janeiro 24, 2021

Redacção

A capital do país, conta desde Dezembro do ano passado, com um serviço de táxi inovador e com suporte tecnológico, com vista a minimizar a problemática da mobilidade.

Trata-se da “Tirosa”, empresa tecnológica angolana criada por Dulcidio Sachipa, Evandro Santos e Aldemiro Furtado, tem foco no turismo, dedicada ao serviço de táxi terrestre, aquático e com serviço de reboque 24hrs por dia, que permite a busca de um motorista com base na localização do passageiro. Os serviços tecnológicos com base em aplicativos são óptimos para quem quer se locomover de forma rápida e segura.

Para deslocar-se em Luanda (numa primeira fase), a Tirosa oferece aos utentes, um serviço prático, seguro e rápido, com formas de pagamentos diversificados como: Cash, cartão Multicaixa e com cartões internacionais Visa, MasterCard, Discover, JBC e AMEX.

A sua App, disponível na Play Store e App Store, é uma ferramenta segura e de uso fácil, que tende a reforçar os valores já estabelecidos no meio social e de consumo, que permite interagir com os serviços de uma forma simples e eficiente. O aplicativo visa fazer viagens por toda cidade de Luanda facilitando e melhorando a mobilidade urbana e a deslocação dos passageiros, zelando sempre pela satisfação dos mesmos ao perceberem a qualidade do serviço e a facilidade ao obtê-lo.

A Tirosa conta com um diferencial de alto padrão para o mercado angolano. Para além dos serviços habituais, conta também com os serviços de reboque, barcos, serviço de wi-fi em todos os meios de modo dinamizar o turismo e melhorar a qualidade da mobilidade urbana.

A empresa promete expandir os seus serviços para as demais províncias do país, com maior urgência para as cidades de Benguela e Lubango, previsto para Setembro próximo.

Por : Celso Malavoloneke

 

  • Estamos nos idos de 1770. O trabalho mais pesado que as pessoas tinham que fazer eram por via da tracção animal, força do vento e da água dos rios. Até que descobriu-de a energia a vapor e a vida das sociedades mudou radicalmente. As carruagens puxadas por bois, murros e cavalos, os navios propulsionados pelo vento, os moinhos a vento, passaram todos a ser movidos a vapor. De noite para o dia, aumentaram a velocidade, distância e capacidade de produção e deixaram de depender dos caprichos da natureza. Iniciou-se a produção industrial em massa e assim surgiu a Primeira Revolução Industrial – a energia baseada em vapor. Duzentos anos depois, descobriu-se a electricidade e a capacidade de produção em massa que já era considerável aumentou ainda mais e surgiu a Segunda Revolução Industrial – a era da ciência e da produção fomentada pela electricidade. E em por volta de 1950 surgiu o computador e as tecnologias digitais com o enorme impacto na vida das pessoas; e surgiu a Terceira Revolução Industrial. Parou-se por ali? Não. Surge agora, desde 2016 a Quarta Revolução Industrial. A Quarta Revolução Industrial, ou Indústria 4.0, é um conceito desenvolvido pelo alemão Klaus Schwab, director e fundador do Fórum Económico Mundial. A indústria 4.0 tende a ser totalmente automatizada a partir de sistemas que combinam máquinas com processos digitais.

A Quarta Revolução Industrial projecta assim uma era de robótica avançada, automação em larga escala, Inteligência Artificial, Impressão 3D, Engenharia Genética, computação quântica, etc… e a 5G. As redes 5G  deverão ser pelo menos 10 vezes mais rápidas do que a 4G LTE, tornando-se eventualmente 100 vezes mais rápidas.  As soluções avançadas pela 4ª Revolução Industrial e que utilizam todas estas novas tecnologias têm potencial para ajudar os países a responder melhor às várias necessidades dos seus cidadãos. Desde a educação à saúde, passando do entretenimento aos serviços financeiros digitais e muito mais.

A pergunta que não se cala é: até que ponto o nosso país está preparado para acolher essas novas tecnologias?

Em primeiro lugar, há que resolver as lacunas digitais que se mantêm, ainda e que nunca foram tão críticas como nos últimos dois trimestres deste ano, com a emergência da pandemia da Covid-19 e a extinção do antigo, modo de vida até então considerado "normal".

