outubro 20, 2020

A Brand Finance, entidade que revela os negócios mais poderosos do continente africano, publicou nesta semana, o relatório AFRICA 150 2020, onde lista as 150 marcas mais valiosas e mais fortes de África.

O relatório analisou negócios do sector da Banca, telecomunicações e seguros, tendo abrangido cerca de 19 países. As marcas sul-africanas dominam o ranking, ocupando as 5 primeiras posições, conquistando desta forma 87 posições, correspondente a 76% do valor total de marcas avaliadas. A MTN é a marca mais valiosa de África, sendo que o seu valor representa cerca de 3,3 bilhões de dólares, enquanto que a Vodacom é a marca mais forte do continente, com uma pontuação de Índice de Força da Marca (BSI) de 89,5, sendo que a pontuação máxima é de 100.

“A gigante das telecomunicações da África do Sul MTN foi coroada como a marca mais valiosa do continente, apesar de registrar uma perda de valor de marca de 1% para 3,3 bilhões de dólares”, diz a Brand Finance.

No entanto, acrescenta que a COVID-19 pode ser uma oportunidade para as marcas de telecomunicações reverterem sua sorte, já que o Brand Finance prevê um impacto geral limitado para o sector e até mesmo potencial de crescimento conforme a demanda aumenta.

O estudo da Brand Finance mostra uma clara melhoria nas métricas de investimento da marca Vodacom, como: local, preço, produtos e promoção - todos consideravelmente mais fortes do que a principal rival, MTN.

A Brand Finance observa que, como acontece com todas as grandes empresas de telecomunicações a nível global, a MTN está a ser pressionada por todos os lados, já que aplicativos de mensagens over-the-top como o WhatsApp estão a impactar as receitas de voz e SMS, e as marcas desafiadoras oferecem serviços de dados comparáveis a taxas abaixo do mercado, levando à acirrada competição de preços e margens decrescentes.

Os setores foram classificados em três categorias - impacto limitado (perda mínima do valor da marca ou crescimento potencial do valor da marca), impacto moderado (até 10% de perda do valor da marca) e forte impacto (até 20% perda do valor da marca) - com base em nível de perda de valor da marca observada para cada sector no primeiro trimestre de 2020.


 

Fonte: Brand Finance

A Direcção de Telecomunicações e Tecnologias de Informação da Polícia Nacional, visitou na manhã desta terça-feira(13), o Centro Tecnológico do ITEL-CFITEL, com vista a criação de uma parceria de formação de quadros.

A visita foi guiada pelo Director Geral do instituto de Telecomunicações (ITEL) André Pedro, com objectivo de constatar as condições efectivas para preparação de um protocolo de cooperação em formação tecnológica entre as partes, a nível das academias Cisco e Huawei.

A referida visita da Direcção de Telecomunicações e Tecnologias de Informação da Polícia Nacional foi composta pelos seguintes membros.

1- Director Nacional, Comissário José Agostinho Paulo;

2- Chefe de Departamento de Telecomunicações, superintendente- Chefe Jaime Miguel;

3- Chefe de Departamento de Tecnologias de Informação Intendente, Mateus Correia P. Victor;

4- Chefe de Departamento de Estudo e Planeamento, Inspector-chefe Gerson Fernandes;

5- Chefe de Departamento de Tráfego e Segurança de Informação, Subchefe- Ivone Miguel;
 

Os representantes da Policia Nacional, viram de perto as condições das academias e conheceram a sala de comunicação e Imagem, a área responsável pela gestão das Mídias Sociais e Design.

A Direcção de Telecomunicações e Tecnologias de Informação da Polícia Nacional, é o órgão ao qual incumbe desenvolver projectos e estratégias relativas às telecomunicações, soluções de natureza informática, conceber e garantir a implementação das tecnologias de informação na PNA, bem como estudar as necessidades em meios de telecomunicações e de equipamentos informáticos, providenciar a sua aquisição, distribuição controlo e manutenção.


Fonte: MINTTICS

A Angola Telecom está a trabalhar para melhorar a base de dados da empresa com vista a auto sustentação e liderança o mercado das telecomunicações, afirmou nesta quarta-feira (07), em Luanda, o seu presidente do conselho de administração, Adilson dos Santos.

Falando à imprensa, à margem do colóquio online alusivo ao 45º aniversário da independência nacional, subordinado ao tema “A importância e os desafios das telecomunicações, tecnologias de informação e comunicação social para o futuro do País”, sublinhou que a empresa pretende melhorar o serviço prestado, com o objectivo de reconquistar os mais de 162 mil clientes registados.

