novembro 28, 2021
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A empresa de telecomunicações Africell, vencedora do título global unificado para a quarta operadora do país, cujas operações estão previstas para Dezembro deste ano, vai empregar cerca de cinco mil jovens angolanos, avançou o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social.

Manuel Homem prestou estas declarações à imprensa no final de uma audiência conjunta que o Presidente da República, João Lourenço, concedeu nesta Segunda-feira (21), na Cidade Alta, à embaixadora dos Estados Unidos em Angola, Nina Maria Fite, ao antigo enviado da Região do Sael e Grandes Lagos, ao director executivo da Global Africell e ao chefe das operações da Africell.
O CEO da Africell, Christopher Lundh, foi à Cidade Alta para reafirmar o compromisso assumido pela empresa em relação ao cumprimento do cronograma estabelecido.

O ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social realçou que a entrada em funcionamento da Africell no mercado vai gerar vários postos de trabalho, concorrência, bem como um equilíbrio da oferta na melhoria dos serviços.

"É este o objectivo que o Executivo tem traçado no âmbito do Plano Nacional de Desenvolvimento para o sector das telecomunicações”, destacou o Manuel Homem.

A operadora presta serviços de tecnologia a mais de 12 milhões de assinantes em quatro países africanos, nomeadamente Serra Leoa, Gâmbia, República Democrática do Congo e Uganda. Em Angola, Africell compromete-se em disponibilizar uma cobertura de rede móvel rápida, segura e de baixo custo.


Fonte: JA 

A quarta operadora de telefonia móvel em Angola, Africell, assegurou recentemente dois financiamentos, somando um total de 205 milhões de dólares para reforçar a sua presença no continente africano, segundo o comunicado da empresa que a Agência Lusa teve acesso nesta segunda-feira (07), declarando que o empréstimo foi garantido por um sindicato de financiadores ligados a operadora e novos ‘players’, com experiência em mercados emergentes.

Estruturado pelo fundo britânico para mercados emergentes, Gemcorp, o acordo conta com a participação das empresas Gramercy Funds Management LLC, TC Credit Partners LLC e de fundos assessorados pela Helios Investiment Partners.

"O objectivo é apoiar os planos de crescimento da Africell em África, designadamente o início da operação em Angola previsto para o final deste ano e tornar sustentável a sua estratégia de longo prazo", lê-se no comunicado.

De acordo com com o CEO da Africell, Ziad Dalloul, a operação em Angola, que esperam iniciar antes do final de 2021, vai igualmente beneficiar do financiamento agora atribuído ao grupo. Por sua vez, o CEO da Gemcorp, Atanas Bostandjiev, manifestou satisfação por ter contribuído para o financiamento das operações da Africell em África, sobretudo porque o mesmo se materializa num momento crucial da sua história.

"Este é o terceiro financiamento que atribuímos à Africell e o fazemos, porque acreditamos que irá permitir à empresa expandir as operações já em curso e apoiar a sua rápida implementação e expansão em Angola", referiu, realçando a importância em apoiar empresas do sector das telecomunicações que operam em África e que apresentam bons índices de crescimento.

Em fevereiro deste ano, a Africell foi a vencedora do concurso público internacional para a quarta licença universal de comunicações móveis em Angola, lançado pelo Estado, com o objectivo de reformar o sector e contribuir para o maior desenvolvimento da sua economia.

A informação da entrada em funcionamento da nova operadora móvel foi avançada nesta quinta-feira (15), no Huambo, pelo director nacional das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, Matias Manuel da Silva Borges.

Em declarações à imprensa, sobre o ponto de situação do processo de certificação da quarta operadora no país, o responsável fez saber que, depois da conclusão do processo concursal, a operadora tem vindo a trabalhar internamente com as autoridades angolanas, para o início das operações no país, a partir de Dezembro deste ano.
Além dos serviços de telefonia móvel e internet, Matias Borges avançou que a Africell vai, igualmente, disponibilizar os serviços de televisão digital e Mobile Money.

Matias Borges referiu que, com a certificação da Africell, espera-se um novo paradigma neste sector em Angola, através da inclusão de novos serviços e oportunidades em termos de impactos de redução de preços, para que a população tenha capacidade de escolha em termos de serviços prestados pelas operadoras.

Com a entrada da Africell no mercado angolano, no quadro das estratégias de melhoria dos serviços móveis, de acesso universal à internet para a edificação de uma sociedade de informação, combate à info-exclusão e aumento da literacia digital, espera-se a criação de mais de seis mil empregos em Angola, com um investimento inicial de 300 milhões de dólares americanos.

