outubro 27, 2020

Editor

Jovem apaixonado pela tecnologia e inovação.

O Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS) recebeu hoje (23), um sistema de medição de temperatura por imagem térmica, equipamentos de videoconferência, servidor, laptops e um dispositivo de armazenamento da empresa chinesa HUAWEI.

Além dos equipamentos tecnológicos, foi rubricado um memorando de entendimento entre o MINTTICS e a Huawei , que prevê formação de quadros na área das TIC.

O acto foi testemunhado pelo Ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Eng. Manuel Homem.

Falando em nome do ministro, o Secretário de Estado para as Telecomunicações e Tecnologias de Informação, Mário Oliveira, sublinhou que a Huawei aposta muito na formação e é parceira do ministério e das empresas do sector.

“Com o apoio da Huawei vamos potenciar os nossos jovens, utilizando os meios tecnológicos para beneficiar o nosso mercado”, disse.

 

 

Fonte: MINTTICS

Um total de 66 estudantes universitários das áreas das engenharias das províncias de Luanda, Benguela, Namibe e Malanje terminam hoje (23), o programa de capacitação em tecnologias avançadas e imersão cultural “Seeds for the Future” (Sementes para o Futuro), implementado pela Huawei em parceria com a UNITEL.

Com a série de campanhas vocacionadas para o ecossistema de talentos na África subsariana, como “Seeds for the Future” e “ICT Competition”, a Huawei conta melhorar a competência de mais de 600 mil profissionais de TIC até 2023. O objectivo é preencher a lacuna de talentos nesta área, avançando na transformação digital das indústrias.

Face às restrições impostas pela OMS pela pandemia COVID-19, a formação, que teve início segunda-feira(19), foi realizada via online, com a duração de cinco dias, com término marcado hoje(23). Durante este período, os estudantes seleccionados conheceram soluções inovadoras de redes de banda larga fixa e móvel 5G, de computação em nuvem, Internet das Coisas (IoT) e aprenderam mais sobre o conceito de cidades inteligentes. As formações foram ministradas por especialistas globais da Huawei e incluem também um programa de imersão cultural e introdução ao mandarim.

Em visitas virtuais, os estudantes tiveram contacto com o ambiente de trabalho de uma empresa “gigante” da área das tecnologias de informação e comunicação como a Huawei. Interagiram com os profissionais que estão na sede da multinacional, visitaram os laboratórios de investigação e desenvolvimento, assistiram a demonstrações de soluções tecnológicas inovadoras e aprenderam de perto quais as competências necessárias para ter sucesso na área das TICs, num ambiente multicultural, inovador e criativo.

O programa seleccionou os melhores estudantes de todo o país com menos de 30 anos de idade, matriculados a partir do terceiro ano em universidades ou institutos superiores acreditados pelo Governo de Angola nas seguintes áreas de estudo: Engenharia Electrotécnica e Telecomunicações, Engenharia de Informática, Engenharia de Telecomunicações, Engenharia Electromecânica, Ciências da Computação, Engenharia de Redes, Informática de Gestão, Engenharia Mecatrónica e Engenharia Electrónica.

De periodicidade anual, o programa “Seeds for the Future” quer promover a excelência dos melhores estudantes das universidades angolanas.

Experiência do ICT Competition 2019

Por outro lado, todos os anos a Huawei oferece aos melhores estudantes de engenharia de vários países, a possibilidade de viverem uma experiência única nas suas vidas: participar na competição global de tecnologia de informação e comunicação – a ICT Competition. Em 2019, quatro jovens estudantes angolanos representaram o país nas eliminatórias regionais em Joanesburgo, na África do Sul, e graças ao seu talento conseguiram incluir Angola na lista dos quatro países que representaram a região da África subsariana na grande competição final que aconteceu em Shenzen, na China.

O agora técnico de Plataformas da Ucall, José Simão, foi um dos participantes e conta a sua experiência: “Quando chegámos à África do Sul, fomos muito bem acolhidos pelo staff da Huawei. Os representantes da empresa são muito educados, notou-se isso tanto na África do Sul como na China. Aprendi muitos conceitos a nível de redes de computadores, que têm sido úteis para a minha vida profissional como técnico de plataformas”.

