março 05, 2021
Joaquim Cassicato

Joaquim Cassicato

Técnico de telecomunicações & Redactor.

O Facebook anunciou na semana passada, que nos próximos três anos, irá investir cerca de mil milhões de dólares na indústria de notícias.

O pronunciamento aparece numa altura em que o Facebook teve um impasse com o governo australiano sobre o pagamento à meios de comunicação por veiculação de conteúdos.

Especialistas apontam que, o Facebook esteja a seguir o compromisso de outra gigante tecnológica - Google, que no ano passado também investiu mil milhões de dólares, tudo por causa do seu modelo de negócios e da proliferação de desinformação em sua plataforma.

A empresa de mídia social referiu que está em negociações activa com editores de notícias na Alemanha e na França para um acordo para pagar pelo conteúdo de seu produto de notícias.

A UNITEL, lançou no passado dia 26 de Fevereiro, para os amantes da Cultura/Arte, a Aplicação de streaming -UNITEL Net Shows.

Em nota enviada à imprensa, a Unitel informa que, a Aplicação que pode ser baixada a partir do Google Play ou App Store, é aberta e contém conteúdos de qualidade nacionais como: filmes, curtas-metragens, eventos em directo, shows, passatempos, documentários, agendas culturais e muito mais.

Com essa Aplicação a UNITEL prevê impulsionar o aparecimento e a criação de uma indústria de produtores de conteúdos de vídeo e valorizar o conteúdo nacional desde o teatro ao cinema.

Mais uma vez a UNITEL reconhece a importância da Cultura/Arte para o desenvolvimento da sociedade angolana, sendo um dos pilares da sua actuação a nível da responsabilidade corporativa.

Depois do lançamento da sua plataforma de música - Kisom, até ao momento única entre as operadoras nacional, com essa iniciativa, a Unitel torna-se assim, a primeira operadora nacional a criar plataforma de streaming.

Com um saldo positivo no ano passado ao formar 50 jovens, a empresa ANS Alberto vai lançar uma nova etapa do seu programa denominado "Angola Digital Immersion", para formar mais profissionais em Segurança Digital.

Com a abertura em todo o país, os estudantes podem inscrever-se na formação, de 1 a 20 Março de 2021.

O projecto conta com quatro fases, cujo objectivo é estimular e capacitar alunos a especializarem-se em módulos como Networking Academy (Netcom) ou Fundamentos de Cibersegurança, a ser uma maratona de aprendizado autodidata com duração de três semanas, e a sua finalização é pré-requisito para os melhores alunos concorrerem às 1.500 bolsas gratuitas para cursos profissionais oferecidas pela ANS Alberto Consultoria Lda e parceiros.

Além do Netcom, o programa Angola Digital Immersion apresenta as seguintes fases:

- Capacitação de CCNA 1, CCNA 2 e CCNA 3, focado em redes e "Network Security", que visa preparar carreiras especializadas em segurança de infraestrutura, incluindo formações complementares em conjunto com parceiros educacionais da Cisco Networking Academy.

Capacitação de instrutores

O programa também incluirá a formação de professores para o novo curso Network Security, em substutuição ao actual CCNA Security, que visa criar uma cadeia sustentável de Educadores Angolanos em Segurança Cibernética, onde os instrutores vão actuar como multiplicados de conteúdo da Networking Academy nas instituições em que frequentam.

Oportunidade de estágio e emprego

Na última fase, os melhores alunos vão colocar em prática os conhecimentos adquiridos, com acesso a um programa de estágio oferecido por parceiros e clientes da ANS Alberto Consultoria Lda.

O Programa Angola Digital Immersion firmou parcerias estratégicas com o Centro Profissional Tocoísta, o Centro Nzila 4F Mediador de Seguros, num objectivo de ampliar o número de profissionais capacitados para o mercado de trabalho na área de Cibersegurança, uma das especialidades que mais cresce e oferece novas vagas de emprego no país.