O primeiro trimestre de 2020 viu uma desaceleração económica em larga escala no nosso país, à medida que a disseminação do novo vírus corona aumentou em número e em extensão geográfica. Fomos obrigados a fechar as, os voos ficaram largos meses em terra e por via do estado de emergência e de situação de calamidade, milhões de pessoas em todo o país foram forçadas a permanecer em casa e socialmente distantes das outras. Notou-se um aumento imediato do tráfego de rede, por causa do trabalho remoto. O estudo on line e a utilização geral da Internet para todas as formas de comunicação, recolha de informações e acesso a serviços digitais tornam-se a norma. Os reguladores, seguindo a tendência  a nível mundial e em África começaram a libertar espectro temporário para ajudar os operadores a aliviar o congestionamento da rede, como resultado directo da pandemia. Com estas mudanças rápidas facilitadas para responder às necessidades imediatas da sociedade durante a pandemia, as discussões sobre a exclusão digital em vastas áreas do país tornaram actuais. Os municípios sentem agora um impacto acrescido destas lacunas, na medida em que a pandemia revelou as suas deficiência no que diz respeito ao acesso digital. Países como os EUA, o Reino Unido, a Alemanha, o Brasil e outros mais, estabeleceram metas de conectividade para aqueles que permaneceram desconectados nas zonas rurais ou excluídos mesmo nas zonas urbanas devido aos custos de conectividade e outros desafios para os consumidores.

O acesso à Internet foi declarado um direito humano fundamental e a Covid-19 veio mostrar-nos a todos como a conectividade de banda larga era vital para responder a este vírus, permitindo que a economia e a sociedade continuassem a avançar independentemente das medidas de distanciamento social. Ora, com muitos países a atravessar a segunda onda desta pandemia, a resiliência nos sistemas de conectividade adquire uma importância acrescida. O "novo normal" parece estar para ficar, dali ser imperativo adaptar o nosso modo de vida e os sistemas que suportam isso, deve evoluir muito rapidamente.

É por isso que avançar rapidamente e em força ao encontro da 4ª Revolução assume uma importância estratégica para o desenvolvimento de Angola. E ol caminho afigura-se longo e cheio de escolhos. A penetração da Internet em Angola era de apenas 22% no final de Dezembro de 2019. Por isso, a exclusão digital em Angola deve ser combatida imediatamente e a vários níveis. Económico, social,governamental e empresarial. Com o país dotado de recursos naturais que vão desde petróleo e gás, minerais e diamantes até terras agricultáveis, faz sentido que estes sectores sejam priorizados para a tal automatização em larga escala e digitalização que a 4ª Revolução preconiza .O aumento das exportações e a manutenção da produção, mesmo quando é necessário um aumento da distância social, exige uma maior dependência de máquinas inteligentes e operações com intervenientes mais pequenos (agricultores de subsistência, pequenos operadores mineiros, etc.) ligados a cadeias de abastecimento regionais e nacionais.

Resta a questão do capital humano: a grande percentagem de jovens na população angolana e a natural propensão das novas gerações para o uso das tecnologias digitais tornam Angola num país onde a “conversão” para a 4ª Revolução seja relativamente facilitada se se conceber e implementar uma estratégia de inclusão digital que passe pelo sistema de ensino não só formal, como também informal no que poderia ser considerado uma espécie de “alfabetização digital”.

Por: Sílvio Costa

 

A transformação digital está na ordem do dia e as empresas precisam começar a fazer a sua transformação se quiserem sobreviver nestes novos tempos.

O mundo está no limiar da quarta revolução industrial e toda a estrutura de convivência estará subordinada a processos tecnológicos, por isso, mais do que a transformação digital, as empresas deverão fazer uma transformação tecnológica.

A quarta revolução industrial será a convergência de tecnologia digital, física e biológica e mudará toda a nossa vida.

A transformação dar-se-á com a adoção do digital, mas também, com novos equipamentos, robots, a IOT (internet das coisas), e processos de biotecnologia e nanotecnologia.

Como diz o economista alemão Klaus Schwab, no seu livro A Quarta Revolução Industrial, de 2016, "Estamos a bordo de uma revolução tecnológica que transformará, fundamentalmente, a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Em sua escala, alcance e complexidade, a transformação será diferente de qualquer coisa que o ser humano tenha experimentado antes".

