outubro 27, 2020

O Grupo de desenvolvedores do Google (GDG Cabinda) e a TchiowaHub realizam no dia 12 de Setembro de 2020 (Sábado) pelas 08:30, a primeira edição de um encontro para mulheres, com o tema mulheres, tecnologia e empreendedorismo, com o foco na abordagem da inclusão digital como empoderamento feminino e exploração de oportunidades de negócios. Actividade batizada por Women’s Tech and entrepreneurship (Mulheres, Tecnologia e empreendedorismo).

Segundo uma nota enviada ao Portal de T.I, a iniciativa visa gerar um debate no universo feminino sobre a importância daquilo que é a tecnologia para o empoderamento feminino, e abrir alas para que as mulheres associem-se mais a tecnologia, seus benefícios e valências ímpares com a criação de negócios rentáveis e no adicionar valor aos negócios já existente. Este evento é um convite para mentalização de que a tecnologia é também uma peça fundamental para a afirmação de uma mulher que tenha o objectivo de crescer a nível pessoal e profissional.

O Women’s Tech and Entrepreneurship foi criado com o intuito de poder ajudar as mulheres a associarem a tecnologia ao empoderamento feminino, sendo que o empreendedorismo também é parte deste mesmo processo de emancipação e empoderamento do género. As mulheres vão debater sobre aquilo que é a inclusão digital, e a importância que a tecnologia tem para o aprimoramento de habilidades, criação e gestão de pequenas, micro e médias empresas.

O encontro será abrilhantado pelas contribuições “LIVE” das oradoras (Keynote Speakers) Maria Pongue, Presidente da Câmara júnior internacional em Florianópolis, Elisa Capololo Coorganizadora do GDG Luanda e Líder/Embaixadora dos Women Techmakers Luanda e da Elizandra Santos Coach e Marketer.

O evento que terá lugar na Sede da TchiowaHub, será realizado no dia 12 de Setembro de 2020 das 08:30 até as 12:30.

O Women’s Tech and Entrepreneurship é um convite a reflexão das problemáticas que afectam o universo feminino. O objectivo principal deste evento é de motivar debates com intuito de gerar aprendizado e interesse sobre o empoderamento e emancipação da mulher. Sendo que não fica atrás o tópico do aprimoramento e melhoramento daquilo que é a mulher e suas habilidades e feitos.

O Google anunciou, durante a semana, a criação de um programa de cursos de 6 meses com o nível de licenciatura.

O programa denominado por Certificado de Carreira do Google, é um conjunto de cursos capazes de formar profissionais de alto nível em diversos sectores tecnológicos úteis para as empresas, sem a necessidade de frequentar uma universidade.

Segundo a Google, as oportunidades de carreira seriam de analista de dados a gerente de projecto, de designer de interface a especialista em suporte de TI. O objectivo do programa, é substituir o ensino tradicional, o que acabou gerando muita controvérsia em volta do projecto.

“Hoje o Google lançou um novo programa para novos empregos digitais para ajudar os americanos a voltarem ao trabalho, para quebrar as barreiras educacionais dando prioridade às habilidades, apoiando o cuidado de economia do país”, escreveu em sua conta Twitter o vice-presidente da empresa, Kent Walker.

A empresa já afirmou que, no momento da selecção dos futuros funcionários, a empresa aceitará o Career Certificate como um certificado universitário tradicional. Além disso, a empresa também promete acompanhar os alunos na busca pelo emprego ideal, mesmo fora do seu ecossistema.

“Aprenda as habilidades que precisa para iniciar ou avançar sua carreira em sectores de grande demanda. Esses certificados, criados pelo Google, te colocam em contacto com os melhores empregadores nacionais que procuram por funções relacionadas”, lê-se na descrição dos referidos cursos.

Os cursos estarão disponíveis a partir de Outubro, apenas para cidadãos dos Estados Unidos. Entretanto, representa uma novidade que pode abalar o sistema de ensino em todo o mundo.


Fonte: Suno 

A comunidade Woman Techmakers afecto ao Google, conta desde o ano passado, com um núcleo da comunidade em Luanda, para extensão das suas actividades a nível da região africana.

O Women Techmakers (WTM) realiza uma variedade de eventos todos os anos, desde encontros, conferências do Google, Hackathons e encontros locais organizados pelas comunidades regionais, todos projectados para construir experiências às comunidades no sentido de ajudar mulheres a criarem interesses em tecnologia.

As embaixadoras, mulheres techmakers, são líderes de comunidades regionais, que trabalham para o alcance da igualdade do género em tecnologia, acreditando que a mudança começa a nível básico e, ao construir um ecossistema comunitário com igualdade de género, pode-se começar a mudar o sector como um todo.

Falando ao Portal de T.I, Elisa Capololo, embaixadora da comunidade Women Techmakers Luanda, enumerou algumas actividades que tem levado a cabo para o cumprimento dos objectivos preconizados a nível da região africana.

