novembro 28, 2021
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A Africell, vencedora do concurso público para atribuição do 4º título global unificado para a prestação de serviço público de comunicações electrónicas inaugurou em Luanda, segundo consta no seu site oficial, o seu primeiro Data Center, visando a abertura das operações marcadas para Dezembro próximo.

Na informação veiculada no seu site oficial, a Africell afirma que, a instalação do Data Center é o resultado de um investimento financeiro muito significativo e que será a pedra angular da rede da Africell em Angola, fornecendo uma plataforma para um ecossistema digital para os utilizadores da rede móvel, empreendedores e inovadores.

Christopher Lundh, CEO da Africell Angola, afirma que, a abertura do Data Center é um marco significativo. “Queremos liderar a transformação digital. A Africell está a investir em tecnologia que proporcionará à Angola uma conectividade digital mais rápida, acessível e fiável do que antes. O novo Data Center da Africell possui particularidades tecnológicas únicas, tendo sido projectado em colaboração com parceiros de tecnologia mundialmente renomados e construído com os mais altos padrões de eficiência, desempenho e resiliência”.

A Africell revela por outro lado que o Data Center inaugurado é totalmente baseado em cloud e utiliza tecnologia de última geração para atingir níveis excepcionais de resiliência, confiabilidade e interoperabilidade.

A infraestrutura conta com equipamentos de marcas internacionais como a HP, Nokia, Dell e Oracle, além de parceiros locais como a CPC Africa, a Jembas e a Prosecurity que estiveram envolvidos na elaboração, construção e implementação do projecto.

Além de suportar a rede móvel da Africell Angola, o Data Center localizado estrategicamente na sede da Africell Angola em Luanda, no edifício Kings Tower, irá beneficiar empreendedores e inovadores angolanos ao fornecer um ambiente aberto no qual podem hospedar, integrar e executar os seus aplicativos a um custo baixo, removendo assim um dos principais obstáculos para um empreendimento de sucesso: o acesso limitado aos principais recursos digitais.

Tal como acontece com outras actividades da Africell em Angola, o Data Center irá criar inúmeros empregos para técnicos altamente qualificados nas áreas de informática, engenharia e telecomunicações. As funções incluirão serviços de TI , monitorização e manutenção da infraestrutura, e análise permanente de segurança e performance energética.

“Estou muito satisfeito com o progresso da nossa operação aqui em Angola”, disse Ziad Dalloul, presidente e CEO do Africell Group. “As bases sólidas que estamos a lançar hoje, os termos de recrutamento, investimento e planeamento, irão beneficiar os nossos clientes assim que lançarmos oficialmente os serviços de rede móvel”.

A Africell está a concluir a primeira fase de implementação de uma rede móvel capacitada para 5G de alta velocidade. A Africell firmou uma série de parcerias tecnológicas com empresas internacionais e locais (incluindo Nokia, Oracle, Aviat, Angola Cables, MS Telcom, Angola Telecom, TPA e Infrasat) encontrando-se outras em fase final de concretização.

 

 

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A Africell, vencedora do título global unificado para a quarta operadora do país, assinou um acordo de parceria estratégica com a Angola Cables, multinacional angolana de telecomunicações, no sentido de assegurar uma internet de alta qualidade com soluções de Internet e conectividade em Angola.

Segundo um comunicado da empresa, esta parceria estratégica teve como foco principal, optimizar a experiência do cliente final angolano, para que este possa usufruir de uma experiência de alta velocidade no acesso a conteúdos com baixa latência em toda a rede da Africell e nas ligações ao IXP de Angola, o Angonix, com conteúdos prontos a descarregar dentro do país, bem como o acesso aos principais pontos de atractividade de dados internacionais em África, Europa e nos Estados Unidos com redução dos tempos de pesquisa e download de aplicativos.

A parceria estratégica entre Angola Cables e a Africell serve assim o país, com um entendimento baseado na qualidade do ecossistema de redes de telecomunicações em Angola, facilita a interligação a operadores de internet, serviços de tecnologia de informação e nuvem, e redes de distribuição de conteúdos digitais.

