novembro 24, 2020

Diante de uma desavença com os seus programadores, a Apple anunciou recentemente que mudará as suas políticas da App para reduzir pela metade a comissão que recebe de pagamentos in-app para programadores menores.

De acordo com site de notícias Bussiness Insider, o corte está agendado para entrar em vigor no dia 1 de Janeiro e será aplicado aos programadores cujas aplicações geraram até um milhão de dólares no ano passado.

Em um comunicado à imprensa, Tim Cook CEO da Apple fez saber que estão a lançar este programa para ajudar os pequenos empresários a escrever o próximo capítulo de criatividade e prosperidade na App Store e construir o tipo de aplicativo de qualidade que os seus clientes gostam.

No entanto, a comissão provocou discórdia entre a Apple e os seus programadores sobre as suas regras em compras na aplicação, que têm atraído o escrutínio antitrust tanto nos EUA quanto na Europa, uma vez que as regras exigem que os desenvolvedores utilizem o sistema de pagamento da Apple para compras no aplicativo, como uma subscrição do Spotify Premium e a Apple recebe um corte de 30% em cada transação.

Grandes desenvolvedores, incluindo o Spotify, o Match Group, dono Tinder, e a Epic Games entraram em conflito com a Apple pelas suas regras de pagamento na aplicação e acusam também a Apple de abusar do seu controle rigoroso sobre quais aplicativos podem funcionar em dispositivos iOS, com o argumento de que é especialmente anticoncorrencial se a Apple decidir lançar produtos concorrentes, como o seu serviço de transmissão de música, o Apple Music.

Em Setembro, desenvolvedores formaram um grupo chamado The Coalition for App Fairness para tentar forçar a Apple a livrar-se da carga. É improvável que o anúncio da Apple acalme maiores desenvolvedores, que não se qualificam para a redução de preço.

Conforme as análises fornecidas ao The New York Times pela Sensor Tower o anúncio não representa um grande sucesso financeiro para a Apple, uma vez que a mudança afetará 98% das empresas que pagam uma comissão a Apple, as sua receita combinada totalizaram apenas 5% das receitas da App Store geradas no ano passado.

A Apple lançou nesta terça (13), a linha do iPhone 12, que inclui quatro aparelhos: iPhone 12 Mini, iPhone 12, iPhone 12 Pro e iPhone 12 Pro Max. O evento ocorreu no Apple Park, Cupertino (EUA), transmitido online pelo site da empresa e pelo YouTube.

De acordo com o presidente-executivo da Apple, Tim CooK, o iPhone 12 marca o começo de uma nova era para o iPhone. A principal novidade que trás o novo aparelho da Apple é a compatibilidade com a rede 5G, que melhora a conectividade dos aparelhos.

Cook também destacou os benefícios do novo aparelho para a privacidade e segurança, contando com uma melhor conectividade, os usuários não acessarão redes de WiFi públicas, que podem ser um risco.

As versões do iPhone 12 possuem telas Oled, que consomem menos energia, e vêm em tamanhos de 5,4 polegadas, 6,1 e 6,7 dependendo do modelo. Segundo a Apple, as telas também apresentam uma proteção de escudo de cerâmica, o que aumenta em até quatro vezes a resistência a quedas, bem como um processador A14 Bionic, mais veloz, sem esquecer da sua conectividade 5G, o que torna o aparelho mais veloz na maior parte da sua cadeia de funções.

O aparelho na caixa contém um cabo USB-C, para Lightning, que é diferente dos demais carregadores do iPhone que vinham com entrada USB-A, no entanto, pela primeira vez, carregadores e fones não acompanham os aparelhos.

O iPhone que conta com duas câmeras traseiras de 12 MP, é mais fino e leve que seu antecessor, o iPhone 11. Eles estarão disponíveis em cinco cores diferentes: preta, branca, vermelha, verde e azul.

As versões mais sofisticadas da linha, o iPhone 12 Pro e Pro Max, possuem 6,1 e 6,7 polegadas, respectivamente, sendo as maiores já feitas pela Apple. Ambos possuem três lentes traseiras e usam o sensor LiDAR, que melhora a noção da câmera que auxilia fotos noturnas e aplicativos que usam a realidade aumentada.

O preço anunciado para os produtos, varia entre 699 dólares, na versão Mini, e 1.099 dólares, na versão mais sofisticada. De lembrar que na Segunda (12), as acções da empresa dispararam com expectativa do lançamento.

Após um período de comercialização de seus produtos na Índia, através de terceiros retalhistas "online" e "offline", a Apple decide lançar a sua primeira loja online no País.

O CEO (Chief Executive Officer) da Apple, Tim CooK, disse num 'tweet' que a empresa mal pode esperar para se ligar aos clientes e expandir o apoio na Índia. Dado que, essa decisão tem o objectivo de aumentar as vendas na Índia, visto como um dos mercados mundiais de 'smartphones' com crescimento mais rápido.

