janeiro 25, 2021

O comunicado da plataforma sobre os seus planos de 2021, abrange numa primeira fase o uso de chave de segurança física para acessar a rede, além de ampliar o monitoramento de invasões para contas verificadas.

Segundo a agência Reuters, o Facebook deseja facilitar a segurança dos seus usuários contra invasões, na opção de permitir a verificação da identidade no acesso à conta. Esta opção estará a venda dentro do aplicativo, para quem deseja inserir no momento de início de sessão ou registro.

A chave de segurança, cuja finalidade é ajudar a redução de crimes cibernéticos, será conectada a um computador de mesa antes de cada acesso à rede social, permitindo um manuseamento sem risco de ataques, visto que a plataforma nos últimos anos também serve como porta de negócio online e intervenção social.

Já o sistema Facebook Protect, existente apenas nos EUA para políticos e personalidades, a empresa anunciou a sua expansão mundial, para quem deseja que a sua conta seja monitorada em tempo real contra potenciais invasores, priorizando jornalistas e activistas como defensores dos direitos humanos que estejam sob risco de serem alvo de hackers.

Corellium, uma empresa de pesquisa de segurança processada pela Apple, obteve uma importante vitória legal contra a fabricante do iPhone, que chegou a acusá-la de criar uma cópia não autorizada do iOS. 

Tal cópia era fornecida a investigadores de segurança e hackers para descobrirem falhas no sistema, sem que a Apple estivesse directamente envolvida. Em sua defesa, a Apple alegava que o sistema da Corellium poderia comprometer a segurança do iOS e dos seus usuários caso fosse fornecido às pessoas erradas.

Segundo reporta o The Washington Post, o juiz responsável pelo caso, Rodney Smith, rejeitou as alegações da Apple e afirmou que a Corellium usou o sistema iOS dentro dos termos do “fair use” nos EUA – que permite o uso de material protegido por direitos autoriais sob certas circunstâncias. 

O juiz decidiu que a criação de “iPhones virtuais” pela Corellium não foi uma violação de direitos autorais, em parte porque foi projectado para ajudar a melhorar a segurança para todos os usuários do iPhone. Corellium não estava criando um produto competitivo para os consumidores. Em vez disso, era uma ferramenta de pesquisa para um número comparativamente pequeno de clientes.

O Corellium ajuda os clientes a encontrar bugs no sistema operacional móvel da Apple. A Apple pretendia encerrá-la.

O ministro de Estado e chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, Pedro Sebastião, inaugurou na segunda-feira(09), o Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) de Benguela, que segundo o governante, vai reforçar o sistema de vigilância para a prevenção e combate de acções criminosas.

Ao intervir na cerimónia, Pedro Sebastião destacou o momento em que a infraestrutura foi inaugurada, que marca a celebração do 45º aniversário da Independência Nacional.

“É mais um Centro Integrado de Segurança Pública, um dos instrumentos com o qual as forças de Defesa e Segurança e da Ordem Pública passam a contar para a defesa legítima da integridade da nossa Nação de qualquer ameaça, quer interna ou externa”, sublinhou.

De acordo com o Jornal de Angola, o CISP vai contribuir para o controlo da criminalidade nas principais cidades do litoral da província de Benguela, numa fase inicial, garantindo que, tão logo haja disponibilidade financeira, o sistema será alargado para outras localidades do país.

Para o ministro do Interior, Eugénio Laborinho, o CISP de Benguela vem reforçar a capacidade operativa, que se junta ao Centro de Luanda, considerando ser um grande passo para o asseguramento da vida das pessoas e dos bens públicos.

Eugénio Laborinho referiu que o CISP de Benguela dispõe de uma infraestrutura com equipamento especializado para a gestão e conservação das informações produzidas na província e estará sincronizado com o centro nacional, em Luanda, inaugurado em Dezembro do ano passado.

O Centro de Benguela terá a função de um “Backup”, pois, sublinhou, fará as cópias de segurança dos seus dados (física ou em nuvem) de um dispositivo de armazenamento ou sistema. O ministro explicou que o CISP de Benguela trará múltiplas valências, com ênfase para a coordenação, em tempo real, com diferentes instituições públicas e privadas, para a resolução rápida e eficaz de problemas de segurança e emergências médicas, que impactam directamente na vida do cidadão, por intermédio de uma chamada telefónica grátis, utilizando o número 111, ou por outros mecanismos electrónicos de denúncia que cheguem ao conhecimento do CISP.

O sistema permite, ainda, a integração com distintas bases de dados de serviços e órgãos públicos, com ênfase para a identificação civil e criminal, sistemas de gestão de migração, protecção civil e bombeiros, registo eleitoral, identificação fiscal e gestão de eventos de grande vulto.

O Centro Integrado de Segurança Pública (CISP), reveste-se de múltiplas valências que visam melhorar a segurança dos cidadãos, pela celeridade na identificação de eventuais suspeitos, supervisionar infraestruturas estratégicas, cadastramento cartográfico e controlo do tráfego rodoviário.

