outubro 27, 2020

O Instituto Angolano das Comunicações (INACOM), lançou este mês, a sua primeira edição do estudo de qualidade dos serviços de voz e de dados das operadoras Unitel e Movicel, em Luanda, tendo avançado que estes serviços respondem em mais de 90 por cento aos níveis de consumo dos utilizadores.

De acordo com a publicação do Jornal de Angola, a primeira edição deste estudo que analisou a qualidade dos serviços das duas operadoras na baixa de Luanda, Centralidade do Kilamba, Município de Viana e Talatona, apurou que os sinais de voz e de dados satisfazem os utilizadores.

Na baixa de Luanda, por exemplo, as duas redes móveis usam a tecnologia 2G para o serviço de voz e fazem-no com qualidade de cobertura estimada em 99,6 por cento para a Unitel e 97,1 para a Movicel. Para o serviço de dados "FTP Downlink Throughput", ainda na baixa de Luanda, a tabela de velocidade divulgada no estudo do INACOM mostra uma cobertura lenta, quer de uma quer da outra, fixada nos 90,3 e 92,8 por cento, respectivamente.

Na Centralidade do kilamba por sua vez, o estudo estimou em 98,6 por cento a qualidade do serviço 2G de voz disponibilizado pela Unitel. A Movicel, por sua vez, foi apurada com uma cobertura de 99,4 por cento. Os números muito próximos do absoluto indicam que no Kilamba existem poucas zonas com dificuldade de cobertura. Relativamente a cobertura do serviço de dados (Internet), a Centralidade do Kilamba, servida com tecnologia 3G, regista uma cobertura de 96,4 por cento para a Unitel e 100 por cento para a Movicel, de acordo com os dados obtidos da monitorização do serviço.

O estudo revelou portanto, que na Centralidade do Kilamba, os serviços de dados da tecnologia "FTP Downlink Throughput", para as redes Unitel (82,2 por cento) e Movicel (66,7 por cento), o que é considerado lento.

Quanto a qualidade dos serviços de telefonia móvel, em Talatona, Distrito Urbano do município de Belas, na província de Luanda, a cobertura de voz e dados, nas tecnologias 2G e 3G, ficam com uma taxas de 97,3 e 99,3 por cento, para a Unitel, e 95,1 e 91,4 por cento, para a Movicel, registando uma velocidade lenta de acesso de dados por via do serviço "FTP Downlink Throughput", reservando-se a taxas de 58 por cento para a Unitel e 68,5 por cento, para a Movicel.

O último ponto avaliado foi o município de Viana. Neste, a conclusão foi de que a operadora Unitel, nos serviços de voz (2G) e dados (FTP Downlink Throughput) cobre com qualidade a taxas de 97,6 e 89,3 por cento, sendo que a segunda representa a taxa de lentidão com que o serviço é disponibilizado, enquanto que a Movicel em Viana, opera no serviço 2G de voz com uma taxa de 90,4 por cento. A rede de dados "FTP Downlink Throughput", considerada lenta, reserva uma taxa de 89,9 por cento, segundo o levantamento na maior parte da rota monitorizada.

Com o estudo, que deverá ter publicações regulares, o Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, que tutela o Instituto Angolano das Comunicações (INACOM), pretende colocar à disposição do mercado e investidores nestes e outros segmentos de informação actualizada, fundamental para a tomada de decisão.



Fonte: Jornal de Angola

O Banco Nacional de Angola (BNA), atribuiu na passada sexta-feira(16), à operadora de telecomunicações móveis UNITEL uma licença de Prestador de Serviços de Pagamentos à Unitel Serviços Financeiros Móveis (SU), S.A.

De acordo com a informação veiculada no site oficial do BNA, o despacho exarado pelo Governador do Banco Nacional de Angola, José de Lima Massano, a atribuição desta licença vai ao encontro de uma das acções prioritárias do Plano Nacional de Inclusão Financeira, que passa por garantir à população, um maior acesso à rede de serviços financeiros.

Com a atribuição de uma licença de Prestador de Serviços de Pagamentos à UNITEL Serviços Financeiros Móveis (SU), S.A., pretende o Banco Nacional de Angola massificar a inclusão financeira, através das transferências móveis e instantâneas, vulgarmente conhecidas como pagamentos móveis ou mobile Money.

Com a atribuição da referida licença, a UNITEL passará fornecer aos seus clientes, a possibilidade de efectuarem pagamentos de serviços online, com maior abertura ao Mobile Money.

O BNA relata ainda que a inclusão financeira é uma condição fundamental para o desenvolvimento económico sustentável, por isso tem participado em acções conducentes à criação de um ecossistema de pagamentos moderno e inclusivo.

A nova lei do sistema de pagamentos, cujo conteúdo propiciará a entrada de novos tipos de instituições financeiras (fintechs) assim como o Laboratório de Inovação do Sistema de Pagamentos (www.lispa.ao) são algumas dessas acções.

Na sequência da orientação do Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), a UNITEL procedeu a partir de hoje(01), a alteração da oferta da campanha COVID-19.