Por seu lado, José Monteiro, que foi o instrutor da equipa e também conseguiu um emprego na Velonet depois de ir a esta competição, exprime: “A nossa participação na China foi muito boa, tivemos a oportunidade de interagir com pessoas de diversas nações, diversas culturas, foi muito interessante.”

No mesmo sentido, o técnico da ITA, Joaquim da Conceição, testemunha que viveu “muitas experiências” e fez “muitas amizades que duram até hoje, principalmente com os irmãos moçambicanos”. “Melhorei as capacidades técnicas, o que ajudou bastante a identificar vários problemas que tenho tido com clientes no dia-a-dia”, acrescenta.

Também para Luis Almeida, o campeão nacional do ICT em 2019, a interacção com técnicos de outros cantos do continente foi o ponto de realce. “Foi muito ‘fixe’. Lembro-me bem que, quando estávamos na gala da cerimónia final na África do Sul, um dos colegas do Botswana disse-nos: ‘Se vocês venceram, então também venci’. Foi muito bom ouvir isso de uma pessoa de outro país”. A participação no ICT deu ao jovem a primeira oportunidade de emprego, como técnico de redes no BFA. “É muito gratificante”, regozija-se.

Os desafios do ICT Competition foram o que mais marcaram outro dos participantes, Neves Cutambo. O técnico de redes do BFA adianta que “a experiência de se preparar para uma prova de certificação, o contacto com os colegas, para além dos links que se estabelecem sempre que uma pessoa é submetida a uma competição do género, foi muito boa”. “O ICT Competition proporcionou-me oportunidades de emprego como instrutor na academia do ITEL, no CEFITEL e depois no BFA, por recomendação da Huawei”, confidencia.

Por último, o responsável pelo Ecossistema de Talentos da Huawei em Angola, Luís Erivaldo, recorda que a experiência foi tão entusiasmante como difícil. “Entusiasmante, porque foi a primeira vez a participar na competição; e difícil, porque tivemos de fazer uma preparação de base, de raiz, com todos os estudantes”, explica.

A percepção individual de cada participante é única, mas todos concordam que esta experiência possibilitou-lhes desenvolver habilidades, ganhar visibilidade, alargar a sua rede de contactos e crescer profissionalmente. Hoje, estes jovens alcançaram a inserção no mercado de trabalho, o que lhes permitiu aplicar os seus conhecimentos, progredir nas suas carreiras e, ao mesmo tempo, melhorar a qualidade de vida das suas famílias.

Apesar da situação actual em todo o mundo, estes programas da Huawei na região da África subsariana não vão parar. O objectivo é formar 600 mil técnicos até 2023. Com isto, a multinacional dá mais um passo para a transformação digital de todos os sectores produtivos do país, levando o digital a cada pessoa, lar e organização, rumo a um mundo totalmente conectado e inteligente.

A Huawei é o maior fornecedor mundial de equipamentos de telecomunicações e o segundo maior fabricante de smartphones. A empresa está posicionada em 49º lugar no índice Fortune Global 500.

Fundada em 1987, a Huawei está presente em mais de 170 países e possui uma força de trabalho de 194.000 funcionários, sendo cerca de 50% dos setores de P&D.

 

A tecnológica Huawei aponta a implementação de um Plano Nacional de Banda Larga, no futuro, como crucial para a aceleração da expansão das redes de Internet no país.

De acordo com a visão dos gestores da multinacional chinesa, a inexistência de partilha de infraestruturas, até ao momento, aumenta consideravelmente os custos de implementação das redes 4 e 5 G. Ainda assim, investe em Angola na construção de um parque tecnológico a inaugurar em 2021, um investimento de mais de 60 milhões de dólares.

Na última sexta-feira, a Huawei organizou a tradicional “Huawei Galileo Exhibition Hall”, porém face à pandemia da Covid-19, este ano, a companhia recebeu o primeiro grupo de visitantes-jornalistas da África Subsaariana, num “tour online”.

Durante o evento, os jornalistas africanos foram informados de como a tecnológica chinesa preparou a entrada do rede 5G e sobre as vantagens que ela traz às mais variadas áreas.

Para eles, atendendo à era de plena digitalização e inovação, as soluções da Huawei respondem às necessidades económicas e de desenvolvimento dos países africanos, por isso mesmo que a China busca o reforço da cooperação com os governos e empresas.