O Uber (maior empresa de transportes sem carros), airbnb (maior empresa de alojamento sem quartos), as inovações da apple (computação, comunicação móvel, cloud, música, etc, etc), a Tesla (electricidade ao invés da combustão fóssil), Solarcity e outras (energia solar, eólica, geotérmica, biomassa, etc), Amazon (massificação do comércio electrónico), Boston Dynamics (robots multifuncionais), Oculus (realidade virtual) e Niantic (realidade aumentada), TTEC (teletrabalho), Teladoc (telemedicina), Vipkid (educação à distância), e até, NovoNordisk ou Basf que trabalham com bio e nano tecnologia como as utilizadas na recente vacina contra a covid-19 são exemplos da forma de pensar, agir e relacionar-se do homem com o mundo na era da transformação tecnológica.

A terceira revolução industrial iniciada com o fim da segunda guerra mundial, trouxe a digitalização para os processos produtivos e democratizou a tecnologia com o aparecimento do computador pessoal, da internet e do telefone celular. A digitalização tornou exponencial o acesso à informação e colocou o consumidor em contacto directo com o que deseja, deixando de ser um ente passivo e passando a dominar o processo de compra e a estar no centro de todo o processo comercial.

A geração nativa-digital (nascidos no fim do Séc.XX), utiliza a tecnologia como meio, ferramenta e canal principal de relacionamento com o mercado, o que exigiu das empresas uma transformação neste sentido. Esta transformação vinha-se fazendo ao ritmo possível tendo em conta a disponibilidade cada vez mais barata para as empresas, de equipamentos e tecnologia nas quais era necessário investir.

O aparecimento dos serviços em nuvem, de SaaS (software as a service), tornaram o acesso à tecnologia muito mais barato para as empresas tornando-o acessível, inclusive as PME (pequenas e médias empresas), permitindo que hoje, até os profissionais autónomos e freelancers possam ter presença e serviços digitalizados.

A pandemia veio acelerar o processo de digitalização com a necessidade de implementar processos como o teletrabalho, ensino a distância e trabalho colaborativo com distanciamento físico, o que elevou o nível do desafio e da necessidade de mudança em direcção à transformação tecnológica.

Mesmo que a presença digital já seja um facto para a quase totalidade das empresas com a utilização das redes sociais para se dar a conhecer, promover produtos e serviços e, até relacionar-se com o mercado, isto está muito longe do que deve ser a transformação de que estamos a falar.

A transformação tecnológico-digital deve fazer parte de um novo conceito de estar no mercado, criar produtos, serviços e modelos de negócio e relacionar-se com o mercado. Esta transformação deve fazer parte do posicionamento estratégico da empresa e deverá mudar toda a cultura organizacional.

Será necessário ter em conta alguns requisitos:

●     O foco do negócio passou a ser o consumidor final e todos os processos deverão estar orientados neste sentido.

●     A experiência de compra deverá ser mais rica e expressiva, principalmente, porque começa de forma virtual.

●     Os vendedores deverão ter um conhecimento profundo do produto/serviço e da sua proposta de valor para o consumidor. Simples informações técnicas são insuficientes, visto que muitas delas já são do domínio do consumidor.

●     As empresas devem aprender a colectar e trabalhar dados (data driven organization), e estes serão a base do processo de tomada de decisão.

●     A eficiência deve ser apanágio de todo o processo de transformação tecnológico-digital.

No caso das PME a transformação digital será fundamental para reduzir custos, criar modelos e processos ágeis e eficientes, eliminar erros e aumentar a competitividade num mundo onde a concorrência é cada vez maior e virá, em grande parte, de freelancers e autónomos num mundo virtual sem barreira e distância físicas ou geográficas.

Empresas que não se transformarem ou ficarem para trás neste processo correm o risco de deixarem de ser reconhecidas pelos consumidores, perderem agilidade, tornarem-se caras para os donos e investidores e entrarem numa dinâmica de retrocesso e consequente falência como já aconteceu com empresas como a Kodak que, sendo a principal do sector da fotografia, não deu a importância devida ao digital e fechou as portas.

No entanto, antes de falarmos da forma como implementar a transformação tecnológico-digital na sua empresa precisamos reconhecer que existem desafios a ultrapassar:

●     Mudar a cultura da empresa para um mindset (forma de pensar), digital.

●     Dificuldades técnicas (equipamentos), e limitações em TI (tecnologias da informação).

