setembro 27, 2021

Redacção

[China, 23 de Setembro de 2021] O principal evento anual da Huawei para a indústria global de TIC - HUAWEI CONNECT 2021 - teve início hoje. O presidente rotativo da Huawei, Eric Xu, abriu o evento com um discurso intitulado "Innovating Nonstop for Faster Digitalization".

O evento deste ano, com o tema "Mergulhe no digital", explora como a tecnologia digital pode se integrar melhor a cenários de negócios e know-how do sector para enfrentar desafios críticos de negócios e como as partes interessadas podem trabalhar juntas de forma mais eficaz para promover um ecossistema aberto da indústria e impulsionar o sucesso compartilhado. O evento está programado para ter quatro palestras, cinco cúpulas e 66 sessões, com mais de 200 palestrantes, incluindo visionários da indústria, líderes de negócios, especialistas em tecnologia e parceiros do ecossistema. Ele será transmitido ao vivo em 11 idiomas no site corporativo da Huawei e por seus parceiros de mídia. O evento também contará com exposições online, visitas remotas a salas de exibição e painéis de discussão abertos, permitindo a interacção online experiências de balcão.                   

O presidente rotativo da Huawei, Eric Xu, faz um discurso de abertura no HUAWEI CONNECT 2021

Em sua apresentação, Xu falou sobre como ajudar as indústrias a se tornarem digitais é um aspecto crítico da missão da Huawei de levar o digital a cada pessoa, casa e organização para um mundo totalmente conectado e inteligente.

Xu disse: "O desenvolvimento digital depende da tecnologia digital. Para que a tecnologia digital permaneça relevante, devemos continuar a inovar e criar valor. Nuvem, IA e redes são três tecnologias digitais críticas." Xu então compartilhou alguns dos progressos que a Huawei fez nessas três áreas, o que a Huawei está fazendo para permitir o desenvolvimento de baixo carbono e para onde a indústria como um todo está se dirigindo.

Xu explicou que HUAWEI CLOUD, o serviço de nuvem da empresa lançado há apenas quatro anos, já reuniu mais de 2,3 milhões de desenvolvedores, 14.000 parceiros de consultoria e 6.000 parceiros de tecnologia, e também disponibilizou mais de 4.500 serviços no HUAWEI CLOUD Marketplace . Tornou-se uma plataforma importante para empresas, empresas e governos da Internet tornarem suas organizações digitais.

No evento, Xu lançou o primeiro serviço nativo de nuvem distribuído do sector, chamado UCS - um serviço nativo de nuvem omnipresente disponível no HUAWEI CLOUD. Com o UCS, a Huawei planeia fornecer às empresas uma experiência consistente ao usar aplicativos nativos da nuvem que não sejam limitados por limitações geográficas, entre nuvens ou de tráfego, acelerando assim a transformação digital em todos os sectores.

O portfólio de IA completa da Huawei em todos os cenários, lançado em 2018, também está progredindo conforme o esperado. Sua estrutura MindSpore se tornou a principal estrutura de computação de IA na China. Enquanto isso, o cluster Atlas 900, bem como os serviços em nuvem nele baseados, atendem actualmente a mais de 300 empresas, apoiando o treinamento de muitos modelos que incluem os grandes modelos HUAWEI CLOUD Pangu. O HUAWEI CLOUD ModelArts tornou o desenvolvimento de aplicativos de IA incrivelmente simples com seus serviços completos baseados em cenário. O objectivo final do ModelArts é permitir que cada engenheiro desenvolva independentemente seus próprios aplicativos de inteligência Artificial.

Xu também apresentou as inovações da Huawei no domínio da rede. Conforme as organizações se tornam digitais, elas tendem a ver um crescimento exponencial na complexidade da rede. Para resolver isso, a Huawei vem inovando em soluções para redes globais com base no conceito de rede de direcção autónoma (ADN). A empresa tem trabalhado com clientes nos sectores de finanças, educação e saúde para inovar e implantar novos aplicativos e construir redes que são autorrealizáveis, autocuráveis, autotimizadas e autónomas.

Xu continuou explicando como a Huawei está usando tecnologia digital para apoiar o desenvolvimento de baixo carbono, como parte dos esforços globais para atingir o pico de emissões de CO2 e neutralidade de carbono. Especificamente, a Huawei se concentra em três iniciativas principais:

(1) Investir e inovar em tecnologias de economia de energia para fornecer produtos de TIC com maior eficiência energética para uma indústria de TIC de baixo carbono;

(2) Investir em inovações onde a electrónica de potência e as tecnologias digitais convergem para promover a energia limpa e a digitalização da energia tradicional; e

(3) Fornecimento de tecnologia digital para ajudar todos os sectores a se tornarem digitais e com baixo teor de carbono.

