março 02, 2021

A UNITEL, lançou no passado dia 26 de Fevereiro, para os amantes da Cultura/Arte, a Aplicação de streaming -UNITEL Net Shows.

Em nota enviada à imprensa, a Unitel informa que, a Aplicação que pode ser baixada a partir do Google Play ou App Store, é aberta e contém conteúdos de qualidade nacionais como: filmes, curtas-metragens, eventos em directo, shows, passatempos, documentários, agendas culturais e muito mais.

Com essa Aplicação a UNITEL prevê impulsionar o aparecimento e a criação de uma indústria de produtores de conteúdos de vídeo e valorizar o conteúdo nacional desde o teatro ao cinema.

Mais uma vez a UNITEL reconhece a importância da Cultura/Arte para o desenvolvimento da sociedade angolana, sendo um dos pilares da sua actuação a nível da responsabilidade corporativa.

Depois do lançamento da sua plataforma de música - Kisom, até ao momento única entre as operadoras nacional, com essa iniciativa, a Unitel torna-se assim, a primeira operadora nacional a criar plataforma de streaming.

O Grupo de desenvolvedores do Google (GDG Cabinda) e a TchiowaHub realizarão no próximo sábado (27), no auditório do Instituto Superior Politécnico Lusíada de Cabinda, a segunda ediçao do Hackhaton GDG Cabinda.

Nesta segunda ediçao, que será de modalidade livre, serão apresentadas soluçoes para problemas reais da sociedade usando a tecnologia. A primeira ediçao do Hackathon, em 2020, teve como tema Covid-19.

O evento será realizado de 25 a 27 de Fevereiro de 2021, sendo que nos dias 25 e 26, os projectos mais promissores serão chamados para um treinamento intensivo onde poderão receber mentoria para o melhoramento dos seus projectos bem como técnicas para fazer apresentação (pitch).

E no dia 27 decorrerá a actividade presencial onde os concorrentes irão espelhar os seus projectos, no horário das 09:00 até 15:30, a mesma contará com uma transmissão online nas páginas do Facebook da TchiowaHub e da GDG Cabinda, sendo que o número de presentes será limitado.

Sobre o Hackaton

O Hackhaton foi criado com o intuito de poder ajudar a juventude cabindense a associarem a rede de programação, envolvendo todos os profissionais e não só, que possuem relações com a tecnologia, inovação e desenvolvimento de novas soluções. Neste evento, encontrarão programadores, designers, profissionais de marketing e TI.

Esta iniciativa visa a criação de projectos tecnológicos para solucionar problemas encontrados no mercado local e não só, usando nada mais do que a criatividade e habilidades em programação, um debate que envolve pessoas interessadas em solucionar problemas encontrados no mercado.

Visão

A GDG Cabinda pretende facilitar um encontro entre as entidades ligadas às tecnologias e não só, afim de terem o conhecimento do talento local em Tecnologias de Informação e Comunição, com o crescimento do acesso a internet que mesmo com as dificuldades existentes têm encontrado formas criativas de aprenderem novas habilidades.

O Hackhaton é uma competição de tecnologia que envolve pessoas interessadas em solucionar problemas e desenvolver soluções inovadoras.

Depois de ter feito o primeiro comunicado, veiculado no seu portal institucional no dia 11 de Fevereiro de 2019, onde referia que a plataforma “Angobit” não estava autorizada a exercer quaisquer actividades no âmbito do sistema de pagamentos angolano, o Banco Nacional de Angola (BNA) voltou a informar o público, na passada segunda-feira (22), sobre a necessidade da não utilização da plataforma Angobit.

O primeiro comunicado referia que, o BNA tomou conhecimento, através das redes sociais, da existência de uma entidade denominada “Angobit”, cuja actividade consistia na prestação de serviços de pagamentos, concretamente, a emissão de cartões de pagamentos da rede VISA. No mesmo comunicado, o BNA referia que a entidade não estava autorizada a exercer quaisquer actividades no âmbito do sistema de pagamentos angolano, facto que ainda se mantém actualmente.

Compulsada a página de internet da referida entidade (https://angobit.com/contact), o Banco Nacional de Angola constatou o seguinte: (i) que contém um endereço sito no Bangladesh e um contacto telefónico com indicativo de Angola. Para além disso, constatou igualmente que esta entidade tem publicitado o serviço de comercialização de câmbios, envolvendo criptomoedas.

Sobre este assunto, o Banco Nacional de Angola reitera que a suposta entidade que actua sob a designação comercial “Angobit”, nomeadamente através do site "https://www.angobit.com/", não está habilitada, pelo Banco Nacional de Angola a exercer, em Angola, qualquer actividade reservada às instituições financeiras, pelo que informa que devem abster-se de realizar quaisquer contratos e/ou operações de natureza financeira com a referida entidade. Consequentemente, qualquer agente económico que opte por manter uma relação de negócio com esta entidade, estará a fazê-lo por sua própria conta e risco.

“Informamos ainda que as entidades autorizadas a exercerem a actividade de prestação de serviços de pagamento (remessa de valores), podem ser consultadas no site do Banco Nacional de Angola, em www.bna.ao”, lê-se no comunicado.