"Estamos a trabalhar para construir um futuro para os jovens, e o programa Angola Digital Immersion desempenha um papel fundamental na oportunidade aos jovens em todo o país. Ficamos satisfeitos em contribuir com a inclusão de muitos estudantes que já passaram pelo nosso programa no ano passado e com os próximos que vamos receber nesta nova etapa", afirma Alberto A-Mailla, líder do Angola Digital Immersion no país, que a partir das 15h30, do dia 1 de Março, celebrará um Evento Virtual de formatura dos jovens profissionais, a marcar o lançamento da nova etapa do programa.

Para inscrições e outras informações, contacte:

WhatsApp: 939424752

Telemóvel: 931225479

A Apple publicou na semana passada, um anúncio de emprego, que diz procurar engenheiros de pesquisa de sistemas sem fio para redes actuais e de próxima geração, com vista a depender cada vez menos de terceiros.

De acordo com a Bloomberg, as vagas são para cargos nos escritórios do Vale do Silício e San Diego, onde a empresa trabalha com desenvolvimento de tecnologia sem fio e design de chips.

“Você terá a oportunidade única e gratificante de criar a tecnologia sem fio da próxima geração que terá um impacto profundo nos futuros produtos da Apple“, diz o anúncio. “Nesta função, estarás no centro de um grupo de pesquisa de ponta, responsável pela criação de tecnologias de acesso de rádio disruptivas das próximas gerações”, acrescenta a descrição do anúncio.

As vagas oferecidas pela gigante tecnológica, mostram também seu esforço contínuo no desenvolvimento de mais tecnologia interna. No ano passado, a empresa projectou os processadores principais para iPhone e iPad e expandiu esse esforço para o Mac. Além disso, acelerou o trabalho em suas próprias telas personalizadas, tecnologias de câmera, chips sem fio para AirPods, Apple Watch e dados de localização precisas.

Pelo 14º ano consecutivo, Apple é eleita a empresa mais admirada do mundo

A empresa sediada na Califórnia, nos Estados Unidos, postou esta semana anúncios de emprego procurando engenheiros de pesquisa de sistemas sem fio para redes actuais e de próxima geração.

O Grupo de desenvolvedores do Google (GDG Cabinda) e a TchiowaHub realizarão no próximo sábado (27), no auditório do Instituto Superior Politécnico Lusíada de Cabinda, a segunda ediçao do Hackhaton GDG Cabinda.

Nesta segunda ediçao, que será de modalidade livre, serão apresentadas soluçoes para problemas reais da sociedade usando a tecnologia. A primeira ediçao do Hackathon, em 2020, teve como tema Covid-19.

O evento será realizado de 25 a 27 de Fevereiro de 2021, sendo que nos dias 25 e 26, os projectos mais promissores serão chamados para um treinamento intensivo onde poderão receber mentoria para o melhoramento dos seus projectos bem como técnicas para fazer apresentação (pitch).

E no dia 27 decorrerá a actividade presencial onde os concorrentes irão espelhar os seus projectos, no horário das 09:00 até 15:30, a mesma contará com uma transmissão online nas páginas do Facebook da TchiowaHub e da GDG Cabinda, sendo que o número de presentes será limitado.

Sobre o Hackaton

O Hackhaton foi criado com o intuito de poder ajudar a juventude cabindense a associarem a rede de programação, envolvendo todos os profissionais e não só, que possuem relações com a tecnologia, inovação e desenvolvimento de novas soluções. Neste evento, encontrarão programadores, designers, profissionais de marketing e TI.

Esta iniciativa visa a criação de projectos tecnológicos para solucionar problemas encontrados no mercado local e não só, usando nada mais do que a criatividade e habilidades em programação, um debate que envolve pessoas interessadas em solucionar problemas encontrados no mercado.

Visão

A GDG Cabinda pretende facilitar um encontro entre as entidades ligadas às tecnologias e não só, afim de terem o conhecimento do talento local em Tecnologias de Informação e Comunição, com o crescimento do acesso a internet que mesmo com as dificuldades existentes têm encontrado formas criativas de aprenderem novas habilidades.