Zhang Ping'an, CEO da Cloud BU e presidente do Huawei Consumer Cloud Service, discorreu sobre as iniciativas estratégicas da HUAWEI CLOUD e lançou novos serviços e produtos no evento. "A chave para uma transformação digital de sucesso é pensar como nativo da nuvem e agir como nativo da nuvem", disse Zhang. "HUAWEI CLOUD junta-se aos nossos clientes e parceiros para mergulhar no digital e explorar o potencial de Everything as a Service - Infrastructure as a Service para acessibilidade global, Technology as a Service para inovação flexível e Expertise as a Service para excelência compartilhada." Zhang anunciou duas novas regiões no México e Ulanqab na China, e lançou 10 novos serviços HUAWEI CLOUD. O anúncio incluiu MacroVerse - HUAWEI CLOUD aPaaS, OptVerse AI Solver, HUAWEI CLOUD Stack 8.1, SparkRTC - um serviço de áudio e vídeo em tempo real e Pangu, um grande modelo para moléculas de drogas.

Os clientes e parceiros presentes incluíram Christophe Ozer, chefe da Orange Cloud (Orange Flexible Engine) APAC; Wu Qiang, vice-presidente da Tianjin Port Holdings; Chen Haining, gerente geral do departamento de TI do Shanghai Pudong Development Bank; e Jiang Chuanrong, presidente da Shanghai Mirror Pictures. Eles descreveram sua experiência de inovação conjunta com a Huawei em sua transformação digital. Wu Qiang disse: "O porto de Tianjin é um dos 10 principais portos do mundo, com uma capacidade anual de quase 20 milhões de contêineres. O HUAWEI CLOUD OptVerse AI Solver nos ajuda a melhorar nossa velocidade de planeamento em mais de 100 vezes com base em dezenas de milhões de variáveis e restrições, maximizar a programação de recursos e sobrecarregar a eficiência da operação. "

Xu concluiu seu discurso com: "A inovação contínua tem sido a força motriz por trás da digitalização até agora. Seguindo em frente, se esperamos alcançar objectivos mais ambiciosos para a digitalização, a inovação contínua continuará a ser a chave. Portanto, vamos inovar sem parar para um futuro melhor. "

A Huawei hospeda o HUAWEI CONNECT 2021 online de 23 de Setembro a 31 de Outubro. O tema do evento deste ano é Dive into Digital. Vamos nos aprofundar na aplicação prática de tecnologias como nuvem, IA e 5G em todos os sectores e como elas podem tornar as organizações de todas as formas e tamanhos mais eficientes, versáteis e, por fim, mais resilientes à medida que avançamos em direcção à economia recuperação.

Para obter mais informações, entre em contacto com nossa equipe local ou confira https://www.huawei.com/en/events/huaweiconnect

 

 

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Por: Celso Malavoloneke

 

Durante as minhas férias em Agosto passado visitei uma grande fazenda no Kuvangu. Foi – passe a publicidade – a Fazenda Agrikuvangu do meu conterrâneo e amigo Rui Kaposse a quem daqui desejo todos os êxitos pelas razões que aduzirei adiante.

O meu amigo Kaposse, deixou-me literalmente “caído de c…” como se diz em bom mwangolé: está a dizer que, só este ano e só de milho vai colher 500.000 toneladas de milho. Isso é muito milho!!! Suficiente para alimentar duas ou três províncias do nosso país. Comentando num grupo do WhatsApp onde partilhei isso, alguns amigos especialistas em agricultura puseram sérias dúvidas em relação aos números que acharam altamente exagerados.

Eu não sou especialista em agricultura apesar dessa ser a minha formação média no Instituto médio-agrário do Tchivinguiro de 1984 a 1988. Por isso pelo que vi, não me pareceu um objectivo tão exagerado assim como os meus amigos – cujo conhecimento técnico afirmo e sou testemunha – estavam a defender.

É que para além da fazenda ser enorme – 500.000 hectares – tem uma tecnologia que me fez sentir bem arcaico em relação à tecnologia que então considerávamos de ponta. Vimos pivôs gigantes como se vêem nas fotos com capacidade de regar cada um 50 hectares a partir do rio Cubango. Um pivô é um longo tubos de conduta de água com cerca de 2.5 kms de cumprimento assente em torres triangulares equipadas com pneus de mais ou menos 10 metros. Equipado com chuveiros rotativos espaçados 15 a 20 metros, faz um movimento rotativo impulsionado por energia hidráulica. Os chuveiros instalados no tubo produzem praticamente uma “chuva artificial” de água que pode ser misturada com fertilizantes, insecticidas e fungicidas. Ou seja, não depende das chuvas para fazer as suas culturas. Se a isso acrescentarmos o uso de sementes de ciclo curto (três meses), eu vejo possibilidades sim senhor de recolher as 3 colheitas programadas para este ano agrícola. Aliás, nesta altura que os camponeses normais estão apenas a preparar a terra para lançar as sementes, a Agrikuvangu já faz a primeira colheita. Visitamos os silos cheios de grão pronto para ser ensacado e comercializado.