A operadora norte-americana existe no mercado há mais de vinte anos. Em África já opera em quatro países (Uganda, Serra Leoa, Gâmbia e República Democrática do Congo). Angola tornar-se-á o quinto país no mercado africano.

O Grupo Africell formalizou hoje o contrato com o Governo de Angola para se tornar na quarta operadora global de telecomunicações e começar a oferecer serviços ainda este ano, anunciou hoje a empresa. 

De acordo com a Reuters, a empresa entrará no país investindo em infraestruturas e serviços durante a primeira fase do projecto, estimando que nos próximos cinco anos sejam criados 6.500 postos de trabalho.

A Africell comprometeu-se também a subcontratar empresas locais para as obras, esperando assim “gerar empregos indiretos significativos e impulsionar a base de conhecimento de Angola através da cadeia de abastecimento e serviços de apoio necessários para operar um negócio sofisticado de comunicações e tecnologia.

"Angola é um dos destinos de investimento mais atractivos na África subsariana e um líder africano, por isso vemos este como o próximo passo lógico para a Africell à medida que continuamos a expandir a nossa rede e a aprofundar a nossa pegada em todo o continente", destacou o fundador e presidente executivo do Africell Group, Ziad Dalloul, em comunicado.

O empreendedor norte-americano manifestou empenho em “trabalhar com o Governo angolano para transformar o mercado angolano de telecomunicações através de preços mais baixos e acessibilidade”.

Para o PCA do INACOM, Pascoal Fernandes, "é com enorme satisfação a Africell escolher Angola para se expandir e que contribua para o desenvolvimento do mercado, criando assim condições para que os utilizadores dos serviços possam usufruir de serviços de melhor qualidade".

Angola é o quinto mercado onde o Grupo Africell vai ter operações, juntando-se ao Uganda, Serra Leoa, Gâmbia e República Democrática do Congo, onde já tem uma base de 12 milhões de clientes.

A empresa obteve um empréstimo de US $ 100 milhões da U.S. Development Finance Corporation em 2018 para financiar uma estratégia de expansão que inclui o aumento de pagamentos móveis e ofertas de micro-financiamento e actualização de suas redes 2G, 3G e 4G.

O presidente do Conselho da Administração da Angola Telecom, informou na passada terça-feira(28), durante a conferência de impressa, que a empresa que dirige está aberta para a partilha de infraestruturas com a nova operadora de telecomunicações.

A Angola Telecom quer investir na robustez e no desenvolvimento das suas infraestruturas e na parceria com outras empresas do sector, como uma estratégia para melhorar serviços, disse o presidente do Conselho da Administração dessa empresa pública de telecomunicações e multimédia.

Adilson dos Santos salientou que a aposta nas parcerias e subconcessão de serviços a pequenas e grandes operadoras, vai permitir que mais pessoas tenham acesso ao mundo digital.

O responsável referiu que o processo de reestruturação da Angola Telecom continua em andamento, visando a sua modernização e eficiência, mas mergulhada numa fase difícil e desacelerada pelo actual contexto de inflação e pandemia que o país enfrenta, mesmo que tenha deixado claro os “bons indicadores à vista quanto a melhoria nos aspectos comerciais, operacionais e financeiros da instituição”.

“Temos continuado na melhoria e alargamento das nossas infraestruturas e isso significa que conseguimos prestar mais serviços no país e alargar a malha da conectividade, que é também um desafio”, disse. Acrescentou que “estamos, neste momento, em fibra óptica em quase todas as capitais de províncias, com excepção de duas”.

A Angola Telecom pode partilhar as suas infraestruturas com a Africell Global, empresa libanesa, que há dias se tornou na quarta operadora que passa a actuar na telefonia móvel.

“Estamos muito apostados em ser uma empresa de partilha de infraestruturas e se depender da Angola Telecom, a Africell não vai demorar a entrar no mercado, porque a nossa infraestrutura estará disponível, do ponto de vista comercial”, afirmou o presidente do Conselho de Administração da empresa angolana, Adilson dos Santos.

Segundo o responsável, a abertura da Angola Telecom vai concorrer para que a nova operadora “não tenha necessidade de construir muitas vezes ‘sites’, torres e fibras”.

Por não ser oposto à entrada de um novo operador, argumentou, a empresa pública de telecomunicações e a libanesa Africell, têm já realizado “conversas regulares” e “não será um problema para nós, porque não somos antagónicos em relação a isso”.

A Africell Global venceu o concurso público para se tornar na quarta operadora de telecomunicações em Angola, conforme foi anunciado no princípio deste mês.

 

 

 

 

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