outubro 20, 2020

A Huawei fez parceria com a Mondia Pay, um provedor líder de pagamentos digitais para oferecer mais serviços de pagamentos directo via operadora e kit de compra no aplicativo para os usuários. O Mondia Pay estará disponível como cobrança direta da operadora e e-wallet no AppGallery da Huawei.

De acordo com a Tech Gist Africa, a parceria aumentará o alcance da Huawei em todo o Médio Oriente e na região africana. Além disso, usuários Huawei e HONOR em cerca de 20 países podem fazer pagamentos eletrónicos com segurança, sem usar cartões ATM. Este recurso está disponível no aplicativo móvel Mondia Pay na AppGallery.
A Huawei aproveitou a Mondia Pay, como líder em fintech no Médio Oriente e na região de África, fornecendo canais de pagamento simples, rápidos e seguros para os clientes.

Essa parceria resolve o problema em torno da baixa penetração do cartão de crédito na maioria dos mercados da região. Suporta transações e protege as pessoas contra a transmissão de COVID-19.

“Esta nova parceria com a Huawei é um endosso da expertise da indústria da Mondia Pay que garante um profundo conhecimento de África. Clientes em todo o continente se beneficiarão de nossa tecnologia de pagamento digital totalmente integrada para fazer pagamentos sem atrito de maneira rápida, segura e protegida. Também apoiamos a progressão natural para sociedades sem dinheiro, acelerada por assuntos actuais, como COVID-19 ”, disse Simon Rahmann, CEO da Mondia Pay.

A Mondia Pay conecta pessoas e experiências digitais, criando oportunidades infinitas, entendendo onde a tecnologia se encaixa usando esse conhecimento para identificar soluções que impulsionam os negócios e mudam as experiências do usuário.

Pela primeira vez na história, a Huawei foi a empresa com maior volume de remessas de telemóveis no mundo todo em um trimestre, segundo dados da consultoria Canalys.

A fabricante chinesa quebrou nove anos de domínio da Samsung ou da Apple, com 55,8 milhões de aparelhos distribuídos no segundo trimestre deste ano. Apesar do número representar uma queda de 5% na comparação com o mesmo período em 2019, a antiga líder Samsung registrou uma queda de 30%, fechando o ciclo com 53,7 milhões de telemóveis fabricados.

Embora a Huawei não tenha disponibilizado ainda o relatório do trimestre transato,  informações da mídia chinesa, revelam que as vendas de telemóveis da Huawei tiveram um salto impressionante nos últimos dias. Em alguns casos, os consumidores aproveitam o momento para antecipar a troca dos seus smartphone por um modelo com conexão 5G.

Apesar de inédito, o resultado não chega a surpreender, pois a empresa já tinha registrado números superiores à Samsung em Abril e Maio, conforme dados publicados por outra consultoria, a Counterpoint.

O resultado foi influenciado fortemente pelo desempenho da marca em seu mercado local, onde registrou um crescimento de 8%. A China corresponde a 70% das remessas da Huawei, que aproveitou bem a reabertura do país em meio à pandemia da COVID-19.

"Se não fosse pela COVID-19, isso não teria acontecido", aposta o analista Ben Stanton. "A Huawei tirou proveito da recuperação económica chinesa para reanimar sua divisão de smartphones. A Samsung tem uma presença muito pequena na China, com menos de 1% de fatia de mercado, e viu seus mercados-chave, como Brasil, Índia, Estados Unidos e Europa, devastados pelos surtos e restrições subsequentes", completa.

Nem tudo são flores para a empresa, porém, com perspectivas negativas em consequência das restrições impostas pelo governo dos EUA. A proibição ao uso dos aplicativos do Google já afecta a gama de produtos da marca no ocidente, e a restrição de fornecimento de processadores fabricados na TSMC terá impacto até mesmo no mercado chinês.

A Huawei desenvolveu uma nova geração de produto de colaboração inteligente denominado IDEAHUB. A nova ferramenta, que em angola já é usada por algumas entidades públicas e privadas, permite um escritório inteligente em todos os cenários, integra múltiplas funções, colaboração em vários ecrãs entre telemóveis e processadores, quadro branco interactivo, videoconferência FHD e galeria HD AppGallery incorporada.

