novembro 28, 2021
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A UNITEL negou as acusações levantadas pela Sociedade Angolana dos Direitos de Autores (SADIA) e reforçadas pelo Serviço Nacional de Direitos de Autor e Conexos (SENADIAC), segundo as quais a empresa de telecomunicações não terá pago aos representantes legítimos os direitos autorais das músicas usadas nos serviços de streaming (Kisom) e RBT (Toque de Espera).

No seu comunicado emitido nesta Quinta-feira, 18 de Novembro, a UNITEL informa que "que tais declarações, além de constituírem inverdades, atentam contra a reputação, crédito e bom-nome que a UNITEL sempre granjeou...".

O comunicado da UNITEL constitui uma resposta à decisão tomada em Agosto último pelo Serviço Nacional de Direitos de Autor e Conexos (SENADIAC) no diferendo que envolve a UNITEL e a Sociedade Angolana dos Direitos de Autores (SADIA), em que a SADIA exige à UNITEL um pagamento de 453 milhões de kwanzas por alegada falta de pagamento dos direitos autorais das músicas usadas nos serviços citados acima, uma exigência apoiada pela SENADIAC.

Na altura, a UNITEL afirmou já ter pago pelos direitos autorais aos representantes dos artistas (LS Republicano, Go Edições, Sygnius, Arca Velha, Bom Som e Grupo Chialo). Entretanto, a SENADIAC argumentou no mesmo período que nenhum dos representantes citados tinha autoridade para actuar como Entidade de Gestão Colectiva (EGC), cabendo essa autoridade a SENADIAC.

Entretanto, no seu actual comunicado a UNITEL observa que nos termos da Lei n.º 114/16, de 30 de Maio, os titulares de direitos de autor e conexos podem, por si mesmos ou por meio de mandato concedidos a terceiros ou por intermédio de outra Entidade de Gestão Colectiva, exercerem os seus direitos, mesmo quando estejam já filiados nalguma Entidade de Gestão Colectiva.

Esta observação vem também a propósito de, no comunicado emitido pela SENADIAC em Agosto, a entidade ter destacado que concorda que os titulares dos direitos de autor e conexos são livres quanto à escolha dos seus representantes. No entanto, dizia o comunicado, importa referir que o que está aqui subjacente é que os titulares das músicas do "Kisom" e "Toque de Espera" confiaram a sua gestão a uma Entidade de Gestão Colectiva, que no caso concreto é a SADIA.

Como tal, o comunicado actual da empresa reforça a anterior posição da UNITEL afirmando que os conteúdos disponibilizados através das suas plataformas sempre foram autorizados pelos titulares dos direitos de autor e conexos, através dos seus representantes, e que a empresa sempre pagou as receitas devidas pela utilização destes conteúdos às partes que têm a responsabilidade de cobrá-las.

A UNITEL assegurou igualmente que a utilização de músicas e vídeos nas plataformas KISOM e RBT foram todas legitimadas por entidades mandatadas para o efeito, pelos respectivos autores e artistas, às quais a UNITEL está exclusivamente vinculada.

Todavia, apesar de apresentar a posição da empresa sobre o seu diferendo com a SADIA, o comunicado emitido pela UNITEL não faz qualquer menção sobre a exigência do pagamento de 453 milhões kwanzas feita pela SADIA desde Junho de 2020 e que foi reforçada pela SENADIAC em Agosto deste ano.

 

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No âmbito da simplificação dos serviços prestados aos cidadãos, a Direcção de Trânsito e Segurança Rodoviária apresentou ontem (14), um aplicativo que permite ao condutor, pagar a sua multa na hora e no local da autuação.

O chefe de secção das transgressões da Direcção de Trânsito e Segurança Rodoviária, explicando ao noticiário Jornal da Zimbo, referiu que, para evitar a detenção dos documentos dos condutores que se considerem infractores, é necessário que o indivíduo seja o usuário do aplicativo Multicaixa Express.

"O agente dirige-se ao cidadão, comunica que foi constatada uma infracção, vai ser autuado e apresenta as duas modalidades de pagamento. Se o cidadão for usuário do aplicativo Multicaixa Express e quiser fazer o pagamento da multa, faz e fornece o número telefónico ao agente para a recepção da mensagem onde vem a referência do pagamento", referiu.

A Direcção de Trânsito e Segurança Rodoviária conta actualmente com 39 telemóveis onde já foram instalados o referido aplicativo e pretende alargar o número para uma abrangência que poderá atender todo país.