Para Ângelo Gama, CEO da Angola Cables “a Angola Cables está empenhada em criar parcerias e assim contribuir para o desenvolvimento da economia digital em Angola, partilhando o seu know-how consolidado em projectos de qualidade internacional para alavancar a criação de soluções a medida das necessidades dos operadores no país. O nosso propósito é que a rede de cabos submarinos, pontos de presença Mundiais e ligações de internet continentais em África, venham reforçar a posição de Angola como player-chave Africano na vanguarda do desenvolvimento tecnológico de um porto digital de entrada e saída de conteúdos para África. A contribuir para esse importante desafio, estaremos a trabalhar em parcerias estratégicas com os operadores locais para que, em conjunto, consigamos tirar dividendos para a diversificação da economia em Angola pela via da economia digital que é o futuro, apoiados em soluções diferenciadoras e com as nossas equipas dedicadas a reforçar fortemente a operação dos nossos parceiros”. – Lê-se no documento.

O documento ainda refere que, as vantagens competitivas desta parceria estratégica de longo prazo, vão além de benefícios económicos e garantias operacionais. Favorecem também o crescimento sustentável da Africell, dentro de um ecossistema de hiper conectividade de Angola com protocolos de segurança e escalabilidade devidamente afinados que valorizam a oferta diferenciada para o consumidor final face as suas congéneres.

 

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A Africell informou na terça-feira que estava a encerrar as suas operações no Uganda, onde enfrentou forte concorrência por parte das unidades locais das empresas de telecomunicações MTN MTNJ.J e Bharti Airtel BRTI.NS.

A operar na República Democrática do Congo, Gâmbia e Serra Leoa, a Africell entrou no mercado do Uganda em 2014, após adquirir as operações locais da francesa Orange.

Mas tem lutado para se expandir contra a MTN da África do Sul, que tem o maior número de assinantes no país da África Oriental, com mais de dez milhões, e a Bharti Airtel da Índia.

"Africell ... encerrará as operações no Uganda a 7 de Outubro de 2021 ", afirmou a empresa em comunicado, acrescentando que a sua decisão foi" baseada numa avaliação cuidadosa das perspectivas comerciais a longo prazo para o negócio "e como o Uganda se encaixava na sua estratégia para impulsionar a transformação digital.

Africell tinha 2,3 milhões de assinantes no Uganda, de acordo com o site da empresa.

Em todo o continente esta possui 12 milhões de assinantes e planeia lançar operações em Angola até ao final do ano em curso, disse Sam Williams, o director de comunicações da empresa à Reuters.

A notícia deve beneficiar a MTN, que se prepara para um IPO no qual pretende vender 20% das suas acções ao público.

O governo, no ano passado, determinou que todas as empresas de telecomunicações do país listassem pelo menos 20% das suas acções, como uma forma de permitir que os seus cidadãos compartilhassem uma fatia dos lucros.

A desaceleração do crescimento nos últimos anos, exacerbada pelos efeitos da COVID-19, reduziu as perspectivas económicas do país da África Oriental e levou a um êxodo permanente de empresas estrangeiras, incluindo redes de supermercados da África do Sul e do vizinho Quénia.

 

 

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O desenvolvimento social e económico de um país, há muito que ficou também dependente das infra-estruturas tecnológicas existentes. Apostar neste tipo de infra-estrutura, é a melhor saída para o crescimento sustentável das pessoas. A abertura do concurso público (que escolheu a Africell) por parte do governo angolano, com vista a elevar o número de operadoras de telefonia no país, não será (penso eu), para nós clientes ou usuários, um mero sentido de cumprimento de números.