Com esta mudança, o Cliente tem agora um plano mensal de 15 minutos de voz (30 segundos/dia), 30 SMS (1 SMS/dia) e 100 MB por mês.
Segundo uma nota enviada ao Portal de T.I, a alteração compreende os pacotes pré e pós pagos, somente para os Clientes activos na base de dados da UNITEL até ao dia 26 de Março de 2020.

A medida enquadrada no apoio do sector aos esforços de mitigação do impacto da COVID-19, surge em função do momento actual do mercado em decorrência da pandemia.

A campanha COVID-19 foi lançada em Abril, como forma de garantir a comunicação da população durante o período de isolamento social. Para activar o serviço, o Cliente deve enviar SMS com a palavra COVID-19 para o n.º 19211.

A UNITEL refere que vai continuar a apoiar os esforços que estão a ser desenvolvidos a nível governamental para mitigar o impacto da Covid-19 na sociedade, quer por via de serviços bonificados como através da disseminação de informação para a consciencialização das medidas de prevenção tendo em conta o bem estar colectivo.

UNITEL é uma empresa prestadora de serviços na área de telecomunicações móveis, com cerca de 11.6 milhões de clientes em Angola.

Em função das restrições impostas pela OMS devido à pandemia COVID-19, a UNITEL informa que o programa de capacitação em tecnologias avançadas e imersão cultural "Seeds for the Future” implementado em parceria com a Huawei, será realizado em Luanda.

De acordo com uma nota enviada ao Portal de T.I, a formação irá ocorrer no período de 19 a 23 de Outubro, sendo que os estudantes seleccionados terão a oportunidade de vivenciar em modo virtual, a demonstração de soluções inovadoras de redes de banda larga fixa e móvel 5G, computação em nuvem, internet das coisas (IoT), cidades inteligentes ministradas por especialistas globais da Huawei, como também, a imersão cultural e introdução ao Mandarim.
Para a edição 2020 foram escolhidos em Fevereiro, 10 estudantes entre 289 candidatos. E dada a importância da formação, a organização decidiu aumentar o número de estudantes universitários angolanos, para 66 ao contrário dos 10 já seleccionados.

Neste contexto, os interessados em participar nesta edição ora denominada “Sky Seeds for the Future 2020”, deverão apresentar a candidatura de 24 de Setembro a 06 de Outubro, obedecendo os seguintes critérios: Nacionalidade angolana; Idade até aos 30 anos; Fluência em inglês; Ser estudante matriculado numa Instituição de Ensino Superior reconhecida; 3º ano concluído com média universitária mínima de 14 valores. E em cursos como: Engenharia Electrotécnica e Telecomunicações, Engenharia Informática, Engenharia de Telecomunicações, Engenharia Electromecânica, Ciência da Computação, Engenharia de Redes, Engenharia Mecatrónica e Engenharia Electrónica.

Os candidatos, devem ainda garantir que têm computador e acesso à internet, e preencher o formulário de candidatura, disponível no site da UNITEL www.unitel.ao

Desde 2008, o Seeds For the Future já beneficiou mais de 30 mil estudantes oriundos de 180 países. Com este programa, a UNITEL pretende manifestar o seu compromisso contínuo com a formação e desenvolvimento dos jovens angolanos, e simultaneamente promover o crescimento das TIC em Angola.

Decorreu na passada terça-feira(01), o lançamento da Campanha do Africa Code Week que para este ano contará com uma actuação essencialmente virtual (online) e em alguns casos presencial.

Segundo uma nota enviada ao Portal de T.I, o evento vai comportar duas fases, sendo a primeira um Concurso aberto para todos os jovens de África e a segunda o ensino da programação aos jovens usando para o efeito a linguagem Scratch.

O AfriCAN Code Challenge irá decorrer de 3 de Setembro a 9 de Outubro, e terá como o lema “Como poderá mudar o futuro da educação com o seu código”. A participação está aberta a todos os jovens de 8 a 16 anos. Em cada equipa deverá estar associado um Orientador. A avaliação será feita com base em vídeos que as equipes concorrentes vão submeter via Youtube.

A formação de actualização para os formadores (TTT) será feita online na última semana de Setembro. As acções de formação de jovens em Scratch vão decorrer nos meses de Novembro e Dezembro e poderão ocorrer conforme a situação em formato online ou em sessões presenciais.

Nos casos em que se possa fazer sessões presenciais, deve-se ter em conta as medidas de biosegurança. Isto será, por exemplo, nas Mediatecas, Centros de Formação, Clubes de Programação e em centros de acolhimento de crianças e jovens ou noutros organismos em que os seus responsáveis possam criar as condições necessárias para o efeito.

Informações adicionais podem ser obtidas por email no endereço Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou visitando a página no facebook “Africa Code Week Angola” com link directo em https://www.facebook.com/AngolaACW/

O Africa Code Week é uma iniciativa, que foi lançada em 2015 pela SAP no âmbito da sua responsabilidade social corporativa, conta já com a participação de 37 países africanos e introduziu mais de 4 milhões de jovens africanos nas competências digitais que precisam para prosperar neste século XXI. Em Angola, contamos já com mais de 31.000 jovens treinados nos últimos quatro anos (2016-2019).

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