 

 

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Há mais de 10 meses no mercado, desde o seu lançamento, o inovador aplicativo MyDStv, que permite compras em apps, lançado pela MultiChoice Angola, atingiu mais de 65 mil clientes.

O MyDStv é um aplicativo de auto-ajuda que dá aos clientes DStv o controlo total da sua conta DStv, directamente a partir do telemóvel. Os assinantes podem pagar com as suas contas DStv em tempo real, ver o seu histórico de pagamentos, gerir as definições de notificações, alterar o seu pacote de subscrição, actualizar os detalhes de contacto e corrigir erros de descodificação.

O aplicativo é o resultado de uma colaboração de três vias entre a MultiChoice Angola; a EMIS - Empresa Interbancária de Serviços; e a startup angolana Appy.


"Com mais de um milhão de downloads do MyDStv em todo o continente, esta aplicação inovadora está a ter um impacto positivo na experiência dos assinantes. Oferece mais do que uma plataforma de pagamento, e permite aos subscritores gerir toda a sua conta, e sem custos adicionais para eles", explica Glauco Ferreira, Director Geral da MultiChoice Angola.

O aplicativo já representa 52% da base digital (Website, WhatsApp e Facebook, Instagram) e é responsável por 86% dos pagamentos por via digital.

Num comunicado enviado à nossa redacção avança que a “MultiChoice Angola prevê lançar outro serviço inovador, até ao fim do ano - o serviço de streaming da DStv. Isto dará ainda mais autonomia aos assinantes da DStv, com os telespectadores a poderem ver televisão a qualquer momento e a utilizarem o Catch Up – um serviço de gravação automática de conteúdos - a partir de todos os canais da DStv no seu pacote de visualização, a partir do sistema iOS ou Android”, lê-se.

O comunicado ainda sublinha que“ a MultiChoice Angola irá revelar todos os detalhes do seu novo serviço de streaming, em breve”. 

 

 

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A funcionalidade Na Hora, disponibilizada em 2019 pelo Banco Angolano de Investimentos (BAI), que permite fazer transferência de dinheiro entre clientes BAI de forma prática, simples e rápida, encontra-se temporariamente desactivada, por motivos de manutenção, informou o Banco.

Esta funcionalidade permite aos clientes fazerem o envio e pedido de dinheiro pelo BAI Directo, por meio da inserção do número de telemóvel associado à conta bancária, de forma prática e segura.

Na informação pública, posta no site do Banco, lê-se um pedido de desculpas pelos transtornos causados aos utilizadores.
O Banco não avançou a data prevista para o retorno normal dessa funcionalidade, associada ao BAI Directo.

De recordar que, esta desactivação ocorre numa altura em que o banco está a solicitar a actualização de dados junto dos seus clientes.

 

 

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O Twitter anunciou, nesta Quinta-feira (23) um sistema de bonificação, em que utilizadores podem enviar dinheiro a outras pessoas e a organizações na rede social, a partir de um botão no perfil dos destinatários.

O recurso está disponível no sistema iOS, da Apple, e será permitido para Android, nas próximas semanas.

"As pessoas já costumam colocar links para perfis de pagamento em suas biografias e tweets, por exemplo. Esse processo torna-se mais fácil com as bonificações, já que o recurso oferece um ponto fixo na sua página de perfil para vincular sua conta no PicPay (aplicativo que funciona como carteira digital)", afirmou Esther Crawford, gerente de produto da plataforma.

De acordo com a empresa, o utilizador saberá que uma conta activou o recurso, ao ver um ícone ao lado do botão "seguir" na página de perfil. O Twitter diz que não receberá nenhuma percentagem das transacções.

Para activar a funcionalidade, é preciso clicar em “editar perfil”, tocar na opção “bonificações” e escolher o serviço de pagamento disponível em sua região.

Em El Salvador e nos Estados Unidos, as bonificações poderão ser enviadas com bitcoin ou Strike –um aplicativo de pagamentos por bitcoin gratuito.
Para utilizar o recurso, o Twitter afirma que os utilizadores devem ter mais de 18 anos, mas não especifica como será o controlo destes.

A rede social também anunciou que influenciadores poderão cobrar assinatura mensal de utilizadores que quiserem acesso a conteúdos exclusivos, em uma lógica parecida à da plataforma OnlyFans - plataforma online onde as pessoas podem pagar pelo conteúdo que consomem.

 

 

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