setembro 27, 2021

O Facebook apresentou na passada Quinta-feira(09), o seu mais novo produto denominado Ray-Ban Stories - óculos inteligentes que capturam fotos e vídeos, permitem ouvir música e receber ligações com recurso a comando de voz ou movimento de mão.

De acordo com a informação veiculada no site oficial de notícias do Facebook, o Ray-Ban Stories é emparelhado no aplicativo Facebook View, do iOS e Android. Ao todo são 20 estilos dos óculos com alguns dos modelos Ray-Ban mais icônicos, como Wayfarer/Wayfarer Large, Round e Meteor; cinco opções de cores e uma gama de lentes, incluindo transparente, sol, Transition e de prescrição.

"Temos o prazer de lançar o Ray-Ban Stories - óculos inteligentes que oferecem uma maneira autêntica de capturar fotos e vídeos, partilhar suas aventuras e ouvir música ou fazer ligações para que possas estar presente com amigos, família e o mundo ao seu redor", lê-se no site.

A partir de 299 dólares norte-americano e disponíveis em 20 combinações de estilos, os óculos inteligentes estão disponíveis em lojas online seleccionadas nos EUA, Austrália, Canadá, Irlanda, Itália e Reino Unido.

De acordo com o Facebook, a tecnologia Beamforming e um algoritmo de supressão de ruído de fundo garantem qualidade da experiência de chamada como a de fones de ouvido.

Os óculos têm câmeras duplas de 5MP integradas que permitem fazer fotos e gravar vídeos de até 30 segundos com o botão de captura ou sem usar as mãos, por meio dos comandos de voz da Assistente do Facebook. Entre as notáveis inovações, realce para a luz de LED de captura, que se acende para permitir que as pessoas próximas saibam quando está sendo feita uma foto ou fazendo um vídeo, os alto-falantes são integrados e a matriz de áudio de três microfones oferece uma transmissão de voz e som para chamadas e vídeos.

O Facebook não fez referência sobre qual das células desenvolveu o Ray-Ban Stories e nem à qual das células caberá a responsabilidade de gerir o recém produto, apesar de ter uma equipa (a oculus) que desenvolve os dispositivos de realidade aumentada que contêm uma certa semelhança com o Ray-Ban Stories.

 

 

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A Sunrise UPC implantou a solução BladeAAU Pro de próxima geração da Huawei em sua rede na Suíça, revelando novas possibilidades para o desenvolvimento de negócios 5G em uma infinidade de cenários inovadores.    

A maioria das estações base na Suíça são implantadas em um único pólo. Embora a implantação do 5G continue, a Sunrise UPC mantém os locais 2G, 3G e 4G existentes, deixando grandes desafios no espaço da antena, resistência ao vento e rolamento da torre. O ajuste do local requer uma licença de construção se o espaço da antena diferir do local original no comprimento, e isso pode levar meses ou até anos. Muitos de seus sites possuem apenas uma antena com espaço limitado. Isso significa um ajuste pesado para a nova construção 5G.

Com o BladeAAU Pro da Huawei, o Sunrise UPC acelera muito a implantação do 5G Massive MIMO.

O BladeAAU Pro da Huawei integra antenas activas e passivas. Ele permite que várias bandas e tecnologias de acesso de rádio sejam implantadas nas mesmas antenas, simplificando drasticamente a implantação da rede. Este alto nível de integração permite que uma antena forneça cobertura para vários modos de rede, reduzindo a resistência do vento e garantindo que os módulos 5G possam ser instalados em posições mais altas nos postes existentes. Com seu suporte de banda completa e grande largura de banda, ele ajuda as operadoras a reduzir o tempo de implantação e é flexível o suficiente para se adaptar a diversos cenários. Com esta combinação de recursos poderosos, o BladeAAU Pro tornou-se o favorito entre as operadoras desde sua circulação no mercado global de telecomunicações.

Alexander Lehrmann, Director de Desenvolvimento de Novos Negócios e Inovação da Sunrise UPC, comentou sobre a implantação, dizendo que "O objectivo da Sunrise UPC é continuar como um líder na construção de redes 5G de alta qualidade que podem fornecer experiência premium e liderar nossos negócios em direcção ao sucesso". Ele disse ainda que, a Sunrise UPC espera inovar ainda mais com a Huawei para promover o desenvolvimento de negócios 5G em uma variedade de novas esferas, incluindo construção inteligente, agricultura inteligente, saúde inteligente e locais inteligentes.