A “Huawei Galileo Exhibition Hall” fundamenta-se na ideia segundo a qual o astrónomo italiano Galileo Galilei, do início do século 17, não inventou o telescópio, mas com seu profundo conhecimento em matemática, física e engenharia, foi capaz de criar um telescópio com uma ampliação de 30 vezes. Visto por meio dessa invenção, as fronteiras do conhecimento foram empurradas, percepções antigas foram alteradas e o universo tornou-se mais próximo.

Na mesma linha, a Huawei não inventou a tecnologia móvel, mas depois de fazer investimentos muito significativos em pessoas e recursos na última década, emergiu como líder da indústria no mundo 5G. Inspirada pelas conquistas pioneiras de Galileo na ciência e tecnologia, a Huawei nomeou a nova área de exibição 5G de Huawei Galileo Hall, que está a ser usada para mostrar três características principais do que constitui uma rede 5G: grande largura de banda, baixa latência e conexões massivas.

Os visitantes não são alimentados apenas com especificações técnicas do que é um “5G”, taxa de dados de pico de 20 Gbit/s, latência ponta a ponta de um milissegundo, eficiência energética de rede 100 vezes maior e um milhão de conexões por quilómetro. A partir das exposições, têm uma apreciação do que está além.

 

 

Fonte: Jornal de Angola

 

A AVP, empresa prestadora de serviços de telecomunicações, aposta na qualificação do capital humano para reforçar presença no sector. Segundo o administrador da empresa, Rui Pires, o processo envolve elevar a capacidade técnica e o aumento de número de trabalhadores, processo que já se encontra em curso.

Com o advento da economia 4.0 as operadoras de comunicação terão de aprimorar os equipamentos e a AVP prepara-se para melhor atender as necessidades presentes e futuras.

Avança que há um investimento nas equipas que vão trabalhar nos sites, bem como nas certificações de trabalhos em altura, equipamentos de subida, tudo “para continuar a oferecer serviços de qualidade”. Contam com uma parceria que tem gerado resultados positivos na qualificação do quadro de colaboradores, uma vez tratar-se da multinacional Huawei.

A empresa investiu, recentemente, num centro de formação, dotado de uma torre, equipamento da Huawei de última geração e pretende expandir a formação ao público em geral.

Acrescentou que as acções de formação terão por base técnicas de escalada, instalação de equipamentos em shelters, alinhar antenas de micro-ondas, instalação de antenas e demais serviços associados à prestação de serviços desta empresa.

A empresa pretende explorar de forma vantajosa a quarta revolução industrial em curso, pois, com o advento da economia 4.0 as operadoras de comunicação e empresas tecnológicas no geral terão de aprimorar os equipamentos e a AVP como provedora de serviços de instalação prepara-se para melhor atender as necessidades presentes e futuras.

Ainda sobre eventos futuros, e este mais próximo de se realizar, a empresa opera com um fornecedor, cujo nome prefere não avançar, para fornecer e instalar equipamentos para a mais nova operadora de telefonia móvel do País, a Africell.

A prestadora de serviços em telecomunicações foi responsável pela instalação do sistema de energia AC/DC nas centrais dos principais operadores em Angola, assim como pela construção, em parceria com a Huawei, da rede, sede e loja da Unitel STP em São Tomé e Príncipe.

Dedicou-se, igualmente, à instalação de rede da nova geração nas operadoras Unitel e Movicel, da rede de comunicações de suporte à rede de segurança do CISP, migração de 750 estações de telefonia móvel em equipamento Huawei e Ericsson, entre outros serviços.

Em Angola desde Março de 2011, a AVP Serviços dedica-se à instalação e configuração de equipamento de rádio, construção de estação de telecomunicações em regime chave, construção de data centers, instalações de painéis fotovoltaicos, e demais serviços associados ao universo das telecomunicações em Angola.

No mercado nacional, a AVP Serviços presta serviços às empresas Huawei, Ericsson, Unitel, Movicel, Net one, entre outros. Além de Angola, a AVP Serviços está presente em São Tomé e Príncipe e Portugal, tendo ganhado, recentemente, um concurso lançado pelo Banco Mundial (BM) para a instalação de cabos de fibra óptica na Guine-Bissau.

