janeiro 25, 2021

Cientistas da Max Planck Society na Europa e alguns pesquisadores, afirmam que com a tecnologia actual, existente na terra, a humanidade não estaria pronta para se defender ou controlar uma IA (inteligência artificial) super inteligente, o que faria de nós, meros espectadores da nossa destruição.

Mesmo reconhecendo que a humanidade, ainda não chegou nesses patamares da tecnologia artificial, alguns pesquisadores já começam a propor e desenvolver possíveis tecnologias para contornar essa situação, o que apelidaram de "algoritmo de contenção", que simula o comportamento perigoso de uma IA Super inteligente e impede que ela faça algo prejudicial.

De acordo com a interesting engineering, pesquisadores da Max Planck Society alertam que a IA capaz de tomar decisões impactantes para a humanidade, está chegando.

"Uma máquina super inteligente que controla o mundo parece ficção científica", disse o co-autor do estudo Manuel Cebrian, líder do grupo de Mobilização digital no Centro para Humanos e Máquinas do Instituto Max Planck para desenvolvimento humano, em um comunicado a imprensa.

"Mas já existem máquinas que realizam certas tarefas importantes de forma independente, sem que programadores tenham total entendimento de como aprenderam. A questão, portanto, surge se isso poderia em algum ponto se tornar incontrolável e perigoso para a humanidade" continuou Cebrian.

Mesmo com a certeza de que ainda estamos longe de ter uma IA Super inteligente, já existem campanhas como a "Stop Killer Robots" apoiada por pessoas como Elon Musk e Noam Chomsky, que são contra a fabricação de Robôs assassinos, ou que representam ameaça a humanidade.

Um grupo de pesquisadores da Universidade Livre de Berlim conseguiram solucionar um problema antigo das ciências moleculares e nucleares, desenvolvendo uma forma de Inteligência Artificial para o cálculo da Equação de Schrödinger, que para os cientistas vai poupar recursos e tempos longos em experiências de laboratório.

Para os especialistas em Química Quântica baseando no arranjo dos seus átomos no espaço, trata-se de um feito inédito para um aprendizado profundo em alcançar uma combinação de acurácia e eficiência computacional sem precedentes, transformando mais ainda a forma de fazer ciência e tecnologia.

Para o professor Frank Noé, responsável pelo esforço da equipe no alcance dos resultados, que foram publicados na conceituada revista Nature Chemistry, é crucial tanto para a Química Quântica como para a Equação de Schrödinger, sendo uma entidade de alta dimensão e extremamente dificultoso capturar todas as nuances que codificam como os elétrons afectam os outros. Pois muitos métodos de Química Quântica de facto desistem de expressar a função completa de onda, em vez disso, somente tentam determinar a energia de uma dada molécula. Isto para o pesquisador alemão da Universidade Livre de Berlim, requer que as aproximações sejam feitas, limitando a qualidade de predição de tais métodos.

Na perspectiva de Jan Hermann, que projectou as características principais do método de estudo, as outras formas representam a função de onda com um imenso número de blocos de construções matemáticas simples, mas estes métodos são tão complexos que são impossíveis de colocar em prática com mais átomos.

"Escapar do conflito de escolha entre a acurácia e o custo computacional é a maior conquista da química quântica", explicou.

A rede neural profunda desenhada pela equipe de Frank Noé, é uma nova forma de representar as funções de onda de elétrons.
"Em vez da abordagem padrão de compor a função de onda através de componentes matemáticas relativamente simples, desenhamos uma rede neural artificial capaz de aprender padrões complexos de como os elétrons são localizados ao redor do núcleo", explica o responsável do estudo, que para si, uma característica peculiar das funções de ondas electrônicas é a sua assimetria e quando dois elétrons são trocados, a função de onda deve mudar o seu sinal.

"Tivemos que construir essa propriedade na arquitetura da rede neural para que a abordagem funcionasse", acrescenta Hermann.
Já Frank Noé finaliza que os cientistas podem fazer uma contribuição substancial à Inteligência Artificial, e é exatamente que o seu grupo concetrou neste trabalho.