O Hackhaton é uma competição de tecnologia que envolve pessoas interessadas em solucionar problemas e desenvolver soluções inovadoras.

O pesquisador em segurança Alex Birsan, desenvolveu um estudo que ditou um ataque coordenado a repositórios de software livre, onde foi capaz de abrir brechas em 35 empresas do sector tecnológico, dos quais, constam grandes nomes como Apple, Microsoft, Uber, PayPal, Netflix e mais.

O estudo publicado na Bleeping Computer, revelou que, uma manipulação sofisticada em bibliotecas de código aberto pode ser a chave para permitir ataques à grandes companhias do mundo da tecnologia.

O ataque focado na cadeia de fornecimento, se aproveita de falhas de verificação em sistemas de actualização automática e download de pacotes para servidores internos. De forma simplificada, caso um malware fosse ocultado como um destes elementos, ele poderia acabar nas estruturas das grandes companhias, sendo distribuído em suas aplicações e gerar vulnerabilidades que, na sequência, poderiam ser utilizadas por cibercriminosos.

Os testes do estudo usaram o PayPal como foco principal, de forma a entender de que maneira os pacotes internos e externos eram geridos. Basicamente, Birsan experimentou nomear um elemento de um repositório público como um dos itens criados de forma privada, nos servidores da empresa, descobrindo que, em casos desse tipo, o sistema sempre dará prioridade aos dados públicos, mesmo que isso envolva a substituição dos dados anteriormente presentes em plataformas restritas.

O pesquisador destaca que, ao contrário de outros métodos que também usam essa substituição de pacotes, esse é mais sofisticado por não envolver nenhum tipo de acção manual da vítima. “Obter os nomes de pacotes internos pode não ser tão simples, é verdade, mas manifestos disponíveis no Github, outros repositórios ou sistemas de gestão de conteúdos, poderiam revelar tais identificações, possibilitando a inserção de malwares, de forma mais efectiva que um ataque de engenharia social”, revelou o pesquisador.

Pelas descobertas, Birsan chegou a receber mais de 130 mil dólares em recompensas pelos programas de caça a bugs de diferentes companhias, incluindo o maior valor já pago pela Microsoft em iniciativas desse tipo, 40 mil dólares.

Depois de ter feito o primeiro comunicado, veiculado no seu portal institucional no dia 11 de Fevereiro de 2019, onde referia que a plataforma “Angobit” não estava autorizada a exercer quaisquer actividades no âmbito do sistema de pagamentos angolano, o Banco Nacional de Angola (BNA) voltou a informar o público, na passada segunda-feira (22), sobre a necessidade da não utilização da plataforma Angobit.

O primeiro comunicado referia que, o BNA tomou conhecimento, através das redes sociais, da existência de uma entidade denominada “Angobit”, cuja actividade consistia na prestação de serviços de pagamentos, concretamente, a emissão de cartões de pagamentos da rede VISA. No mesmo comunicado, o BNA referia que a entidade não estava autorizada a exercer quaisquer actividades no âmbito do sistema de pagamentos angolano, facto que ainda se mantém actualmente.

Compulsada a página de internet da referida entidade (https://angobit.com/contact), o Banco Nacional de Angola constatou o seguinte: (i) que contém um endereço sito no Bangladesh e um contacto telefónico com indicativo de Angola. Para além disso, constatou igualmente que esta entidade tem publicitado o serviço de comercialização de câmbios, envolvendo criptomoedas.

Sobre este assunto, o Banco Nacional de Angola reitera que a suposta entidade que actua sob a designação comercial “Angobit”, nomeadamente através do site "https://www.angobit.com/", não está habilitada, pelo Banco Nacional de Angola a exercer, em Angola, qualquer actividade reservada às instituições financeiras, pelo que informa que devem abster-se de realizar quaisquer contratos e/ou operações de natureza financeira com a referida entidade. Consequentemente, qualquer agente económico que opte por manter uma relação de negócio com esta entidade, estará a fazê-lo por sua própria conta e risco.