●     Dificuldades com segurança de equipamentos e informação.

●      Decisões financeiras e sobre o ROI (retorno sobre o investimento).

●     Falta de iniciativa da liderança.

A transformação tecnológico-digital deve estar assente em três pilares fundamentais:

1- Pessoas.

A transformação tecnológico-digital deve permear toda a organização e envolver da gestão aos colaboradores como um todo. Não é um processo exclusivo do departamento de TI (tecnologias de informação). As pessoas da empresa devem perceber a importância de pensar de forma digital e a gestão deve promover mudanças e adaptações à cultura da empresa tendo em conta novas tecnologias, novos processos, novos equipamentos e nova forma de relacionamento com o mercado.

O mindset (modelo de pensamento), tecnológico deve fazer parte do posicionamento estratégico da empresa e manter o foco na utilização desta transformação com o objectivo de trazer a melhor experiência e criação de valor para o cliente.

2- Tecnologia.

A tecnologia é o cerne da questão! Nem todas as tecnologias disponíveis serão boas para as empresas e estas deverão respeitar o modelo de negócio e, principalmente, a busca pela eficiência e melhoria dos processos existentes.

É necessário ter em conta o investimento à volta da aquisição de nova tecnologia, a sua implantação e todas as questões inerentes ao envolvimento da empresa e das pessoas.

A tecnologia deve estar ao serviço do propósito da empresa, da eficiência, competitividade e óptima experiência do cliente e nunca ao contrário. A empresa não pode ser refém de softwares exigentes e complicados, muitas vezes caros e dos quais só retira problemas.

3- Processos.

As pessoas deverão conhecer e adaptar-se às novas tecnologias adquiridas pela empresa para que adoptem processos que possam optimizar o investimento na transformação e buscar resultados baseados no aumento da eficiência e melhoria na relação com o mercado para resultados satisfatórios.

É importante fazer um diagnóstico para descobrir o quanto a sua empresa é “figital” (física e digital) e definir quais os processos devem começar já a transformação e quais outros podem ainda manter-se analógicos.

A empresa deverá criar um programa de mudança bimodal onde irá subsistir sistemas analógicos e digitais à medida que os segundos substituem os primeiros. A mudança brusca e definitiva poderá levar a barreiras, inadaptações, falta de preparação e resistências, não podendo esquecer que o primeiro pilar são as pessoas.

O processo de transformação tecnológico-digital é irreversível e mesmo empresas que estejam em ambientes mais remotos serão obrigadas a dar passos neste sentido.

Como toda a transformação esta exigirá das empresas empenho, adaptação e investimento e, principalmente, uma forma muito diferente de organização e relacionamento.

O mapeamento de processos, a gestão de recursos humanos e outros e a orientação estratégica baseada em businnes inteligence (inteligência de negócios), e data driven (orientação por dados), devem ser adoptadas desde o início.

A importância de apoio especializado com consultoria focada nesta transformação será um suporte de vital importância para que as empresas possam transpor este novo e enorme desafio para o novo mundo que já chegou!

O Tribunal Constitucional declarou que a partir de agora em todo o território nacional, as escutas e localizações telefónicas serão por ordem do órgão estatal, lei que anteriormente estava sob tutela do Ministério Público.

Em 2019, o Conselho de Ministros aprovou a Lei da Identificação ou Localização de Telemóveis e Vigilância Electrónica para Fins de Prevenção e Repressão Criminal, dando poder absoluto ao Ministério Público para fiscalizar escutas e gravações em ambiente restrito, tudo sob a aceitação da Assembleia Nacional em Abril de 2020, que mais tarde foi travada por uma acção judicial da Ordem dos Advogados de Angola (OAA), alegando ser competência para um juiz de garantia.

A OAA defende que são bens jurídicos com o poder de tomar decisões ao direito à privacidade e à intimidade, inviolabilidade do domicílio e a inviolabilidade da correspondência e das comunicações seguindo as normas da lei constitucional.

Sob autoridade do Ministério Público, o arguido estará em desvantagem, situação que o tribunal considera contrária às regras estabelecidas pelo legislador constitucional.