O Diretor de Transporte Rodoviário e Segurança do Botswana, anunciou recentemente em um tour, o lançamento do Sistema de Teste de Motorista Inteligente (IDTS).

Bokhutlo Modukanele afirmou que a instalação é um campo de testes totalmente equipado com controles de automação de sistemas de computador para reduzir erros humanos e práticas corruptas, permitindo um processo de teste livre e justo.

De acordo com a TechGist Africa, a tecnologia foi concebida após estudar a implementação bem-sucedida de tecnologia semelhante em outros países industrializados como Rússia, China, Malásia e EUA numa tentativa de abraçar a quarta Revolução Industrial.

Além disso, planos também estão em andamento para o estabelecimento de uma instalação semelhante em Ruanda. A instalação foi construída de acordo com o Plano Global das Nações Unidas para a Segurança Rodoviária e dado que o Governo do Botswana é signatário do acordo.

O governo acredita que a adoção da nova instalação ajudará o país em seus processos de teste e treinamento de motoristas.

O Twitter irá analisar algoritmo de prévia de imagens após queixas de racismo por usuários Perfis apontaram que o recurso teria inclinação a escolher rostos de pessoas brancas em imagens que também possuem rostos de pessoas negras.

Executivos do Twitter disseram que a plataforma irá analisar os algoritmos que fazem recortes automáticos em fotos, após usuários apontarem que o recurso tinha uma inclinação a escolher rostos de pessoas brancas em imagens que também possuíam rostos de pessoas negras.

Os testes informais começaram depois de um usuário americano publicar sobre um problema que percebeu no sistema de reconhecimento facial do Zoom, um aplicativo de videochamadas.

Quando ele publicou uma imagem do problema, reparou que o Twitter privilegiava seu rosto, em vez do enquadramento que mostrava o seu colega negro.Depois disso, muitas pessoas, inclusive brasileiros, começaram a realizar testes com fotos de pessoas brancas e negras.

O Twitter disse que realizou testes antes de lançar a ferramenta e "não encontrou evidências de preconceito racial ou de gênero", mas que há "mais análises a fazer" e que abrirão o código para que possa haver uma revisão.

Para realizar as previsões, esses sistemas são alimentados com bases de imagens para ensiná-los o que é um objeto de interesse.

O diretor executivo de design do Twitter, Dantley Davis, tuitou que a empresa estava investigando a rede neural, enquanto ele realizava alguns experimentos não-científicos com imagens. Na imagem que publicou, o sistema exibe o recorte com uma pessoa negra.

 A rede social utiliza uma rede neural para realizar cortes automáticos nas prévias das imagens publicadas na plataforma desde 2018.

Uma rede neural é um modelo computacional que faz o reconhecimento de padrões. No caso do Twitter, é utilizado um sistema que "prevê saliências em imagens para detectar pets, rostos, texto e outros objetos de interesse.

O Twitter irá analisar algoritmo de prévia de imagens após queixas de racismo por usuários Perfis apontaram que o recurso teria inclinação a escolher rostos de pessoas brancas em imagens que também possuem rostos de pessoas negras.

Executivos do Twitter disseram que a plataforma irá analisar os algoritmos que fazem recortes automáticos em fotos, após usuários apontarem que o recurso tinha uma inclinação a escolher rostos de pessoas brancas em imagens que também possuíam rostos de pessoas negras.

Os testes informais começaram depois de um usuário americano publicar sobre um problema que percebeu no sistema de reconhecimento facial do Zoom, um aplicativo de videochamadas.

Quando ele publicou uma imagem do problema, reparou que o Twitter privilegiava seu rosto, em vez do enquadramento que mostrava o seu colega negro.Depois disso, muitas pessoas, inclusive brasileiros, começaram a realizar testes com fotos de pessoas brancas e negras.

O Twitter disse que realizou testes antes de lançar a ferramenta e "não encontrou evidências de preconceito racial ou de gênero", mas que há "mais análises a fazer" e que abrirão o código para que possa haver uma revisão.

