outubro 27, 2020

No âmbito da agenda de transformação digital, o presidente do Botswana, Mokgweetsi Masisi, inaugurou no passado sábado (24) o serviço de televisão por protocolo de internet, com a marca UPIC TV, assistência da Botswana Fiber Networks.

Falando no lançamento em Gaborone, o presidente Mokgweetsi referiu streaming ao vivo, que a plataforma de conteúdo digital contribuiria para uma nação digitalmente inclusiva por meio das artes e da indústria criativa, apresentando a narrativa e o entretenimento de Botswana de forma online.

“Fizemos a promessa de fomentar a economia criativa para torná-la como uma fonte de crescimento econômico, criação de empregos, inovação e comércio, bem como para expor a nossa arte e cultura aos mercados internacionais. Também fizemos a promessa de promover o Botswana como sociedade digital e impulsionar o investimento na transformação digital do nosso país. Estou, portanto, satisfeito em observar que o lançamento desta plataforma representa um marco no cumprimento dessas promessas”, disse o presidente.

De acordo com Daily News Botswana, o governo, por meio da sua estratégia da indústria criativa, buscou comercializar o sector, conforme destacado pela aprovação de um projecto de lei para estabelecer um conselho nacional de artes.

Por outro lado, o Ministro dos Transportes e Comunicações daquele país, Thulagano Segokgo, disse que para esse projecto, a BoFiNet gastou muito tempo e esforços consideráveis trabalhando com provedores de serviços de Internet e o sector criativo do país.

O Sr. Segokgo disse que o projeto faz parte dos esforços contínuos para aumentar as iniciativas de desenvolvimento de conteúdo local, exemplificadas pela parceria da BoFiNet com a HUB TV, uma empresa de produção de conteúdo de propriedade jovem.

UPIC TV é o primeiro projecto neste segmento de streaming ao vivo, comissionado com sucesso no Botswana. A plataforma está alinhada com as aspirações da Estratégia Nacional de Banda Larga no que se refere ao desenvolvimento de conteúdo local.

Foram três escolas da província Luanda contempladas nesta sexta-feira 23, com laboratórios de informática, no âmbito do projecto “Ngola Digital”, um programa do Executivo angolano que visa aumentar a literacia digital a nível da camada estudantil.

Na inauguração, o secretário de Estado das Telecomunicação, Tecnologias de Informação, Mário de Oliveira, apontou como objectivo do acto a formação da juventude, num mundo em que as telecomunicações e tecnologias de informação são cada vez mais importantes a nível da economia, da sociedade e do país.

Quanto à situação da internet para manter funcionais estas salas, o secretário de Estado referiu que está acautelada com os operadores nacionais que têm vindo a trabalhar com o Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MTTICS), relativamente à informatização das escolas.

“Hoje, no mundo em que vivemos com a questão da pandemia, o recurso às tecnologias de informação tem sido uma das actividades que tem proporcionado com que os alunos e as empresas não estejam completamente parados”, referiu.

Mário de Oliveira avançou que o programa é vasto e neste momento mais de 50 escolas a nível do país já foram contempladas com esse serviço.No município do Kilamba Kiaxi, o Instituto Médio Politécnico Industrial “Nova Vida” nº 8056 beneficiou de dois laboratórios de informática, com um total de 34 computadores.

Num dos quais funcionará o centro Cisco, vocacionado na formação dos estudantes em serviços de infra-estrutura de redes, bem como em suporte técnico e serviços avançados para companhias, estabelecimentos comerciais e pequenas empresas.

O instituto contará ainda a partir do próximo ano com a plataforma de gestão AVITEL desenvolvido pelo Instituto de Telecomunicação (ITEL), com vista a melhoria da interacção entre instituição e aluno.

Já no município do Cazenga, Mário de Oliveira fez a entrega de um laboratório de informática no complexo escolar do primeiro ciclo do ensino secundário “Madre Raquel Celeste” nº 3099, constituído por 31 computadores.

Por sua vez, a escola primária nº1090, localizada no interior da ex-Liga Africana (LASSP), no distrito da Ingombota, foi contemplada com 31 computadores, no âmbito do projecto “Ngola Digital”.

o director provincial de Luanda da Educação, Narciso dos Santos, frisou que a inauguração dessas estruturas vai ter um impacto positivo na ligação entre a teoria e a prática, melhorando assim o desempenho dos alunos.

Nota-se que com estas ferramentas das novas tecnologias, os estudantes devem aproveitar o máximo para aumentar os seus níveis de conhecimento estudantil em tempo de Covid-19 .