Para tal, salientou o responsável, será necessário reorganizar a empresa e capitalizar, por via do investimento, recursos humanos, por forma a permitir o aumento do número de clientes, especialmente no negócio a retalho.

“Temos que melhorar o nosso serviço para conseguirmos um parceiro de peso. O Estado, enquanto accionista, deverá conduzir os destinos para a reorganização da empresa, que passa por servir os habitantes com as melhores tecnologias, uma vez que a empresa está em plena melhoria nos segmentos residencial, empresarial e grossista”, frisou.

Na ocasião, o presidente do conselho de administração destacou a evolução que se registou no sector das telecomunicações e tecnologias de informação no país, sobretudo no que toca à qualidade de informação aos utentes.

Em relação ao colóquio, o engenheiro Pedro Mendes, moderador do colóquio, considerou que as comunicações em Angola têm história e começaram no Reino do Congo, estendendo ao Gabão e à República Centro Africana.

Acrescentou que, com a liberalização do mercado, surgiu a necessidade de haver um regulador e potenciar os operários, no sentido de tornar o sector forte.

A Angola Telecom é uma empresa pública de telecomunicações e multimédia fundada em 1992 pelo Decreto nº 10/92 de 6 de Março, como resultado da fusão das antigas empresas estatais ENATEL e EPTEL.

A empresa é detentora de uma licença global para exploração de vários serviços, entre os quais de telefonia móvel, podendo adaptar-se a serviços da rede móvel, de voz, dados e televisão.

Desde 2010 que a Angola Telecom tem em curso um processo de reestruturação que culminará com a sua privatização parcial em 45 %.

Na sequência da orientação do Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), a UNITEL procedeu a partir de hoje(01), a alteração da oferta da campanha COVID-19.

Com esta mudança, o Cliente tem agora um plano mensal de 15 minutos de voz (30 segundos/dia), 30 SMS (1 SMS/dia) e 100 MB por mês.
Segundo uma nota enviada ao Portal de T.I, a alteração compreende os pacotes pré e pós pagos, somente para os Clientes activos na base de dados da UNITEL até ao dia 26 de Março de 2020.

A medida enquadrada no apoio do sector aos esforços de mitigação do impacto da COVID-19, surge em função do momento actual do mercado em decorrência da pandemia.

A campanha COVID-19 foi lançada em Abril, como forma de garantir a comunicação da população durante o período de isolamento social. Para activar o serviço, o Cliente deve enviar SMS com a palavra COVID-19 para o n.º 19211.

A UNITEL refere que vai continuar a apoiar os esforços que estão a ser desenvolvidos a nível governamental para mitigar o impacto da Covid-19 na sociedade, quer por via de serviços bonificados como através da disseminação de informação para a consciencialização das medidas de prevenção tendo em conta o bem estar colectivo.

UNITEL é uma empresa prestadora de serviços na área de telecomunicações móveis, com cerca de 11.6 milhões de clientes em Angola.

O presidente do Conselho de Administração do Instituto Angolano das Comunicações (INACOM), Leonel Augusto, anunciou na semana passada que, a quarta operadora de telecomunicações (Africell), entra em funcionamento, a partir do II semestre do próximo ano.

Depois da apresentação do resultado do concurso público para atribuição do 4º título global unificado para a prestação de serviço público de comunicações electrónicas em Angola, que ocorreu no passado mês de Julho, o II semestre do próximo ano poderá marcar o arranque das actividades da operadora de telecomunicações.

Leonel Augusto falava à margem de um encontro que visou auscultar as associações de defesa do consumidor e operadores de telefonia e televisão sobre a actualização de preços de serviços, tendo avançado que a nova operadora está a obedecer aos trâmites definidos para o exercício da actividade, cuja fase passou pela conclusão da negociação e provimento dos termos finais estabelecidos concedida à Africell a licença TGU (Titulo Global Unificado), para operar em território nacional e celebração com o Instituto Angolano das Comunicações (INACOM) o respectivo contrato de concessão.

“É um processo que obedece a várias fases e já foram cumpridas grande parte delas e estamos agora na fase da afinação dos elementos do detalhe do contrato de concessão”, disse o PCA do INACOM.

A Africell é uma holding de operações de telecomunicações com sede em Londres, Reino Unido. A empresa que foi fundada em 2001, disponibiliza serviços de telefonia móvel, de Internet, televisão por subscrição e mobile money, estando presente em quatro países africanos, Gâmbia, República Democrática do Congo, Serra Leoa e Uganda.

 

 

Fonte: Jornal de Angola

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