junho 19, 2021

Na sequência das várias reclamações, que os clientes do Banco de Poupança e Crédito (BPC) vinham apresentando, o director de marketing daquela instituição bancária, José Matoso, explicou ontem(03), durante o Jornal da Zimbo, os motivos que causaram a suspensão de algumas operações.

José Matoso referiu que o fecho de contas e um maior volume de operações por causa do período de pagamentos de salários, fez gerar um erro no processamento dos dados, que fez colapsar todo o sistema do banco.

"É um problema que tem se verificado nos últimos anos, devido a existência de alguns equipamentos tecnológicos obsoletos", afirmou José Matoso.

José Matoso garantiu que ontem, os técnicos da instituição conseguiram dar solução ao problema, e que a situação volta ao normal ainda hoje.

Para evitar que estas situações voltem a acontecer com frequência, José Matoso referiu que o BPC tem em curso um plano de recapitalização e requalificação na qual, uma das prioridades é a total substituição da infraestrutura tecnológica, tendo garantido que até ao final deste mês, parte desta infraestrutura será substituida e a restante será também até ao final do próximo ano.

"Não é um processo simples devido a sua complexidade e sensibilidade, daí a substituição faseada. Depois destas substituições, teremos uma infraestrutura com maior capacidade de processamento e armazenamento de dados", disse.

De referir que nos últimos dias, os clientes do referido banco ficaram privados de efectuarem operações na plataforma Multicaixa Express e até mesmo efectuar consultas de saldo e movimentos nos balcões das agências bancárias.

O PBoC (Banco do Povo da China) emitiu um alerta, por meio de sua conta no aplicativo WeChat, sobre o alto nível de especulações das criptomoedas e proibiu instituições financeiras e de pagamentos de realizarem operações com essas divisas.

O anúncio foi feito na sequência dos múltiplos relatos da imprensa local e de analistas.

De acordo com a Reuters, o anúncio desta limitação foi feito por três órgãos do sector financeiro. A National Internet Finance Association of China, a China Banking Association e a Payment and Clearing Association of China que revelaram que a decisão foi tomada devido aos riscos no comércio de criptomoedas.

Para o PBoC, as moedas digitais não podem ser usadas como forma de pagamento porque não são moedas reais.
As instituições financeiras na China não podem facilitar as transações de bitcoin. Muitos mineradores de bitcoin, que já foram uma grande presença na China, foram forçados a ir para o exterior.

Lideradas pela bitcoin, as criptomoedas estão sob pressão há vários dias. A principal baixa, apareceu dias atrás, quando o CEO da Tesla, Elon Musk, disse que a fabricante de carros eléctricos suspenderia as vendas de carros que usam criptomoeda, devido a preocupações ambientais.

A proibição significa que os bancos e empresas com pagamento online, não poderão oferecer nenhum serviço que envolvam criptomoedas. Isso inclui registo, negociação, compensação e liquidação. Trocas de tokens e ofertas iniciais de moedas também são proibidas.

Como consequência desta medida implementada pela China, esta quarta-feira(20), pela primeira vez em 14 semanas, o valor da Bitcoin ficou abaixo dos 40.000 dólares (cerca 33 mil euros), com a sua cotação a chegar, num dos momentos mais baixos, 39.016 dólares (32 mil euros), uma desvalorização de 30% em 24 horas.

De realçar que, antes do anúncio da Tesla, em abril, a Bitcoin acumulava um ganho de quase 70% e negociava em máximos históricos com um valor próximo dos 65 mil dólares (53 mil euros). Se tomarmos como referência este mês, o valor da Bitcoin já caiu mais de 40%.

Asseco, empresa de soluções tecnológicas para o sector bancário nacional, adquiriu 76% do capital da Finantech – empresa portuguesa focada no desenvolvimento de software para o mercado de capitais.

De acordo com uma nota enviada ao Jornal de Angola, o negócio envolveu a compra de 76% do capital da Finantech aos três accionistas fundadores que se manterão à frente dos destinos da firma. O documento também declara a manutenção das operações da companhia portuguesa no mercado angolano com a marca e rede consolidada de parceiros, onde se incluem empresas como a Oracle, Microsoft, Reuters, Six Group e Morningstar, entre outras.

Segundo o presidente da Comissão Executiva da Asseco, Daniel Araújo, esta operação enquadra-se nos objectivos estratégicos de crescimento e diversificação que a empresa tem procurado implementar nos últimos dois anos nas várias geografias em que está implantada.

Os reguladores bancários e os de comunicações, actuaram em uma disputa que influenciou negativamente na maioria das Fintechs nigerianas, cortando a MTN Nigéria de suas plataformas bancárias.

Todas Fintechs da Nigéria, excepto o Zenith Bank, tiraram o MTN de suas plataformas depois que o mesmo reduziu a comissão em quase metade(2,5%). As vendas de tempo de comunicações foram suspensas em todos os canais - aplicativos bancários, códigos USSD e até mesmo cartões de débito.

De acordo com a Bloomberg, esta situação se desenrolou quando a operadora de telecomunicações, reduziu pela metade as comissões das Fintechs. E em função disso, os bancos e os reguladores de comunicação, intervieram no sentido de repor a legalidade, o que levou a MTN Nigéria em concordar com a reposição do valor da comissão que era paga às Fintechs pelo fornecimento de plataformas de pagamentos aos assinantes.

“Por meio deste, concordamos que os bancos voltem ao status quo de 4,5% de comissão”, disse o diretor administrativo da MTN Nigéria, Karl Toriola, em uma carta ao presidente de um grupo de executivos-chefes de bancos.

Os canais bancários são o meio preferido de muitos nigerianos para comprar créditos de chamadas em seus telefones devido à conveniência que oferecem. Outras empresas de telecomunicações não foram afectadas pela acção.

MTN é o maior provedor de serviços de telecomunicações daquele país da África Ocidental, com cerca de 79 milhões de assinantes.

A Oracle Corporation, empresa multinacional de tecnologia norte-americana, conduziu recentemente uma pesquisa, onde apurou para breve, o uso massivo da combinação de inteligência artificial e finanças.

A Oracle conduziu a referida pesquisa global, com 9.000 consumidores e líderes de negócios em 14 países em 2020, para entender melhor o efeito do coronavírus na ansiedade financeira das pessoas e na confiança em ferramentas financeiras automatizadas.

Desta pesquisa, resultou o relatório denominado “Money and Machine 2021”, que revelou ter atingido um ponto de inflexão, alimentado em parte pela pandemia, onde as pessoas agora preferem robôs do que humanos para lidar com suas finanças.

Das pessoas singulares entrevistadas, 70% disseram que confiariam em um robô para gerir as suas finanças mais do que em um humano, enquanto que 79% dos líderes de negócios disseram que também confiariam em um robô para gerir as suas finanças mais do que eles próprios. O aumento da confiança nos robôs, é um crédito da inteligência artificial, aprendizado de máquina, internet das coisas e blockchain, de acordo com o relatório.

94% dos líderes de negócios entrevistados acreditam que os robôs impulsionarão o trabalho de suas equipas financeiras. E as ferramentas disponíveis foram consideradas mais bem-sucedidas na detecção de fraude (41%), faturamento (33%) e realização de análise de custo-benefício.

O líder de Aplicativos de Negócios do Programa de Contas Estratégicas da Oracle, Swami Natarajan, revelou que, os avanços na inteligência artificial e no aprendizado de máquina aumentaram gradualmente a confiança nas ferramentas de software robótico nos últimos anos.

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