março 02, 2021

A Apple publicou na semana passada, um anúncio de emprego, que diz procurar engenheiros de pesquisa de sistemas sem fio para redes actuais e de próxima geração, com vista a depender cada vez menos de terceiros.

De acordo com a Bloomberg, as vagas são para cargos nos escritórios do Vale do Silício e San Diego, onde a empresa trabalha com desenvolvimento de tecnologia sem fio e design de chips.

“Você terá a oportunidade única e gratificante de criar a tecnologia sem fio da próxima geração que terá um impacto profundo nos futuros produtos da Apple“, diz o anúncio. “Nesta função, estarás no centro de um grupo de pesquisa de ponta, responsável pela criação de tecnologias de acesso de rádio disruptivas das próximas gerações”, acrescenta a descrição do anúncio.

As vagas oferecidas pela gigante tecnológica, mostram também seu esforço contínuo no desenvolvimento de mais tecnologia interna. No ano passado, a empresa projectou os processadores principais para iPhone e iPad e expandiu esse esforço para o Mac. Além disso, acelerou o trabalho em suas próprias telas personalizadas, tecnologias de câmera, chips sem fio para AirPods, Apple Watch e dados de localização precisas.

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A empresa sediada na Califórnia, nos Estados Unidos, postou esta semana anúncios de emprego procurando engenheiros de pesquisa de sistemas sem fio para redes actuais e de próxima geração.

Já há bastante tempo ouvi-se rumores de que a Apple está a desenvolver um smartphone com tela que pode ser dobrada.

No início deste ano, foi revelado que dois protótipos diferentes de iPhones dobráveis foram aprovados nos testes.

O novo iPhone dobrável da Apple terá a designação de "iPhone Flip" que trará consigo uma dobradiça quase invisível abaixo do ecrã, que lhe permitirá a exclusividade de se dobrar, anunciou o site Bloomberg.

Recentemente, o popular leaker divulgou um vídeo que pode ser visto clicando aqui sobre algumas possíveis informações no engenho da Apple.

Segundo o Leaker o novo iPhone Flip dobrável da Apple, terá um preço mais baixo do que os equipamentos deste segmento das marcas rivais.

Corellium, uma empresa de pesquisa de segurança processada pela Apple, obteve uma importante vitória legal contra a fabricante do iPhone, que chegou a acusá-la de criar uma cópia não autorizada do iOS. 

Tal cópia era fornecida a investigadores de segurança e hackers para descobrirem falhas no sistema, sem que a Apple estivesse directamente envolvida. Em sua defesa, a Apple alegava que o sistema da Corellium poderia comprometer a segurança do iOS e dos seus usuários caso fosse fornecido às pessoas erradas.

Segundo reporta o The Washington Post, o juiz responsável pelo caso, Rodney Smith, rejeitou as alegações da Apple e afirmou que a Corellium usou o sistema iOS dentro dos termos do “fair use” nos EUA – que permite o uso de material protegido por direitos autoriais sob certas circunstâncias. 

O juiz decidiu que a criação de “iPhones virtuais” pela Corellium não foi uma violação de direitos autorais, em parte porque foi projectado para ajudar a melhorar a segurança para todos os usuários do iPhone. Corellium não estava criando um produto competitivo para os consumidores. Em vez disso, era uma ferramenta de pesquisa para um número comparativamente pequeno de clientes.

O Corellium ajuda os clientes a encontrar bugs no sistema operacional móvel da Apple. A Apple pretendia encerrá-la.

Após longo período desde a sua existência, dedicando a sua produção principalmente em computadores, smartphones e tablets, a Apple pretende apostar na produção de carros modernos.

De acordo com a agência noticiosa Reuters, a Apple Inc está avançando com a tecnologia de carros autónomos e tem como meta 2024, produzir um veículo de passageiros que possa usar sua própria tecnologia inovadora de bateria.

Os esforços da empresa para produção do seu primeiro automóvel deram arranque em 2014, com o projecto designado "Titan", visando construir do zero o seu próprio veículo.

Sobre a supervisão de Doug Field, um veterano da Apple e ex trabalhador da Tesla Inc, o projecto Titan progrediu significativamente desde 2019, passando a ter como objectivo construir um veículo para os consumidores, equipado com a tecnologia inovadora de bateria.

Segundo a Reuters, o ponto central da estratégia da Apple é um novo design de bateria que poderia reduzir “radicalmente” o custo das baterias e aumentar o alcance do veículo, de acordo com uma terceira pessoa que viu o design da bateria da Apple.

Apesar de muitos anos de experiência no sector da tecnologia, e com uma grande produção anual de equipamentos electrónicos a nível mundial, o projecto Titan ainda é um grande desafio para a empresa, tendo em conta que a construção de um carro lucrativo e sustentável não é algo fácil, exemplo vivido pela Tesla Inc, que levou 17 anos para produzir um carro nessas condições.

"Se existe uma empresa no planeta que tem recursos para fazer isso, provavelmente é a Apple. Mas, ao mesmo tempo, não é um smartphone”, disse uma pessoa que trabalhou no Projecto Titan.

Doravante, a empresa segue com os planos da sua linha de automóveis para 2024, porém, até então a Apple não quis comentar sobre seus planos ou produtos futuros.

Diante de uma desavença com os seus programadores, a Apple anunciou recentemente que mudará as suas políticas da App para reduzir pela metade a comissão que recebe de pagamentos in-app para programadores menores.

De acordo com site de notícias Bussiness Insider, o corte está agendado para entrar em vigor no dia 1 de Janeiro e será aplicado aos programadores cujas aplicações geraram até um milhão de dólares no ano passado.

Em um comunicado à imprensa, Tim Cook CEO da Apple fez saber que estão a lançar este programa para ajudar os pequenos empresários a escrever o próximo capítulo de criatividade e prosperidade na App Store e construir o tipo de aplicativo de qualidade que os seus clientes gostam.

No entanto, a comissão provocou discórdia entre a Apple e os seus programadores sobre as suas regras em compras na aplicação, que têm atraído o escrutínio antitrust tanto nos EUA quanto na Europa, uma vez que as regras exigem que os desenvolvedores utilizem o sistema de pagamento da Apple para compras no aplicativo, como uma subscrição do Spotify Premium e a Apple recebe um corte de 30% em cada transação.

Grandes desenvolvedores, incluindo o Spotify, o Match Group, dono Tinder, e a Epic Games entraram em conflito com a Apple pelas suas regras de pagamento na aplicação e acusam também a Apple de abusar do seu controle rigoroso sobre quais aplicativos podem funcionar em dispositivos iOS, com o argumento de que é especialmente anticoncorrencial se a Apple decidir lançar produtos concorrentes, como o seu serviço de transmissão de música, o Apple Music.

Em Setembro, desenvolvedores formaram um grupo chamado The Coalition for App Fairness para tentar forçar a Apple a livrar-se da carga. É improvável que o anúncio da Apple acalme maiores desenvolvedores, que não se qualificam para a redução de preço.

Conforme as análises fornecidas ao The New York Times pela Sensor Tower o anúncio não representa um grande sucesso financeiro para a Apple, uma vez que a mudança afetará 98% das empresas que pagam uma comissão a Apple, as sua receita combinada totalizaram apenas 5% das receitas da App Store geradas no ano passado.

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