O BNA informa por outro lado, que as entidades que pretendam exercer quaisquer actividades de natureza financeira ou de crédito, devem previamente solicitar a autorização do Banco Nacional de Angola, nos termos da Lei n.º 12/15 de 17 de Junho, Lei de Bases das Instituições Financeiras.

A startup angolana Deya assegurou a sua primeira ronda de financiamento pré-semente de mais de 50.000 mil dólares americanos (valor exacto não divulgado) junto a um grupo de investidores anjos.

A Deya é a primeira plataforma de crowdfunding (financiamento colectivo) em Angola e nos PALOP, lançada em 2017 tendo como missão ajudar a impulsionar o acesso ao financiamento para causas de impacto social e posteriormente projectos empreendedores, tornando-se o ponto de encontro rápido e seguro entre angariadores de fundos e financiadores/doadores.

Este investimento possibilitará à startup melhorar o desenvolvimento da sua plataforma nos próximos meses, para ser mais robusta e com melhor experiência para os utilizadores, bem como implementar o seu modelo de negócio, começando assim a gerar receita para impulsionar o seu crescimento.

“Estou muito entusiasmada com o sucesso desta ronda de financiamento, pois durou quase um ano até fecharmos as negociações com os investidores anjos desta ronda. Este financiamento pré-semente é importante porque vai permitir-nos desenvolver nova propriedade intelectual para a plataforma e expandir a oferta da Deya para que os seus utilizadores (individuos e organizações) possam tirar o maior valor possível, e assim possibilitar maior crescimento de forma exponencial da plataforma.” revela a co-fundadora da Bantu Makers e CEO da Deya, Vanda de Oliveira.

Desde o seu lançamento, já foram angariados através da Deya mais de 15 milhões de Kwanzas para projectos de impacto social. A startup, que neste momento opera nos modelos de doação e recompensa, já está também a desenhar a implementação do modelo de equity (capital), a ser lançado ainda neste ano, para permitir que negócios inovadores e PMEs possam levantar financiamento através desta modalidade de financiamento colectivo.

De acordo com um estudo do Banco Mundial (relatório de 2013), há oportunidade para que mais de 344 milhões de pessoas nos países emergentes possam participar no crowdfunding, e o continente africano tem um potencial de mercado de $2.5bn até 2025. “A beleza do crowdfunding é a possibilidade de individuos, empresas e organizações poderem angariar fundos sem a intermediação de bancos ou outras instituições tradicionais de financiamento e é neste potencial que estamos a trabalhar para tornar a plataforma de referência neste sector para África subsariana nos próximos cinco anos. Este financiamento é a primeira fase de fazer cumprir este objectivo” acrescentou a CEO Vanda de Oliveira.

Sobre a Deya

Fundada em 2017 pela startup studio Bantu Makers e Doriel Fonseca, a Deya é a primeira plataforma de crowdfunding angolana e nos PALOP, e tem como a missão ajudar a impulsionar o acesso ao financiamento para causas de impacto social e brevemente projectos empreendedores, sendo o ponto de encontro rápido e seguro entre angariadores de fundos e financiadores/doadores.
A plataforma remove as barreiras físicas tradicionalmente associadas ao recebimento de apoio financeiro para causas de impacto social e ajuda também a empoderar os filantropos modernos a causar impacto, facilitando a doação e conexão com causas que importam.

Sobre Crowdfunding
Crowdfunding (financiamento colectivo ou colaborativo), uma subcategoria de fintech (financeiras tecnológicas), que consiste em financiar projectos e causas, angariando pequenas quantias de dinheiro através de uma grande quantidade de pessoas, por intermédio de campanhas em plataformas online de crowdfunding.

O crowdfunding ajudou a democratizar o acesso ao financiamento tornando-se uma opção de financiamento popular para startups e causas sociais, e hoje também para PMEs e é considerado como parte integrante do financiamento de capital de risco.

Os laboratórios dos institutos Politécnico Industrial de Luanda (IPIL) e de Telecomunicações de Luanda (ITEL) vão contar, ainda este ano, com novos equipamentos de tecnologia de comunicação e informação, no quadro da modernização dos mesmos.

Esta informação foi prestada na passada sexta-feira (19), pela ministra da Educação, Luísa Grilo, quando procedia a uma visita de constatação aos laboratórios dos referidos institutos, onde se vão instalar os equipamentos.

Os equipamentos, entre tablets, computadores e acessórios electrónicos, a serem disponibilizados, resultam de uma parceria entre o Ministério da Educação e a fábrica Afrione (vocacionada à montagem e reparação de meios electrónicos).

A ministra chamou a atenção da direcção da fábrica sobre a necessidade de se capacitar os estudantes de modo a se tornarem auto-suficientes, ao ponto de poderem abrir o seu próprio negócio, após a formação escolar.

De acordo com Shair Berry, presidente do Conselho de Administração da  Afrione, o intercâmbio surge no âmbito da responsabilidade social da sua empresa com o fim de gerar desenvolvimento sustentável do capital humano.  

O mesmo adiantou que a fábrica pretende actuar pelo país, desenvolvendo centros de treinamentos para crianças e jovens, de modo a que possam melhorar o manejo e acesso aos telemóveis, computadores e tablets.

A fábrica Afrione, inaugurada em Outubro de 2020, tem capacidade de produção, numa primeira fase, de três mil telefones por ano.

 

Fonte: Angop

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