Nesse tipo de agricultura o Engenheiro Agrónomo age como um gestor de sistema: passa uma espécie de receita onde diz qual a velocidade do movimento de rotação, a percentagem (força) da “chuva” (a que pode acrescentar os fertilizantes, insecticidas e fungicidas a misturar na água) o tempo de regadio e entrega isso aos técnicos das máquinas. Esses executam as instruções e esperam pelos resultados. Saí dali completamente convencido que não faz sentido algum que em Angola tenhamos défice alimentar. É só incentivar e apoiar mais 50 ou 100 Rui Kaposses a fazerem o mesmo número de Agrikuvangus. O nosso país tem todas as condições de solo, água, clima e capital humano para isso. Parecem estar a faltar apenas os recursos financeiros.

Espantado e curioso – e um pouco envergonhado também pelo meu atraso tecnológico na paixão profissional da juventude – fui atrás do “prejuízo” e vi que a tecnologia que vimos no Kuvangu está longe de ser a mais moderna. A Huawei, essa “nossa” mesma que nos abonou o aplicativo do “mobile money”, desenvolveu com os agricultores da Noruega um outro aplicativo que está a fazer furor nos meios agrícolas: A agricultura inteligente.

Com esse sistema, a Agrikuvangu apenas precisaria de inserir os dados num centro de comando informático – operação que não levaria mais de meia hora para pôr todo esse processo a funcionar. Mais, O sistema faz previsões do tempo, de formas que ajusta automaticamente a sua acção. Por exemplo, se estiver a trabalhar e começar a chover, o regadio pára. Actualmente, na Agrikuvangu esse acto tem que ser feito por humanos.

Esse centro de comando pode também dar ordem aos tractores e máquinas agrícolas para saírem das garagens e irem fazer a sacha, colheita, debulha. E com um mínimo de pessoas, cultivar enormes extensões de terras para alimentar o nosso povo. Precisamos é de dar o salto; precisamos é de ser ousados e tirar partido das vantagens que a tecnologia de ponta, especialmente a 5G nos oferece. Ser visionários e atrevidos no bom sentido.

Não seria má ideia quem de direito ver com essa gigante de telecomunicações que até já está entre nós se pode trazer esse sistema para aqui e experimentar em empresas como a “nossa” Agrikuvangu… nesse quesito precisamos não ter medo de ousar!

 

 

 

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A apresentação do Windows 11 gerou enorme controvérsia no mercado tecnológico devido aos seus requisitos mínimos. As primeiras informações deixaram milhões de PC´s fora da lista de contemplados e isso não agradou aos fãs de longa data.

Em virtude disso, a Microsoft retificou alguns pontos e passou a permitir a instalação do Windows 11 em máquinas mais antigas. Todavia, essa é uma prática desaconselhada e a Microsoft deixa um novo aviso a quem o fizer.

Microsoft quer que consintas a perda de atualizações de sistema no Windows 11

Tal como aponta a publicação The Verge, a Microsoft deixa um novo alerta aos que instalarem o Windows 11 em computadores com processadores não suportados. Em rigor, é uma escusa de responsabilidade para a ausência de atualizações no futuro.

A imagem acima documenta o aviso deixado pela Microsoft durante a instalação manual do Windows 11. Nele, a empresa americana quer que o utilizador consinta a perda das atualizações via Windows Update e a possível perda da garantia do computador.

Ao lado desta mensagem aparece o botão "Aceitar", em jeito de consentimento do utilizador caso algo corra menos bem no futuro. Por outras palavras, é uma escusa de responsabilidades por parte da Microsoft se surgirem problemas com a experiência Windows 11.

A Microsoft informou, em agosto, que qualquer computador com processador de 64-bit com dois núcleos de processamento, TPM 1.2, 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento poderá instalar o Windows 11. Porém, esse processo terá de ser feito manualmente com a instalação de um ficheiro ISO.

Aos que optarem por esta alternativa, a empresa americana deixará de enviar atualizações através do Windows Update. Ou seja, terás um sistema operativo não suportado, o que implica igualmente a ausência de atualizações de segurança.

Mesmo assim, caso optes pela instalação do Windows 11 num PC incompatível, a Microsoft quer assegurar a ilibação de responsabilidade caso surjam alguns problemas. Para tal, o utilizador será obrigado a consentir o uso do software nessas condições.