Para realizar as previsões, esses sistemas são alimentados com bases de imagens para ensiná-los o que é um objeto de interesse.

O diretor executivo de design do Twitter, Dantley Davis, tuitou que a empresa estava investigando a rede neural, enquanto ele realizava alguns experimentos não-científicos com imagens. Na imagem que publicou, o sistema exibe o recorte com uma pessoa negra.

 A rede social utiliza uma rede neural para realizar cortes automáticos nas prévias das imagens publicadas na plataforma desde 2018.

Uma rede neural é um modelo computacional que faz o reconhecimento de padrões. No caso do Twitter, é utilizado um sistema que "prevê saliências em imagens para detectar pets, rostos, texto e outros objetos de interesse.

 

 

Fonte:UOL

 

Um relatório produzido pela Novartis e a Microsoft, prevê que países de baixa e média renda poderão em breve ultrapassar os países de alta renda na adopção de novas tecnologias habilitadas para Inteligência Artificial (IA). 

Tecnologias como plataformas de negociação em smartphone, e-banking, e-commerce e até mesmo aplicativos de blockchain, têm sido frequentemente adoptados de forma mais rápida e abrangente em países de baixa e média renda do que em países de alta renda. A adopção de tecnologias de saúde provavelmente seguirá a mesma tendência, com a transformação digital acelerada pela pandemia COVID-19.

O relatório determinou que, o contacto reduzido entre pacientes e provedores de saúde devido ao distanciamento social levou a um grande crescimento em tecnologias como os diagnósticos habilitados para IA. Por exemplo, Ruanda tem agora indiscutivelmente o sistema de saúde mais conectado digitalmente, com seu serviço de consultoria virtual ultrapassando dois milhões de usuários - um terço da população adulta - em maio de 2020.

“A tecnologia digital e a IA são capacitadores essenciais para a engenharia de sistemas de saúde de reactivos para pro-activos, preditivos e até preventivos”, disse a Dra. Ann Aerts, chefe da Novartis Foundation e co-presidente do Broadband Commission Working Group on Digital and AI em Saúde, que elaborou o relatório.

“Temos que desenvolver um ecossistema sustentável para IA em saúde nos países onde é mais desesperadamente necessário”, disse o Dr. Aerts. “Isso tem que acontecer garantindo justiça e acesso para todos. À medida que os sistemas de saúde se reconstroem após a pandemia, a inovação tecnológica deve ser uma parte central da agenda ”.

Prevê-se que uma escassez mundial de profissionais de saúde, que é particularmente grave em muitos países africanos, chegue a 18 milhões até 2030. Isso impulsiona o investimento em ferramentas de IA de apoio, que podem ajudar enfermeiras e profissionais de saúde comunitários a diagnosticar e tratar doenças tradicionalmente vistas por médicos.

A África Subsariana já liderou o mundo na adopção de tecnologia antes. “Aqui no Quénia, temos sido um líder mundial na adopção de banco móvel, que foi adoptado em toda África - não há razão para que isso não aconteça também com a tecnologia da saúde”, disse Racey Muchilwa, chefe da Novartis África Subsariana. “Como os exemplos no relatório deixam claro, a África poderia fazer mais para construir o acesso à perícia médica implementando ferramentas de suporte baseadas em IA juntamente com programas de saúde”.

A IA está a melhorar o acesso aos resultados, ao mesmo tempo que corta custos ao identificar possíveis problemas de saúde antes que eles realmente ocorram. “A IA pode ter um grande impacto não apenas em países de baixa renda, mas em todos os sistemas de saúde”, disse Paul Mitchell, da Microsoft, que co-presidiu o Grupo de Trabalho.

Os governos devem identificar e testar formas inovadoras de financiar IA em soluções de saúde, afirma o relatório. Para garantir acessibilidade financeira a longo prazo para todos, o reembolso nacional de serviços de saúde digitais e habilitados para IA é fundamental.


Fonte: Further Africa

Pág. 1 de 2
© 2020 Portal de T.I Todos Direitos Reservados | Telefone: +244930747817 | E-mail: info@portaldeti.com