outubro 28, 2021

A Sunrise UPC implantou a solução BladeAAU Pro de próxima geração da Huawei em sua rede na Suíça, revelando novas possibilidades para o desenvolvimento de negócios 5G em uma infinidade de cenários inovadores.    

A maioria das estações base na Suíça são implantadas em um único pólo. Embora a implantação do 5G continue, a Sunrise UPC mantém os locais 2G, 3G e 4G existentes, deixando grandes desafios no espaço da antena, resistência ao vento e rolamento da torre. O ajuste do local requer uma licença de construção se o espaço da antena diferir do local original no comprimento, e isso pode levar meses ou até anos. Muitos de seus sites possuem apenas uma antena com espaço limitado. Isso significa um ajuste pesado para a nova construção 5G.

Com o BladeAAU Pro da Huawei, o Sunrise UPC acelera muito a implantação do 5G Massive MIMO.

O BladeAAU Pro da Huawei integra antenas activas e passivas. Ele permite que várias bandas e tecnologias de acesso de rádio sejam implantadas nas mesmas antenas, simplificando drasticamente a implantação da rede. Este alto nível de integração permite que uma antena forneça cobertura para vários modos de rede, reduzindo a resistência do vento e garantindo que os módulos 5G possam ser instalados em posições mais altas nos postes existentes. Com seu suporte de banda completa e grande largura de banda, ele ajuda as operadoras a reduzir o tempo de implantação e é flexível o suficiente para se adaptar a diversos cenários. Com esta combinação de recursos poderosos, o BladeAAU Pro tornou-se o favorito entre as operadoras desde sua circulação no mercado global de telecomunicações.

Alexander Lehrmann, Director de Desenvolvimento de Novos Negócios e Inovação da Sunrise UPC, comentou sobre a implantação, dizendo que "O objectivo da Sunrise UPC é continuar como um líder na construção de redes 5G de alta qualidade que podem fornecer experiência premium e liderar nossos negócios em direcção ao sucesso". Ele disse ainda que, a Sunrise UPC espera inovar ainda mais com a Huawei para promover o desenvolvimento de negócios 5G em uma variedade de novas esferas, incluindo construção inteligente, agricultura inteligente, saúde inteligente e locais inteligentes.

Wang Haitao, CEO da Huawei Suíça, disse: "O desenvolvimento 5G em todo o mundo está entrando em território desconhecido. A Huawei se esforça para fornecer produtos e soluções inovadores para operadoras globais para enfrentar os desafios nos negócios 5G e explorar mais cenários para inovação e aplicação 5G, obtendo sucesso nos negócios".

O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, referiu recentemente em uma entrevista concedida ao The Verge, que o Facebook está focada em construir um conjunto maximalista e interconectado de experiências directas da ficção científica - um mundo conhecido como metaverso.

As equipas de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) das gigantes tecnológicas estão focadas em desenvolver mecanismos cada vez mais sofisticados. E o metaverso é o mecanismo capaz de transportar o usuário (por meio de recursos tecnológicos) para o universo digital em experiências totalmente imersivas, interativas e com alto grau de realismo.

Zuckerberg referiu que as divisões da empresa focadas em produtos para comunidades, criadores, comércio e realidade virtual trabalhariam cada vez mais para concretizar essa visão futurista, capaz de criar uma convergência de realidades física, aumentada e virtual em um espaço online partilhado. 

Especialistas contactados pelo The Verge, referem que, a materialização deste projecto ambicioso de Zuckerberg deverá conter uma economia de pleno direito; e oferecerem interoperabilidade sem precedentes.

Zuckerberg disse que o metaverso trará enormes oportunidades para criadores e artistas individuais onde nenhuma empresa administrará o metaverso, fazendo com que funcione como uma “internet incorporada”, operada por muitos participantes diferentes de forma descentralizada".

A startup de neurotecnologia Synchron, tornou-sa a primeira empresa a receber aprovação regulatória do FDA, órgão dos Estados Unidos que regula os aspectos científicos do país, para começar a testar implantes cerebrais em voluntários humanos.

Com essa autorização dada pelo FDA, a Synchron anunciou que espera iniciar estudos em humanos ainda este ano. O produto da empresa, baptizado de Stentrode, é um implante neural que se conecta ao cérebro por meio da jugular.

De acordo com o New York Times, a victória da Synchron sobre a Neuralink, em partes, acontece porque o Stentrode oferece uma abordagem muito menos invasiva em comparação com o implante da empresa de Elon Musk. O implante da Neuralink inclui vários fios, que são perfurados no crânio do usuário, em contrapartida, o implante da Synchron pode ficar totalmente fora do crânio.