Ao avaliar o sector das telecomunicações no país, Rui Pires afirmou que as redes de telefonia móveis e fixas estão dotadas de equipamento de última geração, nomeadamente Huawei, que fez grandes investimentos nos últimos 10 anos e permite maiores velocidades associadas à segurança tecnológica.

 

 

Fonte: Jornal Mercado

 

Nesta entrevista exclusiva, concedida pelo CEO da Quality Contact Center, Carlos Pinho, fez-se uma incursão ao sector de Call Centers em Angola,

com realce específico para a Quality Contact Center. Carlos Pinho falou da adopção dos Call Centers para as empresas, projecções e desafios.

Por: Tânia J. A. Costa Consultora de carreira e negócios

 

“O câmbio de 10.000 kwanzas por uma nota de 100 dólares entrará em vigor em Janeiro 2021, relatou o Governador do BNA numa entrevista concedida ao website americano do Tesouro”. Com certeza esta notícia deixou o caro leitor muito feliz e, por alguns instantes, esqueceu-se do actual contexto de saúde que vivenciamos. E já agora leia esta outra notícia bomba: “O vírus da Covid-19 é apenas uma gripe e deve ser tratada como qualquer outra doença, segundo relato no website da OMS, datado de 12/09/2020”.

Espere um momento. Agora respire e pergunte-se: será que as notícias acima relatadas são de fonte fidedigna? Algum outro jornal as publicou? As notícias que acabou de ler são extremamente falsas.

Caro leitor, com a expansão das plataformas digitais é crucial termos a preocupação de filtrar e cruzar informações com outras fontes para não sermos vítimas e transmissores de notícias falsas (“Fake news”). A expressão “Fake news” tornou-se conhecida em 2016, quando decorria a campanha presidencial dos Estados Unidos da América, onde a candidata Hillary Clinton foi excessivamente atacada com notícias falsas a seu respeito pelos apoiantes de Donald Trump (BBC News 2016). No entanto, a prática de publicação de “Fake news” ocorre desde o século XIX, sem data oficial. De acordo com o dicionário Merriam-Webster a palavra “Fake” foi inserida recentemente no vocabulário, sendo que anteriormente os países de língua inglesa usavam a expressão “False news” para abordar informações distorcidas, de grande propaganda.

Certamente que a rápida expansão da Internet e dos meios digitais tornou quase impossível o combate às “Fake news”, sendo que existe um mercado que alimenta essa prática. Esse mercado, normalmente, é financiado por pessoas ou grupos altamente organizados, bem posicionados financeiramente, que contratam os produtores de “Fake news” para publicação de conteúdos que comprometam os seus opositores ou, ainda, que provoquem pânico generalizado na sociedade, com base na divulgação de temas ou notícias distorcidas.

Os produtores de falsas notícias são pessoas, grupos ou organizações com diversas actividades profissionais, desde jornalistas, engenheiros informáticos, profissionais de marketing ou até mesmo ex-polícias, que garantem a publicação de conteúdos falsos com a máxima segurança dos equipamentos, para que não haja rastreamento dos conteúdos publicados. Para garantir um serviço de alto nível aos seus clientes, as equipas especializadas na produção de falsas notícias investem em soluções tecnológicas de ponta e em estratégias de localização que dificultam a identificação de quem as contrata, resultando assim quase impossível a punição por esse tipo de crime.

Embora em Angola já esteja em vigor a Lei de Protecção das Redes e Sistemas Informáticos, que inclui o Ciberterrorismo (Lei 7/17, de 16 de Fevereiro) ainda assim nos deparamos com situações de possíveis notícias falsas.

Um exemplo bem claro é a notícia relacionada com a Primeira Dama de Angola Ana Dias Lourenço, que se tornou destaque na mídia angolana e nalguns websites internacionais, que divulgaram o seguinte:

“Informações avançadas esta sexta-feira 22/05/2020 dão conta que a Primeira-Dama de Angola Ana Dias Lourenço terá sido recentemente evacuada e internada na capital francesa, na sequência da contaminação por um vírus desconhecido”.

