janeiro 25, 2021

Na passada quarta-feira (6), vários usuários do WhatsApp receberam uma notificação de que os seus dados do WhatsApp seriam compartilhados com o Facebook, isso a partir do dia 08 de fevereiro do corrente ano.

A notificação garante a partilha de dados com o Facebook, dono do aplicativo de mensagens, e está relacionada com funções como o carrinho de compras em conversas com lojas, anunciado em dezembro passado.

Essa partilha de dados é de carácter obrigatório e os usuários não possuem a opção de não compartilhar dados pessoais.

"Ao tocar em aceito, você concorda com os novos termos e com a política de privacidade, que entram em vigor em 8 de fevereiro de 2021", diz a notificação.

"Depois dessa data, você precisará aceitar as actualizações para continuar usando o WhatsApp. Você também pode visitar a Central de Ajuda se preferir apagar a sua conta e desejar obter mais informações", continua o aplicativo.

Entretanto, fazem parte da informação que será partilhada as seguintes informações: informações de registro, como o número de telefone;
endereço de IP;
informações sobre o dispositivo utilizado;
dados de transações e pagamentos;
informações sobre como você interage com outros (incluindo negócios).

Essas informações estarão disponíveis no Facebook e serão compartilhadas com as empresas que operam no Facebook, tais como: Facebook Payments, Onavo, Facebook Technologies e CrowdTangle.

Outrossim, o Facebook garante que essas informações serão salvaguardas afim de não expor a privacidade dos usuários, alegando que: o aplicativo de mensagens usa criptografia ponta-a-ponta, o que significa que somente o remetente e destinatário podem visualizar o conteúdo.

O comunicado da plataforma sobre os seus planos de 2021, abrange numa primeira fase o uso de chave de segurança física para acessar a rede, além de ampliar o monitoramento de invasões para contas verificadas.

Segundo a agência Reuters, o Facebook deseja facilitar a segurança dos seus usuários contra invasões, na opção de permitir a verificação da identidade no acesso à conta. Esta opção estará a venda dentro do aplicativo, para quem deseja inserir no momento de início de sessão ou registro.

A chave de segurança, cuja finalidade é ajudar a redução de crimes cibernéticos, será conectada a um computador de mesa antes de cada acesso à rede social, permitindo um manuseamento sem risco de ataques, visto que a plataforma nos últimos anos também serve como porta de negócio online e intervenção social.

Já o sistema Facebook Protect, existente apenas nos EUA para políticos e personalidades, a empresa anunciou a sua expansão mundial, para quem deseja que a sua conta seja monitorada em tempo real contra potenciais invasores, priorizando jornalistas e activistas como defensores dos direitos humanos que estejam sob risco de serem alvo de hackers.

Facebook e Libra Association estão a acertar os últimos preparativos e a cibermoeda deve chegar ao mercado dentro de poucas semanas.

A Facebook teve de recuar nos planos que tinha para a entrada no mercado das cibermoedas e fazer cedências face às exigências trazidas pelo setor da política e pelas entidades reguladoras. Agora, a Libra Association e a empresa de Zuckerberg estão a ultimar os preparativos e o lançamento deve acontecer já em janeiro, segundo três fontes próximas ouvidas pelo Financial Times. A associação baseada em Genebra planeia lançar a moeda digital apoiada no dólar americano.

O projeto da Libra foi apresentado no ano passado, mas teve de ser revisto para fazer face às exigências trazidas pelo regulador e pelos bancos centrais, que receavam que esta entrada colocasse em causa a estabilidade financeira e levasse à desvalorização das moedas tradicionais.

A Libra Association pretende obter a aprovação do regulador suíço para emitir uma série de moedas estáveis apoiadas pelas divisas tradicionais e outras cibermoedas. A entidade reguladora FINMA confirmou em abril apenas que recebeu a candidatura da Libra para uma licença de pagamentos.

Fonte: Exame informática

Oito startups de comércio eletrónico africanas foram convidadas a se inscrever em uma aceleradora gerida pelo Facebook que oferecerá acesso a orientação e treinamento, bem como às tecnologias e redes da empresa.

De acordo com a Disrupt Africa, ao longo do programa virtual, as startups selecionadas terão acesso a um mentor dedicado do Facebook, treinamento abrangente, conjunto de produtos e tecnologias do Facebook e uma rede valiosa de especialistas em produtos e outros fundadores para se conectar.

Ao todo, 36 startups de comércio inovadoras da Europa, Médio Oriente, África e América Latina foram selecionadas para participar. As mesmas foram escolhidas por terem produtos focados em gerar valor para o cliente, equipas de liderança diversificadas e focadas, tecnologia inovadora ou pesquisa e evidência de crescimento de negócios.

Das 36 selecionadas, 8 delas são africanas, sendo o Egito o país bem mais representado, com três empresas de comércio eletrónico; duas startups da África do Sul, o Kenya também é representado por duas startups e o Gana que está representado com uma startup.

O programa começou oficialmente na semana passada, com startups conectadas com especialistas em comércio do Facebook e começando sua jornada para construir soluções em plataformas de comércio que biliões de pessoas em todo o mundo podem usar e se beneficiar.

Em função do surgimento de páginas falsas nas redes sociais, nomeadamente no Facebook, com logotipo MULTICAIXA, com o propósito de enganar os utilizadores dos serviços e produtos oferecidos através de rede MULTICAIXA, a EMIS criou a sua página oficial com vista a diferenciar-se das páginas falsas relacionadas à marca MULTICAIXA.

De acordo com uma nota enviada ao Portal de T.I, a EMIS, na sua qualidade de operador tecnológico da rede MULTICAIXA, criou a referida página da rede MULTICAIXA, cumprindo todos os pressupostos de informação alinhada com as normas comunitárias do Facebook.

O propósito da criação dessa página, visa dar maior foco na gestão de informação para os utentes de serviços e produtos oferecidos através da rede MULTICAIXA, oferecendo assim informação credível para utentes dos serviços de pagamentos.

A página designada “MULTICAIXA”, visa também a promoção de segurança, de literacia financeira, e a divulgação de boas práticas de utilização dos produtos e serviços de pagamentos oferecidos pelos Bancos angolanos com a marca MULTICAIXA.

Por outro lado, e em paralelo, foi iniciado o processo de denúncia de algumas páginas falsas, junto do Facebook, no sentido de serem desactivadas e eliminadas daquela rede social. “Será um processo complexo para o qual contamos com a colaboração de todos neste combate”, refere a nota. Nesse sentido, a EMIS agradece desde já a denuncia de qualquer actividade irregular nas redes sociais que atente contra a marca MULTICAIXA.

Desta forma a EMIS em coordenação com todos os Bancos que integram a Rede MULTICAIXA, continua a contribuir para a massificação dos pagamentos eletrónicos em Angola, oferecendo aos utentes de produtos e serviços de MULTICAIXA, elevada qualidade e segurança.

A EMIS opera no mercado angolano há 18 anos como operadora de pagamentos de comunidades bancárias angolana, com a responsabilidade de gerir infraestruturas e serviços partilhados pelas prestadoras de serviços de pagamentos, incluindo a gestão de mais de 6 milhões de cartões da marca MULTICAIXA que asseguram mais de 70 milhões de operações mês.

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