Segundo o acórdão 658/20, de 15 de Dezembro, em vigor desde o final de 2020, tendo como fonte a agência Lusa, aponta a medida de acção da OAA, ao considerar que as normas da referida lei, que dão poder ao Ministério Público de autorizar, ordenar e validar escutas e gravação ambiental em locais privados, condicionados ou de acesso vedado são inconstitucionais, atendendo aos preceitos que norteiam o Estado Democrático e de Direito, o que de facto pode prejudicar de certa forma a objectividade que se exige.

A China anunciou a abertura oficial do seu telescópio “Sky Eye” para a comunidade científica global a partir do próximo dia 1º de abril, segundo anúncio do China Global Times. O prato parabólico de 500 metros de diâmetro faz desse rádio-telescópio o maior do mundo.

Também chamado de FAST (iniciais em inglês de telescópio esférico de 500 metros de abertura), a instalação tem sido utilizada, desde 2016, na detecção de pulsares e outros alvos astronômicos energéticos, além de ser também utilizada eventualmente na busca de vida alienígena.

A partir da data de abertura anunciada, os cientistas estrangeiros poderão enviar solicitações de observação via online para Observatórios Astronômicos Nacionais da China. De acordo com a agência de notícias Xinhua, todas as propostas serão analisadas, selecionadas e, a partir de 1º de agosto, o tempo de observação passará a ser dividido entre os interessados.

O engenheiro-chefe do FAST, Jiang Peng, disse à agência oficial de notícias que cerca de 10% do tempo total de observação do telescópio será integralmente direcionado para a comunidade científica internacional. Ele afirmou que, dentro dos objetivos estratégicos da instalação, vários projetos prioritários foram estabelecidos.

Localizado no condado de Pingtang, no sudoeste da China, o FAST foi oficialmente inaugurado no dia 11 de janeiro de 2020, embora já fizesse observações experimentais desde 2016. Até novembro do ano passado, o "Sky Eye" havia descoberto 240 pulsares, inclusive um raríssimo pulsar de milissegundo, que gira muito mais rápido dos que os ditos "normais".

 

Fonte: Tecmundo

No último artigo ensinamos como criar uma conta na carteira de Ethereum Metamask. Porém, para participação no ICO da Yetucoin é necessário configurar a carteira para Binance Smart Chain (BSC) porque Metamask é uma wallet de padrão Ethereum. Saiba nesse artigo como fazer.

Configurar Metamask com Binance Smart Chain

1º Passo: Para configurar é muito simples, primeiro entre nas definições da carteira como vês na imagem abaixo:

 

 

2º Passo: Depois de entrares nas definições clique em Networks na penúltima opção do canto superior esquerdo, depois clique em Add Network no canto superior direito como se pode ver na imagem abaixo:

Configurar Metamask com Binance

 

 

Em add network coloque as seguintes definições:

Network Name: Smart Chain

New RPC URL: https://bsc-dataseed.binance.org/

ChainID: 56

Currency Symbol: BNB

Block Explorer URL: https://bscscan.com

 

Yetucoin

 

Escreva as definições como estão representadas acima. No final de tudo clique em guardar/ save e já está! a tua carteira Metamask já está conectada com a Binance Smart Chain e já podes enviar e receber BNB e Yetucoin na tua carteira. Os dados acima foram retirados do site oficial da Binance.

Participar no ICO da Yetucoin

Para participação no ICO da Yetucoin apenas tens de ter Binance Coin (BNB) na tua carteira e enviar os mesmos BNB para uma conta que será partilhada amanhã na data de lançamento do ICO. Caso você tenha bitcoin ou alguma outra criptomoeda, podes trocar por BNB na Binance.

Se você ainda não tem uma conta na Binance leia esse turorial e saiba como criar.

Leia também: Como Instalar e Criar Conta na Carteira de Ethereum Metamask

Leia também: Como Criar Conta na Binance [Carteira de Criptomoedas]

Para ajudarmos a comunidade a participar no ICO da nossa criptomoeda, Yetucoin, iremos mostrar nesse tutorial como instalar e criar conta na carteira de Ethereum Metamask.

O que é Metamask?

MetaMask é uma extensão para acessar aplicações criadas na rede Ethereum, ou “Dapps” em seu navegador!

A extensão injeta a API Ethereum web3 em javascript de cada site, para que as dapps possam ler a partir do blockchain. Javascript é uma linguagem de programação responsável pelo comportamento do website.