Um dos grandes objectivos dos implantes neurais é de dar à pessoas paralíticas a capacidade de se moverem e comunicarem através de uma interface cérebro-computador.

Uma investigação revelada neste Domingo(18) por um consórcio de organizações de mídia, apurou que, pelo menos, trinta e sete smartphones de jornalistas, activistas de direitos humanos e executivos, foram visados por um spyware de nível militar” que foi licenciado por uma empresa israelita denominada NSO Group.

De acordo com a reportagem da CNN, os números de telefones estavam em uma lista de mais de 50 mil números de indivíduos. O spyware Pegasus consegue driblar senhas para capturar dados do telefone, sem conhecimento do usuário.

Na referida investigação, denominada por Projecto Pegasus – que contou com a ajuda da Amnistia Internacional e da Forbidden Stories, uma ONG sem fins lucrativos de jornalismo com sede em Paris – foram identificadas “mais de 1.000 pessoas em mais de 50 países de quatro continentes: vários membros da família real árabe, executivos do sector privado, 85 activistas de direitos humanos, 189 jornalistas e mais de 600 políticos e funcionários públicos.

Da lista dos órgãos de comunicação cujos jornalistas foram visados, consta a rede CNN, as agências The Associated Press, Voice of America, Bloomberg News, os jornais “The New York Times”, “The Wall Street Journal”, o francês “Le Monde”, o britânico “Financial Times” e a rede Al Jazeera, do Qatar.

Em uma longa declaração à CNN, a empresa NSO Group negou veementemente as descobertas da investigação, dizendo que vende suas tecnologias exclusivamente para agências de segurança e de inteligência de governos devidamente examinados com o único propósito de salvar vidas por meio da prevenção de crimes e actos terroristas.

“A NSO não opera o sistema e não tem visibilidade para os dados”, refere o comunicado da empresa, tendo acrescentado ainda que, "ela continuará a investigar todas as alegações confiáveis de uso indevido e irá tomar as medidas adequadas com base nos resultados de tais investigações".

Desenvolvido há uma década com a ajuda de ex-ciberespiões israelitas, o spyware foi projectado para contornar facilmente medidas de privacidade típicas de smartphones, como senhas fortes e criptografia.

Uma equipa de pesquisadores chineses afirmou que o supercomputador, Zuchongzhi, estabeleceu uma nova marca na história da computação quântica, tornando-se assim, a máquina mais poderosa do mundo na sua categoria, graças a uma tarefa de referência efectuada em cerca de 70 minutos para supercomputadores "clássicos" que levariam pelo menos oito anos para resolver.

Segundo os cientistas envolvidos no projecto, o Zuchongzhi pode reivindicar a "supremacia quântica", um status na computação quântica que indica que uma máquina pode completar tarefas muito mais rápida que os melhores computadores clássicos. Feito que pode ser um marco jamais alcançado antes, mas extremamente raro de acontecer.

O supercomputador chinês tem 66 qubits (ou bits quânticos). Ao contrário dos bits da computação clássica, eles não são fixos como 0 e 1. Eles podem funcionar simultaneamente como 0 e 1. Isso acontece graças a um truque quântico chamado de super-posição, que aumenta exponencialmente a potência e a velocidade do computador.

"A plataforma de computação quântica programável e de alta precisão abre uma nova porta para explorar novos fenómenos de muitos corpos e implementar algoritmos quânticos complexos", escreveram os pesquisadores num artigo publicado na plataforma científica arXiv.

A actividade foi considerada de 100 a 1.000 vezes mais complexa em relação ao Google Syncamore, o computador quântico do Google, de 54 qubits.

Porém, existem algumas diferenças nas abordagens para a computação quântica, enquanto o Zuchongzhi usa circuitos ópticos e fótons para gerir e processar seus qubits, o Google Sycamore é baseado em elétrons e super-condutores. Além disso, também podem haver diferenças em como os resultados são calculados e medidos.

De acordo com o site brasileiro de notícias, UOL, comparar os dois supercomputadores quânticos nem sempre é vantajoso.

O site ainda informa que a computação quântica por enquanto não é um tipo de tecnologia prática. Demorará muito para haver um supercomputador quântico em casa. As máquinas são experimentais e as pesquisas requerem condições de laboratório muito precisas. Quanto mais a computação quântica avança, no entanto, mais perto os cientistas estão de criar máquinas muito mais precisas, rápidas e potentes.

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