O website da Imprensa Nacional de Angola, foi nesta tarde de segunda-feira(02) alvo de um ataque cibernético, efectuado por um grupo denominado Cyber Team.

O grupo, para além de mostrar a sua marca- Cyber Team, deixou estampada no referido site, concretamente na secção "Diários da República II série", mensagens de revindicações contra os organismos do Estado.

A par do nome "Cyber Team" que directamente reinvindica o acto, vê-se também nomes de organizações de Hackers que têm actuado da mesma forma, tais como: Portuguese Hackers, Angolan Hackers, Anonymous e Portuguese Cyber Army.

Especialistas angolanos e não só, têm apontado Angola como sendo um dos países com mais tentativas de ataques Cibernéticos. De realçar que não é a primeira vez que um site de um organismo do Estado é invadido. E, nos últimos dias, essa prática tem se intensificado, mostrando uma clara necessidade de reforço da segurança dos sistemas e infraestruturas nacionais.

Até ao momento da publicação desta notícia, o website ainda apresentava a mensagem do hackers.

Confira aqui.

A multinacional de telecomunicações Angola Cables é a primeira tecnológica Angolana a apresentar um produto de segurança de ataques na rede, denominado Anti-DDoS, com uma capacidade de mitigação global de 5Tbps, 100% automatizada disponível em todas as geografias onde a Angola Cables desenvolve operações (África, Europa e Américas).  

DDoS (distributed denial-of-service), são ataques mal-intencionados com objectivo de interromper o tráfego normal de um servidor ou provocar o congestionamento dos recursos da rede. Ataques por protocolo e volumétrico são os mais comuns (representam até 98% de ataques DDoS) e causam impactos profundos ao nível de infraestrutura, interrupção de serviços, perda de receitas e afectaçao negativa ao nível da reputação da entidade atacada.

Até hoje, a Angola Cables já assegurava como padrão, os níveis de protecção referentes a camada 1 (layer 1), para todos os seus clientes de IP Trânsito e continuará a oferecer esse serviço de segurança base.

A Angola Cables disponibiliza agora uma solução 360º capaz de atender até a camada de transporte de dados em tempo real (real time) (layer 4) e a camada de aplicação sob solicitação (layer 7) de clientes B2B.

Os benefícios directos do produto são:

  • Monitoramento 24/7, detecção, reporting e mitigação automática
  • Protecção contra a sobrecarga da largura de banda;
  • Desvio de solicitações e tráfego malicioso;
  • Protecção contra o esgotamento dos recursos de sistema;

O cliente tem também acesso a um Portal Web onde poderá consultar os analytics e dar instruções sobre a higienização da sua rede para além de suporte dedicado prestado por especialistas certificados em segurança, membros da nossa unidade Security Operational Center (SOC).    .

“Esta solução é ideal para Provedores de Internet que pretendam assegurar camadas complementares de segurança nos seus serviços e níveis adicionais de protecção contra os ataques DDoS, utilizando uma plataforma Web inteligente, granular e automatizada, adaptada às ameaças emergentes no ambiente online”, afirma o Administrador Técnico da Angola Cables, Eng. Ângelo Gama. 

Os ataques de DDoS são cada vez mais frequentes, complexos e em maior escala e podem atingir potencialmente qualquer entidade conectada na Internet independemente do tamanho da sua rede, localização geográfica ou sector de actividade. Segundo a Kaspersky, uma das mais referenciadas entidades de security a nível mundial, o número de ataques DDoS detectados e bloqueados na sua plataforma no segundo trimestre de 2020 é 217% maior do que período homólogo 2019.

“A Angola Cables entende que a era da conectividade e sobretudo num contexto actual em que o e-business cresceu exponencialmente, urge a necessidade de estarmos na linha da frente das soluções de conectidade & segurança, sendo que incentivamos os nossos clientes de Angola e demais geografias a realizarem um investimento preventivo na segurança das suas redes de forma a salvaguardar a continuidade das suas operações face a ataques DDoS”. Conclui o Administrador Técnico da Angola Cables, Eng. Ângelo Gama. 

A Angola Cables é uma multinacional do sector das TIC´s com soluções diferenciadas de conectividade para o segmento wholesale e corporate. Com uma infraestrutura de transporte robusta e rede IP altamente interconectada a Angola Cables, providencia acesso aos maiores IXP´s, Operadores Tier I e Provedores de conteúdos globais. Através dos sistemas de cabos submarinos SACS, Monet e WACS, conectamos as Américas, África e Europa, assegurando ligações para a Ásia via parceiros. Gerimos o Data Center Tier III AngoNAP Fortaleza (Brasil) e o AngoNAP Luanda (Angola) bem como, o PIX e o Angonix, um dos maiores Internet Exchange Points de África. Providenciamos serviços digitais para múltiplas indústrias e uma oferta customizada em recursos de cloud e gaming.

 

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