderes como a Nigéria, novos mercados estão “explodindo” todos os dias e espera que Camarões e Etiópia sejam fortes concorrentes para os mercados emergentes de criptomoedas nos próximos anos. 

Por esse facto, a Paxful espera ver um crescimento de 120% nos usuários e 142% nos volumes de negociação este ano, com base nas projecções lineares de 2020. A empresa também espera ver um crescimento de 72% nos usuários e 84% nos volumes de negociação em Gana. 

O Portal de T.I, em parceria com o GRUPO MEDIANOVA, realizam no dia 09 do mês de Junho deste ano, a Conferência Criptomoedas - Angola, “Estratégia e visão de futuro”.

As Criptomoedas, são um novo conceito financeiro, tido como uma moeda virtual, que vem conquistando o mercado mundial, com especialistas a considerá-lo “a revolução silenciosa do dinheiro digital universal”.

São visíveis estes sinais em alguns países do nosso continente, nomeadamente Nigéria, África do Sul, Quénia e Camarões, onde o número de usuários cresce a cada dia.

Em Angola esta realidade começa a ganhar espaço e interesse, abrindo horizontes para boas perspectivas e futuros investidores, notando-se um interesse maior e, com o crescimento de uma comunidade, que perspectivam tornarem-se futuros investidores.

Pela relevância actual e perspectiva futura, visando uma abordagem profunda, crítica e aberta sobre o assunto, o Portal de T.I e o Grupo Media Nova decidiram realizar a conferência Criptomoedas-Angola, com o objectivo de partilhar conhecimento, visão, posicionamento de Angola em África, vantagens e desvantagens, assim como o seu eventual uso e a legislação.

Pela pertinência, a conferência será aberta pelo Dr. Pedro Castro e Silva, actual Administrador do Banco Nacional de Angola, em representação de Sua Excelência Governador do BNA, José de Lima Massano.

Inscreva-se aqui para assistir a conferência Criptomoedas - Angola.

O PBoC (Banco do Povo da China) emitiu um alerta, por meio de sua conta no aplicativo WeChat, sobre o alto nível de especulações das criptomoedas e proibiu instituições financeiras e de pagamentos de realizarem operações com essas divisas.

O anúncio foi feito na sequência dos múltiplos relatos da imprensa local e de analistas.

De acordo com a Reuters, o anúncio desta limitação foi feito por três órgãos do sector financeiro. A National Internet Finance Association of China, a China Banking Association e a Payment and Clearing Association of China que revelaram que a decisão foi tomada devido aos riscos no comércio de criptomoedas.

Para o PBoC, as moedas digitais não podem ser usadas como forma de pagamento porque não são moedas reais.
As instituições financeiras na China não podem facilitar as transações de bitcoin. Muitos mineradores de bitcoin, que já foram uma grande presença na China, foram forçados a ir para o exterior.

Lideradas pela bitcoin, as criptomoedas estão sob pressão há vários dias. A principal baixa, apareceu dias atrás, quando o CEO da Tesla, Elon Musk, disse que a fabricante de carros eléctricos suspenderia as vendas de carros que usam criptomoeda, devido a preocupações ambientais.

A proibição significa que os bancos e empresas com pagamento online, não poderão oferecer nenhum serviço que envolvam criptomoedas. Isso inclui registo, negociação, compensação e liquidação. Trocas de tokens e ofertas iniciais de moedas também são proibidas.

Como consequência desta medida implementada pela China, esta quarta-feira(20), pela primeira vez em 14 semanas, o valor da Bitcoin ficou abaixo dos 40.000 dólares (cerca 33 mil euros), com a sua cotação a chegar, num dos momentos mais baixos, 39.016 dólares (32 mil euros), uma desvalorização de 30% em 24 horas.

De realçar que, antes do anúncio da Tesla, em abril, a Bitcoin acumulava um ganho de quase 70% e negociava em máximos históricos com um valor próximo dos 65 mil dólares (53 mil euros). Se tomarmos como referência este mês, o valor da Bitcoin já caiu mais de 40%.

A VISA revelou nesta segunda-feira (29), que permitirá o uso da criptomoeda USD Coin para liquidar transações em sua rede de pagamentos, abrindo assim mais uma via para a utilização das moedas digitais.

O projecto neste momento está em fase de experimentação e conta como parceiro a plataforma de pagamentos "Crypto.com", considerado como um dos maiores serviços de criptografia do mundo.

A empresa vai começar por usar a USD Coin (USDC), uma criptomoeda estável difundida em dólares, ou seja, quando alguém pagar algo usando para isso um cartão VISA, a transacção será cobrada directamente em USDC, eliminando também os custos de conversão.

O comunicado oficial da VISA esclarece que as transacções serão feitas através da Ethereum, uma das blockchains de código aberto mais usadas activamente.

De acordo com Jack Forestell, vice-presidente executivo da Visa, "este é um marco importante para atender às necessidades das fintechs (junção dos termos 'financeiro' e 'tecnologia') que gerem os seus negócios com criptomoedas estáveis e de facto, vai potencializar os serviços prestados pela VISA.

Após este anúncio, a Bitcoin teve um aumento de 4,5%, chegando a valer cerca de 58.300 dólares.

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