 

Fonte: 4gnews

 

 

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AKI é uma plataforma de pagamentos disponível para telemóveis Android e iOS. Como novidade, apresenta o acesso via USSD pelo número curto *424#.

O acesso via USSD permite que utilizadores de telemóveis básico e sem acesso à internet consigam obter os serviços disponíveis no sistema AKI.

Para o mês de Setembro, disponibilizam um serviço novo e inovador: serviço de venda e constituição de seguros de viagem e de automóvel de responsabilidade civil e obrigatório, resultante da consolidação da parceria existente entre as empresas 5Linhas – Investimentos e Telecomunicações S.A., detentora do Sistema de pagamentos AKI e a Sociedade Transnacional Angolana de Seguros (STAS).

A Seguradora STAS surge no intuito de melhorar a oferta de seguros em Angola, ocupando desde já uma posição de referência no sector de seguro angolano. Com isso, passa a estar disponível os pagamentos das apólices da STAS no AKI, que podem ser adquiridos em poucos passos e com possibilidade de receber tudo no seu e-mail.

  • Seguros de Viagem
  • Seguros Automóvel
  • Seguro de Motociclos

Como Funciona o AKI?

Basta fazer o dowload do AKI ou marcar *424#, fazer o seu registo simplificado e carregar a sua conta, fazendo pagamento por referência ou através da rede de agentes AKI. O valor carregado vai aparecer na sua conta AKI imediatamente, para serem usados em pagamentos de bens e serviços, transferências, levantamento ou envio de dinheiro.

Presente no mercado desde 2019, actualmente o AKI possui 27.758 clientes particulares e uma rede de 2.980 agentes espalhados pelas diversas províncias de Angola, permitindo desta forma, o acesso que milhares de pessoas realizem transacções de compra e/ou venda de recargas telefónicas, subscrições de TV, Internet, bem como pagar prestadores de serviços, comerciantes e receber pagamentos.

 

 

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Por: Eric Dario de Palma Martins
Engenheiro de Telecomunicações e profissional a nível de redes Cisco (CCNP).

 

Num mundo tão competitivo como nos dias de hoje, a partilha de conhecimento, bem como a de infra-estrutura, torna-se vital para evolução e progressão de indicadores fortemente identificados a nível da disponibilidade dos serviços, tendo como condição sine qua no a qualidade dos serviços de telecomunicações. No decreto presidencial Nº 166/14 de 10 de julho, já se faz sentir uma vontade implícita no que tange ao compartilhamento de infra-estrutura bem como a sua importância para o desenvolvimento tecnológico do País.

O ITU, no seu oitavo simpósio para reguladores GSR (Global Symposium for regulators), auferiu que em países em desenvolvimento a telefonia móvel tem sido fundamental para tornar os serviços disponíveis. Com muito para se fazer, pretende-se aumentar a penetração dos serviços móveis com destaque para as áreas rurais. Mas, o altíssimo custo de infra-estrutura, leva consequentemente a um preço elevado onde as operadoras o fazem no intuito de recuperar o seu investimento. As empresas de telecomunicações em Africa podem vivenciar uma redução nas despesas de capital até 60%, reduzindo as necessidades individuais que consequentemente reduzirá o período de retorno de investimento. Conceitos e novas empresas importantes vão surgindo tal como Towerco(Tower companies-empresas de Torres) que são instituições que gerem infra-estruturas das torres de telecomunicações, sem serem proprietárias das mesmas, mas avaliam a sua eficiência, produtividade e gestão consequentemente.

Fonte: ITU.

Descrição: Gráfico comparativo entre a partilha de infra-estrutura de telecomunicações em redes fixas & redes moveis a nível Mundial.

 Aqui estão algumas vantagens da partilha de infra-estrutura:

  1. Diminuição de despesas operacionais (partilhando custos de manutenção, segurança e energia);
  • Uma grande vantagem é a poupança na instalação e no O&M de uma nova infra-estrutura, onde implicitamente a carga de trabalho e outros factores operacionais podem ser reduzidos. Algumas empresas invocam estratégias de possuir menos propriedades no extracto da empresa para obter mais lucros.
  1. Redução do impacto visual e ambiental;
  • Usando menos torres de telecomunicações, implicitamente estaremos a usar menos material de construção; haverá diminuição da ocupação territorial e se usará menos recursos energéticos (menos emissão de carbono).

Os potencias riscos desta implementação tem a ver com os conflitos entre os parceiros, incompatibilidades técnicas, disputas, aumento de ataques cibernéticos, etc.

A partilha de infra-estrutura pode ser de forma:

Passiva: Torres, sites, postes, fontes de energia e etc.

