setembro 27, 2021

O Presidente dos Estados Unidos da América, Joe Biden, recebeu esta Quarta-feira(25) na Casa Branca, os líderes das grandes empresas tecnológicas, com destaque para a Google, Apple, Amazon e IBM, bem como os lideres das empresas do sector de energia, banca, seguros e educação, para falar sobre a questão da cibersegurança.

Os ataques informáticos de larga escala sucedem-se, afectando cada vez mais sectores. Com base nestes acontecimentos, o presidente Biden, prometeu durante a referida reunião, modernizar a defesa do Governo Federal e melhorar a área da segurança.

De acordo com o jornal Financial Times, Joe Biden salientou nesta reunião, que a maioria das infra-estruturas críticas do país é detida e operada pelo sector privado, tendo considerado não ser justo o Governo Federal responder a este desafio sozinho.

Após a reunião, a Casa Branca anunciou que o National Institute of Standards and Technology vai trabalhar com as diferentes empresas para fazer melhorias na cadeia de produção de software
e ainda responder aos desafios que sejam encontrados em alguns serviços.

Pela voz de Sundar Pichai, o líder da Google, a empresa comprometeu-se a participar nesta iniciativa e trouxe uma aposta para a mesa: a gigante da internet está disposta a investir mais de 10 mil milhões de dólares na área da cibersegurança ao longo dos próximos cinco anos.

A IBM por sua vez, prometeu por meio do seu CEO Arvind Krishna, treinar mais 150 mil pessoas na área cibersegurança nos próximos três anos. A Microsoft, que também foi alvo de um ataque cibernético em Maio deste ano, apontou um investimento de 20 mil milhões de dólares para os próximos cinco anos.

A Apple não se comprometeu com um valor fechado, mas garantiu que vai estabelecer um programa focado na área das melhorias da segurança. Enquanto que a Amazon prometeu que irá disponibilizar de forma gratuita ao público o mesmo treino de consciencialização sobre segurança que disponibiliza aos seus funcionários.

Depois do êxito das edições passadas, a empresa ANS Alberto vai lançar nos dias 26 de Julho até 16 de Agosto de 2021, uma nova etapa do programa de Cyber Security 2021-2022, para capacitar de forma gratuita profissionais em segurança cibernética.

O projecto conta com quatro fases, cujo objectivo é estimular e capacitar alunos a especializarem-se em módulos como Networking Academy (Netcom) ou Fundamentos de Cibersegurança, e a sua finalização é pré-requisito para os melhores alunos concorrerem às 1.500 bolsas gratuitas para cursos profissionais oferecidas pela ANS Alberto Consultoria Lda e parceiros.

Com conteúdo prático e abrangente em mais de 2 horas de sessões ao vivo para aqueles que estão fora da cidade de luanda - Angola.

O projecto tem como público-alvo:

✔️ Estudantes da área de tecnologia
✔️ Interessados em actuar no mercado de tecnologia
✔️ Profissionais de cyber security
✔️ Profissionais de computação

A ANS Alberto, é uma empresa vocacionada em prestação de serviços em consultoria em Cyber Segurança, Cyber Defesa e Cyber Criminalidade assim como no desenvolvimento de sistemas Informáticos e Plataforma webs.

Para inscrições e outras informações, contacte: +244931225479

Whatsapp: +244 939424752.

A Microsoft anunciou nesta Segunda-feira(13) a aquisição da startup de segurança cibernética RiskIQ para ajudar as empresas a se protegerem melhor das ameaças cibernéticas.

Diante dos frequentes ataques cibernéticos, a Microsoft afirmou que a aquisição ajudará seus clientes a enfrentarem as ameaças específicas representadas pelo trabalho remoto e pela computação em nuvem.

O software da RiskIQ permite que as empresas monitorem toda a sua rede, incluindo operações em vários provedores de nuvem, e sua pesquisa de inteligência de ameaças auxilia as empresas na identificação e mitigação de ameaças potenciais.

De acordo com a Bloomberg, a Microsoft pagou mais de 500 milhões de dólares norte-americano para comprar o RiskIQ, sem no entanto adiantar os termos financeiros da aquisição.

Eric Doerr, vice-presidente de segurança em nuvem da Microsoft, referiu que a RiskIQ ajuda os clientes a manterem sua superfície de ataque segura. E que os mais de 10 anos de experiência da companhia, ajuda as organizações a identificarem e corrigirem vulnerabilidades antes que um criminoso possa atingi-las.
 
“Não poderíamos estar mais satisfeitos em unir forças para capacitar a comunidade mundial a se proteger contra a crescente enxurrada de ataques cibernéticos", referiu Elias Manousos, fundador e CEO do RiskIQ.

O anúncio chega em um momento em que muitos líderes corporativos estão preocupados com a segurança cibernética.

A SISTEC está a promover, em parceria com a Hiperdist, um webinar sobre segurança Cisco e Meraki.

Esta formação 100% gratuita, vai oferecer aos seus participantes duas oportunidades de ganharem prémios num valor de 300 USD por cada jogo, totalizando um acumulado de 600 USD.

Para se habilitarem a ganhar, todos os interessados terão que responder às perguntas do jogo e inscrever-se clicando aqui.

Os prémios atribuídos serão entregues em vouchers e convertidos em produtos nas lojas SISTEC.

O evento irá acontecer no próximo dia 29 de Junho, terça-feira às 10h.

Inscreva-se já.

Todos os dias registam-se, cerca de cinco queixas de acesso indevido de dados bancários e partilha de informações clínicas de pacientes, de acordo com as denúncias feitas nos balcões da Agência de Protecção de Dados (APD) e no seu website.

Dos micro aos macrodados, cita-se o recente ataque cibernético à plataforma tecnológica de apoio as actividades do Ministério das Finanças (MINFIN), e o caso já foi reportado à Agência de Protecção de dados, que garante estar a decorrer neste momento um processo de inspecção para procurar possíveis lesados do ataque.

"O nosso pessoal da administração continua a trabalhar com o MINFIN, para em tempo oportuno aferir em que medida os dados dos funcionários e dos utentes deste serviço foram afectados", disse à Televisão Pública de Angola o director do gabinete jurídico da APD, Njunjulo António, defendendo que os ficheiros das empresas contendo dados pessoais são objectos de legalização, e as instituições que se furtarem deste processo vão pagar pesadas multas.

"Ainda constata-se que há uma insistência por parte de determinadas entidades, quer públicas ou privadas (telecomunicações, seguros e banca), a tratarem dados pessoais de forma ilegal sem notificarem a APD e em alguns casos sem o consentimento de suas entidades.

Face a isto, a Direcção Nacional para as políticas de Acção, Segurança e Serviços Digitais, garante que o governo vai criar o centro de resposta de incidentes informáticos, com vista a acompanhar os crimes na internet.

"Estamos à trabalhar na elaboração de uma política de segurança da informação para que as instituições consigam proteger as suas infraestruturas, e com isto, vem a institucionalização para resposta aos incidentes informáticos.

A segurança dos dados pessoais é de lei, com o quadro legal de 2011, que vigora a protecção dos sistemas informáticos e o direito a reservas da vida privada, prevista na constituição da República.

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