Wang Haitao, CEO da Huawei Suíça, disse: "O desenvolvimento 5G em todo o mundo está entrando em território desconhecido. A Huawei se esforça para fornecer produtos e soluções inovadores para operadoras globais para enfrentar os desafios nos negócios 5G e explorar mais cenários para inovação e aplicação 5G, obtendo sucesso nos negócios".

O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, referiu recentemente em uma entrevista concedida ao The Verge, que o Facebook está focada em construir um conjunto maximalista e interconectado de experiências directas da ficção científica - um mundo conhecido como metaverso.

As equipas de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) das gigantes tecnológicas estão focadas em desenvolver mecanismos cada vez mais sofisticados. E o metaverso é o mecanismo capaz de transportar o usuário (por meio de recursos tecnológicos) para o universo digital em experiências totalmente imersivas, interativas e com alto grau de realismo.

Zuckerberg referiu que as divisões da empresa focadas em produtos para comunidades, criadores, comércio e realidade virtual trabalhariam cada vez mais para concretizar essa visão futurista, capaz de criar uma convergência de realidades física, aumentada e virtual em um espaço online partilhado. 

Especialistas contactados pelo The Verge, referem que, a materialização deste projecto ambicioso de Zuckerberg deverá conter uma economia de pleno direito; e oferecerem interoperabilidade sem precedentes.

Zuckerberg disse que o metaverso trará enormes oportunidades para criadores e artistas individuais onde nenhuma empresa administrará o metaverso, fazendo com que funcione como uma “internet incorporada”, operada por muitos participantes diferentes de forma descentralizada".

A startup de neurotecnologia Synchron, tornou-sa a primeira empresa a receber aprovação regulatória do FDA, órgão dos Estados Unidos que regula os aspectos científicos do país, para começar a testar implantes cerebrais em voluntários humanos.

Com essa autorização dada pelo FDA, a Synchron anunciou que espera iniciar estudos em humanos ainda este ano. O produto da empresa, baptizado de Stentrode, é um implante neural que se conecta ao cérebro por meio da jugular.

De acordo com o New York Times, a victória da Synchron sobre a Neuralink, em partes, acontece porque o Stentrode oferece uma abordagem muito menos invasiva em comparação com o implante da empresa de Elon Musk. O implante da Neuralink inclui vários fios, que são perfurados no crânio do usuário, em contrapartida, o implante da Synchron pode ficar totalmente fora do crânio.

Um dos grandes objectivos dos implantes neurais é de dar à pessoas paralíticas a capacidade de se moverem e comunicarem através de uma interface cérebro-computador.

Uma investigação revelada neste Domingo(18) por um consórcio de organizações de mídia, apurou que, pelo menos, trinta e sete smartphones de jornalistas, activistas de direitos humanos e executivos, foram visados por um spyware de nível militar” que foi licenciado por uma empresa israelita denominada NSO Group.

De acordo com a reportagem da CNN, os números de telefones estavam em uma lista de mais de 50 mil números de indivíduos. O spyware Pegasus consegue driblar senhas para capturar dados do telefone, sem conhecimento do usuário.

Na referida investigação, denominada por Projecto Pegasus – que contou com a ajuda da Amnistia Internacional e da Forbidden Stories, uma ONG sem fins lucrativos de jornalismo com sede em Paris – foram identificadas “mais de 1.000 pessoas em mais de 50 países de quatro continentes: vários membros da família real árabe, executivos do sector privado, 85 activistas de direitos humanos, 189 jornalistas e mais de 600 políticos e funcionários públicos.

Da lista dos órgãos de comunicação cujos jornalistas foram visados, consta a rede CNN, as agências The Associated Press, Voice of America, Bloomberg News, os jornais “The New York Times”, “The Wall Street Journal”, o francês “Le Monde”, o britânico “Financial Times” e a rede Al Jazeera, do Qatar.

Em uma longa declaração à CNN, a empresa NSO Group negou veementemente as descobertas da investigação, dizendo que vende suas tecnologias exclusivamente para agências de segurança e de inteligência de governos devidamente examinados com o único propósito de salvar vidas por meio da prevenção de crimes e actos terroristas.

“A NSO não opera o sistema e não tem visibilidade para os dados”, refere o comunicado da empresa, tendo acrescentado ainda que, "ela continuará a investigar todas as alegações confiáveis de uso indevido e irá tomar as medidas adequadas com base nos resultados de tais investigações".

Desenvolvido há uma década com a ajuda de ex-ciberespiões israelitas, o spyware foi projectado para contornar facilmente medidas de privacidade típicas de smartphones, como senhas fortes e criptografia.

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