Activa: partilha de equipamentos de transmissão (Hubs, Routers, Cabos de fibra óptica, Hardware, Antenas, etc).

Vale realçar que, o diploma associado ao decreto, tem se inclinado mais à   infra-estrutura passiva, dando uma cobertura de partilha de elementos activos (com olhos numa actualização da legislação) no entanto evidencia-se já 5 modelos de partilha nomeadamente:

  1. Um operador partilha sua infra-estrutura com outro(A).
  2. Dois ou mais operadores estabelecem acordo para construção de uma infra-estrutura(B)
  3. O Arrendamento de terceiros ás infra-estruturas de telecomunicações. (C)

No caso específico do nosso país, foi criado o comité para partilha de infra-estrutura de Telecomunicações o INFRACOM que tem como missão:

  • Registo de infra-estruturas partilhadas.
  • Poder de resolução dos possíveis conflitos entre os provedores.
  • Ser o coordenador estabelecendo estratégias.

Os membros até agora são Unitel, Angola Telecom, Angola Cables, CA TELECOM, Movicel, Multitel, Mundo Startel, MSTelcom, PRODEL-EP, ENDE-EP, RNT-EP, ITA e EPAL.

Para o nosso país, será vantajoso uma vez que vivenciamos uma fernética expansão de infra-estrutura. Reutilizando infra-estruturas já existentes,   poderemos estar presentes a uma aceleração na taxa de penetração dos serviços de telecomunicações o que irá massificar a inclusão digital podendo também resolver o problema de iliteracia tecnológica em Angola.

 

 

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A Africell informou na terça-feira que estava a encerrar as suas operações no Uganda, onde enfrentou forte concorrência por parte das unidades locais das empresas de telecomunicações MTN MTNJ.J e Bharti Airtel BRTI.NS.

A operar na República Democrática do Congo, Gâmbia e Serra Leoa, a Africell entrou no mercado do Uganda em 2014, após adquirir as operações locais da francesa Orange.

Mas tem lutado para se expandir contra a MTN da África do Sul, que tem o maior número de assinantes no país da África Oriental, com mais de dez milhões, e a Bharti Airtel da Índia.

"Africell ... encerrará as operações no Uganda a 7 de Outubro de 2021 ", afirmou a empresa em comunicado, acrescentando que a sua decisão foi" baseada numa avaliação cuidadosa das perspectivas comerciais a longo prazo para o negócio "e como o Uganda se encaixava na sua estratégia para impulsionar a transformação digital.

Africell tinha 2,3 milhões de assinantes no Uganda, de acordo com o site da empresa.

Em todo o continente esta possui 12 milhões de assinantes e planeia lançar operações em Angola até ao final do ano em curso, disse Sam Williams, o director de comunicações da empresa à Reuters.

A notícia deve beneficiar a MTN, que se prepara para um IPO no qual pretende vender 20% das suas acções ao público.

O governo, no ano passado, determinou que todas as empresas de telecomunicações do país listassem pelo menos 20% das suas acções, como uma forma de permitir que os seus cidadãos compartilhassem uma fatia dos lucros.

A desaceleração do crescimento nos últimos anos, exacerbada pelos efeitos da COVID-19, reduziu as perspectivas económicas do país da África Oriental e levou a um êxodo permanente de empresas estrangeiras, incluindo redes de supermercados da África do Sul e do vizinho Quénia.

 

 

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Por: Celso Malavoloneke

 

A meio das férias, recebi um simpático convite da Huawei – UNITEL para participar online no lançamento dos serviços de “mobile money” (dinheiro via celular, em tradução livre) que resultara da parceria entre as duas empresas. A Huawei fornecera uma solução tecnológica flexível, adequada à nossa realidade e fácil de ser manejada por utentes e agentes, e a UNITEL pusera à disposição a sua formidável rede de cobertura tele-comunicacional, a maior do país.

Com grande pena minha, não pude aceitar o convite - já tinha programada uma excursão para o leste da província da Huíla onde me encontrava, nomeadamente no meu município natal do Kuvangu. Mas expressei à simpática senhora que transmitiu o convite a minha enorme satisfação por essa conquista e prometi que tão logo me fosse possível iria lá ver de perto como o sistema funciona.

O meu entusiasmo pelo assunto tem várias justificações, todas a ver com as minhas vivências profissionais: em 2015, quando era Director de Comunicação Institucional e Imprensa do MINARS, e no quadro dos primeiros passos das acções de transferências sociais monetárias não contributivas, fui enviado a fazer um curso de formação de um mês em Cape Town, sobre o assunto. É que eu era, então, defensor ferrenho da tese que me tinha sido inculcada na universidade canadiana onde me formei em Planeamento de Desenvolvimento Rural Internacional, que nunca se deve dar dinheiro às comunidades apoiadas. “Antes dar o anzol e ensinar a pescar que dar o peixe”, dizia-se. De forma que a então nova abordagem de dar um montante mensal às famílias beneficiadas fazia-me muita confusão na cabeça. Fui fazer o curso, compreendi o conceito e lá escolhi a especialidade de “inclusão financeira”.

