junho 19, 2021

Evan Spiegel, CEO da Snap, empresa detentora do Snapchat, referiu que está feliz em pagar à Apple uma comissão de 30% sobre as transações no aplicativo, tendo observado que sem a Apple, o aplicativo da empresa não teria se tornado o que é agora.

"Realmente sentimos que o Snapchat não existiria sem o iPhone e a plataforma incrível que a Apple construiu. Nesse sentido, não tenho certeza se temos outra opção para além de pagar a comissão de 30% e, claro, estamos felizes em fazê-lo em troca de toda a excelente tecnologia que eles nos fornecem em termos de software, bem como em termos de suas conquistas de hardware", disse Evan Spiegel, CEO da Snap.

Spiegel observou que a Apple é um excelente parceiro para a Snap e reafirmou a decisão da Apple de mudar a política de privacidade de aplicativos na App Store, segundo a qual os desenvolvedores não podem mais coletar e processar dados do usuário sem consentimento explícito.

De acordo com o Business Insider, a declaração de Spiegel contrasta fortemente com a do magnata dos negócios Barry Diller, que criticou a política da Apple de taxas de 30% para transações realizadas por usuários em aplicativos para a plataforma iOS.

O referido anúncio ocorre em meio a um litígio em andamento entre a Apple e a Epic Games, desenvolvedora do popular jogo Fortnite, que foi removido da App Store depois que um processador de pagamento de terceiros foi integrado a ele.

A Apple foi alvo de um ataque de ransomware (sequestro de dados) por parte de um grupo de criminosos denominado REvil, que agora pede 50 milhões de dólares norte-americanos para o resgate da informação.

O referido ataque, ocorreu em uma companhia de Taiwan denominada Quanta, que fabrica MacBooks e outros produtos Apple, e que foi o alvo original dos hackers, que tiveram acesso à informações de engenharia e fabricação.

De acordo com o The Verge, os hackers já começaram a postar informações dos projectos da Apple em um site de vazamento.

Em comunicado à agência de notícias Bloomberg, a fabricante Quanta confirmou que seus servidores sofreram violação: "A equipa de segurança de informação da Quanta Computer trabalhou com especialistas de TI externos em resposta a ataques cibernéticos direcionados à um pequeno número de servidores da Quanta". A empresa também disse que "não houve impacto material nas operações".

As imagens publicadas pelos criminosos, traziam desenhos do novo iMac, apresentado pela Apple na passada terça-feira(20), dando sinal de que os documentos obtidos são verdadeiros. As imagens são acompanhadas por um aviso que diz: "Isto é propriedade da Apple e deve ser devolvido".

Os criminosos revelaram que estão a negociar a venda de grandes quantidades de desenhos confidenciais e gigabytes de dados pessoais com várias marcas importantes. E deram como prazo o dia 1 de Maio para a Apple resgatar os seus dados. O grupo também afirmou que planeia revelar novos arquivos todos os dias até que a Apple pague a quantia pedida.

A Apple anunciou nesta terça-feira(30), que irá realizar sua Conferência Mundial de Desenvolvedores (WWDC) anual de 7 a 11 de junho, em formato online.

De acordo com um comunicado oficial, o WWDC21 oferecerá uma visão única do futuro do iOS, iPadOS, macOS, watchOS e tvOS. A Apple anunciou também que o Swift Student Challenge deste ano, uma oportunidade para jovens desenvolvedores demonstrarem suas habilidades de programação, agora está aberto ao público por meio de uma pré-inscrição.

“Estamos a trabalhar para tornar o WWDC21 nosso maior e melhor até agora, e estamos entusiasmados em oferecer aos desenvolvedores da Apple novas ferramentas para apoiá-los enquanto criam aplicativos que mudam a maneira como vivemos, trabalhamos e nos divertimos”, disse Susan Prescott, vice-presidente de Relações com Desenvolvedores Mundiais e Marketing Corporativo e Educacional da Apple.

O WWDC21 fornecerá informações à comunidade mundial da Apple de mais de 28 milhões de desenvolvedores, bem como à próxima geração de desenvolvedores de aplicativos e ferramentas necessárias para transformar suas ideias em realidade.

A conferência deste ano incluirá anúncios dos estágios keynote e State of the Union, sessões online, laboratórios 1: 1 que oferecem orientação técnica e novas maneiras para os desenvolvedores interagirem com os engenheiros e designers da Apple e aprender sobre as estruturas e tecnologias mais recentes.

A Apple compartilhará informações adicionais sobre o programa antes do WWDC21 por meio do aplicativo Apple Developer, no site Apple Developer e por e-mail.

O Clubhouse, rede social baseada em conversas por voz que no início do ano conquistou o público, vai em breve surgir na versão Android, segundo o anúncio dos seus criadores que desejam conquistar o público fora do iOS.

A informação foi avançada em conversa na sala "Townhall", programa da rede social transmitida neste Domingo (21), onde o seu fundador, Paul Davison, afirmou que os programadores da App estão a "trabalhar duro" para que a rede social chegue aos telemóveis com sistema operacional Android.

De acordo com Davison, a experiência do aplicativo ainda precisa passar por melhorias, incluindo as alterações no feed principal que ainda exibe salas que não interessam às pessoas.

"Uma das reclamações dos usuários é a dificuldade de encontrar salas personalizadas com os seus interesses e em seu idioma local. A necessidade de convites para usar o Clubhouse também deve acabar nos próximos meses", disse o responsável da plataforma digital.

Segundo o TechCrunch, o Clubhouse contratou um engenheiro especialista em desenvolvimento para Android e que está a trabalhar para chegar ao sistema o mais breve possível, sem indicar uma data exata.

A ausência de uma versão do Clubhouse no Android fez com que surgissem cópias a usarem o nome do aplicativo, mas em espécies de "guias" sobre a rede social.

Algumas versões falsas também foram desenvolvidas com a intenção de fazer o utilizador instalar conteúdos maliciosos que podem roubar dados pessoais como senha e login de outras redes sociais.

Com o sucesso do Clubhouse, outras plataformas concentraram-se no melhor que este App tem a oferecer, como caso do Twitter, que assemelhou-se à marca ao disponibilizar no início de Março o recurso "Spaces" para pessoas que usam Android, e é baseado em salas virtuais de áudio para conversas ou reuniões com público em tempo real.

O CEO do Facebook - Mark Zuckerberg, mostrou-se favorável ao uso do aplicativo desenvolvido pela Apple, que prima pela transparência e privacidade de dados.

A ferramenta que há tempos era visto como o forte constrangimento ao Facebook, tendo o seu CEO acusado a Apple de querer prejudicar os pequenos programadores e negócios, o Tracking Transparency é visto agora como um reforço, uma vez que os utilizadores poderão negar às aplicações a colheita das suas informações e cruzamento de dados.

Facebook afirmou inicialmente que a maioria dos utilizadores escolheria não ser seguido pelas apps de terceiros. Algo que viria comprometer a viabilidade económica de pequenas empresas.

O responsável máximo do Facebook, falando em uma sala no Clubhouse, referiu que a predominância e popularidade das suas plataformas é tamanha, que os consumidores não sairão desta esfera.

A nova função / etiquetas de privacidade da Apple chega aos utilizadores com o iOS 14.5 no decurso dos próximos meses.

A App Tracking Transparency é uma nova política da Apple, e, a partir de sua estreia, os aplicativos serão obrigados a emitir um pop-up alertando o usuário sobre a coleta de seus dados pessoais para fins de publicidade direcionada.

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