setembro 27, 2021

O Facebook anunciou nesta Terça-feira(24), por meio do seu chefe de criptografia, que está a criar produtos e recursos relacionados a tokens não fungíveis (NFT), mas apresenta cepticismo quanto ao uso de bitcoin para transacções.

NFTs são activos exclusivos que representam colecções digitais, como música, vídeo, pinturas virtuais ou terrenos. Eles são codificados em um blockchain - a mesma tecnologia que sustenta as criptomoedas - e carregam uma marca d'água digital para indicar direitos de propriedade exclusivos para o activo.

"Definitivamente, estamos a procurar uma série de maneiras de nos envolvermos no espaço porque achamos que estamos em uma posição realmente boa para isso", disse à Bloomberg David Marcus, chefe da divisão da Novi do Facebook. "Quando se tem uma boa carteira de criptografia, como a Novi terá, será necessário pensar em como ajudar os consumidores a oferecer suporte aos NFTs".

Marcus disse por outro lado que, ainda é muito cedo para detalhar os planos dos produtos do Facebook relacionados ao NFT, mas os desenvolvedores da empresa estão bem avançados no processo.

Relativamente ao bitcoin, Marcus referiu que não vê a criptomoeda líder como um bom meio de troca. Ainda assim, ele disse que é um activo de investimento viável.
“Se você está enviando dinheiro ao redor do mundo, não pode fazer com que o valor do activo enviado diminua em 20% em um dia e 10% em outro dia. Essa é uma volatilidade inadequada para pagamentos”, revelou.

O Facebook espera que o Novi seja usado para reduzir os custos de transacção e tornar os pagamentos internacionais mais eficientes. Em um blog na semana passada, Marcus revelou que a Novi está pronta para entrar no mercado. Mas a empresa está a espera do lançamento ao lado da Diem, uma vez que ambas são obrigadas a mudar a forma como os pagamentos seriam feitos.

 

 

A maior criptomoeda do mercado, chegou nesta Segunda-feira(23) ao seu maior valor desde 15 de Maio, e especialistas mostram optimismo sobre continuidade da subida.

O volume diário das negociações permanece relativamente estável, apesar das acções do preço permanecerem acima de um indicador-chave usado para medir o ímpeto de uma determinada tendência.

“O mercado continua sobre uma média móvel de 200 dias com os compradores ainda em jogo”, disse Toby Chapple, chefe de negociação da empresa de activos digitais Zerocap.

"Não é a primeira vez que cruzamos esta marca lendária, mas dado os avanços da indústria nos últimos tempos, 50 mil dólares certamente parece justificável desta vez", disse Mati Greenspan, CEO da Quantum Economics.

A última vez que o bitcoin foi negociado a 50 mil dólares norte-americano, o movimento era de baixa, depois de que a criptomoeda atingiu seu recorde de 64 mil dólares e começou a cair com notícias relacionados ao suposto impacto ambiental causado pelo consumo energético da rede que levou Elon Musk a voltar atrás na decisão de permitir que a Tesla aceitasse a criptomoeda como pagamento e o aumento da pressão regulatória na China contra empresas do sector de criptoactivos, como exchanges e mineradoras.

O movimento deve-se à uma série de factores, que vão desde continuidade da acumulação do activo por grandes investidores, aumento no fluxo de compras por investidores, sucesso parcial do processo de migração dos mineradores que saíram da China e se estabeleceram em outras regiões e ao aumento da confiança dos investidores.

Elon Musk por seu turno, voltou a adoptar tom optimista sobre o activo digital. O anúncio da abertura dos serviços com criptoactivos para clientes do PayPal no Reino Unido também favorece o optimismo do mercado.

Para especialistas da Wise&Trust, fintech de gestão de investimentos em activos digitais, a criptomoeda ainda pode buscar um novo recorde de preço neste ano, citando que, até o final deste ano, o preço do bitcoin pode chegar na casa dos 70 mil dólares.

Outras criptomoedas no top 20 por capitalização de mercado também se recuperaram com o movimento do bitcoin, como cardano, litecoin e uniswap, registrando os maiores ganhos, entre 2% e 12%.

O Director do sector de criptomoedas do Facebook, David Marcus, afirmou ontem (18), em uma publicação feita no Medium, que a carteira digital Novi está pronta para o mercado, mas pode passar por algumas mudanças no processo.

Segundo David Marcus, o principal problema envolve a Stablecoin (moedas digitais amparadas por activos mais estáveis) e a Diem, conhecida anteriormente como Libra. Embora tenha sido desenvolvida de forma a manter a estabilidade de seu valor e evitar volatilidade, ela tem sofrido resistência entre órgãos de regulação financeira, o que pode forçar o Facebook a abandoná-la totalmente.

Marcus defende que carteiras digitais como o Novi são necessárias porque o sistema de pagamentos online actualmente está “quebrado” e é preciso mudar a maneira como o dinheiro se movimenta pela internet. “Os sistemas que temos actualmente são custosos, lentos e não são interconectados. Ainda há aproximadamente 1,7 bilhão de pessoas que não têm serviços bancários ao redor do mundo, e muitos mais têm pouco acesso”, afirma.

O Paris Saint-Germain informou nesta Quinta-feira(12) que utilizou criptomoedas para concluir uma parte da negociação com o atacante Lionel Messi.

De acordo com o clube francês, o jogador argentino recebeu "$PSG fan tokens" como parte do pagamento das "luvas" pela assinatura do contrato.

Fan tokens é um tipo de criptomoeda que permite ao detentor votar em pequenas decisões relacionadas ao clube, como escolher detalhes no vestiário, e também mandar mensagens motivacionais aos jogadores. E em parceria com a empresa "Socios.com", o Paris Saint-Germain emitiu cerca de 20 milhões de tokens para torcedores, desde Janeiro de 2020. Assim como bitcoin e outras moedas digitais, os tokens podem ser negociados em bolsas com variação de preços.

O PSG revelou que o furor em torno das últimas contratações na movimentada janela de transferência de verão do clube, criou um enorme aumento de interesse em "$PSG Fan Tokens", com volumes de negociação superiores a 1,2 mil milhões de dólares norte-americano nos dias anteriores à chegada de Messi.

Essa iniciativa posiciona o PSG como uma das marcas desportivas mais inovadoras do mundo, apesar de que o Manchester City e o AC Milan tenham lançado também uma iniciativa semelhante neste ano.

Um grupo de hackers roubou cerca de US$ 600 milhões em criptomoedas nesta Terça-feira (10), no que está sendo classificado como o maior ataque a uma rede de finanças descentralizadas (DeFi, na sigla em inglês) da história.

Os hackers conseguiram invadir o protocolo Poly Network e entre as criptomoedas roubadas estão a Etherium, Binance e Polygon. A empresa confirmou o ataque nas redes sociais e revelou que os hackers transferiram as moedas digitais para carteiras de criptomoedas separadas.

“Estamos convocando as mineradoras de blockchains afetadas e corretoras cripto para inserir os tokens na lista de má reputação”, informou a empresa.

O Poly Network é um protocolo de interoperabilidade criado para facilitar a troca de tokens entre diferente blockchains e surgiu através de uma aliança formada entre as equipes de várias plataformas, como Neo, Ontology e Switcheo.

Foram roubados US$ 273 milhões em tokens da Ethereum, US$ 253 milhões em tokens na Binance Smart Chain e US$ 85 milhões em US Dollar Coin (USDC) na rede Polygon (MATIC).

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