Um total de 66 estudantes universitários das áreas das engenharias das províncias de Luanda, Benguela, Namibe e Malanje terminam hoje (23), o programa de capacitação em tecnologias avançadas e imersão cultural “Seeds for the Future” (Sementes para o Futuro), implementado pela Huawei em parceria com a UNITEL.

Com a série de campanhas vocacionadas para o ecossistema de talentos na África subsariana, como “Seeds for the Future” e “ICT Competition”, a Huawei conta melhorar a competência de mais de 600 mil profissionais de TIC até 2023. O objectivo é preencher a lacuna de talentos nesta área, avançando na transformação digital das indústrias.

Face às restrições impostas pela OMS pela pandemia COVID-19, a formação, que teve início segunda-feira(19), foi realizada via online, com a duração de cinco dias, com término marcado hoje(23). Durante este período, os estudantes seleccionados conheceram soluções inovadoras de redes de banda larga fixa e móvel 5G, de computação em nuvem, Internet das Coisas (IoT) e aprenderam mais sobre o conceito de cidades inteligentes. As formações foram ministradas por especialistas globais da Huawei e incluem também um programa de imersão cultural e introdução ao mandarim.

Em visitas virtuais, os estudantes tiveram contacto com o ambiente de trabalho de uma empresa “gigante” da área das tecnologias de informação e comunicação como a Huawei. Interagiram com os profissionais que estão na sede da multinacional, visitaram os laboratórios de investigação e desenvolvimento, assistiram a demonstrações de soluções tecnológicas inovadoras e aprenderam de perto quais as competências necessárias para ter sucesso na área das TICs, num ambiente multicultural, inovador e criativo.

O programa seleccionou os melhores estudantes de todo o país com menos de 30 anos de idade, matriculados a partir do terceiro ano em universidades ou institutos superiores acreditados pelo Governo de Angola nas seguintes áreas de estudo: Engenharia Electrotécnica e Telecomunicações, Engenharia de Informática, Engenharia de Telecomunicações, Engenharia Electromecânica, Ciências da Computação, Engenharia de Redes, Informática de Gestão, Engenharia Mecatrónica e Engenharia Electrónica.

De periodicidade anual, o programa “Seeds for the Future” quer promover a excelência dos melhores estudantes das universidades angolanas.

Experiência do ICT Competition 2019

Por outro lado, todos os anos a Huawei oferece aos melhores estudantes de engenharia de vários países, a possibilidade de viverem uma experiência única nas suas vidas: participar na competição global de tecnologia de informação e comunicação – a ICT Competition. Em 2019, quatro jovens estudantes angolanos representaram o país nas eliminatórias regionais em Joanesburgo, na África do Sul, e graças ao seu talento conseguiram incluir Angola na lista dos quatro países que representaram a região da África subsariana na grande competição final que aconteceu em Shenzen, na China.

O agora técnico de Plataformas da Ucall, José Simão, foi um dos participantes e conta a sua experiência: “Quando chegámos à África do Sul, fomos muito bem acolhidos pelo staff da Huawei. Os representantes da empresa são muito educados, notou-se isso tanto na África do Sul como na China. Aprendi muitos conceitos a nível de redes de computadores, que têm sido úteis para a minha vida profissional como técnico de plataformas”.

Por seu lado, José Monteiro, que foi o instrutor da equipa e também conseguiu um emprego na Velonet depois de ir a esta competição, exprime: “A nossa participação na China foi muito boa, tivemos a oportunidade de interagir com pessoas de diversas nações, diversas culturas, foi muito interessante.”

No mesmo sentido, o técnico da ITA, Joaquim da Conceição, testemunha que viveu “muitas experiências” e fez “muitas amizades que duram até hoje, principalmente com os irmãos moçambicanos”. “Melhorei as capacidades técnicas, o que ajudou bastante a identificar vários problemas que tenho tido com clientes no dia-a-dia”, acrescenta.

Também para Luis Almeida, o campeão nacional do ICT em 2019, a interacção com técnicos de outros cantos do continente foi o ponto de realce. “Foi muito ‘fixe’. Lembro-me bem que, quando estávamos na gala da cerimónia final na África do Sul, um dos colegas do Botswana disse-nos: ‘Se vocês venceram, então também venci’. Foi muito bom ouvir isso de uma pessoa de outro país”. A participação no ICT deu ao jovem a primeira oportunidade de emprego, como técnico de redes no BFA. “É muito gratificante”, regozija-se.