“Informamos ainda que as entidades autorizadas a exercerem a actividade de prestação de serviços de pagamento (remessa de valores), podem ser consultadas no site do Banco Nacional de Angola, em www.bna.ao”, lê-se no comunicado.

O BNA informa por outro lado, que as entidades que pretendam exercer quaisquer actividades de natureza financeira ou de crédito, devem previamente solicitar a autorização do Banco Nacional de Angola, nos termos da Lei n.º 12/15 de 17 de Junho, Lei de Bases das Instituições Financeiras.

O Ministério das Finanças, fez saber, por meio de um comunicado, que a plataforma tecnológica de apoio às suas actividades com acesso aos e-mails e pastas partilhadas foi alvo de um ataque cibernético na passada quinta-feira (18), com origem e motivações não identificadas.

Não obstante a situação, os sistemas de arrecadação de receitas (SIGT, ASYCUDA, Portal de Serviços, Portal do Munícipe, Portal do Contribuinte e Sistema Integrado de Gestão Financeira do Estado – SIGFE) bem como os portais institucionais encontram-se em pleno funcionamento.

De acordo com o comunicado que o Portal de T.I teve acesso, o Serviço de Tecnologias de Informação e Comunicação das Finanças Públicas (SETIC- FP) está a identificar o alcance da perturbação e os potenciais constrangimentos causados nos postos de trabalho do Ministério das Finanças e organismos tutelados, principalmente o programa de desmaterialização da correspondência interna e externa.

"As equipas do SETIC estão desde então ininterruptamente engajadas na solução e normalização do sistema de e-mails e da pasta de documentos partilhados, mitigando assim os impactos de tal situação na produtividade dos funcionários das Finanças Públicas", lê-se no comunicado.

O Ministério das Finanças aproveita a ocasião para tranquilizar os cidadãos nacionais e comunidade financeira internacional quanto ao firme engajamento nos compromissos financeiros do Estado angolano, num contexto macroeconómico de consolidação orçamental.

Depois da publicação feita pelo Portal de T.I, com base a um estudo efectuado pela União Africana e a OCDE, onde Angola aparece na 3ª posição dos países com a internet mais cara da África Austral, a Unitel enviou uma nota de imprensa ao Portal de T.I, no sentido de esclarecer e actualizar as informações, uma vez que, segundo a Unitel, os dados apresentados no referido relatório, constam as informações de 2018, enquanto que, no portal da RIA actualizada no mês de Junho de 2020, Angola melhorou 26 posições, passando da posição 49 para 22 num universo de 51 países.

Segue a nota na íntegra:

Como importante actor do sector das Telecomunicações em Angola, a UNITEL tem desenvolvido as suas acções no sentido de assegurar e promover o acesso aos serviços de comunicação. No quadro deste pressuposto, um dos seus compromissos é reduzir barreiras, tanto o preço de acessibilidade como a disponibilidade do serviço (cobertura), fazendo com que todos os angolanos possam estar ligados entre si e ao mundo.

Recentemente, a OCDE e a União Africana publicaram um relatório sobre o desenvolvimento da dinâmica do desenvolvimento de Africa, com data de 2021. O relatório traçou como objectivo que o preço de um pacote de 1GB de 30 dias de internet se mantivesse abaixo de 5% da renda mensal de um habitante médio nos 51 países monitorizados.

Não obstante Angola ter apresentado uma posição bastante desfavorável, considerando o preço de um pacote de dados de 1GB, é importante realçar que o relatório de 2021 reporta a informação de 2018 fornecido pela RIA (Research ICT Africa) . Por isso, ao observarmos a actual posição do preço do mesmo 1GB no portal da RIA actualizada a Junho de 2020 podemos constatar que Angola melhorou 26 posições, passando do ranking #49 para #22. Entretanto, a RIA informou oficialmente à UNITEL que Angola ainda melhorou mais 5 posições no ranking e irá aparecer em breve na posição #18 assim que o 3ª trimestre de 2020 fique disponível no portal.