Entretanto, no Jornal da Noite, do mesmo dia em que a dignitária estaria supostamente no exterior do país “internada na sequência da contaminação por um vírus desconhecido”, a TPA divulgou uma matéria em que a Primeira-Dama surgia saudável numa reunião com a ministra de Estado para a Área Social, Carolina Cerqueira e a ministra da Saúde Sílvia Lutucuta. Segundo a notícia da televisão pública, na reunião foi abordada a situação das populações mais vulneráveis e da Covid-19 em Angola.

Assim sendo, podemos fazer uma auto-análise se no dia 22 de Maio de 2020 estávamos perante uma produção de “Fake news” e, se assim foi, com que intuito foi produzida essa “notícia”? Tenhamos em atenção que a referida “notícia” generalizou um sentimento misto de inquietação, pânico e descontentamento social, que, oportunamente, a matéria publicada no Jornal da Noite permitiu rapidamente contornar. São muitas as pessoas singulares e instituições que são alvos dos produtores de “Fake news”, muitas vezes sem poderem defender-se ou contornar a situação devido à rapidez como a informação falsa circula nas redes socias.

Independentemente dos conteúdos publicados, a sociedade, e sobretudo os fazedores de informação, jogam um papel primordial na difusão de notícias falsas e é necessário acautelarmo-nos fazendo uma verificação das notícias antes de as partilharmos com os nossos contactos, pautando-nos sempre por um equilíbrio nos princípios e nos valores, no intuito de divulgarmos apenas notícias credíveis e fundamentadas.

Com o objectivo de diminuir as importações de telemóveis e outros meios tecnológicos no país, o Presidente da República João Lourenço, inaugurou ontem(14) em Luanda - Zona Económica Especial (ZEE), a fábrica de montagem de telemóveis, computadores, tablets e acessórios electrónicos da marca Afrione.

A implementação da fábrica contou com as parcerias da Agência de Investimento Privado e Promoção das Exportações (AIPEX) e dos ministérios da Indústria e Comércio e da Economia e Planeamento, com a colaboração da multinacional Massey Ferguson.

No acto da inauguração, o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem, falando à imprensa, considerou ser um ganho importante para o sector a inauguração da fábrica de montagem de telemóveis em Angola, garantindo que a infraestrutura terá um reflexo sobre o preço dos telemóveis, tablets e computadoes no país.

Na inauguração, os Emirados Árabes Unidos (EAU) estiveram representados pelo Sheik do Dubai, Ahmed Dalmoor Al Maktoum, promotor do investimento referente a 65 milhões de dólares investido no projecto.

Por sua vez, a fábrica promoveu sessenta e três (63) postos de trabalhos para jovens que se destinaram na montagem dos mesmos, entre muitos, encontram-se alguns engenheiros de telecomunicações que tiveram a oportunidade de exercer os seus conhecimentos de formação.

Numa primeira fase a fábrica irá produzir três mil (3000) telemóveis por ano, diminuindo assim na importação de cerca de um milhão de telemóveis por ano, que leva o país a desembolsar mais de 150 milhões de dólares nos últimos tempos.

Autor: Empreendedores do Futuro

Nunca foi tão fácil vender produtos e serviços de IT no nosso mercado devido a pouca simpatia que as pessoas e empresas têm com as tecnologias. Esta dificuldade, torna o processo das negociações mais difíceis para empresas de IT. Como fazê-lo melhor, vamos explicar nesta matéria.

1. Publicidade focada em resultados específicos: não basta apenas promover publicidades que demonstram as características do seu produto, é preciso mostrar em termos práticos o que o seu produto realmente resolve para um sector específico. Se o seu software resolve ao mesmo tempo problemas de vários sectores da economia, então, você precisa especificar nas suas publicidades quais benefícios o seu produto resolve por exemplo para empresas do sector de Hotelaria, Farmácias, Clínicas, restauração etc. Isso fará com que os potenciais clientes de cada um destes sectores possam rapidamente se identificar com o seu produto, pois, os clientes se sentem mais confiantes quando a publicidade é orientada especificamente para o seu sector.

2. Oferecer diagnóstico gratuito: há muitas empresas que precisam de um software, mas os seus Gestores não reconhecem esta necessidade. Portanto, é preciso que o Vendedor tenha a capacidade de realizar um diagnóstico para demonstrar ao potencial cliente as perdas que a empresa está tendo por não usar o seu produto. Esta estratégia é importante porque dá a oportunidade do Vendedor demonstrar o seu valor e também acelera a tomada de decisão de compra.