O local de trabalho pós-pandémico irá assistir a um aumento substancial do cenário de colaboração remota, onde o IDEAHUB pode desempenhar um papel transformador. Em África, serve para digitalizar cada sala de reuniões e escritório aberto, aumentando a eficiência da produção para as empresas e, em última análise, reduzindo a diferença de produtividade.

Além disso, a sua AppGallery incorporada traz três benefícios para as empresas. Primeiro, fornece uma variedade de aplicações de escritório e produção; segundo, satisfaz as necessidades das empresas em termos de escritórios colaborativos, R&D e produção; por último, mas não menos importante, é fácil de utilizar e de implantar, sendo ao mesmo tempo rentável.

O conceito de espaço de escritório com silos e pisos ocupados por vários departamentos pode muito bem ser substituído por espaço comum interdepartamental equipado com computadores inteligentes da Huawei ligados ao IDEAHUB, com custo de comunicação reduzido e mais produção. A cultura de trabalho mudará correspondentemente com o provável aumento da criatividade e colegialidade à medida que a mão-de-obra mais jovem abrace a inovação organizacional.     

A fim de continuar a explorar as necessidades dos utilizadores empresariais e fornecer-lhes uma ferramenta de produtividade avançada que permita um escritório inteligente com todos os cenários, a Huawei lançou a sua estratégia "1+3+X": "1" Indica a digitalização do escritório baseada na Plataforma Unificada HUAWEI na Nuvem ou na implantação On-Premise;

"3" Refere-se a três tipos parâmetros de colaboração inteligente. O primeiro tipo é videoconferência. O segundo é esta série de IDEAHUB, recentemente lançada para colaboração em equipa. O terceiro parâmetro é a série de Computadores Inteligentes, que estará disponível nos próximos meses.

O "X" representa a cooperação aberta e a construção de ecossistemas, tanto para software como para hardware.

A difusão da inovação e das práticas de gestão pode ajudar a reduzir esta diferença, mas isto não acontecerá automaticamente. De facto, mais de 60% das empresas africanas confiam nas suas ideias e competências internas para desenvolver inovações de produtos, uma elevada dependência das capacidades internas. É necessária uma nova geração de produtos inteligentes de colaboração de escritório para responder a esta procura.   

"O IDEAHUB da Huawei é simultaneamente destrutivo e construtivo”, afirma Liao Yong, Presidente da Huawei Enterprise Business Group na África Austral, é destrutivo e mais importante por eliminar as barreiras físicas e organizacionais entre empresas africanas que precisam de trabalhar em conjunto; enquanto for comercial, e culturalmente construtivo mesmo quando ajuda as empresas a construir um ambiente de trabalho inteligente onde as ideias e informação podem fluir mais livremente para uma maior eficiência e custos operacionais mais baixos.

"O IDEAHUB é também coerente com a missão da Huawei em África", acrescentou, "Há mais de 20 anos que a Huawei tem vindo a trabalhar com os africanos na conectividade entre empresas e lares neste continente". Para saber mais sobre este equipamento, clique aqui.

A Huawei é um fornecedor líder mundial de infraestruturas de tecnologias de informação e comunicação (TIC) e dispositivos inteligentes. Com soluções integradas em quatro domínios-chave: redes de telecomunicações, IT, dispositivos inteligentes, e serviços em nuvem - estamos empenhados em levar o digital a cada pessoa, casa e organização para um mundo totalmente conectado e inteligente.

A carteira completa de produtos, soluções e serviços da Huawei é simultaneamente competitiva e segura. Através da colaboração aberta com parceiros do ecossistema, criamos valor duradouro para os nossos clientes, trabalhando para capacitar as pessoas, enriquecer a vida doméstica, e inspirar inovação em organizações de todas as formas e tamanhos.