A segunda vivência tem a ver com a minha participação enquanto Secretário de Estado da Comunicação Social no desenho do Projecto Kwenda. Sendo uma das componentes a entrega trimestral de 8.400 Kzs às famílias mais vulneráveis (entenda-se nas zonas mais remotas), fazer chegar este dinheiro é (era) um verdadeiro bico-de-obra. Um bom número de municípios não possui uma agência bancária sequer; outros só têm uma – o BPC – que funciona(va) com muitas deficiências. Lembro-me que, em 2019, fui em missão de serviço da vacinação da Pólio uma vez ao Chipindo/Huíla e outra ao Chitembo/Bié e tivemos que transportar as enormes quantidades de dinheiro vivo necessário para pagar ao pessoal e a logística da campanha, com todos os riscos que isso acarretava.

Na solução destes problemas logísticos pelo Projecto Kwenda, surgiu a ideia de, à semelhança do que já acontece em outros países, incluindo aqui na SADC, recorrer ao conceito do “mobile money”. Para isso, começou-se a discutir a ideia com a UNITEL. Aqui cabe fazer uma sentida homenagem à finada Dra. Eunice de Carvalho que, uma vez contactada, transformou-se numa entusiasta incondicional do projecto. O seu apoio, que se situava mais na vertente da responsabilidade social da empresa que numa nova área de obtenção de lucros – que até acaba sendo – e a sua inquebrantável fé e compromisso com os mais desfavorecidos foram fundamentais para que a UNITEL não desistisse perante os enormes desafios técnicos e tecnológicos que o projecto enfrentava. Ao ponto que, mesmo depois do seu infausto desaparecimento, a força da sua memória continuou a ser uma força motriz para aqueles que ficaram a tocá-lo para a frente…

É precisamente na solução de uma solução tecnológica simples, mas eficiente, que pudesse ser utilizada sem muita formação, que surgiu a Huawei no projecto. Com a experiência de outros países, tornou efectivamente possível que já se vislumbre no horizonte as famílias beneficiadas do Projecto Kwenda receberem a sua transferência monetária, bastando para isso ter um número UNITEL e viver perto de um agente UNITEL, seja ele uma loja ou um “mamadu”.

As enormes vantagens deste sistema financeiro não saíam da minha cabeça enquanto percorria os municípios do leste da Huíla: Quipungo, Matala, Jamba, Kuvangu… e em cada vila que passava, procurava nas ruas e na memória a existência de agências bancárias: Quipungo tem uma, tal como Jamba e Kuvangu; só Matala tem duas. Essas agências, ou não têm dinheiro, ou não têm sistema, ou os trabalhadores ausentaram-se para o Lubango… os multicaixa esquece, nunca têm dinheiro e quando têm são aquelas enchentes, principalmente no fim do mês. Por outras palavras, o sistema financeiro funciona com muita deficiência.

É isso que o “mobile money” pode resolver. Para já, acontece fora dos bancos. Entram mais dois actores no sistema financeiro do município e das comunidades: as lojas UNITEL (que também são poucas, é verdade) e os comerciantes das lojas de esquina (vulgo “mamadus”), esses em grande quantidade e que, de facto, já prestam esses serviços sem pagar um Kwanza de imposto ao Estado. Isso, e a quase falta de burocracia, é que, tenho a certeza, vão fazer a verdadeira diferença. E nisto, a Huawei foi visionária. O aplicativo que apresentou é tão fácil de usar que requer o mínimo de treinamento.

O impacto deste serviço na economia municipal e comunitária é enorme. Primeiro, vai ser mais fácil e rápido enviar dinheiro das cidades capitais para os municípios e comunas, o que significa dizer que vai haver mais dinheiro disponível lá para lubrificar a economia. O dinheiro nestas localidades é realmente sempre ao vivo e é muito escasso, o que prejudica os pequenos produtores e o comércio local. Segundo, vai possibilitar transacções mais ou menos grandes entre os agentes económicos locais de forma rápida, eficaz e segura. Estão definitivamente para trás os dias em que o Secretário de Estado tinha que carregar o seu jipe de caixas de dinheiro para pagar as despesas de uma campanha numa localidade distante. Da mesma forma, as famílias beneficiárias da acção social do Estado podem recebê-la em dinheiro. Mesmo as ajudas alimentares podem ser disponibilizadas desta forma, eliminando a logística, onerosa e consumidora de tempo, e possibilitando aos beneficiários adquirirem no mercado local o tipo de quantidade de géneros que consomem melhor, injectando no processo, dinheiro na economia local. Esses três são factores de inclusão financeira. Há um outro aspecto de importância nada desprezível que tem a ver com a não saída da massa monetária do circuito oficial: ao circular de forma mais digital que física, os dinheiros passam a não sair do controlo do sistema financeiro nacional. O que vai eliminar um dos maiores problemas com que se tem deparado nos últimos anos.