De salientar que existiram dois factores que reduziram o preço por 1GB de 30 dias, a depreciação da moeda local ao mesmo tempo que o preço em moeda local desceu devido a baixas de preços. Posto tudo isto em contexto, e usando a monotorização da RIA o GB caiu de USD 17.39 para USD 2.97 no final de Junho de 2020, o que significa uma descida de 82% muito superior à depreciação isolada da moeda nacional.

Outro relevante facto que está para lá da monitorização da RIA, desde o aparecimento da COVID19 é que a UNITEL providenciou aos angolanos até final de 2020, de forma totalmente gratuita, mais de 750 milhões de minutos, 319 milhões de mensagens escritas, e 2.5 mil milhões de GB. Esta oferta foi resultado do acordo estabelecido entre os operadores de Telecomunicações e o MTTICS para aliviar os impactos da pandemia global.

A UNITEL acredita que acessibilidade à Internet irá continuar e que irá observar-se
o objectivo traçado pela OCDE e União Africana, de que o preço de 1GB venha a custar menos de 5% da renda mensal da maioria da população angolana.

A União Africana (UA) e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), revelaram em um estudo sobre empreendedorismo digital em África, que Angola ocupa a 3ª posição dos países com custos de acesso à internet mais caro na África Austral, destacando uma Startup angolana no ranking dos dez exemplos de startups digitais da África Austral.

O Estudo que referenciou a Tupuca e a Kianda Hub como exemplo de startup digital e hub de inovação respectivamente, apurou que a África Austral está a testemunhar uma transformação digital em alta velocidade, em países como Botswana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e África do Sul - esta última está a liderar a transformação digital, tendo reduzido as altas taxas de desemprego no país. No entanto, o estudo salienta que, as barreiras actuais em infraestruturas, habilidades e acessibilidade tendem a aumentar a exclusão digital. Os 40% mais ricos da população têm duas vezes mais chances de ter acesso à internet.

Em termos de desenvolvimento tecnológico e infraestruturas, a África Austral ocupa um lugar de destaque em funçao da representação da África do Sul a nível do continente. No ranking dos países da África Austral com a internet mais barata, o estudo verificou que a Namíbia tem a internet mais barata da região do continente, com 97% da população com capacidade para custear 1 GB de internet por mês, enquanto que entre os doze países com a internet mais barata, Angola ocupa a 10ª posição, sendo cosiderado o 3ª país com internet mais cara da região.

A região da África Austral registou um crescimento significativo em termos de acesso à internet, tendo o estudo apurado que, a tecnologia 4G já cobre 80% da população. E a digitalização oferece oportunidades de criação de empregos directos na região. Um exemplo disso são os empregos que o crescente sector de tecnologia da informação e comunicação (TIC) tem criado de forma directa nos sectores de telecomunicações e radiodifusão. No período 2015-19, o emprego nesses dois sectores aumentou 2,2% e 1,8%, respectivamente.

O sector dos negócios digitais também viu um crescimento significativo, o que demonstra um ambiente salutar para a expansão deste segmento. Um outro sector (mais importante) que também registou crescimento significativo e consistentemente, é o das telecomunicações, que na última década passou de uma receita de 29 mil milhões de dólares em 2007 para 55 mil milhões em 2019.

Embora a região conte com 25 grandes Data Centers (dos quais 21 deles estão implantados na África do Sul, 3 em Angola e 1 no Zimbabwe), Angola, Malawi, Moçambique, Zâmbia e Zimbabwe, permanecem nas fases iniciais da digitalização, com apenas 25% da população a ter acesso à internet. A infraestrutura deficiente e os resultados educacionais insatisfatórios estão impedindo que um grande grupo de trabalhadores informais adote e se beneficie das tecnologias digitais.

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