3. Oferecer soluções personalizadas: as soluções a serem providenciadas para os clientes não devem ser generalizadas, cada problema – uma solução! O Vendedor deve entender a realidade do negócio de cada cliente e prestar soluções personalizadas.

4. Apostar em venda de experiências: uma vez que, no nosso mercado, as pessoas lidam muito pouco com a tecnologia, então, nada melhor do que oferecer experiências aos seus potenciais clientes para que eles possam experimentar, ver, sentir e entender na prática a importância do seu produto. Este método elimina possíveis rejeições e acelera o processo de tomada de decisão de compra.

Conclusão: na venda dos produtos de IT, é comum e normal as pessoas apresentar dúvidas e rejeições constantemente. Por esta razão, o Vendedor precisa ser prestativo, considerar as necessidades do cliente segundo a realidade do seu negócio.

A multinacional de telecomunicações Angola Cables é a primeira tecnológica Angolana a apresentar um produto de segurança de ataques na rede, denominado Anti-DDoS, com uma capacidade de mitigação global de 5Tbps, 100% automatizada disponível em todas as geografias onde a Angola Cables desenvolve operações (África, Europa e Américas).  

DDoS (distributed denial-of-service), são ataques mal-intencionados com objectivo de interromper o tráfego normal de um servidor ou provocar o congestionamento dos recursos da rede. Ataques por protocolo e volumétrico são os mais comuns (representam até 98% de ataques DDoS) e causam impactos profundos ao nível de infraestrutura, interrupção de serviços, perda de receitas e afectaçao negativa ao nível da reputação da entidade atacada.

Até hoje, a Angola Cables já assegurava como padrão, os níveis de protecção referentes a camada 1 (layer 1), para todos os seus clientes de IP Trânsito e continuará a oferecer esse serviço de segurança base.

A Angola Cables disponibiliza agora uma solução 360º capaz de atender até a camada de transporte de dados em tempo real (real time) (layer 4) e a camada de aplicação sob solicitação (layer 7) de clientes B2B.

Os benefícios directos do produto são:

  • Monitoramento 24/7, detecção, reporting e mitigação automática
  • Protecção contra a sobrecarga da largura de banda;
  • Desvio de solicitações e tráfego malicioso;
  • Protecção contra o esgotamento dos recursos de sistema;

O cliente tem também acesso a um Portal Web onde poderá consultar os analytics e dar instruções sobre a higienização da sua rede para além de suporte dedicado prestado por especialistas certificados em segurança, membros da nossa unidade Security Operational Center (SOC).    .

“Esta solução é ideal para Provedores de Internet que pretendam assegurar camadas complementares de segurança nos seus serviços e níveis adicionais de protecção contra os ataques DDoS, utilizando uma plataforma Web inteligente, granular e automatizada, adaptada às ameaças emergentes no ambiente online”, afirma o Administrador Técnico da Angola Cables, Eng. Ângelo Gama. 

Os ataques de DDoS são cada vez mais frequentes, complexos e em maior escala e podem atingir potencialmente qualquer entidade conectada na Internet independemente do tamanho da sua rede, localização geográfica ou sector de actividade. Segundo a Kaspersky, uma das mais referenciadas entidades de security a nível mundial, o número de ataques DDoS detectados e bloqueados na sua plataforma no segundo trimestre de 2020 é 217% maior do que período homólogo 2019.

“A Angola Cables entende que a era da conectividade e sobretudo num contexto actual em que o e-business cresceu exponencialmente, urge a necessidade de estarmos na linha da frente das soluções de conectidade & segurança, sendo que incentivamos os nossos clientes de Angola e demais geografias a realizarem um investimento preventivo na segurança das suas redes de forma a salvaguardar a continuidade das suas operações face a ataques DDoS”. Conclui o Administrador Técnico da Angola Cables, Eng. Ângelo Gama. 