MetaMask também permite que o usuário crie e gerencie suas próprias identidades (por meio de chaves privadas, carteira de cliente local e carteiras de hardware como Trezor ™), de modo que quando uma Dapp deseja realizar uma transação e escrever no blockchain, o usuário obtém uma interface segura para revisar a transação, antes de aprová-la ou rejeitá-la.

Metamask pode ser instalado como extensão nos seguintes na navegadores:
Google ChromeFirefoxBrave Browser e Microsoft Edge. Além disso, também pode ser baixado para Android e IOS.

Clique na opção acima que desejas fazer o download e baixe para o seu dispositivo. Porém, nesse tutorial iremos ensinar a criar conta no Mozilla Firefox, mas os passos são os mesmos em todos os dispositivos.

 

1º Passo: Visite a página de download do Metamask para Firefox e faça o download da extensão.

Criar conta Metamask
Clique no Botão Azul “Add to Firefox” para instalar a extensão

 

Depois disso vai aparecer um pop-up a pedir a confirmação, clique em Add para confirmar. O Metamask irá aparecer no canto superior direito depois de instalado.

 

2º Passo: Será aberta uma nova janela automaticamente, clique em Get Started. Irá abrir uma nova janela, clique em Create a Wallet para criar uma nova carteira.

Create Wallet para Criar Carteira

 

Depois irá abrir uma nova janela a pedir se concordas partilhas dados com Metamask para ajudar a melhorar a extensão, clica em I agree se você concorda.

3º Passo: Criar uma password. O próxima passo é criar uma senha que tenha no mínimo 8 caracteres.

4º Passo: Vai abrir uma nova janela com as suas Seeds ou Mnemonic Words, que é um conjunto de 12 palavras que é a chave privada da sua conta. Guarde muito bem essas 12 palavras porque quem as tiver pode ter acesso aos teus fundos. Aconselho que guardes num ambiente offline e escrevas a mesma em pelo menos 5 livros/ cadernos. É importante que essas 12 palavras estejam seguras porque sem elas não terás acesso aos teus fundos caso o computador ou telemóvel tenha algum problema.

O navegador irá pedir que coloques as 12 palavras novamente para confirmar se está tudo certo.

5º Passo: E voilà! A sua conta Metamask foi criada. Você agora pode receber todos os tokens de padrão Ethereum na sua carteira.

Metamask
Parabéns! A sua conta foi criada

 

Conclusão

É de extrema importância que guardes muito bem as 12 palavras que foram geradas no 4º passo para teres acesso aos teus fundos. Depois de criar conta no Metamask o próximo passo é conectar com a Binance Smart Chain. No próximo tutorial iremos ensinar como conectar o Metamask com a Binance Smart Chain para participação no nosso ICO.

 

Corellium, uma empresa de pesquisa de segurança processada pela Apple, obteve uma importante vitória legal contra a fabricante do iPhone, que chegou a acusá-la de criar uma cópia não autorizada do iOS. 

Tal cópia era fornecida a investigadores de segurança e hackers para descobrirem falhas no sistema, sem que a Apple estivesse directamente envolvida. Em sua defesa, a Apple alegava que o sistema da Corellium poderia comprometer a segurança do iOS e dos seus usuários caso fosse fornecido às pessoas erradas.

Segundo reporta o The Washington Post, o juiz responsável pelo caso, Rodney Smith, rejeitou as alegações da Apple e afirmou que a Corellium usou o sistema iOS dentro dos termos do “fair use” nos EUA – que permite o uso de material protegido por direitos autoriais sob certas circunstâncias. 

O juiz decidiu que a criação de “iPhones virtuais” pela Corellium não foi uma violação de direitos autorais, em parte porque foi projectado para ajudar a melhorar a segurança para todos os usuários do iPhone. Corellium não estava criando um produto competitivo para os consumidores. Em vez disso, era uma ferramenta de pesquisa para um número comparativamente pequeno de clientes.

O Corellium ajuda os clientes a encontrar bugs no sistema operacional móvel da Apple. A Apple pretendia encerrá-la.

O ambiente de trabalho, nos últimos meses, encontrou várias mudanças e adaptações, face ao novo normal, a que a sociedade ficou submetida. Além da inserção do trabalho remoto, considera-se ainda os impactos derivados da diminuição da actividade económica, que, consequentemente gerou várias implicações.

Esta conclusão consta do mais recente relatório sobre os Mercados de Valores Mobiliários (MVM) publicado pela Organização Internacional (IOSCO) e retomado pela Comissão do Mercado de Capitais (CMC) de Angola.