É por essas e outras razões que fiquei particularmente entusiasmado quando os serviços financeiros móveis arrancaram. Bem-haja à UNITEL e à Huawei, e faço votos que os serviços se expandam o mais rapidamente possível a todos os cantos do país. Encorajo e faço votos que os serviços sociais, comerciais, pequenas indústrias e até o Ministério das Finanças – no tocante aos pagamentos dos funcionários públicos e pensionistas – não hesitem em usar este serviço, de forma a potenciá-lo e assim trazer para mais perto dos cidadãos menos desfavorecidos, e não só, os benefícios dos serviços financeiros formais.

 

 

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A equipa angolana de Rally Raid Angola Rally Team conquistou no dia 10 de Setembro, o segundo lugar da categoria SXSno Kalahari Rally, a mais longa e exigente prova de Rally Raid da África Austral.

O Kalahari Rally, que integra o conjunto de eventos “Road to Dakar”, decorreu entre os dias 3 e 10 de Setembro na República da África do Sul, e percorreu mais de 3600Km ao longo das fronteiras com o Botswana e com a Namíbia, aonde os concorrentes enfrentaram durante 6 dias as temidas dunas vermelhas do deserto do Kalahari.

Disputaram a prova 68 equipas, provenientes de 7 países (África do Sul, Botswana, Holanda, Estados Unidos da América, Zâmbia, Portugal e Angola), divididos em 3 categorias – Motas, Carros e SXS. Segundo João Lota, Piloto, foi necessário adoptar um ritmo moderado e preservar a mecânica da viatura, assegurando a continuidade em prova, pelo que apenas foi imposto um andamento mais forte na última etapa, na tentativa de garantir um lugar no pódio.

Nuno Santos, navegador, assume que as maiores dificuldades que enfrentaram, para além das longas distâncias percorridas, foram o frio e a navegação, que exigiu um nível de concentração muito elevado. Estes factores elevaram o nível de dificuldade do rally,e forçaram metade dos concorrentes que disputaram a desistir.

O evento terminou de forma dramática para a formação angolana, após um problema mecânico nos últimos 10km da prova, que a obrigou a cruzar a meta final com apenas 3 rodas.

A persistência garantiu o 2ª lugar na categoria SXS, 6º lugar na classificação geral dos Carros e 1º lugar como concorrente internacional na categoria das 4 rodas, ultrapassando os objectivos definidos para este evento.

O próximo desafio será assegurar o primeiro lugar no Campeonato Angolano de Rally Raid, a disputar já no dia 18 de Setembro no Município da Chipipa, província do Huambo, e dar continuidade ao processo de preparação para o Dakar Rally em 2023.

O regresso a Angola está agendado para o dia 15 de Setembro, por volta das 10:00.

 

 

 

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O Facebook apresentou na passada Quinta-feira(09), o seu mais novo produto denominado Ray-Ban Stories - óculos inteligentes que capturam fotos e vídeos, permitem ouvir música e receber ligações com recurso a comando de voz ou movimento de mão.

De acordo com a informação veiculada no site oficial de notícias do Facebook, o Ray-Ban Stories é emparelhado no aplicativo Facebook View, do iOS e Android. Ao todo são 20 estilos dos óculos com alguns dos modelos Ray-Ban mais icônicos, como Wayfarer/Wayfarer Large, Round e Meteor; cinco opções de cores e uma gama de lentes, incluindo transparente, sol, Transition e de prescrição.

"Temos o prazer de lançar o Ray-Ban Stories - óculos inteligentes que oferecem uma maneira autêntica de capturar fotos e vídeos, partilhar suas aventuras e ouvir música ou fazer ligações para que possas estar presente com amigos, família e o mundo ao seu redor", lê-se no site.

A partir de 299 dólares norte-americano e disponíveis em 20 combinações de estilos, os óculos inteligentes estão disponíveis em lojas online seleccionadas nos EUA, Austrália, Canadá, Irlanda, Itália e Reino Unido.

De acordo com o Facebook, a tecnologia Beamforming e um algoritmo de supressão de ruído de fundo garantem qualidade da experiência de chamada como a de fones de ouvido.