Na Huawei, a inovação centra-se nas necessidades dos clientes. Investindo fortemente na investigação básica, concentrando-se nos avanços tecnológicos que impulsionam o mundo. Conta com mais de 194.000 empregados, com presença em mais de 170 países e regiões. Fundada em 1987, a Huawei é uma empresa privada totalmente detida pelos seus empregados.

 

Nos escritórios angolanos da Huawei, uma das maiores empresas de telecomunicações do mundo, tenta-se esquecer a guerra comercial ditada pelos EUA e Reino Unido e animar a visão sobre Angola, enquanto a Covid-19 se encarrega de estilhaçar os restantes planos e sonhos geracionais de curto prazo. É a gestão possível em períodos de instabilidade.

Com mais de 20 anos de presença oficial no país e 1300 postos de trabalho directos, a Huawei Angola apresentou um novo CEO (ou “Chief Executive Officer”, no acrónimo em Inglês, equivalente a PCA - presidente do Conselho de Administração), Chu Xiaoxin, em Abril.

“Em todo o mundo, o novo coronavírus obrigou as pessoas a repensar o seu estilo de vida. Isto vai realçar ainda mais a importância da conectividade” e dos serviços de telecomunicações, acredita o gestor de nacionalidade chinesa em conversa com o Jornal de Angola.

A entrevista com Chu Xiaoxin aconteceu por vídeoconferência, com a utilização de uma plataforma virtual que se projectou internacionalmente com a pandemia e com a necessidade de desenvolver novas formas de comunicação e de trabalho remoto.

Empresas que sempre foram extremamente zelosas com a presença dos trabalhadores em ambiente de escritório mudaram de opinião e de método de trabalho em poucos dias. A necessidade é quase sempre mais forte e mais ágil do que as convicções.

Chu Xiaoxin, nascido em 1986, formado na Universidade de Nanjing em Ciências da Computação, apresentou-se de forma profissional e a conversa seguiu pelos caminhos previamente anunciados.

O gestor revelou que ainda não conhece bem o país, mas manifestou-se "surpreendido pela positiva" com as infraestruturas que encontrou na capital.

Mesmo assim, lembra que Angola ainda está distante da penetração dos serviços móveis que se verifica noutros países africanos, como a Nigéria, Quénia, Ghana e África do Sul.

"O mercado das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) em Angola ainda é mais lento do que nos países vizinhos", frisa Xiaoxin.

Segundo os dados do Instituto Angolano das Comunicações (INACOM), regulador do sector das TIC, a taxa de penetração móvel estava nos 49 por cento da população até ao fim de 2019.

Na Nigéria, Quénia, Ghana e África do Sul, a penetração móvel ultrapassa os 80 por cento. Esta realidade não é alheia à dificuldade em investir no país, sobretudo nos sectores mais rentáveis, onde existem competidores nacionais já estabelecidos e com fortes relações privilegiadas com decisores políticos e reguladores.

"Angola tem muito espaço para melhorar", considera Chu Xiaoxin, que fala no estilo de quem alerta para uma oportunidade de negócio e desenvolvimento económico.

Para acompanhar a passada dos principais mercados africanos de telecomunicações, é necessário investir em infraestruturas, melhorar o ambiente empresarial e a regulação do sector, ainda muito dependente do Governo.

"Desde os anos 2000 que Angola tem construído activamente a infraestrutura de telecomunicações", considera o gestor, mas são necessários mais esforços, "para acelerar o desenvolvimento" das TIC.

"Vamos tomar o número de estações-base sem fios como um exemplo: em Angola, cada 11 mil utilizadores tem acesso a uma estação-base. No Quénia, são 3.000 pessoas por estação-base. Na África do Sul, uma estação-base serve 1.500 pessoas. Além disso, só 68 por cento da população angolana beneficia de rádio cobertura, o que significa que mais de um terço dos angolanos vive em áreas sem qualquer rede", explica Chu Xiaoxin.

A concentração de utilizadores em estações-base sem fios resulta em acessos mais lentos e menor conectividade: resulta em pior serviço, no fundo, e potencialmente mais caro.