O lançamento da primeira loja online, está previsto para o dia 23 de setembro, data esta que antecipa a grande temporada de festivais Hindus na Índia, que terão início no próximo mês.

A Índia, actualmente conta com cerca de 1,4 mil milhões de pessoas, incluindo milhões de novos utilizadores da internet todos os meses, o que levou o país a se tornar o foco dos gigantes da tecnologia nos últimos anos.

De lembrar que, actualmente a Apple, monta alguns Smartphones nas fábricas de Foxconn e Wistron em dois estados do sul da Índia.

 

Aconteceu na semana passada, um conflito entre a Apple e a Epic, que levou fabricante de smartphones encerrar a conta de desenvolvedor da produtora de games em suas plataformas.

No mês de Agosto, segundo noticiou o site de notícia Sapotek, a Epic Games voltou a tribunal para defender a sua posição contra a Apple e revela que já está a sentir os efeitos da retaliação da empresa. Considera a Apple que, bloquear o acesso a Fortnite na App Store vai causar danos irreparáveis.

A batalha entre a Epic Games e a Apple está longe de terminar, e a criadora do popular battle royale Fortnite já está a sentir os efeitos do bloqueio ao jogo na App Store. A produtora de videojogos voltou a tribunal para defender a sua posição e revelou que o número de utilizadores activos de Fortnite em iOS registou uma queda significativa de 60% desde 27 de agosto, altura em que a quarta temporada do jogo ficou de fora nos equipamentos da empresa.

De acordo com a queixa que deu entrada no Tribunal Distrital da Califórnia do Norte, a Epic Games afirma que a retaliação da Apple vai “gerar o caos” entre a actual comunidade de jogadores de Fortnite. Ao todo, estima-se que existam mais de 116 milhões de utilizadores em iOS e a empresa sublinha que bloquear-lhes o acesso ao jogo na App Store causará danos irreparáveis.

Os mais recentes dados da consultora Sensor Tower revelam ainda que o bloqueio ao Fortnite na App Store deixou um “buraco” de 1,2 mil milhões de dólares no mercado de jogos battle royale para smartphones.

O título da Epic Games encontra-se agora na quarta posição do ranking de jogos mobile que mais receitas arrecadaram entre 1 de janeiro e 13 de agosto deste ano, gerando quase 293 milhões de dólares. A consultora detalha que, no que toca à App Store, o jogo tinha conseguido alcançar a terceira posição, com cerca de 283 milhões de dólares.

Nos Estados Unidos, o seu principal mercado, o jogo terá conseguido arrecadar 181 milhões de dólares. Ainda antes de sair da loja digital da Apple, o título da Epic Games gerou 177 milhões de dólares em receitas.

A Epic Games, anteriormente chamada de Potomac Computer Systems e Epic MegaGames, é uma desenvolvedora norte-americana de jogos eletrônicos e softwares sediada em Cary, Carolina do Norte. Foi fundada em 1991 por Tim Sweeney e originalmente ficava localizada na cidade de Potomac em Maryland.

A Apple superou dificuldades de viagens e outras interrupções do coronavírus para iniciar a produção de seus iPhones 5G em meados de Setembro.

De acordo com o relato de dois executivos que falaram ao Nikkei Asian Review, a Apple começará a produção de iPhones 5G em meados de Setembro, com uma produção gradual, aumentando para produção em massa por volta do final de Setembro ou início de Outubro.

A publicação acrescenta ainda que a produção dos telefones 5G começará com pelo menos um modelo, a versão mais barata com uma tela OLED de 6,1 polegadas e duas câmaras traseiras. Este modelo responde por cerca de 40% dos pedidos de produção que a Apple fez para aparelhos 5G, acrescentaram as fontes.

Para manter o sigilo, disse uma fonte, todos os itens, mesmo os pequenos, foram embalados em caixas enormes e enviados em camiões de uso especial para Hong Kong, onde foram carregados em um avião com destino à Califórnia, para que os principais designers e engenheiros pudessem aprovar as amostras.

"Esse tipo de entrega secreta das amostras têm aumentado muito, a Apple está disposta a gastar tanto dinheiro para proteger seus produtos inacabados e altamente confidenciais", disse a fonte.

"Conseguimos encurtar o atraso significativamente e não vamos parar aqui", disse outro executivo da cadeia de suprimentos. "A montagem final de alguns modelos ainda será no início de Outubro, mas estamos a trabalhar para continuar a movimentar a produção o mais cedo possível."

Reagindo ao assunto, Jeff Pu, analista da GF Securities, disse que a Apple está apostar nos iPhones 5G para impulsionar o crescimento das vendas. “Mesmo sendo o ano do COVID-19, a Apple está a reservar pedidos relativamente saudáveis da cadeia de suprimentos e não vemos muitas interrupções para a produção final. O atraso parece estar controlado no momento”.

Embora os observadores esperassem que a empresa renovasse o modelo a cada ano para reactivar as vendas, surge essa notícia que ao ver dos especialista irá fazer crescer ainda mais as vendas dos produtos Apple a nível global.

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