Segundo a embaixadora, a sua comunidade depende directamente da WTM África, onde recebem algumas recomendações e partilham ideias com outros membros a nível de África, e também (em certos aspectos), do Google Developer Group (GDG) Luanda.

“Um dos nossos objectivos é desenvolver actividades de inclusão digital para mulheres”, disse a embaixadora.

A comunidade realizou a sua primeira actividade no dia 30 de Março de 2019, no âmbito das comemorações do dia internacional da mulher. Desde o momento da sua criação, o foco tem sido capacitar as mulheres nas áreas das TIC.

“Procuramos sempre que os membros do grupo encontrem uma vocação e uma área que se sintam confortáveis para trabalhar. Estamos a desconstruir a ideia que muita gente tem de que, trabalhar na área de tecnologia é simplesmente programação”.

A embaixadora conta que, desde o surgimento da pandemia, o grupo registou algumas limitações em termos de cumprimento das actividades, concentrando-se apenas em monitorar, de forma remota, a realização das suas tarefas e principalmente o foco e objectivos que cada uma tem a nível profissional.

Desde 2014, todos os anos, a Comunidade Global reúne milhares de mulheres ligadas às áreas de tecnologia por meio de eventos e programas de liderança.

Google Meet agora está disponível para qualquer usuário que tenha uma conta no Gmail. Anteriormente, só podia ser usado por quem tinha o pacote corporativo do Google, o G Suite.

Google Meet passa, a ser mais uma opção para videoconferência e colaboração remota, como o Zoom e o Microsoft Teams. No Google Meet, os usuários podem criar reuniões com até 100 participantes e até 60 minutos de duração. O Google diz que não haverá limite até 30 de setembro. O serviço tem integração com o Google Calendar, o que torna mais fácil criar, iniciar ou entrar em uma conferência.

A integração do Gmail com o Meet está a ser activada gradualmente, ou seja, pode demorar um pouco para que ela chegue a todos os usuários. Interessados no serviço podem registar-se no website do Google para serem notificados quando estiver disponível.

Google e Microsoft começam a acompanhar o Zoom no espaço de videoconferência. O Microsoft Team conta agora com 75 milhões de usuários activos diariamente, segundo informação oficial da empresa, e o Meet regista diariamente cerca de 3 milhões de novos usuários, de acordo com o Google, recentemente passaram o registo de 100 milhões de participantes diários em reuniões.

Fonte: The Verge

Google quer tornar o ensino das ciências mais interessante com a implementação da realidade aumentada (RA) no seu motor de busca.

Numa altura em que tudo concentra-se em casa, por conta do distanciamento social, o google trás uma solução para auxiliar no ensino das ciências exactas. Uma coisa é ler sobre o coração humano e outra é ver de perto para entender como ele bombeia sangue para fornecer oxigênio.

A solução resulta de uma parceria tripartida entre o Google, a BioDigital, uma empresa especializada em software 3D interactivo, e a Visible Body, empresa que actua na área das representações realistas do corpo humano.  Para que seja possível explorar o sistemas circulatório com a RA por exemplo, na pesquisa em um smarthphone, pesquise e toque em"Visualizar em 3D" para ver de perto o coração ou procure o sistema esquelético para rastrear os ossos do corpo humano e ver como eles se conectam.

Uma das melhores formas de entender certos assuntos é vendo, porém no estudo da anatomia, existem organismos minúsculos, como células, que são difíceis de visualizar, a menos que seja possível ampliá-los para melhor visualizar e entender o que está dentro. Da parceria estabelecida entre o Google, BioDigital e a Visible body, consta a criação de modelos de RA de células animais, vegetais, bacterianas, incluindo algumas de suas principais organelas.

Com a realidade aumentada, o Google quer que seja possível ver  uma célula animal, por mais minúsculas que seja,  ampliando o seu núcleo para ver como ele armazena o DNA ou procurar mitocôndrias para saber o que está dentro dela. A RA, permite também trazer uma célula 3D para o seu espaço para girá-la, ampliar e visualizar detalhes sobre seus diferentes componentes.

Com a RA, a sala de estar pode ser facilmente transformada num museu para ajudar os mais novos a descobrirem o passado, sem que corram riscos de contrair o novo Coronavírus.

A Google avançou que todos os smartphones Android compatíveis com a tecnologia de realidade aumentada, chegam também funcionalidades que permitem partilhar mais facilmente todas as aventuras de aprendizagem virtuais.

A realidade aumentada utiliza o recurso do dispositivo para misturar o conteúdo digital com o mundo real. Ao contrário da realidade virtual (RV), não precisa de capacetes de realidade virtual, de óculos nem de outros equipamentos adicionais, precisando apenas a câmara do dispositivo e de uma aplicação de realidade aumentada.

Fonte: blog.google

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