A entrada de novos operadores de telecomunicações nos próximos meses pode ter algum impacto nas infraestruturas do sector - o quarto operador, Africell, pretende iniciar nos próximos meses, enquanto a Angola Telecom mantém em aberta a possibilidade de utilizar a terceira licença que lhe foi atribuída.

"Em primeiro lugar, os novos operadores vão construir infraestruturas, como estações-base sem fios e redes ópticas, que vão promover o desenvolvimento do mer- cado de comunicações móveis. Em segundo lugar, a chegada de novos operadores fornece aos usuários maior capacidade de escolha e ser- viços diversificados", disse Chu Xiaoxin.

5G: Guerra comercial ou espionagem?

Nos planos da Huawei Angola mantém-se a inauguração (prevista para 2021), em Luanda, de um centro de inovação avaliado em 60 milhões de dólares.

O centro vai fazer parte das instalações da empresa em Angola, que ainda incluem um centro de formação e certificação profissional (depois de ter formado 68 pessoas em 2019, prevêem-se mais 300 angolanos certificados pela Huawei em 2020) e um centro de experiências, onde são divulgadas as novas tecnologias, produtos e soluções disponíveis.

A actividade principal em Angola, no entanto, está focada nos serviços de conectividade, venda de telemóveis e na instalação e gestão de redes de telecomunicações (de fibra óptica, por exemplo).

Internacionalmente, a companhia chinesa também é bastante relevante na distribuição de componentes (chips e outras peças similares). Os seus principais clientes são os operadores de telefonia móvel do país, o que significa que o tráfego de chamadas e de Internet dependem, em larga medida, de infraestruturas montadas pela Huawei.

Não é assim apenas em Angola. A multinacional fornece 45 dos 50 maiores operadores de telefonia móvel do mundo, cenário que pode mudar radicalmente com as sanções aplicadas pelos EUA.

Também fornece o mesmo tipo de serviços ao sector empresarial e governamental, como na produção e distribuição de energia, transportes (gestão de aeroportos e ferrovias) e governação electrónica.

Pressão dos EUA

Mas para lá dos negócios em Angola, a Huawei enfrenta uma pressão tão forte dos EUA e Reino Unido - que depois deve alastrar-se aos países aliados, que pode comprometer grande parte da trajectória vencedora da empresa chinesa, sobretudo nos mercados mais desenvolvidos e ricos.

No limite, o cerco que está a ser montado pode impedir, por exemplo, o acesso dos aparelhos da marca Huawei a aplicações como facebook ou whatsapp, entre outras dificuldades.

Uma decisão deste género colocaria em risco todo o modelo de negócio da multinacional chinesa, que apresentou uma facturação de cerca de 65 mil milhões de dólares apenas nos primeiros seis meses de 2020.

A Huawei é, neste momento, a marca de telemóveis mais vendida no mundo, à frente da Samsung (Coreia do Sul) e da Nokia (Finlândia). Só que o Governo de Donald Trump parece não querer saber dos futuros impactos internos e externos da exclusão da Huawei das redes de última geração, também conhecidas por 5G.

Esta tecnologia vai expandir e melhorar os serviços destinados aos carros autónomos, robôs, cirurgias remotas e outras aplicações modernas.

O potencial é incrível. Mas são tecnologias ainda mais invasivas, que necessitam de aceder a mais informação pessoal ou privada, com relevantes impactos de segurança que devem ser considerados.

Com presença em África desde 1998, a Huawei defende que a utilização e o acesso a dados pessoais e informações privadas deve ser analisado por via da regulação e do cumprimento das leis.

"Todo o sector (operadores, governos, reguladores, utilizadores) tem responsabilidades nesta questão", disse Chu Xiaoxin.

"Mas, neste momento, temos de continuar a servir os nossos clientes. É o foco da Huawei. Algumas coisas não dependem só de nós e da nossa vontade. Desde o ano passado que sentimos a pressão a aumentar, mas devemos estar focados apenas em criar valor para os nossos clientes", acredita o líder da multinacional chinesa em Angola.

