outubro 27, 2020

África: Traders têm menos probabilidade de fraudes de criptomoedas

By setembro 18, 2020
África: Traders têm menos probabilidade de fraudes de criptomoedas Imagem: D.R

Os Traders do continente africano têm se mostrado menos propensos a fraudes de criptomoedas, diz o relatório de 2020 da Chainalysis.

De acordo com a empresa de perícia em blockchain, os comerciantes de criptomoedas em África, têm menos probabilidade de enviar ou receber tokens de endereços fraudulentos conhecidos, do que os Traders de outras regiões. Isto porque África apresenta uma boa percentagem de pessoas que conhecem e evitam esquemas fraudulentos.

No Relatório 2020 de Geografia da Criptomoeda da Chainalysis, a empresa afirma que a percentagem de actividade de criptomoeda ilícita associada à golpes, não é tão alta em África quanto em outras regiões do mundo. A actividade ilícita de criptomoedas foi responsável por apenas 2% do volume de negócios de aproximadamente 16 bilhões de dólares na região no período de julho de 2019 a junho de 2020.

“Pessoas em muitas partes de África foram vítimas de golpes financeiros comuns no mundo fiduciário, como esquemas de pirâmide e outros golpes de investimento”, afirmou o relatório. Apesar dos golpes ainda representarem uma grande parte da actividade ilícita de criptomoedas em África, a participação não é tão alta quanto em outros lugares.”

Na Europa Oriental, no entanto, onde as transações ilícitas representaram seis vezes mais do que os números de África para todo o volume de criptomoedas naquele ano, mais pessoas provavelmente caíram em esquemas de pirâmide de criptomoedas e "brindes". Os golpes comprometeram 50% de todo o mercado de criptomoedas no nível muito mais alto de transações ilícitas da região, e a Europa Oriental é um foco de actividade na darknet.

A explicação para esse fenômeno pode ser a crescente educação em criptomoedas que tem havido em África. De acordo com a gerente regional da Binance para a África do Sul, Tanya Knowles, a melhor abordagem que os comerciantes de criptomoedas no país pode adotar é garantir que haja educação sobre fraudes.

Um dos líderes que agora defendem a educação sobre blockchain e criptomoedas em África já foi vítima de golpes de criptomoeadas. Doris Ojuedeire fundou a organização sem fins lucrativos Blockchain African Ladies e a plataforma Crypto Lioness, ambas destinadas a educar as mulheres sobre a tecnologia de blockchain e comércio de criptomoedas.

Emílio Welemo

Jovem Moçambicano, formado em Teologia e em Gestão.

"Tenho gosto pela redação, pois é o meio pelo qual expresso minhas ideias e aspirações".

Correspondente do Portal de T.I em Moçambique.

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