Os dados mostram que o crescimento acelerado da inclusão digital e do ecossistema da internet em África é suportada maioritariamente por operadoras móveis de telecomunicações. Em Angola a realidade não é diferente. A Unitel, a Movicel e num futuro breve a Africell, terão de "lutar" pela aceitação permanente dos cerca de quinze milhões de assinantes de telefonia móvel e sete milhões de utilizadores de Internet.

Julgo que não tem sido uma tarefa fácil para as duas operadoras móveis actuais e nem será quando a terceira (móvel) iniciar as operações, julgando pela maturidade do consumidor angolano, principalmente dos serviços de telecomunicações.

De acordo com os dados do INACOM, que aponta para sete milhões de usuários de internet em Angola, no universo de quinze milhões de assinantes dos serviços de telefonia móvel, será um factor a ter em conta (por parte das operadoras) nesta "batalha" de elevar a fasquia do número de usuários de internet em Angola, propondo planos atractivos para os que já têm acesso e criar políticas de redução de preços dos dispositivos que facilitam o acesso à internet, com vista a incluir os cerca de oito milhões de usuários de telefonia móvel sem acesso à internet - serviço com mais procura no sector de telecomunicações nos últimos tempos.

Enquanto estudante na Índia - o segundo maior mercado de telefonia móvel do mundo, conheci duas (entre as nove) operadoras que disputam freneticamente a concorrência daquele país: a Airtel e a Vodafone Índia. Pela minha necessidade, que era essencialmente do uso de internet, escolhi a Airtel, não por ser a maior operadora do país, mas sim por atender o que precisava, por um custo mais baixo do que as demais. Para se ter uma ideia, a Airtel tem um plano de 3 GB de dados por dia, durante três meses, com direito a chamadas gratuitas e ilimitadas para clientes da sua rede por um valor equivalente a 2.700,00 Kz. Quem ganha com isso, com certeza é o cliente.

Quando não há concorrentes a altura, quem sofre é o consumidor que se vê na obrigação de consumir o que lhe é imposto na ausência de outras alternativas. Porém, não se pode pensar que o número de operadoras por si só, fará com que haja maior satisfação das necessidades dos consumidores. A capacidade de entregar produtos e serviços de qualidade e a menor custo, definirá a aceitação dos consumidores em qual das três operadoras aderir.

 

A Africell fez saber, por meio de uma nota, que criou uma parceria com a gigante tecnológica, Oracle, para fornecer soluções de serviços móveis em Angola.

A nota refere que, para atender a demanda dos serviços de telecomunicações, à medida que se expande para o mercado de Angola, a Africell escolheu a Oracle Communications que contém soluções de cobrança, política e fracturamento. Estas soluções ajudarão a operadora a rentabilizar os seus serviços móveis em Angola, proporcionando uma experiência fácil e intuitiva aos clientes.

“A Africell está empenhada em estabelecer conectividade móvel rápida e confiável nas comunidades locais que vai servir ”, disse Younes Chaaban, Director Técnico da Africell. “À medida que expandimos nossos negócios, precisamos de sistemas de cobrança e gestão de receitas flexíveis e escalonáveis ​​que suportam nossos sistemas pré-pagos e modelos de serviço pós-pago - e que darão suporte à futuros serviços 5G. O sistema da Oracle atende o nosso negócio e os requisitos técnicos, e irá acelerar o nosso tempo de colocação no mercado angolano. ”

A nota refere, por outro lado, que para cumprir o cronograma e lançar as bases para uma nova geração de serviços móveis em Angola, a Africell queria uma solução completa e integrada para apoiar a activação de contas, fornecendo em tempo real informações de saldo e monitoramento dos serviços.

A plataforma totalmente integrativa, incluirá a Oracle Communications Billing and Revenue Management, a Oracle Converged Charging e o sistema de gestão de políticas para activar automaticamente os serviços para clientes finais.

Em Fevereiro deste ano, a Africell foi a vencedora do concurso público internacional para a quarta licença universal de comunicações móveis em Angola, lançado pelo Estado, com o objectivo de reformar o sector e contribuir para o maior desenvolvimento da sua economia.

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