Outra questão que os detractores das empresas tecnológicas chinesas colocam em cima da mesa, relacionada com as dúvidas sobre a segurança dos dados e com a possível espionagem política e comercial, está relacionada com a sua gestão e propriedade.

Os EUA acusam abertamente a Huawei de ser controlada pelas altas estruturas militares e políticas da China. Oficialmente, no entanto, é uma companhia privada inteiramente detida pelos seus empregados, por via das organizações sindicais (104 mil 572 trabalhadores possuem acções da empresa). O fundador, Ren Zhengfei, mantém-se com 1,04 por cento do capital social.

Apesar de autodenominar as suas regras de governação corporativa como "sólidas e eficazes" e de trabalhar com auditores independentes (a KPMG, no caso), para conduzir auditorias financeiras e divulgar relatórios anuais, a ligação aos sindicatos num regime de forte vigilância social, praticamente sem liberdade política, de associação e de expressão, sugere que a relação com o Governo chinês é realmente próxima.

"O ambiente externo e as modificações macroeconómicas terão, indubitavelmente, um impacto na nossa actividade", reconhece Chi Xiaoxin.

Contudo, acredita que a situação "é manejável" em Angola por várias razões, sobretudo, pela necessidade de transformação tecnológica que o país enfrenta e pelo conhecimento que a empresa acumulou sobre o mercado nacional. A Huawei nega todas as acusações de espionagem e diz que se trata, na verdade, de uma guerra comercial.

Os EUA, se pensarmos em Edward Snowden, só para citar um exemplo, e nas suas revelações (denunciou a existência de programas massivos de vigilância online dos cidadãos em geral, dirigidos pelos serviços secretos), também se encontram numa posição delicada.

No fundo, são tácticas antigas. Afastar para manter o poder. Deslegitimar para menosprezar. Os atingidos também procuram reverter a tendência, lutam, esbracejam, tentam contornar. O mundo segue, agarrado ao inevitável telemóvel e, agora, ao pegajoso álcool gel. Há vírus assim.

 

Decorreu nesta sexta-feira (11), a abertura oficial da Final Regional da 5ª Edição da Huawei ICT Compentition, uma competição global criada pela Huawei em 2013, para impulsionar o desenvolvimento de talentos de TIC, para o desenvolvimento da indústria e a transformação digital a nível global, na qual participam 12 estudantes.

Nesta edição, que teve lugar no CINFOTEC ( Centro Integrado de Tecnologia), participaram da competição 3 institutos técnicos: o Instituto Superior de Tecnologias de Informação (ISUTIC), com 3 estudantes e 1 instrutor, na categoria de Redes de Computadores, o Centro Integrado de Formação Tecnológica (CINFOTEC), com 6 estudante e um instrutor, nas categorias de Redes de Computadores e Computação em Nuvem, e o ICT of C.P (ISCP), contando também com 3 estudantes e 1 instrutor na categoria de Redes de Computador.

A competição está dividida em duas partes onde, os participantes foram submetidos a provas de construção e operação de redes e de computação em nuvem, nos formatos de testes de conhecimento e de habilidade, técnica usando como metodologia, a aplicação de testes com simuladores e em ambiente de laboratório virtual.

Esta competição é de carácter regional, pelo que fez saber o director do departamento de relações públicas da Huawei Angola, Sucre Zhang, sendo que depois desta, haverá a competição global, que será realizada na China, onde concorrerão mais de 40 equipas de vários países do mundo.

A Final Global decorre na China, onde os alunos terão a oportunidade de viajar para o país e obter acesso privilegiado a uma das principais empresas globais de TIC. A Huawei concederá aos vencedores uma chance exclusiva de conhecer a liderança da marca. Eles ganharão exposição à experiência da Huawei em Telecomunicações, empresas e negócios de consumo.

A Huawei ICT Competition é um dos maiores eventos do mundo, criado em 2013, com a de promover a certificação profissional para a indústria tecnológica, desenvolver o talento da indústria de TIC e um forte ecossistema digital. Na sua última edição atraiu 80 mil estudantes de todo mundo, incluindo 28 mil da África Subsariana.

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