Os óculos têm câmeras duplas de 5MP integradas que permitem fazer fotos e gravar vídeos de até 30 segundos com o botão de captura ou sem usar as mãos, por meio dos comandos de voz da Assistente do Facebook. Entre as notáveis inovações, realce para a luz de LED de captura, que se acende para permitir que as pessoas próximas saibam quando está sendo feita uma foto ou fazendo um vídeo, os alto-falantes são integrados e a matriz de áudio de três microfones oferece uma transmissão de voz e som para chamadas e vídeos.

O Facebook não fez referência sobre qual das células desenvolveu o Ray-Ban Stories e nem à qual das células caberá a responsabilidade de gerir o recém produto, apesar de ter uma equipa (a oculus) que desenvolve os dispositivos de realidade aumentada que contêm uma certa semelhança com o Ray-Ban Stories.

 

 

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O operador de telecomunicações ITA – Internet Technologies Angola, S.A., multinacional parte do Grupo Paratus, anunciou no passado dia 31 de Agosto do corrente ano, o lançamento da sua ligação de fibra óptica de alta velocidade que liga Angola à República Democrática do Congo através do Nóqui (Angola) até Matadi (RDC).

A ligação de 600 quilómetros entre Luanda e Nóqui, com capacidade até 200 gigabits por segundo, irá também fornecer serviços de Internet à municípios ao longo da rota, incluindo Nzeto, Tomboco e Mbanza Congo, na província do Zaire.

Na sequência de um substancial investimento da ITA e do Grupo Paratus, esta ligação entre Angola e a RDC assinala a primeira de muitas a serem lançadas na região da SADC pelo grupo. A fibra que parte do Nóqui, para além de beneficiar as cidades do lado angolano, beneficiará também a RDC ao fornecer serviços de Internet em Kinshasa, que tem cerca de 17 milhões de habitantes. A implantação de fibra faz parte da estratégia ITA / Paratus para conectar Angola com a região e concretizar a visão estratégica do grupo para estabelecer Angola como um centro de tráfego dentro da SADC.

“Para as empresas na região da SADC, a conectividade de fibra óptica é essencial”, afirma o Diretor Geral da ITA, Francisco Pinto Leite. “Para além de oferecer alta velocidade e latência reduzida por meio de uma conexão de qualidade para a comunidade empresarial, as ligações em fibra têm melhor custo-benefício quando comparadas a uma conexão de satélite, pois oferecem grande capacidade de transmissão de dados com uma economia de cerca de 70%.” comentou Francisco Pinto Leite sobre os benefícios desta ligação.

Para a economia angolana as ligações internacionais em fibra óptica representam inúmeros benefícios uma vez que permitirão transformar Angola num “hub” dentro da SADC, o que viabilizará o fomento do enorme potencial comercial da região. Conforme explica o CTO do Grupo Paratus e CEO da ITA, Rolf Mendelsohn: “O nosso investimento em Angola e na região da SADC tem ajudado a gerar oportunidades de negócio reais. A nossa estratégia de fornecer uma rede de qualidade em África, está a ser realizada por meio dos nossos investimentos em infra-estruturas. O lançamento desta ligação de fibra entre Angola e a RDC demostra como estamos a pensar em grande e permitir que os nossos clientes empresariais, multinacionais e internacionais usufruam de ligações mais rápidas, fiáveis e mais acessíveis.”

Sobre ITA

A ITA - Internet Technologies Angola, fundada em 2005, conta actualmente com mais de 180 colaboradores, profissionais altamente qualificados, e investe fortemente na formação de quadros nacionais, permitindo uma oferta de serviço de excelência, contínuo e permanente. Dispõe de equipas técnicas especializadas na implementação de redes de dados e de telecomunicações. Ao longo dos últimos 16 anos a ITA cresceu exponencialmente e é hoje o maior operador privado do sector, um prestador de soluções integradas e altamente fiáveis de telecomunicações que envolvem Internet, VPN MPLS, Data Center, Cloud Services e Voz. É membro fundador do Grupo PARATUS África.

Sobre Paratus

Paratus é a rede de qualidade de África. De olho no futuro, o grupo está a investir em infra-estruturas e a estabelecer-se como um actor-chave na entrega de serviços de telecomunicações integrados em toda a África. O Grupo Paratus é gerido por uma equipa operacional apaixonada e profissional em seis países africanos - Angola, Botswana, Moçambique, Namíbia, África do Sul, e Zâmbia. A rede alargada da empresa fornece um serviço centrado na conectividade por satélite em 28 países africanos e a milhares de ligações de clientes remotos em África, ligando empresas em todo o continente africano e fornecendo um serviço de excelência de ponta-a-ponta. A actuação do grupo estende-se para além de África, até aos PoPs internacionais (pontos de presença) na Europa e nos EUA.

 

 

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