A Angola Cables é uma multinacional do sector das TIC´s com soluções diferenciadas de conectividade para o segmento wholesale e corporate. Com uma infraestrutura de transporte robusta e rede IP altamente interconectada a Angola Cables, providencia acesso aos maiores IXP´s, Operadores Tier I e Provedores de conteúdos globais. Através dos sistemas de cabos submarinos SACS, Monet e WACS, conectamos as Américas, África e Europa, assegurando ligações para a Ásia via parceiros. Gerimos o Data Center Tier III AngoNAP Fortaleza (Brasil) e o AngoNAP Luanda (Angola) bem como, o PIX e o Angonix, um dos maiores Internet Exchange Points de África. Providenciamos serviços digitais para múltiplas indústrias e uma oferta customizada em recursos de cloud e gaming.

 

Por: Morato Custódio | Business Developer

 

Angola vive um ambiente fervoroso a volta da inovação tecnológica e é constante ver as novidades a volta do comércio digital desde as compras de bens até a compra de serviços, mas, o sector financeiro tecnológico é sem dúvidas o mais disputado e onde há maior intervenção do estado, Banca comercial e operadoras de telefonia móvel. As financeiras tecnológicas ou FinTech têm vindo a dar passos largos em Angola em termos de inovação tecnológica, uma vez que Angola tem muitas referências em África para adotar modelos operacionais e regulatórios, mas ao mesmo tempo tem dado passos tímidos a volta do ambiente regulatório.

Uma das questões que se tem colocado é sobre a diferença entre o Mobile Banking e o Mobile Money e é comum ver alguns conceitos misturados, confundindo não só a opinião pública como também alguns leigos em posições de tomada de decisão.

O Mobile Money é um serviço financeiro oferecido aos seus clientes normalmente por uma operadora de rede móvel (Ex. Unitel ou Movicel) ou outra entidade, independente da rede bancária tradicional (Ex. Xikila Money). Para o Mobile Money funcionar, não é necessário que o utilizador tenha uma conta bancária, sendo que o pré-requisito é um telemóvel básico (Bombinha).

Desde 1998 com o surgimento do PayPal, os serviços financeiros móveis têm evoluído continuamente a tal ponto que agora você pode enviar dinheiro a alguém como se estivesse a enviar um SMS, que é algo muito comum em África, especialmente no Quênia, onde podemos observar a maior rede de Mobile Money do mundo – O M-Pesa!

O M-Pesa foi lançado no Quênia em 2007 pela Vodafone e Safaricom, oferecendo aos usuários uma maneira de armazenar e transferir dinheiro nos seus telefones, para qualquer pessoa dentro da mesma rede de forma instantânea e esse serviço revolucionou o sector financeiro no Quênia, permitindo ao país o alcance para uma das maiores percentagens de inclusão financeira de África.


O Mobile Banking é uma extensão do serviço bancário tradicional. Para usar um banco, você precisa de uma conta bancária e com a inovação tecnológica é possível levar o seu banco no bolso consigo e visita-lo quando quiser e onde quiser, desafiando o modelo de distribuição tradicional baseado em agências bancárias que terá sempre um alcance limitado.

A maioria dos bancos Angolanos oferece aplicativos móveis que permite o acesso e gestão da sua conta bancária, como, consultar o saldo, solicitar transferências e aceder a serviços bancários, etc.

Existem alguns aplicativos de mobile banking que não estão associados a nenhum banco de forma exclusiva, como por exemplo o Multicaixa Express, que é um serviço digital que permite o acesso a operações financeiras que permite acesso a todos os usuários de cartões da rede Multicaixa, em suma, o Multicaixa Express é se calhar o maior concorrente dos canais digitais exclusivos dos bancos.

Pelo mundo assistimos a iniciativas privadas como o Monzo e o Revolut que são serviços de Mobile Banking 100% digital.

Os bancos tratam a questão da segurança com muito rigor – e devem – e o mobile banking não é exceção. A autenticação de dois fatores (onde você precisa ter um código enviado por mensagem de texto ou e-mail para autorização) é usada para logins, pagamentos e atualizações. Portanto, o mobile banking é um banco regular, mas com um interface digital instalado num dispositivo móvel.

Em suma...

Mobile Money e Mobile Banking são dois termos separados para uma forma modernizada de transação sem dinheiro físico, onde o mobile money é um meio de transação de pessoa para pessoa (P2P) que ajuda a pagar contas ou comprar produtos online com a ajuda de um telefone e o mobile banking permite que o utilizador tenha acesso a todos os serviços bancários, sem precisar ir ao banco ou ao Multicaixa.

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