Os desafios do ICT Competition foram o que mais marcaram outro dos participantes, Neves Cutambo. O técnico de redes do BFA adianta que “a experiência de se preparar para uma prova de certificação, o contacto com os colegas, para além dos links que se estabelecem sempre que uma pessoa é submetida a uma competição do género, foi muito boa”. “O ICT Competition proporcionou-me oportunidades de emprego como instrutor na academia do ITEL, no CEFITEL e depois no BFA, por recomendação da Huawei”, confidencia.

Por último, o responsável pelo Ecossistema de Talentos da Huawei em Angola, Luís Erivaldo, recorda que a experiência foi tão entusiasmante como difícil. “Entusiasmante, porque foi a primeira vez a participar na competição; e difícil, porque tivemos de fazer uma preparação de base, de raiz, com todos os estudantes”, explica.

A percepção individual de cada participante é única, mas todos concordam que esta experiência possibilitou-lhes desenvolver habilidades, ganhar visibilidade, alargar a sua rede de contactos e crescer profissionalmente. Hoje, estes jovens alcançaram a inserção no mercado de trabalho, o que lhes permitiu aplicar os seus conhecimentos, progredir nas suas carreiras e, ao mesmo tempo, melhorar a qualidade de vida das suas famílias.

Apesar da situação actual em todo o mundo, estes programas da Huawei na região da África subsariana não vão parar. O objectivo é formar 600 mil técnicos até 2023. Com isto, a multinacional dá mais um passo para a transformação digital de todos os sectores produtivos do país, levando o digital a cada pessoa, lar e organização, rumo a um mundo totalmente conectado e inteligente.

A Huawei é o maior fornecedor mundial de equipamentos de telecomunicações e o segundo maior fabricante de smartphones. A empresa está posicionada em 49º lugar no índice Fortune Global 500.

Fundada em 1987, a Huawei está presente em mais de 170 países e possui uma força de trabalho de 194.000 funcionários, sendo cerca de 50% dos setores de P&D.

A França criou em 2019 uma lei para cobrar impostos de empresas digitais como Facebook, Apple, Google e Amazon. A aplicação do referido imposto foi suspenso por conta de um acordo com outros países, que, em janeiro de 2020, se comprometeram a lançar uma iniciativa conjunta. Insatisfeitos com a falta de avanços, os franceses anunciaram que passarão a cobrar seu imposto já em Dezembro.

A declaração foi avançada nesta quarta-feira (14) pelo ministro das Finanças da França, Bruno Le Maire, que considera uma actuação conjunta da Europa. “Ou se aceita a prorrogação por meses, talvez anos, ou se considera que impostos justos sobre actividades digitais são urgentes e, neste caso, a Europa dá o exemplo”, afirmou à Reuters. “Consideramos indispensável que a Europa dê o exemplo e adote a tributação digital o mais rápido possível”.

Inicialmente, a ideia era criar no segundo semestre de 2020 um imposto único entre os países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Nesta semana, no entanto, a entidade anunciou que a proposta não será apresentada no prazo previsto, devendo ficar somente para 2021.

Com a cobrança, companhias como Facebook, Apple, Google e Amazon passariam a ser taxadas nos locais em que prestam serviços - hoje a cobrança só acontece onde estão sediadas. Prevendo queda na arrecadação, os Estados Unidos se tornaram os principais críticos da medida e ameaçaram iniciar uma guerra comercial, com aumento de impostos sobre produtos de luxo feitos na França.

A criação do imposto digital também tem o apoio de Espanha e Itália, além da Comissão Europeia. Isso pode fazer com que a União Europeia passe à frente da OCDE e volte a discutir sua própria proposta na primeira metade de 2021. Ainda em 2020, o bloco também deve apresentar propostas para regular gigantes de tecnologia e evitar práticas como o favorecimento de apps das empresas em seus próprios sistemas operacionais.

Com o anúncio da França, as empresas ficarão sujeitas ao imposto de 3% sobre a receita anual no território francês. Apesar de ser conhecida como taxa GAFA (Google, Apple, Facebook e Amazon), a regra vale para todas as companhias que tiverem receita anual superior a 750 milhões de euros com, pelo menos 25 milhões euros gerados na França. A medida afetará, ao todo, cerca de 30 empresas, incluindo Uber, Twitter, Alibaba e eBay.

 

 

Fonte: Tecnoblog

Nesta entrevista exclusiva, concedida pelo CEO da Quality Contact Center, Carlos Pinho, fez-se uma incursão ao sector de Call Centers em Angola,

com realce específico para a Quality Contact Center. Carlos Pinho falou da adopção dos Call Centers para as empresas, projecções e desafios.

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