setembro 27, 2021

A Apple aconselhou os seus clientes nesta Segunda-feira(13), a actualizarem seus dispositivos, depois que pesquisadores do Citizen Lab alertaram que a empresa israelita de spyware, NSO Group desenvolveu uma maneira de assumir o controlo de quase todos os computadores, relógios e o iPhone da Apple.

O software malicioso assume o controlo de um dispositivo Apple enviando primeiro uma mensagem por meio do iMessage, o aplicativo de mensagens padrão da empresa, e depois invadindo uma falha na forma como a Apple processa imagens.

“É absolutamente assustador porque as pessoas cujos dispositivos foram explorados são extremamente improváveis de perceber que foram hackeados", disse John Scott-Railton, pesquisador sénior do Citizen Lab.

Em uma declaração enviada por e-mail, um porta-voz da NSO disse que "o Grupo NSO continuará a fornecer às agências de inteligência e aplicação da lei em todo o mundo tecnologias que salvam vidas para combater o terrorismo e o crime."

A Apple não publicou notas técnicas com uma nova actualização de software disponível nesta Segunda-feira(13) que corrigiu as falhas identificadas pelo Citizen Lab, porém referiu que esse problema pode ter sido explorado activamente.

Em uma declaração enviada por e-mail, o chefe de Engenharia e Arquitectura de Segurança da Apple, Ivan Krstić, agradeceu ao Citizen Lab por alertar a empresa sobre a exploração.

 

 

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A empresa norte-americana, Apple, proprietária das linhas de Iphones, lançará o seu novo modelo, do ano de 2021, nesta Terça-feira (14 de Setembro), pelas 17horas, no evento “California Streaming”, sem no entanto revelar previamente sobre nome e detalhes do novo aparelho.

A empresa conseguiu, mais uma vez, manter em segredo o design, as características técnicas e as novas funções do seu novo aparelho, inclusive, o nome escolhido para o próximo modelo de iPhone. Assim, há várias possiblidades para o novo modelo, sendo que poderá se chamar iPhone 13 ou iPhone 12 S devido ao costume do lançamento das linhas nos meses de Setembro. A notícia é mais do que aguardada pelos fãs de iPhone, que terão a possibilidade de acompanhar a tradicional conferência, liderada por Tim Cook, CEO da Apple, na cidade de Cupertino, em Califórnia. Esse evento especial será transmitido ao vivo, no site da Apple e no seu canal YouTube.

Tim Cook deverá revelar todos os detalhes durante a grande conferência. Como costuma acontecer, o aparelho estaria disponível nas lojas em mais ou menos uma semana depois. No entanto, a actual escassez de componentes, devido ao Covid-19 poderia, mais uma vez, atrasar a entrega de peças na Apple e afectar a produção.

 

 

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A agência de pesquisas Counterpoint Research, revelou em comunicado divulgado na semana passada que, a fabricante chinesa de smartphones Xiaomi vendeu mais telefones em junho do que as rivais Samsung e Apple.

De acordo com o referido relatório, as vendas da Xiaomi aumentaram 26 por cento em relação ao mês anterior (Abril), dando à empresa 17,1 por cento do número total de smartphones vendidos globalmente em junho.

O relatório apurou por outro lado que, a Samsung e a Apple venderam 15,7% e 14,3% de todos os aparelhos durante o mesmo período, respectivamente.

De acordo com analistas da Counterpoint, a tendência pode ser temporária porque um novo aumento de casos de Covid-19 no Vietnã provavelmente tenha interrompido a produção da Samsung em junho.

“Desde o início do declínio da Huawei, a Xiaomi tem feito esforços consistentes e agressivos para preencher a lacuna criada por esse declínio”, disse Tarun Pathak, director de pesquisa da Counterpoint. 

A Xiaomi foi a marca de smartphone líder na Europa nos três meses entre abril e junho, respondendo por aproximadamente 25% do mercado, e continua a ser a líder de mercado na Índia, um dos mercados de smartphones de crescimento mais rápido do mundo.

Embora a maioria dos telefones da Xiaomi ainda seja voltada para o mercado de massa, a fabricante chinesa de smartphones está fazer incursões no segmento de alta tecnologia, que actualmente é dominado por aparelhos premium da Samsung e da Apple.

A Apple escolheu Riad, na Arábia Saudita, como local para a sua primeira academia de desenvolvedores do Oriente Médio e Norte de África, de acordo com o jornal Saudi Gazette, que aponta como objectivo deste espaço, fornecer ferramentas e treinamento para aspirantes a programadores, desenvolvedores e designers para que possam estabelecer startups e criar empregos no desenvolvimento de aplicativos iOS.

Na visão dos especialistas captados pela fonte, a mudança também poderia reforçar o apoio ao empoderamento das mulheres e outras reformas sociais no âmbito do quadro Visão 2030 da Arábia Saudita, projecto este, que visa reduzir a dependência do país do petróleo e desenvolver serviços como a educação.

Esta academia da Apple fará parceria com a Federação Saudita para Segurança Cibernética Programação e Drones (SAFCSP) por meio da Academia Tuwaiq e da Princess Nourah Bint Abdul Rahman University, também deste país.

"Este movimento qualitativo é um investimento para mentes e habilidades digitais dos nossos jovens na sua jornada de construção de um futuro inovador da nação, bem como a transformação para uma economia baseada na inovação e transformação digital", disse Abdullah Al-Swaha, Ministro das Comunicações e Tecnologia da Informação da Arábia Saudita.

Faisal Al-Khamisi, presidente do Conselho de Administração da SAFCSP e da Tuwaiq Academy, também agradeceu à Apple por escolher Riad.

"Trabalharemos juntos e nos esforçaremos para criar um ecossistema económico para os negócios e assim incutir habilidades que aprimorem a inovação e tecnologia. Garantiremos um futuro sustentável e próspero para a nossa comunidade local e as sociedades do mundo que, sem dúvida, se beneficiarão dos quadros técnicos que vão receber formação na academia da Apple", acrescentou.

Evan Spiegel, CEO da Snap, empresa detentora do Snapchat, referiu que está feliz em pagar à Apple uma comissão de 30% sobre as transações no aplicativo, tendo observado que sem a Apple, o aplicativo da empresa não teria se tornado o que é agora.

"Realmente sentimos que o Snapchat não existiria sem o iPhone e a plataforma incrível que a Apple construiu. Nesse sentido, não tenho certeza se temos outra opção para além de pagar a comissão de 30% e, claro, estamos felizes em fazê-lo em troca de toda a excelente tecnologia que eles nos fornecem em termos de software, bem como em termos de suas conquistas de hardware", disse Evan Spiegel, CEO da Snap.

Spiegel observou que a Apple é um excelente parceiro para a Snap e reafirmou a decisão da Apple de mudar a política de privacidade de aplicativos na App Store, segundo a qual os desenvolvedores não podem mais coletar e processar dados do usuário sem consentimento explícito.

De acordo com o Business Insider, a declaração de Spiegel contrasta fortemente com a do magnata dos negócios Barry Diller, que criticou a política da Apple de taxas de 30% para transações realizadas por usuários em aplicativos para a plataforma iOS.

O referido anúncio ocorre em meio a um litígio em andamento entre a Apple e a Epic Games, desenvolvedora do popular jogo Fortnite, que foi removido da App Store depois que um processador de pagamento de terceiros foi integrado a ele.

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