Temas como a estabilidade financeira e potenciais riscos sistêmicos derivados de actividades de intermediação financeira não-bancária são igualmente tratados abordados no documento. Embora grande parte da turbulência imediata do mercado tenha diminuído, várias são as preocupações com a estabilidade do mercado que foram levantados no relatório.

A Organização Internacional das Comissões de Valores (IOSCO) disponibilizou uma análise aprofundada contendo as principais Perspectivas de Risco para 2021, um documento que apresenta uma panorâmica geral dos riscos, tendências e vulnerabilidades relevantes para os objectivos regulatórios da IOSCO face a questões emergentes nos mercados de títulos.

Considerando o contexto actual de pandemia e a crise económica causada pela Covid-19, o relatório do ano de 2020 concentra-se em duas áreas principais: as potenciais implicações de risco para os mercados de valores mobiliários; e outros riscos sectoriais emergentes que não são imediatamente pertinentes à crise.

Mas em concreto, oferece uma visão geral das principais tendências no ambiente macrofinanceiro global que podem impactar os mercados de títulos; noutra perspectiva, discute dois temas prioritários e um conjunto autónomo de questões que são relevantes para os objectivos regulatórios da IOSCO, mas não directamente relacionados à pandemia.

Paralelamente, foi analisado o tema do trabalho remoto, riscos de má conduta, fraude, golpes e resiliência operacional.

Em alguns casos, tal situação provocou novos desafios operacionais e riscos de conduta para empresas e reguladores ou agravou os já existentes.

O trabalho remoto foi a alternativa que muitas empresas nacionais encontraram para continuar com seu processo produtivo, numa época do recolher obrigatório.
Embora a actividade tenha trazido algumas implicações para a economia; e riscos, no sistema de segurança, serviu também de base para a potencialidade da inclusão digital e desenvolvimento da indústria 4.0, em Angola.

Alda Manuel, embaixadora do Next Einstein Forum, foi recentemente nomeada pela Young Student Peace “YSP” como embaixadora da paz, onde estará no próximo sábado (26) a representar Angola na competição internacional do campeonato Africano S!nergy – Africa Central.

A embaixadora foi nomeada em função do trabalho que tem feito em influenciar as mulheres nas engenharias, primar por um mundo mais sustentável com as energias renováveis e acima de tudo, pelo seu envolvimento com as comunidades e jovens.

“Como embaixadora, a minha missão é promover a paz, resolver conflitos e envolver os jovens na comunidade, em prol dos valores universais alinhados com os objectivos de desenvolvimento sustentável da ONU”, disse a nomeada ao Portal de T.I.

Um dos requisitos da competição foi apresentar um projecto que refletisse a missão e os valores da YSP, passando por um filtro ou seja selecção interna. Alda Manuel concorre com o projecto denominado Tchossi Academic, uma plataforma digital que facilita e promove a investigação científica através do acesso à materiais académicos como dissertações, teses e artigos científicos, em repositório aberto ao público, bem como disponibiliza livros académicos e tutores privados para apoio a estudantes e investigadores na elaboração dos seus conteúdos académicos.

O projecto fundado por Alda Manuel, Álvaro Marques e José Filipe, nasceu da experiência vivida na Inglaterra enquanto estudantes universitários. “Nos apercebemos que a grande diferença do ensino em Angola e no estrangeiro estava no apoio que é dado ao estudante no seu percurso escolar. Desta forma, decidimos trazer para Angola, a experiência positiva que tivemos.

A angolana aspira passar para fase final que será na Korea do Sul, contando com o voto de todos angolanos e não só. Desta feita, é extremamente importante que os angolanos e simpatizantes do projecto Tchossi academic votem para ela.

Para mais informações de como se registar, votar e acompanhar a transmissão do evento que irá ocorrer neste sábado (26), as 15 horas(horário de Angola), os interessados em apoiar a representante angolana, deverão acessar o link da organização YSP Angola.

S!NERGY é um programa baseado na crença de que "o poder das ideias dos jovens tem um efeito sinérgico para tornar o mundo melhor". E o tema desta edição do concurso é “o papel dos jovens na resolução de conflitos e na realização dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para um mundo pacífico de interdependência, prosperidade mútua e valores universais”.

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